História As Cinco Fases do Luto - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Assassinato, Comedia, Deathfic, Drama, Humor, Morte, Mutilação, Sangue, Suícidio, Vampiro
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Palavras 1.427
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, LGBT, Literatura Feminina, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - S K Y


Sky abriu um sorriso confiante ao chegar na pequena cidade, finalmente após dezesseis horas – somando o tempo de avião até São Paulo mais a viagem de carro que precisou fazer para chegar ao seu destino – estava no Brasil, ansiava pelas incríveis experiências que teria por lá. Antes das incríveis experiências precisou matar um mosquito que mordeu sua perna, odiava mosquitos, só que não foi boba o suficiente para deixar um simples inseto estragar seu dia, mais pra frente coisas maiores fariam isso no lugar dele.


      Tudo o que precisava era achar era sua irmã, combinaram de se encontrar na rodoviária, o que por sinal não iria acontecer. Light havia se esquecido completamente dos planos para aquele dia, sempre foi a mais lerda das irmãs, isso mudou os planos todos, agora teria que chamar por um Uber, encontrariam-se em um bar. Sky respirou fundo tentando ver o lado bom daquilo tudo, talvez o lado bom fosse não ter que carregar malas pesadas já que as suas foram roubadas no aeroporto.


      Não podia se irritar, seguraria a barra um pouquinho, respirou fundo pegando o seu celular, só que não achou Wi-Fi grátis em lugar nenhum, por isso se viu obrigada a correr até a loja da TIM do outro lado da rua. Que sorte, já estava para fechar, o lado ruim de ser uma criatura da noite era que nunca nada estava aberto.


      — Tô sem sinal da TIM. — Reclamou ao ver que o plano prometido há alguns minutos atrás não estava funcionando como o planejado, infelizmente voltar para lá era impossível, tinham fechado rápido, por isso tentou colocar o celular um pouco para o alto, talvez isso ajudasse.


      Dois rapazes em uma moto se aproximaram da mesma. Lembrou-se da irmã dizendo por carta que aquele país era um pouco mais liberal, Sky jamais sonharia que fosse tão liberal ao ponto de permitir crianças na direção, ficou tão abismada com aquilo que nem percebeu direito quando eles tomaram sua bolsa. As coisas aconteceram de forma tão rápida que nem deu tempo de matar, a partir de agora era melhor deixar o celular no bolso da jaqueta, não podia arriscar ter uma coisa tão importante roubada.


     Respirou fundo, bem fundo, aquele seria um bom dia, se não podia ir de Uber chamaria um táxi, o dinheiro na bolsa se torna dispensável quando se pode sugar o sangue do motorista. Esperou por um bom tempo, uma prostituta a informou que continuaria esperando, porque ninguém atendia naquele horário com medo dos assaltos, depois disso também ofereceu os serviços, Sky negou, agradecendo a informação. Esperou muito mesmo em pé no mesmo lugar, até seus sapatos mais confortáveis estavam a matando, por sorte valeu a pena, conseguiu encontrar um único táxi.


      Mais um problema, não demorou muito para o taxista tentar a agarrar, esse foi divertido de matar e enquanto sugava o sangue do homem percebeu que mesmo com o carro parado – porque faz mal se alimentar em movimento – o taxímetro continuava rodando. Fez questão de pegar a carteira antes de sair, não deixou nem os documentos, homens desse tipo não merecem ser identificados.


      Como não queria passar pelo drama da espera de novo, resolveu ir andando, o bar não era muito longe de acordo com as mensagens de sua irmã, dessa vez Light estava certa – o que era uma coisa rara de acontecer, não demorou muito para Sky chegar no pequeno bar localizado no centro histórico da cidade, até riu ao ver o nome, referência a Stranger Things, só a Light mesmo para achar um lugar daqueles.


      Ao entrar teve mais uma surpresa agradável, pode compreender a escolha da sua irmã, eram todos vampiros lá dentro, como nos estúdios do filme do James Bond lá na Inglaterra, por um momento se sentiu em casa. Agora a única coisa em que precisaria se concentrar era achar sua irmã, o que pode não parecer, mas foi difícil de fazer com aquele homem lindo vindo em sua direção, pelo visto o Brasil era mesmo um país quente.


      — Ué, Light, voltou? — Ele lhe disse com um sotaque boni... Espera! Light tinha ido embora?! Como sem nem avisar?!


      Pegou o celular pronta para mandar alguns emojis bem feios, foi então que percebeu o motivo de não ter sido avisada, estava sem bateria, já tinha aguentado muito, não é? Não foi nenhum drama quando explodiu contando todo o seu dia terrível para um completo desconhecido que além de lindo era adorável, porque ouviu tudo sem dizer uma palavra, por fim pediu apenas que Sky ficasse calma, porque podia carregar o telefone na tomada perto do balcão.





      Nunca foi vaidosa, isso era coisa da sua irmã, porém depois de um dia como aquele estava precisando se olhar no espelho para ver o quão horrível estava. Não era naquele momento que ganharia um descanso, porque nem mesmo chegou a passar da porta, assim que abriu uma humana passou correndo, impedindo sua entrada.


      Antes essa fosse a pior parte, parecia que aquela humana ia ser a janta de alguma vampira tão azarada quanto Sky, porque assim que garota humana saiu correndo, a sua predadora escorregou, batendo de cabeça pia do banheiro. Sky sabia que tinha sido responsável por toda aquela confusão, só não precisava de outro problema para completar seu dia, apenas fechou a porta do banheiro fingindo não ter visto nada, pelo visto não era a única ali que estava tendo um dia ruim.




      Depois daquele dia mais do que exaustivo decidiu que a única coisa que precisava era sua doce cama – até os imortais com sede de sangue tem o direito de dormir. Voltou para o balcão em busca do seu celular para ir até a pousada onde estava hospedada, mais uma surpresa, o aparelho tinha desaparecido junto do seu crush misterioso – que droga, achava que aquele homem fosse ser a única parte boa da noite. Como era possível uma pessoa ser roubada mais de três vezes na mesma noite?! Tinha como piorar?!


      Não tinha, foi por isso que a partir daí as coisas começaram a ficar um pouco melhor, um anjo apareceu. Um anjo que servia sangue para as crianças da noite – um jeito bem mais chic de se chamar os vampiros, mas um anjo aos olhos de Sky.


      — Sky, né? — Disse a moça do bar com o telefone em uma das mãos — Sua irmã pediu pra eu te avisar que ela teve que ir, é pra vocês se encontrarem na pousada.


      Como isso podia ser uma notícia boa se era justamente o que Sky pretendia fazer? Ora, se aquela mulher não tivesse anunciado aquilo em voz alta, talvez o seu misterioso crush não tivesse escutado, reaparecendo somente para lhe oferecer uma carona. Alguma coisa boa na noite ela merecia, não é?





      Logo percebeu que Dee – finalmente tinha descoberto o nome do homem lindo – era uma ótima pessoa e ela podia não ter metade das coisas quando – finalmente! – chegou na adorável pousada onde estavam hospedadas, entretanto tinha certeza de que uma coisa teria, um beijo de boa noite. Que outras intenções ele poderia ter se aproximando tanto dela na hora de se despedirem?


      — Quase que eu esqueço, tenho que te dar isso. — Dee disse lhe entregando o celular — Você deixou em cima do balcão, tem que tomar cuidado, com essas coisas por aqui. — Não era o celular que ela queria!


      — É, eu percebi. — Respondeu incrédula enquanto pegava seu aparelho — Achei que tivessem roubado.


      — Desculpa, — não era por isso que ele precisava se desculpar — eu guardei no bolso da minha jaqueta quando fui ajudar minha esposa e esqueci. — Quer dizer que Sky não ia nem ter uma chance? Não dava para acreditar.


      — Esposa?! — Foi a única coisa que ela conseguiu dizer depois daquilo tudo. Que mundo injusto, seu homem bonito era casado!


      — É, ela perdeu um dente, um canino, coisa importante pra vampiro, nem sei como conseguiu. Parece que alguém abriu a porta do banheiro quando ela tava com uma humana e ela bateu de cara na pia, só vi chegar chegar chorando, cheia de sangue, desesperada, um drama.


      — Que coisa, tadinha. — Sky comentou com um sorriso por fora, só por fora mesmo, por dentro estava gritando. Ela tinha feito um dente da esposa do seu crush cair! Teria alguma chance quando ele descobrisse?! O que? Acharam que ela ia desistir só por saber que Dee era casado? Não, o casamento era só um pequeno contratempo, o problema de verdade era ter ferido a esposa.


Notas Finais


Era pra esse capítulo ter tirinha também, mas o meu celular excluiu tudo sozinho, então vou ficar devendo. A Sky tá mesmo em apuros pagando como gringa, né gente? Bem, já vou pedindo pra deixar comentário, porque eu amo todos.


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