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História As cinco cores de Marinette Dupain-Cheng - Capítulo 7


Escrita por:


Notas do Autor


MEU DEUS
O ULTIMO
AI EU TO EM ESTADO DE CHOQUE PELO FLUFFY

ESPERO Q GOSTEM!
BOA LEITURA!
PERDÃO POR QUALQUER ERRINHO! <3

Capítulo 7 - Seis; vermelho.


Fanfic / Fanfiction As cinco cores de Marinette Dupain-Cheng - Capítulo 7 - Seis; vermelho.

A chuva não impediu que Marinette chegasse na casa de Adrien, o que o surpreendeu.

Ela bateu na porta, um pouco encharcada pelo guarda-chuva quebrado. Ele a deixou entrar de imediato, e ela logo descobriu que ele estava sozinho. O pai tivera uma reunião de ultima hora em outro país, e Nathalie estava de fora.  O casebre dos Agrestes era dele – e somente dele – naquela noite.

Agora, também dela.

Adrien não tardou em oferecê-la um par de roupas para que não ficasse com aquelas molhadas e ela aceitou. Surpreendeu pela blusa do loiro não ter ficado extremamente grande em seu corpo diminuto de dezoito anos que – comparado ao dele – parecia o de uma formiga.

— Obrigada. — Ela sorriu, saindo do banheiro. Adrien sentava-se na cama.

— Por nada, já coloquei sua roupa na secadora. — Ele piscou e então observou-a sentar com delicadeza ao seu lado. — Aconteceu algo?

Marinette respirou fundo, acabou rindo.

— Eu... não consegui terminar de ler o anuário. Eu derrubei café na ultima folha e fiz uma lambança. — Ela o fitou. — Tem como... tem como você arrumar uma cópia ‘pra mim?

O loiro riu, meneou a cabeça e tocou com delicadeza a palma da Dupain-Cheng que estava sobre a cama.

— Você é bem cabeça-oca hein? — Marinette deu a língua e ele se levantou. — Ainda bem que eu tenho o arquivo completo no meu laptop.

— Não esperava menos do rei da organização.

Adrien se aproximou da escrivaninha com um sorrisinho de canto.

— Eu já estava antecipando algum desastre.

Marinette gargalhou, meneando a cabeça. Observou Adrien mexer em seu laptop e logo ouviu o barulho da impressora que ficava ao lado do caríssimo MacBook do loiro. Ele pegou a folha de sulfite decorada pelas letras e estendeu para ela, sorrindo.

— É seu.

A mestiça pegou a folha, não contendo-se com a curiosidade. Encarou a folha e pôs-se a ler.

Você
deveria
vir
me
ver
logo
hoje,
garota
.

Ela o encarou, levantando-se e se aproximando dele.

— ‘Pra que?

Adrien abriu um sorriso.

— ‘Pra eu poder fazer isso.

Adrien a puxou com delicadeza, sentando-se com ela sobre seu colo na cadeira frontal a escrivaninha. Acariciou o maxilar dela, surpreendendo-se quando fora ela quem começou o beijo, levando a boca macia e com um formato semelhante ao de um delicado coração aos grossos e indefinidos dele. Marinette começou o beijinho doce com uma chupadinha delicada no lábio ínfero do maior, antes de deixá-lo beijá-la com vontade.

Ficaram trocando beijos por instantes, até ficaram completamente sem folego. Adrien encarou-a.

— Vermelho combina com você acima de tudo porque você é como fogo, Marinette. — Adrien deixou que o polegar corresse pelo maxilar delicado da garota tão peculiar que estava em sua frente. — E porque você é intensa.

— Você também é?

— Francamente... — Ele a encarou, rendido. — Eu sou o que você quiser que eu seja.

— Pois... você a cor que faltava em mim.

A simples frase fez com que Adrien sorrisse.

— E você é o caleidoscópio que me tira do preto e branco habitual... — Ele fechou os olhos, ainda sorrindo. — E eu amo você.

— Não mais do que eu te amo, Agreste. — Marinette suspirou. — Agora... que você já listou todas as cores que eu visto... o que acha de ganhar material para um próximo anuário de formatura descrevendo todas as cores que ficam sob a roupa?

Adrien sorriu travesso.

— São muitas coisas?

— Suficientes para que você seja obrigado a ver diversas vezes para algo fiel a realidade.

Adrien beijou-a com sutileza.

— Vou amar esse serviço então, princesa.

Naquela noite, Adrien descobriu que Marinette era formada por uma variedade ainda maior de cores do que ela imaginava. Sua pele pálida adotava marcas róseas por qualquer apertão, as sardas envolviam seus seios claros e os bicos clarinhos eram macios e endureciam com certa facilidade quando ele usava a boca. O corpo curvilíneo combinava perfeitamente com os lençóis e o cobertor de sua cama, e ainda melhor, combinava com o próprio corpo dele, tendo o tamanho perfeito, sendo perfeito para ele.

E ele a amou, recebendo de volta todo o amor dela, seja nos beijos ou nos cicios gostosos de como ela o amava e vice-versa.

Foi amor.

Um amor completo, colorido e deveras compreensível com suas peculiaridades.

E – felizmente – ainda é amor.


Notas Finais


JDOIJIJD TO TODA DERRETIDA!

ai gnt obrigada por acompanharem e por não terem desistido da fic msm com a demora!
vocês são >>>>>> tudo <<<<<<< p mim e eu amo vcs demais!
obrigada por terem lido, pelos comentários, pelo apoio, por tudo!
eu amo vocês!
espero que tenham gostado!
comentáriox sempre bem vindox!
nos vemos na próxima! o/ <3


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