História As cores de uma constelação - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Kim Taehyung (V), Personagens Originais
Tags Bottom!jungkook, Jk!tattooed, Presentinho Para A Thalia, Taekook, Taekook Namora, Top!taehyung, Vkook
Visualizações 262
Palavras 3.495
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, LGBT, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite, Thali Thali pequena gafanhota, aqui está algo que talvez vose possa gostar não sei rsrs. Esse é seu primeiro presente, te love you.

Agradecimentos especiais as pessoinhas que ajudaram com nome, com incentivo com a capa linda <3, tts <3, vocês estão muito no meu coração.

Esse é meu primeiro lemon, espero que gostem <3

Capítulo 1 - Da tua arte às minhas estrelas


Fanfic / Fanfiction As cores de uma constelação - Capítulo 1 - Da tua arte às minhas estrelas

Suas mãos são quentes em contato com a minha pele ainda mais quente.

Você toca todos os cantos, não só fisicamente, me tem inteiro. É como se, além da minha pele, conseguisse tatuar meu coração, se marcar permanentemente em mim.

Sua franja grudada pelo suor na sua testa demonstra todo o seu esforço físico, quando me tem a sua mercê, me faz seu, me possui, me deixa te possuir. Não como um ato carnal, eu te tenho, você me tem. Independente de qualquer coisa.



Jeongguk bocejava encostado na moto, estacionada na saída da universidade, enquanto esperava pelo namorado, que estava um pouco mais atrasado que o normal, enquanto sentia a privação de sono - à qual, inconscientemente se auto acometia, a fim de observar o mais velho dormindo -, cobrar-lhe as poucas horas de descanso.

Alisava, com os dedos finos, o tecido grosso da jaqueta de couro que vestia, distraindo-se por um momento. Foi surpreendido por um peso bem conhecido por si, ao que sentia o Kim jogar-se nos seus braços com força.

Segurou-o pela cintura, deixando um beijo casto em seus lábios, já Taehyung retribuiu com um em seu pescoço, resvalando os lábios carnudos no leve relevo, e se afastando lentamente.

“Desculpa a demora, estávamos determinando os horários das apresentações.” Sorriu reluzente para o Jeon, que só acenou com a cabeça, apertando-o mais contra seu corpo.


Sentir o vento gelado em seus braços, quando soltava-os da cintura do namorado, àquela velocidade, era comparável à sensação de êxtase, quase como a sensação de liberdade.

Amava a sensação tanto quanto amava sentir o contato contra o corpo do mais novo. Mas no fim, sempre preferiria agarrar-se ao corpo coberto, dentro de qualquer opção à disposição.


A bagunça do cômodo - quarto, sala e cozinha ao mesmo tempo -, apesar de visível, não era de feitio do mais novo, e não que o Kim se incomodasse, só achara estranho, a princípio.

Sentou-se no puff próximo à cama desarmada, relaxando os músculos e suspirando audivelmente. Ouviu a porta ser aberta e o Jeon entrar pela mesma com cara de poucos amigos. Rira cansado. O namorado não tinha jeito.

“Calma bebê, que tal pedirmos uma pizza, pizza é sua kryptonita.” Não tinha receio. Conhecia o outro tão bem como a si mesmo.

Pizza realmente tinha um efeito sobre o de fios castanhos, quase acalentador, este que encontrava-se com os lábios lambuzados enquanto sorria aberto, formando ruguinhas nos cantos dos olhos.

Taehyung tinha diversas fotografias de momentos semelhantes, era completamente apaixonado pelas peculiaridades do mais novo, pelas suas covinhas e pelas pintinhas, pelos dentes fofos e pelos olhos brilhantes.

Não resistiu e deixou um beijo na bochecha esquerda do namorado, e recebendo em troca um leve rubor do mesmo.

“Você me faz esquecer tudo, Hyung. Você é meu tudo, Tae.” E o Jeon não ficava muito atrás na hora de fazer-lhe ficar envergonhado. Mesmo depois de tantos anos.

“Não consigo pintar” desabafou depois da segunda latinha de refrigerante de melancia, o qual o gosto pra não agradava-lhe ora era viciante.

Encolhera-se contra o sofá amarronzado, com a cabeça sobre as pernas do mais velho, que fazia-lhe cafuné calmamente.

“Talvez esteja forçando algo que não quer sair, meu bem. Deveria se dar um tempo. Que tal se fizermos algo amanhã à tarde?” Ele amava mimar o mais novo, seja com carinhos ou com sua atenção privilegiada.

Então na quarta à tarde, logo após o Kim discutir - com razão - com o professor de estatística, ação essa que o deixou irritado e nervoso, fazendo-o se abrigar nos braços de Jeongguk, lá estavam o casal fazendo um piquenique em um dos palácios de Ch'angdokkgung, não muito distante do apartamento dos dois.

Dessa vez quem era mimado era justamente o estudante de astrofísica, que reclamava do taí senhor Choi arrogante, ponderava sobre levar as queixas dele próprias de de seus colegas à coordenação da universidade. “Hyung esquece esse estorvo e me dá atenção,” pediu Jeon com um biquinho que o namorado fez questão de beijar. Adorava como a personalidade do mesmo contrastava com sua aparência, era extremamente interessante.


Mesmo que Jeongguk reclamasse e dissesse não gostar de carregar o mais velho em suas costas, coisa que fazia somente de birra, no fundo ele adorava a sensação do corpo pouco menos volumoso que o seu, quando este se jogava em suas costas e fazia-o de escravo pessoal.

Era quase surreal pensar que tinha alguém como Taehyung ao seu lado, alguém que o fazia sentir tão vivo.

Visitaram diversos daqueles palácios, com seus detalhes estranhos e que chamavam a atenção, alguns até lembrava de algum dorama que a mãe assistia quando mais novo. Era um lugar, sem dúvida, encantador.

O vento de outono soprava seus fios desleixados, irritando-o, e o Kim ria de sua braveza com o discurso de implicância da natureza para com o mais novo, segundo o mesmo.

No caminho para casa, decidiram comer em algum lugar, enquanto o sol ainda brilhava no céu de Seoul, parando no primeiro mercado que encontraram.

O vento esfriava rapidamente o rámen que haviam comprado, então se apressaram em comer.

Logo que montaram na motocicleta do Jeon, este suspirou alto. Sentia-se completo, dessa forma, com o namorado. Nada lhe atingia, a calmaria o dominava, justo ele, o turbilhão que sempre fora, encontrava paz.

Estacionou na garagem do prédio, sentia os olhos pesarem enquanto observava Taehyung livrar-se do capacete como uma criança, até mesmo com a expressão emburrada.

Naquela noite quando se deitaram, nos braços um do outro, despidos de suas máscaras e de suas preocupações, ele se deu conta que Kim Taehyung sempre fora seu tudo.


Antes de abrir os olhos, o moreno sentiu frio no tronco descoberto, e também um leve cheiro de tinta. Estava meio sonolento, mas não deixou de perceber a falta da presença do corpo que enrolava-se com o seu antes de cair no sono. Ainda sentia o calor que o corpo alheio deixara para trás.

Levantou-se calmamente à procura de um remédio para dor de cabeça, que acometeu-lhe logo que acordara. Olhou de relance pelo apartamento, quando sua visão captou uma imagem que só podia descrever como esplendorosa.

Jeongguk estava sentado sobre um banquinho, que usava para pintar, suas costas nuas, assim que entraram no campo de visão do mais velho, trouxera água à boca deste. A mão esquerda do namorado segurava a palheta de tintas enquanto a direita apoiava o pincel, que deslizava sutilmente pela tela que se encontrava à frente dele.

De onde estava não conseguia enxergar o que este pintava, somente a luz da lua - que entrarava pela cortina aberta - iluminava a pele, que contrastava demasiadamente com a escuridão das tatuagens que cobriam-lhe quase toda a extensão visível.

Estático e fascinado era como o Kim se encontrava, seus olhos não desgrudavam da pele que tanto lhe encantava. Algo em si obrigou-o a pegar a câmera de cima do criado mudo, e capturar o momento através da lente.

Ele parecia tão compenetrado que nem parecera perceber nada ao seu redor. Até o namorado parar atrás de si e descer as pontas dos dedos com leveza pelos braços do mais novo.

Sua primeira reação foi se aproximar mais de Taehyung e soltar um suspiro audível. Dando visão do esboço de sua pintura ao mais velho, que sorriu minimamente e desviou o olhar para as coxas torneadas e também desprovidas de vestes.

Os dedos compridos enroscaram-se nos fios castanhos, fazendo com que o Jeon fechasse os olhos e respirasse fundo, largando os itens que antes utilizavam na mesinha com as tintas e pincéis.

Viu o sorriso perverso no rosto do namorado quando este levantou-se e segurou sua própria mão, não resistindo ao corpo coberto à sua frente, levou a mão à cintura delgada e colou os corpos que encontravam-se quase febris - mesmo com um clima que oscilava entre o frio e o ameno -, encontrou rapidamente os lábios rosados e bem delineados, depositando um selar casto sobre os mesmos, e logo em seguida pressionando-os os lábios juntos.

À medida que o beijo avançava, tornando-se intenso, mesmo que ainda muito delicado, Taehyung os guiava até a cama. Os dedos do mais novo faziam carinhos leves na sua nuca e aproximação ainda mais os rostos, se é que era possível.

Deitara Jeongguk sobre a cama, deleitando-se da visão que era tê-lo à sua mercê, a obra de arte que era aquele corpo de pele clara preenchida com tinta, de tirar o fôlego.

Controlar-se perto do Jeon sempre lhe fora difícil, como se o mais novo fosse sua presa, e ele nunca deixava a oportunidade de atacá-lo passar.

Com toda a suavidade que possuía com o namorado, tocou ligeiramente seus tornozelos, sentindo-o se contrair, e podia imaginar a carranca desse por querer toques mais profundos e mais rapidez. Sorriu com o pensamento. Adorava provocar-lhe.

Decidiu que idolatraria aquele corpo muito bem esculpido, descendo os lábios até a pele clara e deixando um selar, no local onde começava a primeira tatuagem, esta que subia até o quadril, confirmou o traçado com a ponta dos dedos compridos, sentindo a pele sobre seus dedos arrepiar-se. Lembrava-se bem de cada uma delas, dos motivos, dos significados, de quando foram feitas. Elas eram parte da alma do mais novo, e as amava assim como à ele.

A serpente negra, que tinha início em setembro panturrilha e enrolava-se ao redor de sua perna esquerda, era ornamentada de rosas vermelhas que derretiam-se sobre a cobra, manchando-a como que com sangue, e sua cabeça terminava na lateral do seu corpo. Subiu por sua extensão deixando beijos rápidos e leves lambidas, escutando os arfares baixos do mais novo.

Afastou a cueca Boxer para cima e lambeu calmamente o espaço em que a língua da cobra tocava um dedo, recriando A Criação de Adão de Michelangelo, havia somente um delineado negro delicado, porém expressivo.

Podia sentir a impaciência do namorado, então lavantou-se sobre o mesmo, ficando cara a cara com este.

“Calma, meu bebê, o hyung vai cuidar muito bem de você,” Tocou os lábios claros com seus semelhantes, sentindo a maciez destes “deixa eu apreciar essa obra-prima que é seu corpo.” Após o aceno leve do Jeon voltou a se posicionar no abdômen levemente sarado que ele possuía, e para tatuagem que sempre tirava um riso soprado do mais velho.

Um controle de Super Nintendo, acima da virilha, lugar onde encheu de beijinhos, fazendo o mais novo tanto esquivar-se por sentir cócegas quanto gemer baixinho pela sensibilidade do local.

Em seguida beijou o emaranhado espinhos no outro lado no quadril, que envolviam se em Mugunghwas, despedaçando algumas das flores.

Jeongguk tentava se conter, dando tempo ao namorado para que ele pudesse desfrutar do que quisesse, mas era difícil com uma bela de uma ereção sendo ignorada, logo deslizou um dos dedos até o mamilos sensíveis, gemendo manhoso.

Capturou a atenção do namorado no mesmo instante, esse estava perdendo a paciência, tendo um namorado deveras necessitado.

Olhou para a outra tatuagem na parte interna da coxa direita, antes de dar um tapa com força na mesma, fazendo o outro dar um pulinho e gemer alto. Para assim, cair, literalmente, de boca na bela pele marcada.

Sugou com força a parte interna da coxa, quase em cima da orelha rosa do coelho - tatuagem de um personagem de jogo de terror que o Jeon gostava, uma das únicas coloridas, Robbie - e mordiscando a pele macia.

Deixou mais alguns selares no local e ameaçou tirar a cueca dele, para somente ignorar o membro teso e lamber com calma os músculos do seu abdômen. Soltando lufadas de ar logo em cima, fazendo o namorado agarrar os lençóis com força.

Só o que lhe vinha na cabeça era como Taehyung estava testando-o, tentando extinguir toda sua sanidade. Mas ele sabia que não ia deixar barato.

As mãos do Kim estavam em todo lugar, arranhando suas coxas, apertando a cintura, segurando os cabelos, enquanto aquela maldita boca não parava de lhe maltratar, dessa vez chupando os mamilos com força, mordiscando o pequeno piercing no botão direito, e tentando lhe enlouquecer.

O moreno amava amava a textura da pele do mais novo, como seu tato reconhecia o relevo de cada risco ou desenho, como sua língua conseguia sentir a breve diferente entre a superfície normal, e a tingida. Ele amava saborear aquela pele tão bela. E amava mais ainda ver o namorado uma mistura de arfares e suspiros dengosos com arrepios a todo momento.

Beijou as pequenas tatuagens feitas sem propósito ou significado, aquelas de calor do momento, que estavam espalhadas pelo dorso nu.

Para em seguida mordiscar a pintinha no início do pescoço, lambe-la e em seguida sugar com força. Sentindo as vibrações na garganta do Jeon quando este gemia extasiado. Deixou uma série de selares no mesmo, desde a base até o lóbulo da orelha, e lamber todo o caminho de volta. Fazendo o mais novo tremelicar e agarrar seus cabelos.

“Hyung, isso é tortura!” A voz era baixa e pedinte, como uma criança querendo convencer um adulto a lhe dar algo.

Riu anasalado porque conhecia muito bem as táticas dele “Logo logo eu vou cuidar disso,” Apertou com forças o membro de Jeongguk que grunhiu “meu bem, então não se preocupa.”

Contornou calmamente os traços de uma das tatuagens mais lindas dele, mas Taehyung era tão apaixonado que não seria capaz de escolher uma sequer. No braço direito estava a outra tatuagem  cores, ela era linda. Um dos quadros que Jeon pintara quando mais novo, talvez o mais importante para ele.

Era um perfil, de uma jovem com cabelos longos e castanhos, eu tinha um traçado exato, só detalhes sombreados, e detalhes azulados, como os olhos, “ah, como ela amava as benditas lentes azuis”, lembrava-se subitamente. A imagem era linda, e sutil, assim com a garota.

Trocaram olhares carinhosos, profundos, amorosos.

Taehyung se aproveitou da visão de todas aquelas pequenas tatuagens, o símbolo de sorriso no pulso direito, os pássaros no esquerdo, o telescópio astronômico e uma aquarela representando o espaço, a baleia na parte direita das costelas, e finalmente a que ele mais amava.

Pediu para que o namorado se vira-se, e ela assim o fez. Lá estava a tatuagem que lhe deslumbrava.

As asas. Ocupando quase toda a extensão das costas do mais novo, que arfou quando o Kim apertou com força sua cintura apaixonado pela vista.

Encaixou-se entre as pernas do namorado e tirou o que restava de roupa cobrindo-lhe o corpo. Deixando à mostra o fim das asas que tocava as nádegas claras. Aquela pele tão macia.

O desenho tinha detalhes vívidos e demarcados, o arame farpado prendendo-as, perfurando-as, até que as gotas de sangue caíssem. Elas eram lindas, assim como seu criador.

Cadê ilustração da pele do Jeon viera de sua própria imaginação. Seus desenhos agora faziam parte da sua pele.

O mais velho amava cada detalhe daquela pele, porque eram detalhes tá própria alma do namorado.

A cada gemido arrastado de Jeongguk, ele apertava mais a bunda durinha enquanto mordia com força desde o pescoço ao ombro do mais novo. Desceu calmamente pelas costas nuas, observando as gotas de sangue e penas negras.

Suspirou alto ao estapear a bunda dele, vendo-o se esfregar em si. “Como você quer que seja amor?” perguntou quando estava com todo o corpo sobre o alheio.

“Como você quiser agora, mas vai logo.” Rebolou esfregando a bunda descoberta no membro escondido na calça de pijama do mais velho.

Concordou e desnudou-se, preparou-o apressadamente, mas com delicadeza, sabia exatamente cada atitude que dava prazer ao namorado.

Penetrou-lhe de uma vez só, segurando suas mãos que estavam sobre a cama, e pediu baixinho em seu ouvido: “Empina 'pra mim, amor”.

Fizera o que fora pedido gemendo baixo, amava aquele timbre grave, ainda mais quando ele lhe comandava, lhe cercava, lhe fodia até perder os sentidos.

Os movimentos eram frenéticos, os barulhos extasiantes, o suor escorria pela pele de ambos, se misturando, enquanto Taehyung o preenchia com força, indo fundo, seus gemidos eram sempre por mais, mais daquela sensação, mais daquele amor o qual nutriam um pelo outro.

As cicatrizes se curavam quando tinham um ao outro, assim como a pele avermelhava-se quando descontavam o prazer, arranhando, mordendo, chupando.

Empurrou o corpo sob si de encontro ao colchão enquanto acelerava as estocadas, fazendo-o gemer agudo e pedir por mais. Porque ele nunca se cansava, porque ele sempre queria mais.

“Vai Jeon, implora mais pelo meu pau te rasgando” A voz falhava enquanto se arremetia para dentro do mais novo, encontrando ângulos diferentes para ir mais fundo.

“Acaba comigo porra” Não havia raciocínio, somente vontade de alcançar o ápice do prazer. Eles externavam suas vontades nos puxões de cabelo, nos palavrões, nas provocações.

Sentindo que estava quase vindo o Kim se afastou e deitou-se ao lado, deixando Jeongguk confuso, com a mente nublada de prazer “Senta em mim, bebê!”.

O mais novo até pensou em obedecê-lo como este mandara, mas subitamente lembrava-se de toda a provocação só namorado, é um sorriso travesso surgiu em seu rosto angelical.

“Sento sim, amor. Mas você não vai poder ver meu rosto quanto tanto ama.” disse sentando-se virado e encaixando o pênis dele entre as bandas de sua bunda. Começando a esfregá-lo entre suas reboladas no colo do namorado, sem penetrá-lo em si, e teve uma ideia. “Você ama me ver montado, e vai acabar gozando muito rápido”, Levantou-se buscando algo no criado mudo “então, vamos fazer durar mais.” Voltou com um anel peniano é um sorriso quase inocente no rosto.

Deixou que fizesse o que queria, Jeon o tinha na palma da mão. O mais novo encaixou o brinquedo sexual e a si mesmo no pau do namorado.

Gemendo manhoso quando sentiu-o inteiro dentro de si, apoiando os braços pra trás no tronco dele.

Deslizou timidamente sentindo toda a extensão sair e voltar a penetrá-lo. As mãos do namorado seguraram seus pulsos puxando-o para baixo com força e fazendo seus olhos lacrimejarem quando se penetrou novamente.

Era uma visão magnífica para o moreno, quando o Jeon engolia seu membro maravilhosamente, toda a pele marcada contrastando com a sua própria, ele parecia arder acima de si. Não aguentou o próprio impulso e arranhou as coxas grossas ao seu alcance, vendo outro jogar a cabeça para trás e gemer tão manhoso que não fazia seu pênis pulsar dentro dele.

O mais novo adquiriu um ritmo rápido e viciante, rolava os quadris quando sua próstata era atingida, fazendo o mais velho rolar os olhos de prazer. Taehyung não se segurou e levantou-se movimentando-se a fim de penetrar fundo o namorado e masturbá-lo ao mesmo tempo.

Seus beijos eram desajeitados nessa posição, mas parecia que combinava tanto com eles.

As bocas permaneciam abertas enquanto viravam uma bagunça de gemidos e suspiros. Jeongguk sentia que viria a qualquer momento, então lavantou-se de colo do mais velho e ajoelhou-se na frente do mesmo, com o membro teso em mãos em um pedido mudo que o Kim não demorou a entender.

Este não se fez de rogado, logo tinha os cabelos puxados pelos selos frios enquanto abocanhava o falo, dando muita atenção às veias salientes.

Não demorou muito e teve a boca preenchida pelo sêmen doce do namorado, sorriu em descrença “Alguém tem comido bastante abacaxi ultimamente” disse lambendo o canto do lábio, ato que o atiçara o Jeon, a ponto de ele jogar-se no namorado esfregando o joelho no pênis, ainda ereto que doía pela privação de liberação.

“Nunca se sabe quando meu namorado tarado vai me atacar de madrugada,” Sorriu sapeca, deixando um selinho no pescoço do mais velho seguido de um chupão forte. Em seguida retirou o anel do membro dele e passou a masturbá-lo delicadamente. “não que eu esteja reclamando, baby.” Ambos sorriram, e Taehyung se desfez na mão clara do namorado, abraçando-o logo em seguida, escondendo o rosto no pescoço maltratado.


“Tá bom, agora que eu já tô limpinho e cheiroso, você pode passar a pomadinha em mim, porque é muito empenho eu levantar, e minha bunda dói por culpa sua.” Jeon tinha a mania de querer ser mimado sempre que fodiam, e o namorado adorava o lado mandão e fofo do mesmo.

Pegou a pomada para assaduras no armário do banheiro, e encaminhou-se para a cama de casal, a visão que tinha era arrebatadora, aquela bunda bela, cheia de marquinhas que delatavam tudo que fizeram naquela madrugada, virada para si, podia ser considerado um atentado.

Não se segurou e deu mais um tapa na mesma, ouvindo um resmungo do mais novo. “Passa isso logo e vem dormir comigo, eu to cansado.”

Deixou um beijinho na nádega direita e passou a pomada no namorado. Subindo beijinhos por toda sua coluna, e se jogou ao seu lado na cama. Trocaram olhares mais significativos que palavras, depois beijos, e carícias.


Naquela noite os ventos batiam fortemente contra as árvores, e traziam consigo uma pitada do inverno rigoroso que seguiria, mas isso não importava quando o calor um do outro os mantinha aquecidos. Seus corações se mantinham aquecidos, juntos.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, qualquer coisa perguntem no meu twitter @youngbaepsae beijinhos


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...