História As Crônicas de Métesp: Presas, Garras e Dentes - Capítulo 35


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Categorias As Crônicas De Gelo e Fogo (Game of Thrones), Eragon, The Elder Scrolls
Personagens Personagens Originais
Tags Guerra, Reino, Universo Alternativo
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Palavras 652
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Fantasia, FemmeSlash, Ficção, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem!

Capítulo 35 - Corrupção e noivados


Dawidh

― Nenhuma data parece favorável. ― concluiu Thana, com os olhos pousados sobre o calendário

Não é para ser, é o que eu queria poder dizer.

― E por que não? ― perguntei, desinteressado

― Eu gostaria que você casasse-se no mesmo período que nosso primo, para que não fosse preciso ir ao Oeste mais que o necessário. ― ficou calada por muito tempo, pensando, então suspirou, farta ― Estou muito atarefada como rainha para ficar cuidando de casamentos! Ainda mais de meu irmão mais velho!

― Ninguém pediu-lhe para cuidar de meu casamento ― falei sem pensar, ela olhou-me com raiva, então completei minha frase para aliviar o que disse antes: ―, minha rainha.

A sala iluminada pelo Sol poente fazia enormes sombras no piso, nascendo atrás de cada móvel.

― Não corto-lhe a cabeça porque é do meu sangue. ― levantou-se, alisando a saia do vestido ― Onde está o senhor nosso pai? Deveria ser dele esta tarefa! Ele estava bem animado quando organizou meu casamento.

― Não é dado ao meu casamento o mesmo mérito que é dado ao seu.

― Deveria. ― discordou a governante ― Seu casamento com Lace é crucial para conseguirmos nossa aliança com os Oprasa e principalmente para que eu possa morrer em paz, sabendo que tenho sucessores capacitados.

― Pretende morrer, minha irmã? ― questionei, com um sorriso cômico

― Na maior parte das vezes isso não é algo que escolhe-se, o Mercante do Oceano que atacou-me não quis saber de minha escolha. ― riu ― Falando nele, como vai a investigação sobre Selinyo?

― Deixei esta tarefa a Gyllas, ele é o Capitão da Guarda.

― Ajude-o. Fará bem a você não pensar somente sobre seu noivado. ― Thana dirigiu-se a porta ― Com sua licença.

E deixou-me sozinho com a luz alaranjada do crepúsculo e a escuridão de onde essa luz não tocava, fiz a silhueta de um animal com as mãos e o vi tornar-se quase real na sombra que fazia no piso, a sala do conselho era redonda com muitas janelas estreitas, então haviam apenas retângulos compridos de luz.

Dirigi-me a sala de jantar, estava lotada, todos os vassalos Lefeatens do Norte estavam presentes recebendo a rainha que retornou, Thana estava de pé na frente dos tronos batendo palmas no ritmo da música que o bardo tocava, duas tranças desciam de sua cabeça, cada uma descendo por um ombro e ela usava um vestido vermelho vinho com detalhes em preto, totalmente fechado, de mangas longas e gola alta. Servi-me do jantar e sentei-me sozinho, observando a animação das pessoas a minha volta sobre a volta de sua rainha.

― Arranjar um noivado é mais difícil do que Thana pensa. ― meu pai veio até onde eu estava

― O senhor e a senhora minha tia Vítria fazem parecer fácil, casam filhos a todo o momento. ― zombei

― É uma questão de necessidade, não de facilidade. ― disse ― Quero que cuide de um assunto para mim: dinheiro e alianças com Casas menores.

― O que espera que eu faça sobre isso?

― É o tesoureiro real, não é? ― sorriu ― Tenho certeza que pode arrumar um modo de trazer mais dinheiro a nossa Casa, precisaremos dele para armar nosso exército com armaduras novas, construir catapultas e aríetes, entre outros fins.

Consenti compreensivelmente, mas questionei:

― E sobre as alianças com Casas menores? Achei que os casamentos fossem para isso.

― Acabaram os filhos para casar. ― ele riu ― Dê aos lordes subornos e regalias e logo estarão do nosso lado.

― Espero que saiba que isso requer tirar dinheiro do reino. ― lembrei-o

Corrupção não era novo para nenhum de nós, mas nunca havíamos feito nessa escala, meu pai fitou o teto pensativo.

― Sei. Esconda de alguma forma. ― disse

Gritos ecoaram pela sala e ouvimos objetos quebrando-se

― Thana. ― dissemos em uníssono



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