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História As crônicas do Brizolo - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Bom pessoal, essa é a minha primeira fanfic. Sempre gostei de escrever e sempre quis poder escrever uma história minha, mas todas as tentativas anteriores foram frustradas. Quero dar mais uma chance a mim mesmo e tentar usar a experiência que obtive para me auxiliar nesse projeto. Se você leu e gostou, por favor deixe seu comentário, pois esse é sempre um incentivo a mais e me fará interessado em visitar as suas histórias também.

Essa história é minha, mas com referências a jogos que joguei, livros que li e filmes que assisti. Meu objetivo principal é criar algo que pudesse ser adaptado mais tarde para um jogo de aventura (onde as decisões dos personagens definem seu rumo na história). Enfim, me desejem sorte.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction As crônicas do Brizolo - Capítulo 1 - Prólogo

O dia é 1° de fevereiro de 1995, e essa é uma nova realidade para mim.

Bom, deixe eu me apresentar primeiro. Meu nome é Principal, sim, Principal, talvez seja porque eu seja o personagem principal dessa história (ora, mas que explosão de criatividade), mas pode ser também que não, quem poderá dizer? Durante a maior parte dos meus 17 anos eu vivi com meus pais e meu irmão mais novo, Percival, em uma cidade do interior desse imenso país. Tinha lá meus amigos, inimigos, meus lugares favoritos, minha tranquilidade e também minha rebeldia de vez em quando.

H­á quatro anos atrás meus pais se divorciaram. O que por muito tempo pareceu uma grande parceria, uma família unida em seus objetivos e desafios, se provou um desgaste para todos. O tempo passa, opiniões mudam e tudo é transitório, passageiro. Mas no fundo eu sabia que não havia nada que eu pudesse fazer para mudar essa realidade. Minha mãe conseguiu um emprego como fiscal de segurança do trabalho em uma multinacional e acabou se mudando para a cidade grande. Eu e meu irmão ficamos morando com meu pai, Juvenal, até o final do mês passado. Minha mãe vinha nos visitar com frequência, o que aliviava a dor da separação de uma família agora segmentada.

Então chegou a hora do terceirão, aquele momento único da vida em que não temos ideia alguma do que queremos para o nosso futuro, mas mesmo assim somos obrigados a escolher uma estrada. Decisões da vida. Eu só queria continuar vivendo os anos da minha adolescência, Tinha meu Super Nintendo que dividia com Percival, acabara de zerar Final Fantasy III (que para alguns é o VI), jogávamos Super Mario Kart juntos, bem como Super Bomberman 2, que normalmente acabava em brigas. Íamos a locadora aos sábados para alugar algumas fitas, porque como a locadora não abria aos domingos, podíamos devolver o jogo apenas na segunda-feira.

Nas rádios é o Axé e o Pagode quem dão as cartas agora, Daniela Mercury, Raça Negra, Só pra Contrariar, Cidade Negra entre tantos outros. Enfim, chegou o momento de botar a cara nos livros, porque meu pai está me ameaçando me mandar para o quartel em caso de falha. Desse modo, minha mãe me convidou a ir morar com ela esse ano, o apartamento dela é próximo à uma das mais tradicionais escolas preparatórias da cidade: o Jorge Brizolo, também chamado de Brizolão pelos mais íntimos e comparado com minha escola anterior, era praticamente um castelo em meio ao cenário urbano.

Matrícula feita, amanhã é meu primeiro dia de aula. Já está na hora de ir dormir, não esqueci de ajustar o despertador, porque amanhã cedo é o grande dia, dentes escovados com Kolynos, banho tomado, boa noite.


Notas Finais


Vou usar esse espaço para tentar conversar mais com o leitor.
Eu aprendi que não se pode criar nada apenas pensando em agradar ao outro, porque as pessoas tem gostos distintos, não é todo mundo que vai se interessar por aquilo que você faz e basear suas decisões apenas tentando agradar aos outros é um caminho que quase certamente leva ao fracasso. O importante é fazer algo e se sentir bem fazendo aquilo, se sentir motivado, se os comentários são bons, que ótimo, se ninguém lê, bom também, você pode daqui há 10 anos lembrar disso tudo e sentir alegria ao ver que sua história ainda está aqui e lembrar os momentos que passou a escrevendo. Então, esse é um desafio de realização pessoal, se eu não me sentir satisfeito com isso, não há como outro se sentir satisfeito.


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