História As cores de Chanyeol - Capítulo 2


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Categorias Big Bang, EXO, HyunA, Jay Park, Park Shin Hye
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, G-Dragon, HyunA, Jay Park, Kai, Park Shin Hye, Sehun, T.O.P
Tags As Cores De Chanyeol, Baekhyun, Chanbaek, Chanhun, Chanyeol, Exo, Grávidez Precoce, Jenny Mur, Jenny_mur, Kaisoo, Lemon, Sehun, Sinestesia, Triângulo Amoroso, Violência Contra Mulher, Yaoi
Visualizações 58
Palavras 1.298
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Sim eu sei que as imagens de capitulo estão bem ruins, mas é que elas são mais para vocês terem essa percepção de cor.
Eu tinha me esquecido de avisar, mas aqui em "As cores de Chanyeol" cada capitulo é narrando o ponto de vista de um personagem.
O de hoje vai ser o BAEKHYUN. Todo capitulo vai ser uma pessoa diferente, pq achei que seria legal abordar mais pontos de vista sobre a vida.
Boa leitura

Capítulo 2 - Cinza Escuro


Fanfic / Fanfiction As cores de Chanyeol - Capítulo 2 - Cinza Escuro

 Baekhyun nunca foi uma pessoa muito calma com a vida, até porque essa não lhe deixava descansar, sempre aprontava alguma coisa a mais. O garoto tinha uma família religiosa, o pai era pastor em uma igreja da cidade ao lado e a mãe era uma fiel convicta que foi abandonada pelo marido que preferiu deixar a família de lado para espalhar a palavra do Senhor.

 Baekhyun odiava o pai.

 O mais cômico nisso, era que desde que o Byun entrará no ensino médio, ele se sentia assombrado por seus demônios. Que irônico, o filho de religiosos sendo assombrados por seus próprios demônios.

 Para começar ele descobrirá que não sentia atração por nenhuma garota, o que lhe fez ponderar se era assexual ou algo do tipo. Depois de meses com aquela mesma dúvida, finalmente aceitou-se como homossexual, o que lhe fez odiar-se um pouquinho por acabar com os sonhos da mãe que sempre pedia por um netinho e por uma nora.

 Depois descobrirá que o melhor amigo estava envolvido com um garoto filho de um padre da igreja local, sendo que este menino nem ao menos deveria existir segundo as leis de Deus, mas não era isso que lhe atormentava, afinal ele também estava na mesma situação, o que o incomodava era o fato de que vez ou outra o amigo aparecia machucado por conta do padre que não aceitava aquele relacionamento.

 E por fim, sua melhor amiga estava grávida. Isso já era uma preocupação colossal, afinal nenhuma menina de dezesseis anos estava pronta para arcar com as responsabilidades da maternidade, mas o que mais lhe deixava inconformado com o universo era o fato de que o pai era um playboy imbecil que se achava superior a todos os outros. Jay Park.

 Baekhyun odiava os Parks, odiava com tanta força que poderia fazer qualquer coisa apenas para abalá-los. Não odiava essa família apenas pelo o que aconteceu com a amiga e sim pelo fato de eles se sentirem superiores, Park Shin Hye, era a que mais lhe irritava pois estava sempre andando de nariz empinado e se recusando a fazer coisas em grupos por não querer se misturar com os bolsistas. Ela lhe dava nojo.

 -Baek, definitivamente tem algo errado com aquele menino. - Disse Kai enquanto se sentava ao lado do melhor amigo.

-Garoto? Do que você tá falando? - Perguntou Baekhyun voltando a realidade e começando finalmente a prestar atenção no que o outro dizia.

-O menino de cabelo algodão-doce que fica te olhando todo intervalo. - Respondeu Kai, apontando discretamente para um garoto incrivelmente alto que encarava os dois parecendo atento. - Parece que ele está querendo te bater.

-Por que ele iria querer isso? Eu nem conheço ele. - Respondeu Baekhyun fechando a cara enquanto lançava um rápido olhar para o garoto analisando o mesmo, esse por sua vez abaixou o olhar.

-Ou é isso ou ele tá afim de você. - Disse Kai depois de refletir por um tempo. - Por mais que eu ache difícil, você é estranho demais para alguém ficar afim de você.

-Pare de dizer idiotices. - Respondeu o Byun dando um leve empurrão no amigo que apenas riu.

O ambiente se tornou silencioso, com um Baekhyun perdido em pensamentos e um Kai concentrado na tela do seu celular.

-Ei, a Hyuna não vai vir hoje? - Perguntou o Byun para acabar com aquele incômodo silêncio que os afetava.

-Fiquei sabendo que ela passou mal, tá com ânsia de vômito e essas coisas de grávida. - Respondeu Kai tirando os olhos do celular para responder o amigo, mas logo em seguida voltando a sua atenção para o aparelho.

-Kyungsoo? - Perguntou o garoto de moletom preto, mesmo já sabendo a resposta.

-Sim. Ele disse que é melhor não sair do porão hoje porque ele precisa descansar um pouco, mas eu sei que é mentira ele só tá querendo obedecer o pai que deve ter dado sermão nele de novo. - Respondeu Kai com um suspiro. Baekhyun sabia que o fato do namorado estar praticamente aprisionado no porão da igreja machucava o amigo. - Justo hoje no nosso quinto mêsversário de namoro.

 O Byun revirou os olhos com aquela palavra ridícula que o amigo havia inventado para descrever que completou alguns meses de namoro. Baekhyun achava namoro uma coisa estranha, não que não acreditasse no amor, apenas achava que investir em algo propício a acabar era um tanto estranho, era como se você estivesse comprando um produto com prazo de validade curto. Em sua concepção, Baekhyun, acreditava que nenhum sentimento era capaz de durar com a mesma intensidade por mais de 3 meses, quer ele fosse amor ou ódio. Sempre mudava, tanto para mais quanto para menos, e geralmente era para menos. Por esse motivo, Baekhyun nunca se apegará a ninguém, apenas manteve relações de curto prazo para saciar suas vontades carnais, as quais descobriu saciar apenas com o sexo masculino.

 -Baek? - Chamou Kai estalando os dedos na frente do rosto do menino.

 -Hum?

 -Mundo da lua tá gostoso, Baek? - Perguntou Kai arqueando a sobrancelha para o amigo que parecia estar em outro universo.

 -Só estava pensando em outra coisa, mas perdão,pode continuar. - Respondeu Baekhyun dando um sorriso nervoso para o amigo, ele não queria transparecer a falta de interesse no assunto.

 -Como eu ia dizendo, não sei se respeito a vontade do pai dele e deixo ele lá dentro daquele lugar escuro sem a minha companhia, ou se vou de fininho fazer uma visita para ele. - Balbuciou Kai, olhando para o amigo como se perguntasse “O que devo fazer?”

 -Eu acho que tu deverias ficar em casa, se tu for visitá-lo pode acabar apanhando que nem dá última vez. - Respondeu Baekhyun com a voz recheada de preocupação, ele se sentia relativamente inseguro quanto sua resposta, não queria parecer muito traumatizado desde a última vez que Kai foi visitar D.O (apelido carinhoso que Baekhyun deu a Kyungsoo por causa de seu sobrenome).

 Naquela vez Kai apareceu em sua casa tarde da noite, com a cara toda amassada e o corpo banhado por sangue. Havia torcido o pulso e demorou boas duas semanas para o roxo deixar de colorir o seu olho. O que mais doeu em Baekhyun foi o fato de mesmo tendo apanhado como um saco de pancadas, Kai ainda sorria e em vez de reclamar de dor ou coisas do tipo, a primeira coisa que ele falou foi como o namorado ficava lindo usando branco. Baekhyun achava o relacionamento deles um tanto fofo, porém arriscado demais, talvez um dos dois pudesse desistir no meio do caminho e isso seria um choque profundo demais para o coração de ambos.

 -Eu quero muito ver ele hoje, preciso pelo menos ver o sorriso dele. - Suspirou Kai jogando seu corpo para trás. - Hey, não se preocupe comigo, estou preparado nas artes furtivas, tive muito treinamento.

 -Vídeo-game não conta como treinamento. - Rebateu Baekhyun ainda com uma expressão de irritação, mesmo que na verdade ele só estivesse preocupado.

 -Relaxa, Byun, você fica muito chato quando tenta fazer cosplay da minha mãe. - Brincou Kai, tentando deixar o ambiente menos pesado, mas a preocupação ainda tomava a mente de Baekhyun.

 “Byunzin, você pode passar na padaria  e comprar um pão recheado para mim? To com desejo, mas é tãoooo longe” - Hyuun-aa<3

 -Mensagem do crush? - Perguntou Kai tentando segurar o riso.

 -É a Hyuna, meu deus. - Respondeu Baekhyun empurrando de leve o amigo que insistia em fazer aquele tipo de piadinha sem graça, enquanto digitava um “Ok” apressado.

  Os dois moravam em lugares diferentes, mas passavam tanto tempo na casa um do outro que era como se morassem juntos, o que tornava essa missão de comprar o pão recheado algo totalmente comum na vida de Baek.


Notas Finais


Só quero deixar claro que acho bem pesada a relação do Kai e do D.O....Meu OTP da fic qq
Aceito comentários, eles me deixam bem feliz.
Até o próximo capítulo, beijinhos e que tenham uma noite muito colorida


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