História As Crônicas De Um Rei sem Reino - Interativa. - Capítulo 37


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Categorias As Crônicas De Gelo e Fogo (Game of Thrones)
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Batalha, Campo, Castelo, Continente, Espada, Guerra, Interativa, Irmãos, Mar, Mitologia, Reinos, Sangue, Seis, Tronos
Visualizações 41
Palavras 2.050
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Hentai, Lemon, Magia, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Saga, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olhaaaaaa Eleeeee, com o quê? Mais outro capítulo!

Bom, primeiro, não tem uma música específica para este Capítulo, mas podem ouvir o que quiserem. Triste de preferência.

Xoxo.
Até breve.

Capítulo 37 - A Destruição de Haygard - Deuses na Terra Baixa.


O pouco exército havia sido encurralado dentro do castelo. Lukien logo havia descoberto, no entanto nada poderia fazer.

Magnu Hunster estava ainda com olhos vermelhos, possuído pela bruxa. O que deixava explícito que Abigail ainda estava por perto, apenas aguardando o melhor momento.

Tema Buk, última sobrevivente de sua família, surgia perante às alturas dentro do castelo, preenchendo o segundo andar do castelo com arqueiros tão hábeis quanto a própria. A garota selvagem analisava somente aquele que matou a sua irmã, Gregor.

– O trono. – sussurrou Aurora.

O trono foi alvo dos olhares de Gregor e Katarina. O que Nio construiu como sendo o coração das Fortalezas Andantes deveria ser destruído o quanto antes. Magnu estava assentado nele, ainda segurando a corrente que levava ao pescoço de Ângelo.

– Não adianta dialogar. – Disse Arcques. – Ele está hipnotizado.

– Sabem o que fazer! – Disse Magnu.

As tropas avançaram, e novamente o duelo se iniciou. Entravam na segunda lua de confronto e as mortes já eram drásticas e numerosas.

– Os Orcs! – Avisou Katarina ao vê-los pela escuridão. Estranhamente surgem risonhos portando suas espadas, ao lado dos homens de Magnu. – Estão nos traindo!

– Na verdade estão hipnotizados. – Notou Gregor, enquanto puxava novamente o chicote do pescoço de alguém.

Os olhos vermelhos presentes em orcs era explicado pela bruxaria da semideusa. As frágeis mentes facilmente manipuláveis daquelas criaturas se focavam em apenas assassinar.

Arcques segurou sua espada contra um selvagem, mas conseguiu o empurrar e golpear fatalmente. Ficou de costas para Aurora, um cuidando o outro.

– Os arqueiros. – Disse ela.

Elesis então cortou uma flecha no ar com sua velocidade em manusear o chicote. Ambos, ela e Gregor, pareciam dançar agilmente cravando as lâminas de suas lindas armas nos homens postos à cima.

Katarina retirava suas lâminas e imediatamente às empalava novamente em seus rivais. Seus cabelos balançavam conforme a mulher se movia em batalha.

Magnu parecia surpreso, a emboscada estava cada vez mais fracassada. Levantou-se do trono nervoso, no exato instante em que notou os gigantes invadirem o castelo.

As paredes foram quebradas e arremessadas longe. Os pés das grandes criaturas esmagavam seus homens e cômodos inteiros. Aos poucos, o que um dia era um castelo, foi-se tornando ruínas de um monte de concreto real.

– Malditos! – Grunhiu Magnu, retirando a sua espada, mas sendo surpreendido por Finalizador, com a foice apontada. – Homem que não mostra o rosto, quer brincar? – Debocha o rei de Haygard, mas é Ângelo quem o golpeia, derrubando-o de seu local.

– Não atirem, o rei está em perigo! – Avisou Tema, agora percebendo Gregor à sua frente. Mirou a flecha se lembrando de sua irmã Riane. A selvagem deixou uma lágrima escorrer assim que o navegante parou, a observando. – morra. – disse, suavemente liberando os dedos, deixando a flecha cortar o ar para matar Gregor.

Todavia, a infelicidade de Tema estava presente ao ver um enorme braço cobrir Gregor, era Kal, o gigante. A flecha havia se quebrado em sua grossa camada de pele. A garota então percebeu o erro. Percebeu a derrota. Deixou-se cair de joelhos em meio da batalha, vedo Magnu também ser capturado.

Lentamente, um a um, ou morriam ou eram capturados.

Arcques observou tudo desenrolar durante um momento que demorava passar.

O ritual fora feito. O trono foi destruído, assim como As Fortalezas Andantes. Haygard caiu, destruída por toda eternidade. Soldados, selvagens e haygardianos formavam filas e filas, enquanto Urry, Azef e Westell separavam as vítimas.

Corpos e mais corpos iam sendo queimados enquanto Arcques caminhava pelo campo sozinho. Ao seu redor, o caos de uma guerra e o preço da mesma.

A fumaça dos mortos de seu lado subiam ao céu, criando uma densa fumaça e odor insuportável.

O Sol parecia novamente brilhar quando tudo parecia finalmente calmo.

Os soldados foram punidos um a um com a morte, sem exceções. Mesmo Tema, garota e jovem, morrera pelas ordens de Arcques, surpreendendo Aurora.

– Senhor. – Um soldado se aproxima de Arcques. – Nenhum sinal de Tyllen ou da bruxa.

Mas em Arcques surgiu uma expressão de ideia e surpresa.

– Claro. – Disse, aparentemente feliz. – Eu sei onde estão. – Disse. – Me dê um cavalo, eu vou, e vou sozinho.

– Mas senhor...

– Eu só posso ir só, soldado! – Rebateu o Rei. – É uma ordem.

Obedecendo, não demorou para que o soldado lhe trouxesse um equino preto e veloz. Arcques o montou e guiou-o até algum lugar.


Era início de verão de 1.304, Magnu Hunster foi levado à Talos, e cinco luas após a queda de Haygard foi condenado à morte. Magnu morreu enforcado em praça pública, para que todos pudessem o ver.

As mulheres que não fossem nobres e nem com relações à nobreza foram poupadas e o mesmo valia para os idosos acima de setenta anos de idade. Ambos foram levados à Talos na mesma lua da queda de seu reino natal. As crianças, por outro lado, nobres ou aldeãs foram todas levadas à Urry com Aurora.

Seres místicos – centauros e elfos – seguiram até Urry, onde Aurora lhes ofereceu um lar. As centenas de centauros e centenas de elfos se preocupavam com a extinção, mas seguiam em frente. Ajuda esta que orcs não tiveram, ao ser ordenado por Katarina a aniquilação da raça. Os primitivos seres natais de Tydalia foram extintos naquela lua, mesmo deixando apenas quatro, de seus rivais gigantes – indo à Talos com Ângelo.

Rebeldes pegaram suas famílias em Talos, e atualmente acompanham Katarina até Azef.

Mas a preocupação com Arcques era grande. Ninguém sabia onde tinha ido. Gregor o procura ao lado dos tigres e navegantes restantes.

Alguma lua deverão encontrá-lo.


Ao fim da quinta lua após Haygard cair, Arcques finalmente chegou onde queria.

Estava estranho, buracos por um solo destruído, rastros incomuns de seres incríveis. O lugar, onde alguma lua fora lar de gigantes florestas vivas, agora abrigava apenas uma única casa de madeira velha.

Arcques deixou o cavalo solto – notando não encontrar nenhum lugar para amarrá-lo – e se aproximou.

– Saia, Abigail! – Gritou. – Eu sei que está aí!

A pequena porta lentamente abriu-se, fazendo um terrível barulho de porta velha. A criatura que uma lua usou – não somente – o corpo de Genevive, saiu devagar segurando a corda que puxava a sofrida e torturada Tyllen.

– Maldita! – Zangou Arcques.

– Você demorou, Arcques. – Disse a velha e medonha criatura com voz grossa e diabólica.

– Hoje acaba tudo isto, maldita bruxa! – Afirma Arcques, desembainhando a sua espada.

Abigail apenas ri.

– Não pode terminar deste modo. – Inicia a bruxa. – Não sem antes saber exatamente toda a verdade.

As palavras interessam Arcques de maneira estranha. A bruxa analisa o jovem pensar e se tornar curioso.

– Não lhe darei ouvidos bruxa! – Grunhiu ele, nervoso.

– Nem mesmo lhe interessa saber o motivo de sua mãe centauro não estar viva? – Ela questiona, tocando num assunto que tocou o coração do jovem. – Pois é, jovem Lupu de Versalhes. Ela realmente poderia estar aqui, viva, abraçando o filho dela, você. Não apenas ela, mas sim, muitos outros.

Arcques seguia atento à qualquer truque da bruxa, mas também atento ao que ela tinha a lhe dizer.

– Do que ela está falando, Tyl? – O jovem questionou.

– Simples, Arcques. – Iniciou a entidade. – Tyllen possuía poder para permitir que todos que morreram, estivessem ainda vivos. Mas, a escolha de deixá-los mortos foi de Tyllen...

– Mentira! – Arcques a interrompeu. – É mentira, não é, Tyl?

Mas Tyllen sequer olhou nos olhos de Arcques, fazendo Abigail gargalhar alto.

– Ela optou pelo destino dela! – Prosseguiu a semideusa. – Ela optou por apenas você viver.

– Arcques, mate ela! – Grunhiu Tyllen, mas o jovem não moveu-se. Manteve a cabeça abaixada, observando o chão com os punhos cerrados.

Lembrava de sua mãe, de seus irmãos, amigos e aliados, muito sangue foi derramado, muitas pessoas morreram, e tudo poderia estar bem caso Tyllen resolvesse ajudar.

– Minha mãe podia estar aqui? – Questionou ele à Tyllen enquanto dava lentos passos até ela, sendo que Abigail estava sorrindo entre eles.

– Arc, eu...

– RESPONDA-ME! – Gritou, ordenando a barda. Segurou ainda mais forte a espada, enquanto cada vez mais se aproximava.

– Sim, ela poderia estar aqui. – respondeu Tyllen. – Mas era você quem eu deveria proteger!

– O papel de um rei é proteger o teu povo! – Grunhiu ele. – Não sempre ser protegido por ele!

A bruxa sorria, enquanto Arcques ficou lado a lado dela, à dois metros de Tyllen.

– Ela merece morrer, Arc. – Disse a bruxa. – Você sabe que sim. Ela merece...

Todavia, o golpe já fora imaginado. Abigail não esperava aquilo naquele momento. Do nada, sem mesmo focar a bruxa, Arcques apenas girou ferozmente o braço, acertando a lâmina no pescoço de Abigail, adentrando a lâmina alguns centímetros, lhe fazendo jorrar grande quantidade de sangue.

– Mal...di...to. – Praguejou ela, com a mão em sua ferida, tentando lhe curar.

– ARCQUES! – Tyllen grita em aviso, e o mesmo percebe. O jovem se aproxima de Tyllen e corta as amarras, no entanto era magia, voltando as amarras em Tyllen.

Lentamente a bruxa se curava, enquanto Arcques tentava soltar Tyllen.

– Se afasta! – Ela ordenou.

Arcques se afastou e Tyllen usou de suas orações, seus olhos mudaram de cor assim como na lua em que Arcques lhe conheceu. Magia emanava de seu corpo, e num estalo único, as amarras se soltaram, liberando a semideusa. No entanto, ao olhar, Abigail estava intacta, logo atrás de Arcques. O golpe foi semelhante, Arcques não estava o esperando. Abigail cravou uma lâmina escondida no peito de Arcques.

Tyllen soltou um grito no momento em que Arcques caiu perante o chão. Abigail se afastou enquanto Tyllen tentava o curar. Em vão, Arcques lentamente fechava os olhos enquanto sua respiração cessava.

– Arcques! – Chamava Tyllen. – Aguente, Arcques!

As mãos delicadas da barda transbordava magia para o coração do Príncipe Profético, mas sequer uma reação era vista. Enquanto isto, Abigail comemorava satisfeita.

– O caos agora reinará Tydalia! – Dizia ela. – Não há mais luz! Abigail venceu! – Perdeu mãe, o Príncipe Profético está morto.

Naquele instante algo parecia mudar em Tydalia. Os ventos sopravam fortes e a escuridão surgia mesmo durante o Sol. As folhas caíam aos montões e eram levadas pelo vento. No céu, os relâmpagos iluminavam e os trovões eram altos.

Lentamente as gostas d'água caíam, levando Tydalia numa tempestade.

Abigail glorificava com os braços esticados ao céu escuro. Os trovões não pareciam serem mais altos e amedrontadores do que sua risada.

A chuva molhava toda o continente, onde estavam todos viam o fenômeno acontecer.

– Deus Nio! – Exclamou Lukien observando algo acontecer no céu. Algo parecia se formar, sendo alvo dos olhares dos moradores de Urry.

– É Arcques. – Aurora sussurrou. – Eu sinto, precisamos encontrá-lo!

– É tarde. – Disse Abigail.

Sua voz misteriosamente era escutada por cada morador de Tydalia. Todo o continente escutava a terrível e temida voz da semideusa.

Abigail sentia o poder crescer dentro dela, como nunca sentiu. Sentiu-se preparada, capaz, igual ou até mais forte do que qualquer deus.

– Agora clamem a sua nova rainha! – Prosseguiu ela. – Não, Melhor! Clamem a sua nova deusa!

Tyllen então apenas observou. Seus cabelos molhados pela chuva balançavam com o poderoso vento. Arcques estava desacordado em seu colo. Sua face não mudava e seu estado era cada vez certo. Sua respiração não parecia retornar.

– Arcques... – Katarina sussurrou montada em Raio, ainda não havia chegado em Azef, mas no céu, notou o que todos observavam.

O que criava forma também criava barulho e movimento. O vento girava veloz atraindo árvores até ele. O enorme furacão parecia ser moldado por alguém – ou algo.

– Não pode ser. – Sussurrou Tyllen, parecia perplexa. – Não pode ser, é a...

– Isso, querida irmã. – Interrompeu a outra. – É a passagem!

O furacão destruiu quase por inteira a Floresta Sombria, e quaisquer rochas no caminho, enquanto Abigail transbordava de felicidade. A semideusa parecida entrar em estado de êxtase. Seus olhos vibravam e seu corpo se contorcia de ansiedade.

– Podem vir! – Chamou Abigail. – Venham! Me desafiem, venham cumprimentar a sua filha!

Outro relâmpago iluminou tudo sendo seguido pelo alto trovão, no exato instante em que um raio caiu no solo, incrivelmente próximos da nova deusa.

– Semideusa? – Abigail questionou. – Meia deusa? Não, deusa, venham cumprimentar a deusa!

A fumaça causada pelo raio agora parecia criar forma, assim como o furacão. Três brilhantes seres agora caminhavam para perto de Abigail. Curiosamente a tempestade cessou, deixando o furacão controlável girar num único local.

Tyllen não acreditava, assim como Abigail também estava surpresa. Três entidades ficaram de frente para elas, sendo pela primeira vez vistos por elas.

– Deuses. – Sussurrou Tyllen.



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