História As crônicas de Sesshoumaru - Capítulo 28


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Categorias Inuyasha
Personagens Rin, Sesshoumaru
Tags Sesshyrin
Visualizações 149
Palavras 1.597
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Luta, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


AVISO: Hentai leve. Se não se sente a vontade para ler conteúdo adulto, pode passar ao próximo, que será postado hoje à noite, pois isso não comprometerá o entendimento da história.

Capítulo 28 - Núpcias


Capítulo 28 - Núpcias

Já era noite alta e Rin se achava no quarto do youkai branco, a espera dele. Estava sentada sobre os joelhos em um colchão macio sobre um leito largo e baixo, talhado em madeira, e um único castiçal provia uma luz cálida ao ambiente. Raras foram as vezes que ela tinha estado naquele recinto, que mesmo sobriamente mobiliado não deixava de ser aconchegante. Ela já estava aguardando ali há algum tempo e sentia-se nervosa, sem saber ao certo como deveria se portar.

Lá fora, o pátio estava incrivelmente silencioso e quase sem vestígios da grande festa daquela tarde. Somente o vento, que vez por outra zunia, perturbava o silêncio daquela noite escura de um céu encoberto de nuvens. Uma chuva refrescante estava para cair.

Foi então que Rin deu um pequeno sobressalto ao ver seu então marido entrar ali.

A princípio, ela ficou apreensiva, mas como Sesshoumaru exibia um leve sorriso nos lábios, ela acabou sorrindo também e logo seus olhares se prenderam um ao outro. No entanto, assim que Rin se deu conta de que tudo que revestia o corpo do youkai era um hadajuban, ela enrubesceu e abaixou a cabeça, evitando olhá-lo.

Sesshoumaru sorriu do acanhamento dela e a observou atentamente. Atendendo a vontade dele, Rin vestia apenas um manto vermelho, todo em bordado. Aproximando-se, ele veio se sentar no leito bem próximo a ela.

Tímida, Rin levantou o rosto a ele, que aproveitou para pousar uma mão na face ainda corada dela. Sesshoumaru podia ler seu nervosismo nos olhos graúdos e podia escutar o coração humano pulsando mais depressa, além disso, um leve tremor agitava os lábios rosados. Não que ele mesmo estivesse munido, para o ato que se sucederia, de algo além do instinto, mas imaginava que não a decepcionaria. Sempre mais empenhado em se tornar um daiyoukai, apesar de seus séculos de vida, ele nunca tinha estado com uma mulher.

Segurando a mão do youkai em seu rosto, Rin o olhava, sentindo o toque das garras afiadas em sua face. Naquela distância, seu amado lhe pareceu tão diferente. Bonito como sempre, mas diferente. Incapaz de continuar sustentando o olhar direto dele, ela tornou a abaixar a cabeça, mas ele logo erguia gentilmente seu queixo, buscando seu olhar.

Após alguns instantes fitando os olhos castanhos, Sesshoumaru tomou a boca de Rin em um beijo. Foi um beijo tão convidativo que Rin quis desesperadamente corresponder, mas seu corpo simplesmente não lhe obedeceu. A imobilidade dela fez o youkai se afastar um pouco. Ele a encarou com um sorriso acalentador nos lábios, buscando lhe transmitir calma, então a beijou de novo. Dessa vez sim a boca pequena se abriu numa fresta, recebendo desajeitadamente a investida dele.

Um pouco depois, Sesshoumaru pousou as mãos no rosto de Rin, que ficou emocionada com este gesto, sentindo-se muito amada. Então ela colaborou para aprofundar o beijo, imitando os movimentos que a boca dele fazia na sua. O beijo se prolongou, mas logo o peito de Rin doeu com a falta de ar. Captando a aflição dela, Sesshoumaru parou de beijá-la e afastou-se um pouco, deixando que ela respirasse livremente.

Rin mal tinha recobrado o fôlego quando Sesshoumaru tornou a se aproximar dela. Ele se inclinou um pouco e logo estava dando vários beijinhos na curva de seu pescoço. Por algum tempo, Rin se manteve estática, deliciada com o calor que emanava do youkai para si, mas então começou a amolecer. Prontamente, Sesshoumaru lhe rodeou o corpo com os braços, acolhendo-a. Rin se desmanchou inteira naqueles braços fortes que a envolviam e deixou a cabeça pender para trás.

Erguendo o rosto, Sesshoumaru contemplou sua jovem esposa, tão linda e entregue. Enfim ele assimilava o fato de que sua pequena Rin habitava em um corpo de mulher agora, um corpo crescido e formoso. Ainda que em temperamento muito da garotinha que ele revivera há quase dez anos ainda estivesse ali, a mudança física que nela se operara deixava-o fascinado.

Pousando os lábios no colo parcialmente exposto de Rin, Sesshoumaru se deliciou com a maciez da pele clara, que estava perfumada e tinha o aspecto da mais pura seda. Beijou-a ali e em seguida fez com que ela se deitasse, bem devagar.

Estirada no leito macio, Rin acompanhava com os olhos os gestos do youkai branco, num misto de paixão e apreensão, até que ele passou a acariciar seu rosto. Extasiada com essa carícia, ela não conseguiu evitar que suas pálpebras se fechassem.

– Abra os olhos... - ele pediu num chiado sussurro.

Rin obedeceu prontamente, porém só o olhou por alguns poucos instantes, antes de virar a cabeça de lado, assim não viu o riso que se desenhou nos lábios dele.

Ainda sorrindo, Sesshoumaru desmanchou o laço do cinto que atava o manto dela, mas, o traje, de tão espesso, manteve-se fechado. Inclinando-se sobre Rin, ele virou delicadamente o rosto dela para si - as longas madeixas de seu cabelo prateado acariciaram-na. Sem qualquer pressa, ele foi deslizando uma das mãos pela lateral do corpo dela até chegar à cintura fina e repousar a mão na abertura do manto.

Segurando a respiração, Rin apenas fitava o youkai quando, sem aviso, ele abriu seu manto, expondo sua nudez. Reagindo por instinto, ela fechou os braços sobre os seios e juntou as pernas, amedrontada com aqueles olhos dourados, que de repente pareceram se tornar intimidadores.

– Não precisa ter medo de mim... - disse ele em tom brando.

– Não, eu não... - ela tentava se justificar, mas desistiu e então se ergueu e se abraçou a ele, usando o corpo dele para ocultar o seu próprio.

Surpreso com a atitude dela, Sesshoumaru não reagiu de imediato. Mas então cuidou de acalmá-la, acariciando demoradamente os cabelos escuros. Só quando ele percebeu o respirar ofegante dela voltar à normalidade, com grande delicadeza, ele tirou os braços dela de volta de seu pescoço e fez com que ela o encarasse.

Sem quebrar o contato visual, Sesshoumaru se livrou de seu hadajuban. Rin estremeceu, sentindo-se em febre. Mesmo em face ao extremo constrangimento dela, Sesshoumaru decidiu que já era hora de livrá-la daquele manto. Delicada e cuidadosamente, suas mãos encontraram espaço pela gola do traje, então ele tocou os ombros de Rin sob o tecido e logo suas mãos faziam o manto escorregar pelas costas dela. Em resposta, Rin ficou retesada e sua pele toda se arrepiou.

Sesshoumaru gastou alguns instantes contemplando-a. Detendo-se nos mamilos empinados, umedeceu os próprios lábios e adorou imaginar que aqueles botõezinhos cor-de-rosa estavam à espera de seus toques e beijos. Os olhos dourados foram descendo, impressionados com a beleza daquele corpo imaculado e virgem. Enfim cedendo ao anseio de tocá-la, Sesshoumaru fez seu indicador deslizar desde entre os gêmeos até o umbigo pequenino, numa sedutora carícia, que fez Rin gemer contida. A reação dela aumentou vertiginosamente a excitação dele, então ele empurrou gentilmente o corpo dela para o leito, fazendo-a se deitar novamente, e ao mesmo tempo foi se deitando também, por cima dela. Seus corpos despidos se tocaram, assim como suas bocas, que logo se comprimiam em um beijo apaixonado.

Abandonando a boca delicada, Sesshoumaru se ocupou de conhecer com os lábios cada pedacinho da pele de Rin, que arfava de excitação com tantos beijos. Findada a provocante tarefa, acomodando-se entre as pernas de Rin, Sesshoumaru deixou as mãos espalmadas no leito, dos lados da cabeça dela, e a encarou no fundo dos olhos no momento em que o contato mais íntimo que poderiam experimentar se iniciou.

Com todo cuidado ele começou a penetrá-la. Encontrando certa resistência, não teve alternativa senão forçar-se contra ela. Rin mordeu os lábios para não gritar com a invasão dolorosa, mas não verbalizou qualquer reclamação. E justo quando ela pensava que não aguentaria, qualquer coisa aconteceu dentro de si e aos poucos a dor foi dando lugar a um prazer inimaginável.

Sesshoumaru pestanejou, captando o cheiro de sangue e se perturbou com a possibilidade de que estivesse machucando-a, mas o modo como ela o apertava e abraçava, o incentivava a continuar. Guiando-se por instinto, ele começou a se mover, a princípio devagar e Rin o acompanhava. Passados alguns instantes, o ritmo foi se intensificando, até se tornar frenético. Foi como se uma diretiva secreta houvesse sido disparada no âmago de suas almas. Era intenso, caloroso e irresistível. O mundo poderia desmoronar que eles não notariam.

Ouvindo os sons roucos vindos de seu amado, Rin ousou encará-lo. Os olhos deles se prenderam uma vez mais, até que em um ímpeto Sesshoumaru a ergueu e a puxou para cima. Em resposta, ela se agarrou ao pescoço dele e então seus corpos começaram a ondular um contra o outro. O ato se prolongou por todo o tempo que eles puderam suportar, então ele a derrubou no leito outra vez e após algumas poucas investidas, ambos alcançavam um gozo arrebatador, primeiro ela, depois ele. Achavam-se extenuados e ofegantes quando um sorriso cúmplice desabrochou em ambos os lábios.

– Rin, eu te amo tanto... - ele confessou.

A declaração fez com que ela vertesse lágrimas de alegria.

– Eu também te amo muito, senhor Sesshoumaru - ela devolveu num murmúrio.

– Não me chame mais assim - ele pediu serenamente, secando o rosto dela do choro e do suor.

– Sim, Sesshoumaru - assentiu ela, beijando carinhosamente a mão dele em seguida.

Ao longo daquela noite, eles ainda se amaram outras duas vezes, no compasso da paixão que compartilhavam e só em plena madrugada se entregaram ao sono. Para ambos foi uma experiência inigualável e especial, a consumação da união de dois corações destinados a se amarem desde o primeiro encontro.

CONTINUA...


Notas Finais


Já faz algum tempo, mas como foi algo marcante, ainda lembro que quando escrevi esse capítulo pensei que eu podia ter feito dele uma oneshot Sesshy & Rin. Depois, acabei aperfeiçoando essa ideia quando resolvi começar "As crônicas de Sesshoumaru". Então posso dizer que foi esse capítulo que deu origem a essa fanfic.
Sei que não ficou um hentai muito detalhado, tanto na época como hoje não acho que em se tratando de Sesshy e Rin fosse necessário detalhar mais do que isso. Em relação ao texto da "Naraku apaixonado?", as edições que fiz aqui foram leves, mais correções gramaticais mesmo.
Esse foi o último momento do casal que apareceu na "Naraku apaixonado?", então tudo daqui pra frente será inédito.
E aí? O que acharam? Nem preciso dizer o quanto fico ansiosa por comentários nesse capítulo, né? Por fim, muito obrigada a todos que ainda estão acompanhando!
Cat-chan-II
06-08-2018


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