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História As Crônicas de Erick Peterson (Versão 3.0) - Capítulo 29


Escrita por: e Silverfenix


Notas do Autor


Harém Parcial (Atualizado)

1 - Nackary
2 - Kamye
3 - Merath
4 - Hushi
5 - Lyna
6 - Saysha
7 - Shyn

Capítulo 29 - Capítulo 25


Fanfic / Fanfiction As Crônicas de Erick Peterson (Versão 3.0) - Capítulo 29 - Capítulo 25

Acordo olhando para um teto branco, sinto uma respiração próxima a meu rosto, olho e vejo o topo de uma cabeleira branca azulada, Saysha dorme como um anjo com seu belo corpo nu sobre o meu, sorrio e acaricio suas costas depois de tirar seus longos cabelos do caminho.

Ergo meu corpo e acabo colocando-a em meu colo, a retiro e a deito na cama, puxando a coberta por sobre seu corpo, sentado na cama, pego a cueca no chão e subo por minhas pernas, subo a calça preta e coloco as meias, amarrando o cadarço das botas depois de calçá-las, abotoo a camisa preta e faço o nó na gravata prateada.

Abotoo o colete e a jaqueta que chega na altura de meus joelhos, a jaqueta tem lapelas brancas e o punho da mesma cor com botões dourados que fecho, coloco as luvas brancas e prendo o cinto com a espada e a adaga na parte de trás.

(N/A: a roupa da capa da história)

- Você já vai, Erick...? - a voz sonolenta da minha nova namorada chega em meus ouvidos.

- Sim, as outras devem estar preocupadas. - Respondo.

Saysha se lembra do direito a poligamia.

- Você vai contar para elas... sobre o que aconteceu entre nós e sobre mim? - perguntou.

- Claro, elas precisam saber. - Sorrio.

Subo na cama e segurando o queixo de Saysha, a puxo na minha direção e nos beijamos, minha língua abre espaço em seus lábios, a língua dela encontra a minha e as duas se acariciam, suas mãos de dedos finos e com unhas bem aparadas seguram as laterais de meu rosto e a Princesa me puxa, aprofundado o beijo, chupa meu lábio inferior, língua e nos separamos, com um fio de saliva nos conectando.

- Até mais, minha princesinha... - digo.

- Até, meu amor... - Saysha sorri.

Saio de seu quarto, me despeço de meu sogro passando na sala do trono, onde ele está tendo uma reunião com o Conselho e saio do palácio.

Estou andando pela cidade, cumprimentando os cidadãos e cavaleiros que passam por mim, quando ouço.

- Ah, vamos gatinha... - Diz um homem.

- Venha se divertir com a gente... - diz outro.

- Garanto que você vai acabar gostando... - um terceiro fala.

Sigo o som das vozes e chego em um beco, vejo nove homens ao redor de uma garota, dois segurando seus pulsos e não a deixando escapar.

- Me deixem em paz... por favor... - implora a menina.

- Ah, a gente gosta tanto quando elas imploram... - diz um dos homens.

- Principalmente quando estamos dentro delas... - todos riem.

Meu sangue ferve, vejo uma latinha em um canto.

Que coisa estranha de se ter em um mundo de fantasia, penso comigo mesmo.

Sorrateiramente, pego a latinha e entro no beco.

Um dos homens teve a coragem, de literalmente lamber o rosto da garota, alguns esfregavam seus pênis por cima da calça, um desabotoou o casaco verde da garota e agarrou os seios dela por cima do colete e da camisa, outro levantou a saia dela, afastando a calcinha de lado e esfregou seu sexo.

- Nossa, eu senti o hímen dela... - disse o estuprador que bombeava seus dedos dentro dela. - Que sorte... encontramos uma virgem.

Todos riram, joguei a latinha reforçando ela com uma magia de reforço, a lata atingiu a cabeça do homem que bombeava os dedos dentro da garota e ele foi arremessado contra uma parede, caindo no chão inconsciente, seus olhos abertos apenas brancos.

- Mas que merda foi essa...? - perguntou outro dos homens, com um pouco de medo na voz.

- Não é assim que se trata uma dama, seus arrombados. - Digo, raiva em minha voz.

Todos os olhares se fixam em mim, os da garota com esperança.

- M-mas... é-é o H-Herói... - disse um homem.

Sorrio com a constatação dele e me aproximo.

- Soltem a garota, talvez eu pegue leve com vocês... - digo.

- Vá se fuder...! - grita um estuprador mais corajoso.

Suspiro.

Apareço diante dele e agarro seu pescoço, derrubando-o no chão e o arrastando pelo beco, criando um rastro e o erguendo, o arremesso na parede e ele cai com os olhos brancos e babando.

Olho por sobre o ombro.

Soltaram a garota e partiram para cima de mim. Um se aproximou com um soco preparado, agarrei seu pulso e prendi em suas costas colocando força e ouvi o osso arrebentar.

- Porra...! - o homem grita com a dor.

Encaixo um chute e ele se choca com dois de seus companheiros e eles se chocam com uma parede e caem como os outros, com os olhos brancos e babando.

Três puxam facas de algum ponto de suas roupas e correm na minha direção, puxo a minha adaga e corro na deles, aparo o ataque e com a outra mão, puxo a espada e giro ao redor do meu corpo e os corto no meio em um corte na vertical e os mato.

Olho ao meu redor, alguns se renderam com as mãos para o alto e ajoelhados no chão, me aproximei deles, se encolheram e eu ri disso, limpei a lâmina de minha espada, colocando-a de volta na bainha.

Encontrei uma corda com eles, gostam de restringir os movimentos das mulheres quando as estupram. Recolhi todos que estavam inconscientes e os amarrei com os que se renderam.

Bati minhas mãos uma na outra, tirando a poeira de minhas luvas e me virei para a garota, era uma versão feminina do Subaru Natsuki de Re:Zero.

Cabelos longos negros, uma franja que cobre metade do belo rosto, olhos castanhos-alaranjados, nariz reto e lábios rosados, era muito linda, usava um laço cinza escuro atrás da cabeça, um casaco verde, colete cinza escuro, camisa branca e laço laranja nas lapelas, a saia é cinza escura e chega na altura dos joelhos, meias longas e sapatos fechados com saltos, seus seios eram pequenos, a cintura fina e os quadris estreitos e para completar o look uma capa com capuz marrom escura.

- Obrigada... Sr. Herói... - agradeceu, a voz era tão linda quanto sua dona.

- Me chame de Erick, senhorita? - ergo uma sobrancelha.

Ela cora ao ver que quero saber seu nome.

- Shyn... - diz. - Me chame de Shyn.

Sorrio, um belo nome.

Ela me pega de surpresa, se aproxima e me beija, sua língua pede espaço que sedo, encontra a minha e retribuo o beijo, nossas línguas se acariciando, seus braços cruzam em meu pescoço e eu enlaço sua cintura, nos beijamos por mais alguns minutos e nos separamos, com um fio de saliva nos conectando.


Notas Finais


E outra...

Maldito cara de sorte, viu...


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