História As Crônicas De Gelo E Fogo- O Renascer Dos Deuses - Capítulo 2


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Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Capítulo 2: Alany


Fanfic / Fanfiction As Crônicas De Gelo E Fogo- O Renascer Dos Deuses - Capítulo 2 - Capítulo 2: Alany

-Correr ou se esconder?pense rápido Agatha- as sombras sussurram em meus ouvidos- Escolha errada garota, eu vou te achar e quando te achar você sentirá e implorara para que eu acabe com sua vida!!- agarra meu braço e o arranha enquanto sinto meu sangue quente escorrer- Está pronta?! escolha agora !- ele afunda mais suas garras sobre meu braço fazendo que eu grite de dor - Eu te achei !- sua risada ecoa pelo local que me encontro.

-Acorde cinderela-escuto uma voz ao longe me puxando.

- Anna não seja boba ela está mais para os ratos da historia-essa voz acaba com meu pesadelo/sonho e vou para meu pesadelo/vida real de sempre.

Acordo percebo que estou suada Anna esta em minha cama digo tapete, que por acaso é muito confortavél Anna e Cllara, com grandes olhos negros cabelos da mesma cor e a pele palida, minhas irmãs eram muito parecidas e muito bonitas. Eram mais velhas do que eu.

- Anna ela esta acordando cuidado o bafo dela pode te matar.- diz Cllara, Senhor essa menina é muito chata...

- As formas mais rápidas para te matar e acredite estou aprendendo... para um dia usar em você, digo demonstrar-sussurro pois se fala-se mais alto poderia ser castigada por Anthony e Maaia digo papai e madrasta e bota má nisso

- Você disse algo? - Cllara diz enquanto penteia seu cabelo incrivelmente escuros e Anna me faz uma cara de finja não escutar.

- Não.

- Agatha Joaquim está na porta a sua espera- Anna fala, e me dá um abraço e eu retribui.

Saio apresada faço minhas higienes e como resto do pão que estava na cesta de Maaia, e quando estou a sair encontro Joaquim a me esperar do lado de fora, o garoto musculoso e alto dos olhos perigosamente verdes e dos fios castanhos claros bagunçados, que nessa manhã especialmente está bastante bagunçado.

- Diga Joaquim, seu lobo se perdeu de novo na floresta ?

- Estava te esperando minha princesa, não diga que não gostou- ele me da um beijo na testa, fazer o que... literalmente eu sou sua obrigação, isso que dá ter sua madrasta em seu pé dizendo para seu amigo que deve te proteger e que você é muito frágil.

- Não precisa, sei me cuidar.

- Eu sei, mas é bem prazeroso te ver irritada logo cedo.

- Eu sempre fico irritada quando eu acordo- vejo ele rir e me abraçar.- Você não?

- Não mesmo- ele me abraça mais forte me tirando do chão.

- Quanto mais demonstrar que me ama mais rápido morrerei...-digo quase sem ar.

- Eu sei que me ama mas o amor nem sempre mata, sabia? - ele me olha.

- O amor pode não matar... mas as moças que estão a nos olhar sim.

- Eu te conheço- ele me solta e começamos a andar- você as mataria antes mesmo de a acusarem de ladra de futuro marido.

- Não entendo, essas pessoas olham apenas o superficial!- falo olhando para Cllara que fala com um rapaz muito belo e o paquera a tanto tempo, e ele apenas a usa .

- Está tão brava que meus planos podem ser arruinados...

- Que plano?- ele sabe despertar minha curiosidade

- Planos de um passeio na floresta e... me siga para descobrir.

Caminhamos na floresta, para nosso forte na árvore, após alguns anos decidimos que casa na árvore era um termo muito infantil.

Quando chegamos lá vejo um esquilo muito gordo na janela .

- Ainda tem medo de esquilos Joaquim?

- Talvez...Por?

- Talvez porque encontrei esse.- ele dá alguns passos para trás-mentiroso você está com medo dele- começo a rir.

ele aponta o dedo tremulo para o esquilo que agora olha fixamente para ele- Você também teria se tivesse a experiência de um desses seres em suas calças.

Pego o esquilo em minhas mãos e ele me deixa acariciá-lo.

- Ele é tão bonitinho- Ele pula nos braços de Joaquim.

- Agatha, o que ele está fazendo?

- Tirando uma soneca, ele é tão fofinho.

- E tão, mais tão pesado você nem imagina.

- O que acha que ele andou comendo?- pergunto ao moreno que está ma minha frente.

- Pedras, árvores, concreto, tijolos algo parecido com isso, será que ele é canibal?- escuto barulhos vindo de baixo.

- Talvez, mas agora faça silêncio- ele obedece- O será que está acontecendo?- sussurro.

Olho pela janela era os filhos dos sagrados, umas pessoas ridículas que se acham semideuses e acredite...não são." bando de sem o que fazer"- penso.

- O que eles estão fazendo aqui?- Joaquim sussurrou.

- Apenas escute- disse.

- Alany ! deusa do fogo, nossa mãe, eu suplico por sua presença!- O lider fala e começo a rir.

- Nada vai acontec...- um fogo vermelho de 2 metros aparece do outro lado da ponte de concreto quando ele se apaga uma bela mulher surge, com um vestido vermelho sangue que arrastava no chão e quando arrastava podia se ver a trilha de fogo mesmo assim era belíssimo, seus cabelos ruivos e cacheados nas pontas e usava luvas vermelhas escuras como seus saltos. Ela olha para frente e desfila.

- Por que estão a me incomodar a essa hora?- uma voz calma mas perigosa tanto quanto sua dona , ela olha para os filhos dos sagrados e lança uma bola de fogo, mas seus poderes não ultrapassam a barreira que nos protege- Droga!- ela olha na minha direção e eu me abaixo um pouco junto a Joaquim o suficiente para ainda conseguir enxerga-la - Derek

- Mãe, com quem está falando?- o líder fala.

- Garoto você está usando algum remédio forte? Eu não sou a mãe de vocês! E não me perturbem novamente pois está barreira imunda logo cairá, e nada poderá os proteger- Ela ri o mesmo fogo de dois metros surge de novo, mas agora em vez de aparecer ela desaparece.

- O que foi aquilo?!- Falo.

- Precisamos avisar aos outros-quando ele está preste a sair eu o seguro.

- Espere eles saírem ou teremos problemas- ele concorda.

E ficamos ali agachados esperando que os filhos dos sagrados fossem embora para a vila, bom nunca pensei nisso mas então os deuses existiam e talvez as histórias sobre eles também.

- Aparentemente tudo é verdade ...- falo sozinha.



 


Notas Finais


obrigado por ler


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