História As chamas de uma grande rebelião - Capítulo 5


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Tags Kiribaku, Momojirou, Tododeku
Visualizações 83
Palavras 1.622
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá!
Obrigada pelos comentários no capítulo anterior, fico toda boba lendo eles.
E sobre a capa, foi super dificil achar uma foto desse coleguinha, não é medieval, mas foi isso que achei. Não sei a quem pertence a arte, se alguém souber, me avise por favor!💦
Curtam a leitura! ❤

Capítulo 5 - Corda bamba


Fanfic / Fanfiction As chamas de uma grande rebelião - Capítulo 5 - Corda bamba

Já de manhã, o jovem príncipe estava deitado na pequena cama da hospedaria, e como não era de costume, acordordara com os raios de sol em sua cara, já que não havia cortina. Esperou pelas supostas empregadas que não viriam, esquecendo  que não estava no castelo. Ficou um tempo na cama, e incomodado  com a luz, o mesmo virou para lado oposto da janela, enquanto cobria metade de sua face, e com seu único olho descoberto olhava fixamente a porta, esperando que por ventura algum de seus companheiros  a abrisse.

Passado algum tempo, vendo que ninguém tentou abrir a porta, acabou por se levantar e pegar suas coisas, que estava espalhadas pelo quarto, olhou uma última vez para o lugar, que de dia parecia ainda mais modesto, a cama, janela e o baú eram feitos de madeira simples e desgastada, os cobertores oferecidos eram de baixa qualidade, os fios não estavam bem interligados o que fez com que o frio entrasse entre as frestas, já o travesseiro era provavelmente feito de penas de galinha. Por fim abriu lentamente  a porta de madeira maciça, seguiu pelo corredor estreito, ao descer as escadas, elas fizeram um som horrível de rangido que o incomodou.

Após sair daquele cubículo, ele pensou onde seus amigos poderiam estar, e achou provável que estariam no começo da floresta, não precisou adentrar muito a mesma e lá estavam eles!Arrumando algumas coisas que estavam espalhadas no chão.

-Shouto! Está acordado! -Disse Yaoyozuro -Por que tão cedo?

-Eu... acordei com o sol. O que estão fazendo aqui?

-Nós dormimos aqui, Shouto. -Iida respondeu.

-Que?? Não dormiram na hospedaria?

-Como somos acostumados a dormir fora do castelo não precisamos gastar, assim alugamos apenas para o senhor.

-Vocês não precisavam ter feito isso, eu tenho certeza que conseguiria dormir normalmente.

-Certo, da próxima vez não alugaremos um quarto para você.

Shouto pareceu um pouco abalado mas concordou com a cabeça.

Seus amigos esperaram que terminasse de comer para partirem, já que fora o último a despertar. Após ter terminado seu café da manhã, seguiram em direção a Nordeste.

Passado muitas horas de caminhada, já estando perto da noite cair, começaram a arrumar suas tendas. Depois de tudo estar pronto, começaram a preparar a comida na fogueira, comida a qual haviam pego no vilarejo, onde Todoroki havia se hospedado. E assim que já estavam alimentados, conversaram:

-Temos que passar no vilarejo para comprar carne e alguns outros ingredientes. -Afirmou o de óculos. -Enquanto eu e Shouto estivermos lá, aproveitamos e pedimos informação, assim será mais fácil de decidir o caminho que iremos.

-Eu vou colher alguns cogumelos enquanto estiverem lá. -Surgeriu Momo.

-Certo. -Acentiram os garotos.

-Enquanto caminhavamos não achei nenhum rastro da criatura, isso me preocupa. Me pergunto se vamos conseguir acha - lá mesmo... -Disse Shouto cabisbaixo.

-Hey! -Todos olharam de imediato para a voz que ouviram por trás, um garoto de cabelos escuros com um sorriso no rosto começou a se aproximar. Os cavalheiros logo ficaram em prontidão. -Calma, vamos nos juntar. Eu sou um famoso caçador, posso ajudá-los, e em recompensa,peço apenas uma pequena quantidade de sal.

-Recusamos. -Disseram os dois mais experientes. 

-Pelo que parece, vocês nem tem pistas. E eu estou caçando está besta desde que a vi no Sul. -Provocou o desconhecido.

Os três se entreolharam, Shouto não entendia muito bem a situação.

-Por que não aceitamos? -Disse de forma ingênua o bicolor.

-Tem muitas pessoas que podem fazer mal e - Momo interrompeu o azulado, que já tinha dado início a seu grande discurso.

-Falamos disso mais tarde.

-Não precisam ficar estressados. Precisam de carne, certo? Eu posso dar metade da minha carne, em troca, me deixem dormir com vocês.

Demorou um tempo para que pensassem e o dassem uma resposta.

-Tudo bem. Não tente fazer nenhuma gracinha. Somos mais fortes do que imagina. -Ameaçou a garota.

-Prometo que não farei nada. É bem melhor dormir perto de uma fogueira, além de que fazia tempo que não dormia ao lado de outras pessoas. Ah! Ainda não nos apresentamos, sou Hanta Sero.

Como estavam fugindo, não poderiam revelar seus nomes, por isso usariam dali para frente os que haviam escolhido no começo da viagem.

-Sou Akane. -Disse Shouto se afastando.

-Takada Eiji. -Se apresentou Iida.

-Sakurai Suzuki. Irmã mais velha de Akani. -Disse Momo, não querendo se preocupar se Sero perguntaria o sobrenome da "irmã". Não gostaria que Shouto se confundisse, e acabase os entregando.

-E por que procuram pela besta?

-Por motivos pessoais. -Falou curto e grosso o azulado.

-Oh... entendo. -Deu - se por vencido.

Sem muita conversa foram dormir. Entraram em suas tendas enquanto Hanta dormiu ao lado da fogueira, com seu cobertor. Quando amanheceu, a falsa garota e o azulado comeram e se prepararam para ir a vila.

-Vou com vocês para vila, tenho coisas a tratar lá.

-Ok, quando chegarmos lá, apenas nos deixe. -Tenya havia ficado cauteloso desde que começaram a viagem.

-Certo, certo.

E como mandado, assim que chegaram a vila o garoto deixou a dupla. E assim, os dois pegaram as coisas que vieram buscar, aproveitando para conversar com os mercadores.

-Eu e minha esposa somos nômades, e em um vilarejo próximo escutamos alguns rumores estranhos, falaram que uma besta havia passado por perto.

-Uma besta, hum... -falava enquanto coçava sua longa barba. -Ouvi sobre isso também, vai começar a caça ao javali gigante, é sobre isso que querem saber?

-Ah, sim...

-Bom, por que não compra esse laço para a senhorita? Ficaria ótimo nela. -Disse com um laço roxo em mãos.

-Err... Você quer querida? -Se virou para a esposa.

Shouto apenas assentiu com a cabeça.

-Obrigada pela compra! A jovem não vai colocar no cabelo?

Ele tenta prender fracassadamemte o laço em sua peruca ruiva. Ao ver seu fracasso seu marido o prende em um laço perfeito em seu cabelo. Já afastados, Iida perguntou intrigado e confuso:

-Por que quis o laço?

-Para que não levantassemos suspeitas. -Não admitiria que havia achado a cor bonita.

Os dois já estavam a sair da vila quando uma voz grave chamou a atenção do maior.

-Iida? É você?  -Era um de seus companheiros da guarda, Shoji.

-Akane, CORRE!

Puxou a ruiva pela mão, correndo de forma desesperada.

-AQUI! -A voz da noite anterior os chamou.

Sero os escondeu em meio aos fenos dentro de uma carroça.

-Sabia que eram estranhos, mas vou ajudar vocês. Fiquem aqui eu vou conversar com ele.

-Ei! Você! Viu um homem ao lado de uma ruiva?

-Não me lembro de ninguém desse jeito passando por aqui, mas talvez minha memória se refresque se você me der alguns trocados.

-Esta de brincadeira com minha cara? Me conte ou vai perder a cabeça.

-É uma pena, cabeças rolantes não podem falar. Se fizer isso, vai perder uma informação.

O cavalheiro bufou o entregando um pequeno punhado de sal na pequena bolsa.

-Bom, agora que você disse, acho que vi duas pessoas correndo em direção ao Centro.

-Espero que não esteja mentindo. -Apontou a espada perto de seu pescoço. -Se tivesse mais tempo acabaria com você.

Após o cavalheiro se afastar o suficiente para não ser visto, o de cabelos pretos foi em direção ao casal.

-Ele já se foi. -Disse em meio a um sorriso vitorioso. -Não temos muito tempo até que ele descubra minha mentirinha, vamos.

Saíram rapidamente do esconderijo, Sero Surgeriu que comprassem cavalos, e assim fizeram. Pegaram quatro cavalos, um tendo que ficar amarrado ao de Tenya. Chegaram em  poucos minutos na tenda. Encontrando Momo que já havia colhido os cogumelos.

-Rápido Momo. -Disse apressado Tenya.

-O que aconteceu?

-Te explicamos no caminho.

Foram questão de 5 minutos para que arrumassem as coisas e estivessem prontos para ir. A garota subiu em seu cavalo e começaram a se afastar do local. Sero os guiou em direção a noroeste.

-Nós encontramos com os cavalheiros, e me reconheceram.

-O que? E agora, sabem do Shouto?
 

-Pelo que entendi não, ele nem desconfia. -Disse em meio a risadas nervosas o moreno.

-Você contou a ele Iida??

-Ele não precisou contar, com o pouco que sei sobre o príncipe já consegui interligar as coisas, soube que ele é dono de uma beleza peculiar, seus cabelos sendo divididos na metade por duas cores diferentes, além de olhos heterocromados, assim como os da ruiva. Quando os vi soube que eram estranhos, mas também soube que eram ricos. Pensei que seria uma boa oportunidade, mas parece que me meti em encrenca. Então, o que pessoas como vocês fazem procurando uma besta?

-Não é da sua con - Foi interrompido pela morena.

-Tenya, precisamos dele. Estamos em perigo, não podemos nos dar o luxo de falhar.

Teve que acabar por concordar. Momo deu a frente e o contou o que os trazia a isso, contando tudo o que sabia.

-Humm... Bom se esse é o caso, precisamos apagar nossos rastros e de um apoio.

-Apoio? Quem acha que somos? -Disse o de modo indignado o maior, não era surpresa, já que o outro causava esse efeito sob si.

-Pessoas desesperadas que precisam de ajuda. -Começou a se afastar dos demais. -Continuem seguindo a Noroeste! encontro vocês depois! -Disse em gritos, já que já estava longe.

Hanta os cobriu em menos de uma hora. Já cavalgando velozmente para a cidade vizinha, Hageshi. Chegando lá, foi a taberna, ao entrar na mesma foi até o homem que usava um grande chapéu com pena, com roupas de coro, bebendo como sempre, um grande copo de cerveja. Ao se aproximar um pouco o homem virou seu olhar e deu um largo sorriso.

-Sabia que era você. -Mudou para uma expressão séria. -A quanto tempo, meu amigo. -Começou a gargalhar de modo bêbado e escândaloso. -Que saudaades~~


____Continua____





  


Notas Finais


Eu dei os nomes falsos de acordo com o que eu acho eles escolheriam.
Eu não acho que o Todoroki se daria o trabalho de pensar em um sobrenome. Por isso só Akane, que significa brilhante vermelho. Criativo, não?
Já Iida assim como Momo pensaram mais a frente. Iida escolheu um nome e sobrenome mais comuns. E Momo pegou algo mais fofo. Para combinar com a personagem que estava "interpretando."
Agora que penso, esse quarteto só tem pessoas altas. Hehe, fazem uma perfeita escadinha.
E só mais uma coisinha, sei que devem estar achando o Shouto bem mimado, mas este é o objetivo, por enquanto.
Até breve!


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