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História As Crônicas de Line - Capítulo 3


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Notas do Autor


Outro capítulo, eu ainda tenho dificuldade na escrita e talz, por isso a demora, mais tá ai :3

Capítulo 3 - Preparamento para missão


Fanfic / Fanfiction As Crônicas de Line - Capítulo 3 - Preparamento para missão

"Caramelo".


Foi o que pensou um rapaz na casa nos vinte ao se virar na cama de casal onde estava deitado e dar de cara com um lindo e longo cabelo castanho.


- Bom dia - Logo a pessoa a quem pertencia aqueles cabelos se virou e encarou Flin.


- Bom dia... - Quando tentou se levantar, a mulher grudou seus lábios no dele e começou então um beijo que aos poucos foi ganhando mais intensidade, quando se separam foram obrigados recuperar o fôlego.


Ela passou uma de suas pernas encima da barriga do arqueiro e ficou sentada em sua cintura.


Ambos estavam nus, Flin possuí um corpo relativamente forte, pelo menos era o que iria transparecer para quem visse seu abdômen e outras partes de seu corpo, ele não é muito robusto, mas é forte, o treino na capital provavelmente o deixou assim, ele possuía algumas cicatrizes pelo corpo e uma na sobrancelha.


Com Júlia era diferente, ela tem um bom par de seios, que naquele momento estavam totalmente a mostra para Flin, não limitada a isso, ela possuí muitas curvas e uma bunda invejável a maioria das mulheres, seu corpo é macio e sua pele lisa, junto com um rosto bonito, colocava a prova se ela realmente deveria trabalhar como garçonete.


- Ehehe, você não falou da forma que eu gosto... - Ela fez uma voz manhosa e se fingiu de ofendida.


- Um... - Ele hesitou com vergonha, mas acabou cedendo - Bom dia Júlia, minha linda princesa.


Ele foi recompensado com um abraço apertado, o que colou o corpo dela no dele.


- Quer fazer de novo? - Ela lambeu o pescoço de Flin com delicadeza, a forna qual ela fazia aquilo provocava o rapaz de forma qual ele não conseguia se acostumar.


- Sim, eu quero, mas poder é outra coisa... - O maior acabou por desviar o olhar enquanto dizia aquilo.


Ela fez uma cara chateada e saiu de cima de Flin, que logo se levantou da cama tropeçando e pegou suas roupas.


- Foi mal...mas eu tenho que voltar antes que eles acordem.


Após se vestir, ele deu uma última olhada em Júlia, já faz 1 semana e meia que encontraram Raphtalia, nesse meio tempo Flin se aproximou bastante da bela moça.


Embora ambos quisessem só uma foda no começo, começaram a se encontrar mais vezes e em pouco tempo se tornaram bem íntimos.


Ela é calma, mas brincalhona as vezes, além de safada, em geral é uma ótima pessoa e tem uma personalidade que combina bastante com a agressiva e talvez um pouco mandona de Flin.


- Aquele coelho é seu namorado ou o que? - Ela pergunta descontente.


- Não fica assim, eu tenho a única chave do quarto, seria bem chato eu ter que acordar o Bunny ou a Raph só para eu poder vir aqui transar a manhã inteira, além de outros compromissos.


- O sono dos seus amigos importa mais que eu...? É isso mesmo? - Ela sentiu a mão de Flin tocar sua bochecha.


- Você sabe que não é isso... - Ele a beija novamente.


Tem sido assim nos últimos dias, tanto que Flin já se acostumou com a casa de Júlia, tamanho mediano, paredes de madeira, diversos cadernos com desenhos e histórias que Júlia imagina enquanto toma chá.


- Certo...eu vou abrir a porta para você - Ela se levantou e colocou uma camisa branca.


- Obrigado - Ele colocou os braços atrás da cabeça e se espriguiçou, terminando com um bocejo.


- Eu vou botar um sonífero na comida do seu amigo...


- O que é isso? - Flin ficou confuso com o nome estranho.


- Ah? É um remédio que acabaram de inventar e começaram a vender na capital, ele ajuda a dormir, ehehehe, eles salvaram minhas noites de sono sabe?


- Entendi... - Ele estava na frente da porta da casa.


Júlia pegou um chaveiro e começou a procurar a chave de forma enrolada para alongar a conversa com Flin.


Mas ela sabe que ele não é burro, o arqueiro percebeu em pouco tempo e Júlia desistiu, abriu a porta e permitiu sua passagem.


- Tenta arranjar um tempo para ficar comigo... - Ela segurou na camisa de Flin antes dele ir embora e sussurrou em seu ouvido.


Ele sentiu os pelos pelo seu corpo arrepiarem conforme a voz de Júlia entrava dentro de si.


Era como um grito ecoando por dentro de uma caverna, dado o treinamento no exército, normalmente não seria de sei agrado lembrar disso, trabalhar nas minas na capital era quase um inferno, todavia, uma sensação de prazer anormal tomou conta de seu corpo.


- Eu vou, com certeza... - Após alguns segundos, ele se mexeu e a mão de Júlia o soltou, ele olhou para trás ainda meio aturdido e a viu sorrindo.


- Isso me deixa feliz, obrigada - Ela fechou a porta devagar, o rangido não incomodou nenhum dos dois, que estavam mergulhados em seus próprios pensamentos.


Flin ficou alguns segundos encarando a porta, isso era uma das coisas que ele adora em Júlia, ela confunde seus sentidos e o faz ficar alucinado em poucos segundos com palavras simples, mas ditas da maneira certa pela pessoa certa.


Por mais que ele pense sobre, não obtém resultado algum, talvez seja apenas amor a primeira vista, ele se conformou com isso por enquanto.


Ele se virou, aquele local ao qual seu olhar estava direcionado agora continuava o mesmo de sempre, e esse seria o que ele de acostumou desde de sua chegada, cerca de 3 ou 4 meses atrás.


Crianças brincando e chorando, outras trabalhando e se ferindo com ferramentas que deveriam ser manuseadas exclusivamente por adultos com conhecimento mínimo de como usá-las, esse ao menos é o senso comum.


Árvores cheias de frutas, animais de rua, estradas de terra grandes que se dividiam em outras menores e entradas para becos escuros, lojas e tavernas, algumas pessoas e carruagens trafegando de um lado para o outro, dentre outros detalhes minuciosos que Flin decidiu ignorar.


Aquela região da cidade era considerada privilegiada por não ter muitas casas noturnas, embora na prática, tanto maridos da classe média ou alta tivessem o mesmo hábito, trair suas mulheres com mulheres bonitas que os atiçavam.


Flin respirou calmamente enquanto ainda sentia o que restou de sono esvaindo de seu corpo aos poucos, sendo levada pela brisa calma da manhã.


- Certo...vou ter que pegar o caminho mais longo para voltar para casa...não quero ouvir o barulho da feira logo de manhã.


A feira de StringLine, pelo fato da cidade estar perto de montanhas, desertos e florestas cheias de monstros perigosos, muitas pessoas pensariam que dificilmente o turismo e comércio externo se desenvolvesse nesse lugar, principalmente com o fato de que tempos de guerra chegaram.


No entanto, existe dois componentes únicos nesse lugar que faz com que ele seja um poço de oportunidades que atraia diversas pessoas, o primeiro e mais atraente a jovens pelo reino é a magia abundante que permite a formação de muitos soldados e aventureiros, a segunda, até mais importante que a primeira, é a incrível quantidade de minerais mágicos que possuem usos diversos quando refinados, desde poções a armaduras ou mesmo templos para cultuar diversos deuses.


Mas o que realmente interessa nesse último é o lucro gerado aos nobres donos de minas, que vendem minérios fáceis de conseguir em StringLine por um alto preço até outras cidades, um verdadeiro monopólio.


Ele se interessava por esse tipo de assunto, isso vindo de um antigo hábito seu de ler livros de história, mas no momento ele está com outra coisa perturbando sua cabeça.


- Certo...vou voltar para a hospedaria e entrar no quarto sem acordar nenhum dos dois, fácil, fácil - Flin sorriu após seguir seu desvio longo, ele conseguiu evitar um barulho que podia ser descrito como um misto de rangidos de metal e vozes anunciando produtos.


Lola, esse é o nome da esposa de Bunny, ao menos foi o que ele entendeu, durante a madrugada que se seguiu após encontrarem Raphtalia, Flin e Bunny ficaram acordados, com o furry muito inquieto enquanto contava sobre si para seu amigo.


O loiro cresceu ao lado de uma garota chamada Kitty e se apaixonou por ela, no entanto, outra mulher se interessava por ele,  Lola, como resultado, Kitty e alguns amigos de Bunny foram mortos, no momento em que falou isso, Bunny fez uma cara estranhoa de...medo, mas ele continuou a contar a história. Casou-se com a mulher e teve uma filha, no entanto, ela morreu e a tal Lola desapareceu.


Bunny começou a gaguejar e apertou seu peito, aparentemente sentindo uma grande dor, não algo físico, mas algo mais profundo, uma dor aguda causada pelo seu lado sentimental se manifestando, essa personalidade instável de Bunny sempre foi um problema, Flin agora tem uma suspeita do que pode ser.


Ele estava bêbado de duas maneiras, e ambas são bem simples de se saber o porque, dado o horário em que estavam e a quantidade de bebida que ele consumiu, ainda assim se forçou a ficar acordado e escutar o que Bunny dizia, claramente era importante devido ao jeito de seu amigo falar, por mais que não lembra-se bem.


Após Bunny se calar, ele se viu extremamente confuso, era demais de uma só vez, Bunny nunca falou de si, então o arqueiro sabia que algo havia acontecido, mas não esperava algo assim, ele insistiu para que o coelho explica-se melhor, mas ele se recusava a repetir, Flin parou ao notar o desconforto de Bunny.


Além de conseguir um bom passeio, em algumas áreas da cidade ainda existiam estruturas limpas e bonitas, nada luxuoso em comparação ao que viu na capital, mas com pinturas que comparadas ao resto da cidade onde até mesmo cimento para fixar paredes estava em falta, era algo a se admirar.


- Olha só quem chegou... - Uma garota por volta dos 16 anos acena para Flin - Um dia eu vou te seguir em uma dessas suas saidinhas, tô falando sério.


Ela era baixinha e loira, além de ter várias pintinhas pela cara.


- Você é muito fofoqueira Alice, não faça isso - Flin disse enquanto seguia até seu quarto.


- Fofoqueira?! Eu?! Até parece! - Ela olhou irritada para o arqueiro.


- Difícil aturar essa garota, agora imagina confiar... - Flin pensou antes de suspirar - Tanto faz, ela parece ter 14 anos e se comporta como uma criança de 12 anos, acho que ela consegue completar serviços simples.


Ele retirou uma saquinho de moedas de uma bolsa e entregou para Alice, deu um sorriso simpático e foi para frente de sua porta, a destrancando com a chave.


- O que é isso? - Ela indagou.


- Entregue para seu pai, a hospedaria dele é ótima mesmo, onde mais eu acharia um quarto com feitiços de frío para o verão ou de calor para o inverno?


- Ele sabe perder dinheiro fácil, só isso... - Ela se sentou em uma cadeira e mandou um gesto de bom carácter para Flin, ele julgava assim ao menos, um joinha.


- Certo, espero que eles ainda estejam dormindo... - Ele entrou no quarto e fechou a porta atrás de si enquanto ainda olhava para frente.


O foco do seu olhar foi tomado por uma cena curiosa.


Raphtalia estava usando o loiro como um travesseiro de corpo, com as penas cruzadas no joelho de Bunny e os braços em torno de sua barriga, ela estava babando no pelo dele.


Já Bunny se mantinha deitado de barriga para cima com os braços e pernas espalhados, seu rosto estava igual ao de uma criança despreocupada e ele falava dormindo.


- Cenoura...


- É difícil acreditar que você tem 29 anos, mesmo sabendo que furrys envelhecem mais devagar...


Flin suspirou e foi em direção ao pequeno armário do quarto, o móvel era um pouco maior que ele, que deveria ter a altura por volta dos 1, 80.


O quarto era até que bem grande, comportando 3 camas de solteiro, 2 armários e 1 uma pequena mesa que Flin e Bunny usavam com frequência para jogar cartas.


- Droga, eu esqueci de pegar minhas roupas na lavanderia ontem... - Ele começou a se olhar.


Lembrou do motivo de ter ido até a casa de Júlia com seu manto preto de aventureiro, ele simplesmente não tinha outra roupa.


Ele olhou no seu cartão de tempo e viu o horário, 07:47 da manhã - Esse item é realmente bem útil, ainda bem que eu comprei quando estava na capital - Foi o que ele pensou.


Junto veio um sentimento de cansaço, como se tivesse feito algo desnecessário.


- O trabalho da Júlia começa só as 08:30, merda, sempre tenho que voltar cedo porque vocês acordam em momentos aleatórios - Flin retirou seu manto e ficou só com uma camisa branca e calça marron - Os quartos de banho só abrem daqui a pouco...


Ele juntou a cama do meio com a sua, e se deitou sobre o espaço confortável criado por 2 colchões de boa qualidade, olhou pela única janela do quarto em direção ao céu e apreciou a claridade aumentando aos poucos.


Mas sua paz não durou muito, logo Bunny acordou e assustado com a baba de Raphtalia, pensando se ela podia acabar com seu pelo surpreendentemente macio, pulou da cama, acordando a garota.


- Aahh!! De novo!! - Ele se levantou e correu para fora do quarto, buscando o banheiro para se lavar.


O que demorou 3 vezes mais do que deveria porque ele ainda tinha muito sono e tirou algumas risadas de Alice.


- An?! O que foi?! - Raphtalia ainda estava sentindo o susto enquanto esfregava seus olhos.


- Eu sei que você gosta do Bunny, mas precisa mesmo dormir com ele? Tem uma cama a mais no quarto a toa...mas nah, pelo menos não baba no cara.


- Flin, você tem 22 anos mas parece um velho - Ele se levantou quase tropeçando e se sentou na cama - Mas acho que você ta certo...


- Me chamando de velho, que maldade.


- Hehehe.


E assim o resto da manhã se passou, com o trio tomando banho e se preparando para sair da hospedaria, Bunny esfregou muito seu pelo com uma escova, chegando a arrancar algumas pequenas bolas de pelo, Raphtalia riu muito da situação do coelho enquanto mexia em uma espécie de caixa.


Ela tinha começado uma coleção de pedras com Flin, ele já tinha algumas, mas começou a coleção oficialmente quando Raphtalia ficou ficcionada por uma pedra com formato de raposa, segundo ela.


Chegaram até a cozinha da hospedaria e aguardaram o desjejum, que naquele dia ia ser preparado por outro hóspede.


Esse qual tinha chegado a poucos dias e causava uma certa desconfiança nos outros.


"Delicioso", foi o que pensaram, não imaginavam que um de seus vizinhos cozinhava tão bem, pelo simples fato de aquele lugar abrigar muitos aventureiros e sua aparência ser magra e robusta, sem um exagero de músculos, mas sem nenhuma ausência, algo bem valorizado em trabalhos que envolvem força física, ainda assim ele cozinhacs bem, isso é o que mais surpreendeu Flin.


Quando questionado sobre a comida deliciosa que havia preparado por quase todos no local, ele apenas respondeu que aquela era a especialidade de um padadeiro.


- Você...tá falando sério...? - Até mesmo Raphtalia que normalmente se mantém calada nesses momentos, concentrada em comer, questionou o homem, seus olhos estavam expressado uma genuína felicidade e surpresa.


- Sim - Ele sorriu - E você pode comer quando quiser, se os seus pais deixarem.


Ele olhou em volta procurando alguém que batesse com sua expectativa de pais para aquela garota, um casal com traços orientais e cabelos escuros, provavelmente.


- Sério?! Eu...!! - Ela olhou para Flin e Bunny hesitante.


Mas para sua surpresa, ela falou com os dois homens atrás de si, que ele pensou serem só amigos ou algo do tipo.


- Acho que tudo bem, mas não coma ao ponto de passar mal - Flin deu de ombros e soltou um bocejo.


Bunny suspirou e decidiu se pronunciar.


- A vontade - Ao terminar de falar, escutou um risinho de Raphtalia pouco antes dela voltar a devorar os pães doces.


- Você me pareceu incomodado - Flin comentou.


- Ela nunca ficou assim com a minha comida...


- Esse coelho virou uma dona de casa, hahaha.


Flin ficou com a mesma roupa de antes, Raphtalia colocou uma roupa amarela, estranha a maioria das pessoas, ela o ganhou de Alice, Flin e Bunny não se importavam porque ela ficava fofa usando aquilo.


Durante o café não receberam comentários sobre suas roupas, mas notaram alguns olhares.


O furry estava sem roupas, como sempre, as pessoas da cidade já haviam se acostumado com ele daquela forma e não viam mais problema, ele era peludo e não mostrava as partes íntimas afinal, furrys estavam se tornando cada vez mais frequentes naquela região do país.


Após comerem um café da manhã farto e delicioso, após algumas conversas psra mostrarem educação com os outros hóspedes, saíram da hospedeiria. Bunny e Raphtalia apenas seguiam Flin, já acostumado a liderar o trio.


Flin e Bunny já estavam familiarizados com os rostos dos vendedores no centro da cidade, então não era problema para eles andarem despreocupadamente por lá.


E era o que estavam fazendo.


- Não poderíamos vir outro dia ou outra hora ao menos...? - O coelho desistiu de esconder seu sono e terminou de falar com a boca mole.


- O local que vamos visitar necessita de horário marcado, desculpe, mas tem de ser agora, a propósito, tenta ficar quiero se vai falar como um morto, as pessoas vão achar que está bêbado já de manhã.


- Isso é preocupação? Que bom amigo eu tenho.


- Preocupação com minha imagem, já que andamos juntos...


- Opa! Vai um suquinho aí? - Um rapaz alto e moreno indagou enquanto olhava Flin, o interrompendo.


- Parece que chegamos - Flin sorriu - E bem a tempo, enrolamos muito no refeitório, hehe.


Ele guardou seu cartão indicando o horário e cumprimentou o rapaz.


- Bom dia para você também Degio, eu tô com a boca seca, mas quero água, tem como?


- Eu quero suco de uva! - Raphtalia respondeu antes de Bunny, que também queria.


Degio é um jovem de 17 anos que vende sucos em frente a loja de seu pai, um ferreiro, Flin o conhece a algum tempo, diferente de Bunny e Raphtalia, apresentados a 3 dias atrás.


Logo após Bunny e Raphtalia pegarem seus sucos e Flin um copo de água, eles seguem dando alguns passos para frente e se virando para direita, dando de cara com uma porta de metal com detalhes pretos, eles entraram no estabelecimento, e logo foram atendidos por um homem velho que tinha por volta dos 50 anos.


A loja era um espaço grande, com mesinhas nos cantos, feitas pelo próprio dono dado o gato do símbolo ao lado das mesas ser a de um búfalo vermelho, brasão do lugar, armas de todos os tipos, espadas, clavas, as que não estavam nas paredes do estabelecimento estavam apoiadas nas mesas.


- Senhor Dante, bom dia! - Flin logo cumprimentou o velho.


- Flin, veio aqui logo cedo, por que? Sei que não gosta do estardalhaço da feira da cidade.


- E não gosto, mas não podia perder uma boa oportunidade - O arqueiro retirou um papel de uma pequena bolsa e entregou para o velho.


- Aliás, soube dos boatos? A suspeita contra alguns metamorfos de estarem sendo uma espécie de bode expiatório para o exército de Belvin.


- Não sei se acredito nisso, por mais que seja bem possível..


Enquanto isso, Bunny se manteve quieto ao lado de Flin, nunca se entrosou muito com o ferreiro, então preferiu o silêncio.


Raphtalia se sentou e puxou um banco ao redor de uma mesa dentro da loja, se sentou e começou a tentar fazer algo para se distrair.


- Ela está fazendo cama de gato com folhas...onde diabos você achou isso? O tédio já bateu? - Flin pensou e olhou para Bunny, refletindo sobre o mesmo.


- Uma Dungeon?! Sei que o desempenho do seu grupo é de um em centenas ou até milhares...mas algo assim não é demais para vocês por enquanto? - O velho retirou ambos de seus pensamentos após ler o papel.


Flin exibiu um sorriso e fez um joinha para Dante, imitanto Alice, tentando ser simpático.


- Eu consegui um novo membro para o grupo, aparentemente bem forte, ele vai compensar a falta de um escudo no grupo, e vim comprar alguns equipamentos para explorar a Dungeon, por garantia.


- Você está mesmo certo disso...? - Ele direcionou seu olhar a Raphtalia.


A garota apenas deu uma pequena pausa no que estava fazendo e encarou o homem por alguns segundos antes de falar.


- Eu sou forte! Posso ir junto!


- Negado - Flin e Bunny responderam juntos, quase automaticamente.



Notas Finais


Eu já escrevi metade do próximo, que deve ser dividido em dois
Tô com sono, dps corrigo os problemas


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