História As consequências - Capítulo 9


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Categorias Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Kylie Jenner, Ryan Butler
Personagens Justin Bieber, Kylie Jenner
Visualizações 75
Palavras 2.666
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - Noite dos jogos


Fanfic / Fanfiction As consequências - Capítulo 9 - Noite dos jogos

POV VALERIE VANCE

Eu dormi por volta das 4h e acordei por volta das 7h. Eu estava acordada quando o despertador do Justin tocou e ele levantou da cama cambaleando enquanto ia direto para o banheiro

Eu fingi que estava dormindo durante todo o tempo. Percebi que tomou banho, se arrumou e então veio até a mim. Ele colocou a mão em meu ombro e falou do jeito mais suave que conseguia

-Valerie? –me chamou e eu abri os olhos lentamente, fingindo acordar –Estou indo para o trabalho. Só queria te avisar porque a minha mãe vai ficar aqui então você já sabe... qualquer coisa me liga ou manda sms

Eu nada respondi, apenas assenti com a cabeça e então ele disse um “tchau”, logo saindo do quarto com seu belo terno executivo

Ele era um cara muito bonito.

POV JUSTIN BIEBER

Avisei a Valerie que iria trabalhar e minha mãe ficaria em casa para que ela se preparasse para passar a tarde com minha mãe e fingir estar em um relacionamento comigo

Eu sei que esse não foi o melhor plano que eu já tive e que uma hora eu teria que contar a minha mãe que eu e Valerie não éramos um casal. Mas, no momento parecia que era a coisa certa a se fazer

A coisa certa para mim, pois eu não queria decepcionar minha mãe com tantas coisas ao mesmo tempo. Já foi um baque ela saber que eu e a Olivia havíamos terminado e que eu seria pai, então ela não precisava saber as circunstâncias que nos levou a isso

Sai do quarto e já senti o cheirinho do café no ar. O café da minha mãe era o melhor café que eu já tinha tomado em toda a minha vida

-Como é bom sentir esse cheiro –disse sorrindo entrando na cozinha

Minha mãe sorriu e colocou um prato no balcão, logo o encheu com ovos mexidos e bacon. Ela pegou uma caneca e colocou café para mim

-Acordei para fazer seu café da manhã –ela disse me vendo comer –Me faz lembrar seu tempo de escola

-Ah, mãe –disse revirando os olhos –Não me lembra disso

Ela riu e conversamos sobre coisas aleatórias até eu acabar meu café da manhã e meu pai começar a me ligar perguntando se às papeladas iriam se resolver sozinha ou se eu iria lá fazer meu trabalho

-Esse homem me tira do sério –disse bufando enquanto catava minhas coisas e ia em direção a porta

-Esse homem não, Justin –ela me repreendeu –Ele é o seu pai

Eu ignorei o que ela disse e abri a porta dizendo um “tchau mãe”. Assim que eu passei pela porta eu lembrei que minha mãe iria tentar arrancar o máximo de informações que pudesse da Valerie enquanto eu não estivesse aqui, então eu abri a porta novamente e disse:

-Não infernize a garota, Patricia –eu disse calmo, suplicando com o olhar

-Não seja bobo, Justin –ela riu –Eu vou ser a melhor amiga dela

-Promete que não vai inferniza-la –eu pedi

-Prometo –ela revirou os olhos –Agora vá antes que seu pai surte

Eu concordei então mais uma vez me despedi e sai do apartamento

POV VALERIE VANCE

Demorei um bom tempo para me levantar da cama por falta de coragem para encarar a mãe do Justin e entrar na personagem de nora perfeita. Se não fosse a pressão baixa me lembrando que era diabética e tinha uma criança crescendo dentro de mim me avisando que eu não podia ficar tanto tempo sem comer, eu provavelmente teria demorado muito mais.

Eu me levantei e escovei os dentes, logo depois sai do quarto com a roupa que eu dormi mesmo. Calça de moletom e um topper.

Pattie estava na cozinha fazendo o almoço, pois já era 11h30. O cheiro estava delicioso e só por isso eu já sabia que não iria poder comer aquilo

Bife acebolado com batata frita.

-Bom dia –eu sorri para ela

-Bom dia meu anjo –ela sorriu de volta

Eu peguei um copo e abri a geladeira, logo enchendo o copo de suco natural de laranja.

-Não beba muito –ela disse enquanto eu me sentava no balcão –O almoço já esta quase pronto

Tomei coragem para perder alguns milhares de pontos do plano nora perfeita, mas era necessário

-Eu me sinto péssima por recusar sua comida, pois parece estar muito gostosa –eu disse com pesar na voz –Mas eu não posso comer coisa muito carregada

-Por causa da gravidez? –perguntou –Não tem problema nenhum. Eu gravida da Jazmyn comia de tudo. Do Justin que foi mais enjoado

Jazmyn? Então Justin tinha uma irmã.

-Por isso também, mas é mais por causa da diabete –falei receosa

Por um segundo de milésimo eu quase morri. Ficou tudo em silêncio e ela olhou para o nada claramente pensativa, logo depois fingiu que não era nada demais

-Vou fazer arroz integral e uma salada ai você come com o bife –ela dizia animada –A batata eu como sozinha ou o Justin come quando chegar

Eu ri e concordei

Eu passei o dia inteiro pisando em ovos. Eu tentava ser a nora que toda mãe quer ter, mas tentava não falar muito sobre minha relação com o Justin ou falar dos meus pais.

Pattie era uma mulher incrível, era meiga e engraçada, e por isso eu me sentia cada segundo pior por ter que mentir para ela.

Justin chegou em casa quase as 23:00. Eu e Pattie já tínhamos jantado e estávamos vendo um filme de terror na TV. Eu odiava filmes de terror, mas não consegui recusar quando Pattie bateu na porta do quarto toda animada me chamando para assistir com ela.

Estávamos de pijamas e com um enorme edredom nos cobrindo. Quando a porta se abriu, nós duas nos olhamos assustadas por 10segundos, até que Justin apareceu e então pudemos respirar aliviadas

-Já jantou, querido? –Pattie perguntou vendo Justin ir para o quarto

-Já, mãe. –Justin respondeu com irritação em sua voz

Eu e Pattie não falamos nada, apenas voltamos a prestar atenção no filme.

POV JUSTIN BIEBER

Cheguei em casa e fui direto tomar meu banho, nem se quer me dei ao trabalho de dizer oi para minha mãe e Valerie. Eu estava cansado, irritado e dolorido.

Pensei seriamente em dormir, mas a voz estridente e fina da Valerie ficou na minha mente dizendo um “você me deixou sozinha com ela” e então eu tive que ir para a sala.

Eu coloquei uma calça de moletom e fui me sentar ao lado de Valerie

-O que vocês estão vendo? –perguntei me enfiando debaixo do cobertor

-Uma noite de crime –minha mãe respondeu

-A Valerie pode ver isso? –perguntei –Não faz mal pro bebê?

-Não faça pergunta idiota, Justin –minha mãe me repreendeu –Se veio para atrapalhar o filme pode dando meia volta e indo para o quarto

Eu olhei pra Valerie e ela riu sem fazer nenhum som e então eu ri também, dando de ombros logo em seguida. Eu estava morto de cansado, nem estava prestando atenção no filme, eu só estava contando os segundos para que ele acabasse e eu pudesse ir para o quarto dormir

Senti a mão da Valerie indo de encontro a minha e a apertando em um susto que o filme tinha lhe dado. Eu fingi não notar e isso se repetiu algumas vezes, era algo automático vindo dela, pois a mesma estava com medo do filme. Eu puxei a minha mão e ela se assustou, eu não sei se era reflexo de medo devido ao filme ou se era porque achou que eu não queria que ela me tocasse.

Eu cheguei mais para perto dela e coloquei meu braço em volta de seu pescoço, logo ela se ajeitou em meu peito e ficou assim o resto do filme todo.

Eu sentia sua respiração, sentia seu coração bater e os leves sustos que ela tomava com o filme. Eu sentia o calor do seu corpo e quando ela engolia em seco.

Eu fiquei nesse transe por muito tempo sem perceber, e só fui cair em mim quando minha mãe começou a tagarelar o que havia achado do filme

Elas foram beber água e depois minha mãe nos deu boa noite, beijou nossas testas e foi para o quarto dormir. Eu e Valerie fomos logo depois.

Eu já entrei no quarto me jogando na cama e sentindo cada músculo do meu corpo relaxar e minhas pálpebras fecharem sem nenhum esforço. Valerie foi para o banheiro e eu nem cheguei a notar quando ela voltou, pois já estava dormindo

-Justin? –ouvi me chamarem e então começarem a me balançar –Justin, você pode acordar?

Levei um susto achando que algo tinha acontecido então em um ato automático me levantei completamente da cama e olhei para os lados completamente desesperado. Meu cérebro não parava nem se quer quando eu estava dormindo

-Justin, ei –Valerie chamou minha atenção –Está tudo bem

Eu olhei para ela e respirei fundo. A casa não estava pegando fogo, meu pai não estava surtando comigo e ninguém estava morrendo, então está tudo bem.

Voltei a me deitar na cama com a respiração ainda acelerada

-O que foi isso? –perguntou

-Meu cérebro não para –respondi –Ele nunca para

-Você trabalha demais –ela disse calma

-Meu pai me estressa demais –eu disse

-Por isso chegou irritado hoje? –perguntou

-Sim –respondi –Ele coloca muita responsabilidade nas minhas costas. Ele me deu a impressa daqui para eu administrar mas ele fica na minha cabeça, fica reclamando, dando opinião e exigindo que eu faça o que ele quer

-Acaba que é ele que administra –ela disse

-Sim –eu respondi –Eu só sou o porta voz dele

-Já vi que não se dá bem com ele, né? –ela falou rindo

-Ele é mais meu patrão do que meu pai –respondi

Ela concordou e então eu me dei conta de que estávamos conversando sobre minha vida quando na verdade deveríamos estar dormindo

-Por que me acordou? –perguntei me ajeitando pra dormir –Vamos voltar a dormir

-Não! Não, por favor –ela respondeu rápido e então eu a olhei –Eu não consigo dormir, você pode ficar acordado pelo menos um pouquinho?

-Está passando mal? –perguntei –Precisa de algum remédio?

-Não –ela disse meia receosa –Eu não vejo filmes de terror

-Ta com medo? –perguntei rindo –Não brinca

-Não ri –ela disse me repreendendo num tom de risada –Eu realmente não estou conseguindo dormir

-Tudo bem –respondi –E você quer fazer o que?

-Hm.... eu não sei –ela disse pensativa –Você tem algum jogo?

-Nem no celular –eu disse

-Podemos ir comprar um –ela disse –Algum de tabuleiro ou de cartas

-Ta de sacanagem? –perguntei –São quase 01h da amanhã

-Walmart é 24horas –ela deu ombros

-Não sabia que era tão insuportável –respondi me levantando da cama –Se vista, eu não vou la sozinho

Fui até o closet e peguei uma blusa preta de manga comprida. Eu estava com uma calça de moletom de pijama, mas iria com ela mesmo. Coloquei um chinelo e fui no banheiro lavar o rosto.

Valerie também foi de pijama, mais o dela era bem mais óbvio que era um pijama do que o meu. Era uma calça e um casaco preto com a estampa de fantasminhas branco.

Eu abri a porta do apartamento e esperei alguns segundos para que ela achasse que eu abri para ela passar, e então quando ela ameaçou a passar, eu passei em sua frente

-Depois de mim –falei passando na sua frente

-Diabo –ela me xingou rindo

Entramos no elevador e logo estávamos no estacionamento entrando dentro do carro e indo ate o Walmart mais próximo

-Eu confesso que já estava me preparando para acordar no meio da madrugada pra ir atrás dos seus desejos de gravida –comecei a dizer –Mas eu achei que seria um bolo, fruta, sorvete ou algo do tipo. Nunca imaginei que seria um jogo

-Não é desejo de gravida –ela disse rindo –É o desejo de alguém que não consegue dormir

-É só contar de um até trezentos algumas vezes e pronto, quando você menos esperar já dormiu e acordou no outro dia –disse

-Não quando se fecha o olho e vem a imagem de algo assustador na sua mente –ela rebateu –Dai não tem como

-Bom argumento –respondi estacionando o carro

Descemos do mesmo e entramos no supermercado. Fomos andando até a parte de brinquedos e ficamos uns cinco minutos procurando a parte onde tinha os de tabuleiros e cartas

-Achei o UNO –ela respondeu animada enquanto pegava o jogo –Pronto, vamos.

-Calma ai –disse voltando a olhar os outros jogos

Peguei um monopólio, um de cirurgia e um de desvendar crimes, logo fomos andando até o caixa

-Você nunca vai jogar isso –ela respondeu

-Não é pra eu jogar –eu respondi sendo obvio –Isso aqui é prevenção

-Que? –perguntou

-Não sei quando você vai enjoar desse jogo ai e me acordar no meio da noite pra comprar outro –eu disse –Estou me prevenindo. Salvando minhas noites de sono

-Idiota –ela riu

Eu paguei os jogos e então fomos pra casa ao som de qualquer música irritantemente adolescente que tocava na rádio. Valerie adorava, foi o caminho todo cantando e rindo para me irritar.

Entramos no apartamento quase que nas pontas dos pés para não acordar minha mãe

-Me sinto com 17 anos de novo –disse rindo

-Eu não fazia isso –ela respondeu dando de ombros

Ela foi na cozinha e pegou uma maçã, logo entramos no quarto

POV VALERIE VANCE

-Não vai me dizer que você era aquelas meninas antissociais que não saia para festas –Justin disse com tom indignado

-Não –eu ri –Eu só não chegava escondida em casa. Minha mãe sempre sabia onde eu ia

-Então você nunca ficou bêbada quando era adolescente, né? –perguntou

Nos sentamos na cama e Justin começou a abrir e embaralhar o UNO.

-Você não está entendendo –eu disse rindo –Minha mãe sempre descobria aonde eu ia independente se ela deixasse ou não. Eu já cheguei bêbada em casa, mas eu nunca cheguei me escondendo porquê eu sabia que ela ia saber o que eu fiz de um jeito ou de outro, então eu não mentia ou me escondia

-Sua mãe é do FBI? –perguntou rindo

-Quase –respondi

Minha mãe era uma atriz famosa e nunca tentou me esconder das câmeras então eu cresci sendo notada. Eu era uma adolescente que tinha sempre um paparazzi e um guarda-costa na minha cola.

Eu sempre sai e me divertir com meus amigos, mas minha mãe sempre sabia. Meu guarda-costa, Henri, nunca contava a minha mãe porquê ele era meu amigo, porém, os sites de fofoca faziam questão de avisar pro mundo.

Então, nada do que eu fazia eu escondia da minha mãe porque ela sempre iria acabar sabendo. Então, era melhor que soubesse por mim.

-Morde pra mim –estiquei a maçã pra ele –Meus dentes doem

Justin pegou a maçã e deu a primeira mordida, pra que fosse mais fácil eu dar as outras. Ele me devolveu a maçã e separou as cartas.

Jogamos por quase duas horas. Rindo e discutindo sobre o jogo. Justin era competitivo e ladrão, ele não aceitava as regras e escondias as cartas de baixo da perna

Já era quase 03h quando decidimos dormir

-Eu vou arrumar outra pessoa para jogar comigo –disse enquanto nos ajeitávamos na cama

-Você que não sabe perder –ele disse

-Você que fica roubando! –exclamei –Seu ladrão

-Só os espertos sobrevivem –ele disse rindo

Eu ri também. Ele me deu boa noite e então cada um virou para um lado da cama e dormimos.

Acordei no dia seguinte sentindo minha pressão um pouco baixa. Eu tinha dormido de mais e consequentemente ficado muito tempo sem comer.

Já eram 14h30.

Me levantei calmamente, lavei o rosto e escovei os dentes. Coloquei uma sandália e então sai do quarto

Assim que sai do quarto eu levei um susto. Oliver estava ali

 Ele estava sentado na sala conversando com Pattie.


Notas Finais


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