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História As Crônicas de um Blinger - Capítulo 18


Escrita por:


Notas do Autor


Heeeey...

Turu pom?

Hoje tá sendo improviso total pelo celular, porque estou sem PC, tô reformando o quarto e me preparando pra viajar, então correria e as coisas estão todas embaladas.

Espero que curtam o capítulo e bem, vou adorar saber as teorias que fizeram sobre o nosso Kibum-ah s2


----------- Boa Leitura! -------------

Capítulo 18 - Quando o passado quer ficar, mas é preciso dizer adeus.


Fanfic / Fanfiction As Crônicas de um Blinger - Capítulo 18 - Quando o passado quer ficar, mas é preciso dizer adeus.


— Quero te contar uma história.—  disse Kibum depois de um tempo de silêncio e Jonghyun assentiu. — Vou te contar sobre um trauma. Por favor, apenas escute sem me interromper, ok? Senão eu não vou ter coragem de concluir…



Jonghyun acenou com a cabeça mais uma vez e Kibum fechou os olhos tentando organizar as ideias, seu coração batia rápido contra o peito e foi dando uma última respirada funda que teve coragem de começar.


" Bem… quando eu estava no ensino médio, fazia parte do comitê de organização. Não era como se eu fosse popular ou do tipo galã de filme, mas era um cara conhecido, tinha meu grupinho de amigos e um bom lugar onde passar o intervalo. Em resumo: era um típico estudante que todo mundo conhecia por estar sempre organizando coisas, e eventualmente precisavam de mim. 

Eu sempre tinha opinião sobre tudo e defendia meu ponto de vista com unhas e dentes, ninguém me batia numa discussão. 

Por ter esse jeito, obviamente não quis esconder que era gay, também não vi motivos pelos quais esconder que namorava. Não era como se eu fosse ter que dar satisfações aos meus colegas de classe, afinal os meus pais  já sabiam sobre isso e me aceitaram sem grandes alardes. Para mim, esse fato era a única coisa que importava, pois eles sempre foram meu alicerce para tudo. Com meus pais ao meu lado eu simplesmente sentia como se o mundo fosse meu. Sim, eu era um filhinho de papai com muito orgulho! E por mais que meu appa tenha demorado um tempinho para se acostumar comigo beijando outro cara, isso durou pouco. Sinceramente, não foram necessários nem três meses para que o meu ex se tornasse um segundo filho, o que me deixou feliz. Tão feliz que me entreguei de corpo e alma ao relacionamento que tinha. 

Sei lá, na adolescência a gente não tem muita noção das coisas, e eu nunca havia sentido tanta conectividade como tinha com o Jinyoung. Ele era alguém que me entendia e a gente gostava de ficar horas conversando sobre vários nadas. Eu estava no segundo ano quando começamos a namorar e a Boah-noona que era do terceiro simplesmente não ia com a cara do Jin, mas nada dizia contra, apenas preferia ficar na dela quando ele estava por perto e isso acabou nos afastando.

Meu ex me incentivava a chamar todos os meus amigos quando saíamos e nenhum de nós dois entendíamos porque a Boah não gostava dele. 

Pequenos entraves à parte, todos os anos havia uma gincana no colégio onde as salas de cada ano formavam um grande time e competiam entre si. Ou seja eram três equipes: primeiro ano, segundo ano e terceiro ano.

De modo geral o terceiro sempre vencia, mas como já disse eu era um cara determinado, e com boa estratégia consegui organizar a lista de tarefas com mais um grupinho de representantes das outras salas, éramos em cinco.

Nós tínhamos dois meses para conseguir juntar tudo, e fazer daquele ano o primeiro onde o terceirão não seria o vencedor e sim o segundo. O senhor Jung, que era o professor responsável pela minha equipe, havia dito que por conta da nossa antecipação com relação às tarefas, estávamos em vantagem com relação às outras duas equipes. Isso nos deixou muito empolgados e o Jinyoung, que era fantástico com desenhos, criou a camiseta que usaríamos durante a competição. 

Era um modelo lindo que respeitava o tema pedido: sustentabilidade. Haviam dois tipos de camisetas e para o dia da votação ficou acertado que eu seria o modelo junto com uma garota de outra turma.

Fora as preparações sobre a gincana, o ano corria normalmente, todos tinham seus clubes, as competições em campeonatos,  os deveres escolares e claro, as baladas. 

Eu precisava ir, ao menos, uma vez por mês me divertir dançando até me acabar, e havia uma casa onde os seguranças pouco se importavam em pedir identidades, então era lá o point da galera.

Naquela época, eu gostava de testar meus limites, eu gostava de ser o mais lindo, o mais cobiçado, o mais dos mais. A única coisa que eu queria era ser motivo para que falassem de mim. Contudo não era biscoiteiro, eu meio que fazia as coisas serem naturais, então quando saía, sempre passava horas a fio escolhendo roupas, indo ao shopping caso não estivesse satisfeito com o modelo que vestia e como Jinyoung ficava todo pomposo em se exibir com o namorado que tinha, nossa, eu ficava todo vaidoso..

E talvez este tenha sido o maior pecado da minha vida.

Numa balada qualquer, quando já tínhamos bebido o suficiente para que os beijos não fossem mais o suficiente para nos entreter, olhei cumplice para o meu ex e fomos parar no banheiro. Uma coisa levava a outra e lá estava eu de joelhos pagando um boquete para ele que enchia meu ego dizendo o quanto eu era bom naquilo. E naquela hora eu estava bêbado demais para ter grandes reflexos ou lembranças, apenas uma coisa ficou clara na cabeça: ele havia pego o celular. Para quê? Eu não entendi no calor do momento, fui entender só depois.

Aquela balada foi icônica, geral falava dela mesmo um mês depois e eu só tinha alguns flashes do que havia rolado, lembrava do show de striptease, lembrava de achar um dos gogoboys esquisitos e o quanto fui aloprado por uma amiga por ter achado “o homem mais perfeito daquela noite” feio.

Enfim, não houve nada de novo sob sol até que a gincana começou a se aproximar.

Lembro claramente de um dia chegar à escola e sentir os olhares serem direcionados a mim, de início imaginei que fosse porque eu era, de longe, o responsável por estar colocando o segundo ano a frente do terceiro e sorri comigo mesmo. “Kim Kibum do segundo B está fazendo história” pensei e segui; mas ao chegar nos armários me senti mal, percebi que cochichavam sobre mim, alguns riam, outros olhavam de modo julgador e eu fiquei sem entender nada até que Boah-noona me encontrou.

— Kibum-ah, tá tudo bem?

— Por que não estaria? — perguntei confuso e ela me mediu.

Seu olhar era triste, parecia sentir uma dor que não era dela, mas mesmo assim doía e eu fiquei com medo.

— O que houve?

— E-eu, ai meu Deus, eu não sei como dizer isso... — falou ela e um dos garotos do terceiro passou por nós.

— Nossa, Kibumie, você mama tão bem... — ele disse em meu ouvido e saiu gargalhando.

Eu gelei vendo os olhos da minha amiga se arregalarem, e instantaneamente o flash do meu ex me filmando ficou claro como nunca antes e eu entendi tudo antes que ela falasse qualquer coisa.

— Onde viram o vídeo? — perguntei.

— Está num site pornô... Não faço ideia de quem achou, mas todo mundo já viu. — ela disse e eu nem me dei ao trabalho de ouvir mais alguma coisa.

Saí correndo até minha sala afim de encontrar o Jinyoung e ele não estava lá, sentei no meu lugar e fiquei esperando ele aparecer, mas ele não apareceu. 

Durante o intervalo não tive coragem de sair da sala e quando o sinal bateu esperei que todos saíssem para poder andar pela escola sem encontrar muitas pessoas. Já estava me sentindo uma aberração de circo, todos na minha classe passaram o dia me olhando, comentando coisas entre si e durante o intervalo e saída muitas pessoas passaram pela minha sala apenas para comentarem sobre o que haviam visto ou ter certeza de que era eu mesmo.

Anos atrás os celulares não eram tão incríveis como agora, as câmeras eram uma verdadeira merda quanto a resolução, mas mesmo assim, era eu num vídeo de pornô amador, era eu de joelhos chupando um cara, era eu. O que meus pais iam dizer sobre isso? Eles já eram juízes com uma reputação a zelar e eu arruinaria tudo com um vídeo. Além deles e a minha própria reputação?! O que ia acontecer comigo? Por mais que eu tivesse um namorado, por mais que meus pais suspeitassem que eu não fosse mais virgem, eu era o filhinho perfeito deles, o garoto de ouro, não a putinha que entra clandestinamente em baladas por aí e se sujeita a tal papel.

Francamente nem percebi quando havia começado a chorar de soluçar na cadeira, só percebi quando Jinyoung apareceu.

— POR QUÊ? — o encarei. Ele estava claramente surrado, a cara tinha um belo hematoma e um corte na bochecha.

— Eu fui roubado ontem depois do treino... — foi a única coisa que disse. — Kibumie, eu jamais compart—

— NÓS JÁ TINHAMOS FALADO SOBRE ISSO, JINYOUNG! — bati nele sem forças enquanto minha voz reverberava pelo corredor. — EU TINHA TE PROÍBIDO DE NOS FILMAR!!!

Meu ex tentou se explicar, ele havia sofrido um sequestro relâmpago durante a noite e como não era costume trocarmos mensagens eu nem achei estranho ele não dizer nada sobre ter chego em casa ou não, estaríamos nós vendo no dia seguinte mesmo. Jinyoung tentou arranjar argumentos, me disse o quanto implorou para que não compartilhassem o vídeo, mas eu não conseguia escutar nada, eu estava me sentindo tão humilhado, tão sem chão, tão sem norte.

Acabei por deixá-lo falando com o vento após terminar nosso namoro e fui para casa. Estava tão exausto que adormeci no sofá e fui acordado de supetão por meus pais que tinham a pior cara possível.

Pois é, a vida pode ser uma desventura em série quando dá na telha e lá estava eu entre os meus pais em frente ao notebook do meu appa com o vídeo onde eu chupava Jinyoung rolando. Se se ver num vídeo já era de dar um certo desconforto, imagine essa sensação aumentada exponencialmente quando, na tela de um maldito notebook tem você pedindo por “leitinho” e recebendo tudo na cara com os seus pais assistindo ao seu lado.

Não consegui conter os soluços que se sucederam durante e depois do vídeo, meus pais não disseram nada, porque meu estado não permitia, se estavam com raiva ou decepcionados eu nunca soube, porque travei num ataque de histeria completo. Tudo estava embaçado e os meus pensamentos não tinham qualquer sentido, mas eu estava envergonhado como nunca estive na vida e queria acima de tudo morrer.

A partir desde dia, tudo foi um inferno e, eu literalmente queria sumir do universo.

Os comentários na escola aumentaram e com eles vieram os apelidos, vieram os insultos, a gozação e eu não tinha voz para me defender, era como se a vergonha de ser exposto daquela forma tivesse acabado com o todo poderoso Kibum.

Juro que tentei fingir que nada estava acontecendo e segui em frente, inclusive Jinyoung parecia mais aliviado que triste depois do nosso término e nada falava contra, nem a favor da zoação, era como se eu não existisse para ele e também ninguém encheu o seu o saco, na verdade até que o elogiavam por sei lá o quê. 

Contudo a gota d´água que me quebrou em mil pedaços veio no dia da gincana onde desfilaríamos com as camisetas dos times.

Os modelos do primeiro ano tinham entrado na passarela montada, absolutamente a escola inteira estava lá, primeiro foi a garota e depois o menino. Quando foi a vez do segundo ano; a minha parceira entrou, fez seu percurso e voltou, estava tudo ok, até eu entrar no palco. Assim que dei o primeiro passo senti a atmosfera ficar densa, os cochichos começaram, e antes que eu chegasse até a frente onde daria aquela parada básica, um coro inicialmente tímido tomou corpo e todos diziam “Oral B”.

Não sei se sabe, mas há uma marca de escova e afins que tem esse nome e como eu era do segundo B, o apelido foi perfeito. Perfeito para acabar comigo. Todos riam, todos gritavam a plenos pulmões e lá de cima eu me senti uma aberração exposta para o entretenimento, eu travei no lugar e só saí de lá, porque meus amigos me pegaram no colo.  Estava tudo desmoronando perante os meus olhos, nada do que eu conquistei com meus esforços tinha sentido, toda a reputação que eu havia construído, as amizades que achei ter, as pessoas que me admiravam, nada disso era real, era tudo ilusão e a única coisa que importava era que eu significava menos que um lixo por ter feito um boquete que foi filmado e caiu na internet.

Fiquei minutos com uma extrema vontade de vomitar algo que não vinha, meu coração parecia que sairia pela boca, as lágrimas quase me afogavam e tudo, absolutamente tudo que vinha à minha mente dizia que a culpa era minha, por não ter feito nada quando vi o celular do desgraçado do meu ex apontado para mim.

No fim, eu era menos que um lixo mesmo. 

E foi nisso que comecei a acreditar, além de não conseguir confiar em mais ninguém.

Meus pais me trocaram de escola, nos mudamos e comecei a fazer tratamento contra síndrome do pânico. Por vezes estive à beira de um suicídio, mas os remédios foram dando conta; incialmente me sedando ao ponto de eu não saber quem era, apenas para que conseguisse dormir sem ter flashes das humilhações que passei. As sessões foram progredindo, e as dosagens dos remédios diminuindo. Em meu novo colégio eu me afoguei nos estudos, me fechei ao mundo e ao entrar na faculdade de direito continuei assim. Não falava com ninguém, apenas o necessário e fazia minha parte, quanto menos soubessem de mim, menos chances de saberem sobre o meu passado."


Kibum respirou fundo, não existiam lágrimas em seus olhos, apenas um triste sorriso e Jonghyun segurava a mão do mais novo como se tentasse lhe salvar do mundo. O coração do cantor estava moído, eram tantos sentimentos misturados, sentia raiva, ódio e acima de tudo tristeza. Seus olhos estavam marejados por  nota daquela história que inicialmente se divertiu imaginando como seria um jovem Kibum completamente dono de si e enérgico, mas que terminou num show de horrores e a atração principal que devia ter sido protegida foi exposta a uma tortura psicológica sem limites. Em tantos momentos o cantor quis dizer algo, mas como Kibum havia pedido que não o interrompesse e Jonghyun respeitou a decisão alheia.

— É claro que meus pais conseguiram apagar o vídeo e afins pouco tempo depois do ocorrido, mas o download existe e nunca saberei se está tudo bem ou não. — suspirou o escrivão. — É um eterno dilema, por isso vivo discretamente, aprendi da pior forma que confiar nem sempre dá certo, mas com a terapia e principalmente, com você percebi que se eu fugir sempre não estarei vivendo.

— Comigo?! Oh, desculpe… — Jonghyun fechou os olhos se condenando por ter interrompido o mais novo, mas ele sorriu genuinamente daquela vez e deu um selinho no cantor.

— Tudo bem, a parte onde eu perderia a coragem já foi,  mas sim, por sua causa eu vi tudo mudar ao meu redor. Eu não sei hyung, realmente não sei qual feitiçaria que rolou, mas eu sei que; de alguma forma seu olhar me enfeitiçou quando te vi pela primeira vez e aí sua voz me prendeu, quando me dei conta estava ouvindo "Crazy" incessantemente. Eu estava tão apático com tudo que sua música foi como uma brecha aberta e sem pedir permissão foi colorindo minha vida. — Kibum olhou para os dedos entrelaçados com um olhar nostálgico. — Quando vi uma entrevista sua, me surpreendi demais com o seu jeito, foi até um choque. Você era doce, mas do nada dizia verdades duras sem rodeios e aquilo me chocou. Você me despertou uma curiosidade e eu fui atrás de saber mais e mais sobre a sua vida, sobre suas ideias e quanto mais descobria mais ficava bugado.

— Por que? — Jonghyun tombou a cabeça de lado e Kibum riu.

— Porque sem querer querendo eu criei teorias em minha cabeça sobre quais eram as melhores condutas a serem seguidas, mas você parecia quebrar meus argumentos quando dizia abertamente sobre ser um romântico sem causa, sobre não ligar por chorar, sobre ser humano e no fim garantir que estava tudo bem fraquejar, porque somos humanos. Você é tão sensível, se doa tanto, se fere tanto e mesmo assim consegue enxergar a dor alheia, a forma como canta mostra isso e eu sei, pode parecer estranho, mas todos os dias em que eu estava exausto de estudar para o concurso, ou quando chorava pelo esgotamento, era "end of a day" que me fazia dormir. Quando percebi era seu fã, e sabe, o fato de ninguém saber sobre isso fazia de mim um fora da lei. E isso me deu a nostálgica sensação de estar vivo de novo, por mais que inicialmente não me expor seja pelo medo de que alguém estrague tudo...

— Meu amor… — Jonghyun começou a falar, mas foi calado por Kibum. O escrivão iniciou um beijo lento e carinhoso.

— Eu te amo, hyung, te amo mesmo, tanto que falei sobre algo que me deixou marcas que talvez nunca sejam curadas, mas eu sei que isso pode lhe incomodar. Imagina se alguém descobre que nos conhecemos e me expõe? Mesmo que falemos que somos "amigos", eu sou gay e muita maldade pode rolar disso. Muita mesmo, ainda mais se o meu vídeo existir por aí. São tantas possibilidades que sinto falta de ar só de pensar. Não acho que não sou capaz de lidar. — Kibum respirou fundo olhando para Jonghyun, suas mãos tremiam e ele mordeu os lábios para não chorar, por mais que seus olhos estivessem lhe entregando. — Por isso, eu entenderei se achar melhor ir embor—

— NEM pense em dizer isso, Kibum-ah! — Jonghyun falou pausadamente olhando no fundo dos olhos do mais novo. — Por Deus, Key, eu não vou embora! Você não vai fugir de mim, me ouviu? — sorriu um tiquinho vendo o beicinho do mais novo. — Você é quem é, e por você eu estou disposto a mil e uma aventuras só pra te ver dormindo ao meu lado. Nada do que disse diminuiu o que sinto, pelo contrário, eu quero você por inteiro, quero suas qualidades e seus defeitos, quero Kim Kibum com seus sorrisos e seus traumas, porque eu também te amo e quero poder dizer nem que seja só entre nós que eu tenho o melhor namorado do mundo.

— Ah, hyung eu achei que fosse correr assim que ouvisse minha história, pera QUEEEEEEEEEE????? — Kibum arregalou os olhos e Jonghyun escorregou pela lateral da cama se ajoelhando no chão e pegou a mão direita do mais novo.

— Quer namorar comigo? — perguntou Jonghyun sorrindo.

— Eu…aí minha foda bem dada, não tava preparado pra isso. Mas tipo, se você quiser, é claro que eu quero… — o escrivão sorriu, mas murchou em seguida. — Vai mesmo me querer, assim? Todo remendado? — Kibum perguntou e foi abraçado pelo mais velho.

— Uhum. Eu já disse, eu quero tudo de você, cada partezinha. Tudo só pra mim. — Jonghyun soltou o mais novo apenas para que pudessem se encarar. — Não vou exigir que se exponha por mim, nem mesmo para falar aos outros que somos "amigos", vamos no seu tempo, ok?

— Obrigado, hyung. Isso significa muito pra mim…



[...]



 

 

 

 

 

 



Notas Finais


E aê, o que acharam?

A vida é uma caixinha de surpresas, né? Eu diria que as tragédias nos cercam o tempo inteiro, em casa, fora de casa, na escola, ou no trabalho e tudo pode desmoronar de vez ou não, depende de como encaramos essas fatalidades. Infelizmente o trauma do Key foi baseado em algo real que eu vi acontecer quando estava no colégio e tanto pelo lado do Jong sendo idol, quanto do Key eu realmente exponho os meus pensamentos de que nada justifica as maldades alheias, tanto com os ídolos, quanto com as pessoas ao nosso lado.

Acho que vcs tbm compartilham dessa opinião, né? Vcs são incríveis sempre.

Tem vezes que me sinto fraca e desanimada, e então leio os comentários, as opiniões e críticas... Sempre acabo sorrindo, vcs são um extensão do Jonghyun na minha vida, pq até um xingo pode animar quando é feito com carinho.

Tô baitola. E bem, que venha o namoro...mwahaha... Quero só ver quando o povo souber.

Querendo me achar:

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💎 https://twitter.com/blinglilly


Bjos de Luz!


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