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História As consequências - Capítulo 23


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Capítulo 23 - Não foi ele


Fanfic / Fanfiction As consequências - Capítulo 23 - Não foi ele

POV JUSTIN BIEBER

 Cheguei na empresa e já fui direto para a minha sala junto com minha assistente que insistia em vim de salto para o trabalho

 Eu sei que era normas da empresa e que eu não podia mudá-la, porém, ela vivia atrás de mim fazendo um barulho insuportável quando seu salto entrava em contato com o piso, o que me deixava a maior parte do tempo irado de raiva e agonia

 Fiquei a tarde toda na empresa, pois, tive treze contratos para analisar, empresas de mão de obra para decidir e projetos para aprovar. Tive três reuniões e dezenas de papéis para assinar

 Quando já era 20h30 da noite eu já não aguentava mais ler ou tinha controle para decidir qualquer coisa que fosse. Eu só queria fechar os olhos e parar de ver letras e números girando e girando em minha mente

  -Bieber? –Olívia entrou na sala –Você ainda não aprovou o meu projeto

 Eu levantei a cabeça e abri os olhos que nessa altura do campeonato estavam mostrando mais cansaço do que atenção

  -Meu deus, que cara de morto –ela riu jogando uma pastinha em cima da mesa

  -Olívia, o Jeremy já não aprovou? –perguntei ignorando sua frase anterior –Eu não preciso aprovar nada

  -Precisa da sua assinatura, Justin –ela respondeu –Você ainda é o chefe daqui, se lembra?

  -As vezes queria esquecer –disse pegando a caneta

 Eu nem fiz questão de ler o projeto dela, pois, já tinha sido informado que era aprovado e ordenado pelo Sr. Jeremy Bieber e eu não estava fazendo a menor questão de saber o que era que ele estava planejando dessa vez

 Eu estava cansado demais para opinar

  -Quer esquecer? –ela perguntou dando a volta na mesa –Sabemos um jeito

  -Olívia... –eu resmunguei –Eu estou cansado

 Ela empurrou minha cadeira para trás e se sentou no meio da mesa, logo abrindo suas pernas e colocando-as em minha cadeira. Ela levantou um pouco a sua saia, colocando-a em sua coxa, deixando que eu visse sua intimidade descoberta

 A filha da puta jamais usava calcinha

 Eu respirei fundo e levantei o olhar até seus olhos que transmitiam todo o desejo e excitação que ela sentia

 Olhei por longos segundos e não sei se tinha transmitido a coisa certa, porém, ela se esticou até o telefone e ligou para a minha assistente e logo disse um “não deixe ninguém entrar”. A assistente entendeu o recado, pois, já não era a primeira vez que ela recebia essa ordem

 Olívia puxou um pouco os seus pés, logo levando a cadeira um pouco mais para perto da mesa –e perto dela– então ela desceu da mesa e se sentou no meu colo. Com uma perna em cada canto do meu corpo

 Eu desisti de pensar assim que sua boca, já perto da minha sussurrou um “faça-me sua”. Eu passei minha mão por sua nuca e enrolei seu cabelo em minha mão, logo puxando-o para trás e deixando seu pescoço avista

 Ela deu um gemidinho e eu comecei a beijar seu pescoço e depois fui trazendo sua cabeça de encontro a minha, logo tomando seus lábios aos meus

 Beijávamos como sempre nos beijamos

 Não era romântico. Não era gentil. Tampouco era amor. Era, somente e puramente desejo. Uma enorme excitação

 Arrancamos nossas roupas em poucos segundos e sem tempo para perder, ela já se ajoelhou e me sentou na cadeira. Pegou meu pau já totalmente ereto e, do jeito que ela sabia que eu gostava, lambeu toda a extensão dele. Ela o molhou por completo com sua língua e então foi enfiando-o devagar em sua boca, logo começando a fazer movimentos de vai e vem com ele dentro dela.

 Ela passou a cabeça do meu pau na sua bochecha e me fez gemer no mesmo instante. Ela começou a fazer movimentos rápidos e profundos enquanto sua mão ajudava nos movimentos. Eu agarrei em seus cabelos e fiz força para que ela o colocasse todo na boca, e assim ela fez. Eu podia sentir sua garganta. Ela balançou a cabeça e consequentemente me fazendo gemer enquanto sentia meu pau passear dentro dela

 Ela tirou meu pau de sua boca e passou a mão nela, limpando a baba que tinha escorrido pelo seu queixo

 Eu agarrei seu cabelo e o puxei para trás, fazendo-a olhar para o teto e então eu disse:

  -Eu mandei você parar?

 Ela não respondeu nada, em vez disso soltou uma risada maliciosa e então apertou fortemente meu pau com sua mão e o pôs rapidamente dentro da boca

 Ela começou a fazer movimentos rápidos com a mão e com a língua e logo eu não aguentei

 Olívia sentiu que eu ia gozar e então tirou meu pau da boca e me fez gozar em sua mão, que logo ela sacudiu e deixou que o líquido fosse parar no chão

 É, tá ai a única coisa que ela não gostava

 Eu balancei a cabeça em negação enquanto ria pelo nariz e então a puxei pra cima da mesa. Ela rapidamente afastou algumas coisas e então abriu suas pernas, se inclinando para trás e ficando apoiada com seus antebraços na mesa

 Não dava para ajoelhar e ficar inclinado era bem ruim para a coluna, então eu puxei a cadeira e me sentei, logo indo para perto dela e dedilhando sua intimidade

 Passei os dedos por ela e a abri, lambendo-a por completo. Quando cheguei no seu clítoris pude sentir a Olívia ir levemente para trás, então logo comecei a fazer movimentos circulares com a língua ali. Quando eu senti que ela já estava completamente molhada eu levei meus dois dedos até sua entrada e então a penetrei, fazendo-a soltar um gemido alto

 Enfiei mais um dedo e comecei a fazer movimentos rápidos tanto com a língua quanto com os dedos

 Eu podia ouvir seus gemidos e o barulho que fazia quando meus dedos entravam e saíam de dentro dela devido a lubrificação que havia

 Ela agarrou meu cabelo e então eu já sabia que ela estava prestes a gozar. Eu enfiei ainda mais os dedos dentro dela e ainda coloquei o meu outro na sua outra entrada. Isso mesmo, seu anus

 Ela começou a erguer suas costas e se contorcer até que gozou na minha boca. Eu lambi sua intimidade e tirei meus dedos de dentro dela, logo colocando-os em sua boca e vendo ela lambê-los enquanto me olhava com cara de safada

 Eu a agarrei pelo maxilar e ela mesmo com dificuldade conseguiu passar a língua entre os lábios. A puxei para fora da mesa e a pus de costas para mim, e, ela logo se debruçou na mesa

 Eu rapidamente abri a gaveta e tirei de lá uma camisinha, logo colocando-a em meu pau e em seguida enfiando-o dentro da Olívia

 Ela deu um solavanco assim que meu pau entrou em sua intimidade e o copo que estava na mesa acabou indo de encontro ao chão

 Comecei a entocar rapidamente enquanto dava alguns tapas em sua bunda e podia ouvi-la gemer

 Eu segurei sua bunda e a abri, facilitando que meu membro entrasse e saísse rapidamente da sua intimidade. Eu entrava e saia com tanta força que a mesa chacoalhava e no presente momento já não era apenas o copo que tinha ido parar no chão

 Soltei sua bunda e levei minha mão até o seu cabelo, puxando-o para trás e fazendo com que ela ficasse ainda mais empinada para mim

  -Vira –eu disse em seu ouvido

 Eu dei espaço para que ela virasse e assim ela o fez. Eu a coloquei de novo em cima da mesa e com as duas pernas para o mesmo lado, porém com o tronco virado para mim, eu a penetrei

 Quando mais ela gemia mais eu entrava e saia de dentro dela. Ela colocou seus dedos dentro da boca para abafar seus gemidos e me provocar no processo

 Ela me olhava com seus dedos na boca o que me deixava ainda mais excitado

 Eu abri suas pernas e a puxei um pouco mais para a beirada da mesa, então comecei novamente a entrar e sair de dentro dela

 Eu segurava uma de suas coxas com uma mão e com a outra eu fazia movimentos circulares em seu clítoris

 Não demorou muito para que Olívia começasse a dizer “Justin” sem parar enquanto arqueava suas costas e fazia uma força involuntária para fechar suas pernas. Eu não deixei, é claro. Fiz força para que ela continuasse de pernas abertas e continuei entrando e ainda enquanto fazia movimentos circulares e já sentia todo o meu corpo se enrijecer

 Ela chegou ao seu limite e gozou e então com mais algumas estocadas eu gozei também

 Eu sai de dentro dela e me joguei na cadeira enquanto via a Olívia relaxar seu corpo em cima da mesa

 Respirei fundo por longos segundos na intenção de regularizar minha respiração e esfriar meu sangue. Eu peguei a camisinha e então fui para o banheiro e a enrolei em um papel higiênico e logo a joguei na lixeira

 Peguei mais um pedaço de papel e voltei para o escritório, logo me abaixando e limpando o meu gozo que Olívia havia jogado no chão, pois, eu ainda não tinha a cara de pau de deixar que outra pessoa limpasse tão descaradamente

  -Olívia, levanta –eu disse enquanto jogava o papel no lixo

 Ela me olhou com um olhar cansada e então desceu da mesa e começou a colocar sua roupa, assim como eu

 Catamos as coisas que caíram no chão e apenas jogamos em cima da mesa, pois, isso alguém realmente poderia limpar sem nojo

 Nos arrumamos e então logo saímos do escritório

  -Tchau, tchau Laís –Olívia disse assim que passamos pela minha assistente

 Eu ficava extremamente de cara com o jeito que Olívia realmente não sentia vergonha de nada

 Laís por sua vez, sentia. Ela sorriu completamente envergonhada e disse um simples “boa noite”. Um sorriso que queria disser “eu não queria ter ouvido vocês transarem” e um “boa noite” que mais era um “pelo amor de deus, me faça esquecer”

 Descemos até a garagem em total silêncio e o caminho pra casa foi no mesmo rumo. Sem nenhuma palavra

 Quando entramos no elevador eu apertei o botão da cobertura e diferentemente do que eu imaginei, Olívia apertou o botão do sétimo andar, que era o que ela ficaria

 Assim que chegou no seu andar ela disse um “até a vontade surgir” e então ela saiu do elevador enquanto riamos

 Com tanta coisa que estava acontecendo na minha vida eu tinha até parado de sair e consequentemente de transar e agora que transei de novo eu não conseguiria pensar em outra coisa

 Eu entrei em casa e fui catando as roupas que havia deixado pelo chão quando cheguei. Eu tomei um banho gelado e fiquei apenas de cueca enquanto cozinhava algo para comer

 Fiz uma comidinha rápida e logo sentei na sala para assistir filme enquanto jantava

 Eu estava vendo um filme do Adam Sandler e como se fosse um castigo divino, assim que eu fui ri acabei derramando o suco de laranja todo em cima de mim

 Eu bufei e joguei o prato e o copo já vazios dentro da pia e fui tomar outro banho, porque não tinha a menor condições de dormir todo melado de suco

  -Querido? –Olívia falou entrando no banheiro

 Eu levei um susto tão grande que o sabonete caiu no chão e eu bati de costas na parede

  -Porra! –disse assustado –Satanás europeu do caralho! Não entra assim do nada não, mulher

  -Tinha esquecido que era medroso –ela riu tirando a roupa

  -Ei, ei, ei –eu disse –O que você está fazendo? Não faz isso não, Olívia

  -Vou tomar banho com você –respondeu sendo óbvia enquanto entrava no box

  -Eu não moro mais sozinho –eu disse –Não podemos. Eu não posso

  -Você está namorando? –perguntou

  -Não, mas... –comecei a dizer

  -Então não tem problema –ela interrompeu

 Ela me puxou para um beijo e eu até tentei afastá-la, mas assim que seus peitos foram de encontro ao meu eu já desisti de resistir a ela

 Ela era um demônio. Conseguia tudo o que queria

POV VALERIE VANCE

 Assim que Justin foi embora eu e minha mãe voltamos a tentar resolver o contrato antes do advogado chegar. Como o esperado, não deu certo

 O advogado chegou e explicou tudo o que tinha que ser explicado e me alertou de várias e várias coisas. Junto a ele resolvemos que iríamos abrir a minha cafeteria/lanchonete e iria comprar um apartamento para morar

 Ele me indicou alguns profissionais e já conseguimos entrar em contato com eles, então assim que eu chegasse em NY já começaria a procurar estabelecimentos para comprar

 Sim, comprar. Eu não queria ter que alugar nada, pois a longo prazo sairia bem mais caro do que comprar o local

 Depois que resolvemos tudo o dia foi bem tranquilo. Conversei sobre diversas coisas com meus pais e acabamos vendo filmes e ficamos jogados em casa

 No dia seguinte eu já estava pegando o primeiro táxi para NY. Por mim, eu iria de trem, porém meus pais insistiram que eu fosse de táxi e então eu fui

 A viagem foi tranquila e eu já estava super empolga em começar a procurar por um local para abrir a cafeteria

 Apertei o botão da cobertura e logo eu já estava entrando no apartamento do Justin

 Assim que eu coloquei a bolsa em cima do sofá a porta do quarto do Justin foi aberta, mas quem saiu de lá não foi ele



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