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História As Desavenças de um Trisal. - Capítulo 3


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Notas do Autor


Desculpa a demora gente, vou tentar atualizar mais rápido, esses dias foram corridos mas consegui tempo pra atualizar. Mas enfim, espero que gostem.

Capítulo 3 - Reconciliação.


Fanfic / Fanfiction As Desavenças de um Trisal. - Capítulo 3 - Reconciliação.

- Filha, cê tá bem? - Alador perguntou.

- Tô sim, pai. - Amity respondeu lendo um livro na biblioteca da família.

- Você parecia estar chorando, se tiver acontecido algo...

- Tudo bem, eu estou bem. - disse Amity cortando a fala do pai.

Ela sabia que seu pai daria uma bronca nela se tivesse sido ofendida ou coisa parecida e não tivesse virado o jogo. Amity estava triste pois imaginou que tivesse perdido qualquer chance com Luz depois de ter se isolado.

Em casa, Luz estava tristonha, ela magoou Willow e não sabia como reverter aquilo. Eda até tentou animar a garota mas foi em vão.

Willow também estava tristonha, se pudesse ao menos mudar as coisas com a Luz...

- Filha, você tem visita. - disse o pai.

- Já estou indo. - disse Willow se arrumando.

Willow se arrumou e foi receber a visita, era o Gus aparentemente preocupado.

- Tá tudo bem? - Gus perguntou.

- Claro, por que não estaria? - Willow respondeu perguntando logo em seguida.

- Você parecia ter evitado a Luz o dia inteiro, e ela parecia ter te evitado. - Gus respondeu.

- Ah, é que a gente teve uma briga, nada sério...

- Tá brincando? Nem parece que são as minhas amigas que conheço. - disse Gus.

- Foi por algo pessoal. - disse Willow triste.

- Ok, eu vou indo então. - disse Gus dando um beijo na testa da amiga que ficou corada.

Luz respirou fundo e pegou q esfera de comunicação e ligou para Willow.

- Oi Luz. - disse Willow.

- Oi... Willow. - disse Luz um pouco tímida.

- Desculpa por aquele dia, eu fiquei muito brava e queria me desculpar com você. - disse Willow.

- Eu liguei pra pedir desculpas também, eu não sabia que você gostava da Amity...

- Luz fala baixo, meus pais estão em casa. - disse Willow corada.

- Desculpa. - disse Luz rindo e Willow não achou a graça.

- Enfim, não estou mais brava com você, só queria que fosse sincera comigo. - disse Willow depois de uma longa conversa com a Luz.

- Eu sei, me desculpa mesmo por isso. - disse Luz 

- Criança, tem um escorpião gigante atacando nossa casa, pega o King e se esconde. - disse Eda.

- É você tá muito ocupada aí, vou te dar um tempinho. - disse Willow. 

- Até mais. - disse Luz desligando.

Luz pegou o King e se escondeu no porão, Eda protegeu a casa com um escudo de energia mágica e lançou raio no escorpião que, por ser grande, era lento. Eda fritou aquele bicho enquanto desviava de todos os ataques dele, não durou nem um minuto e Eda o matou.

- Criança, pega um balde. - disse Eda.

- Pra que? - Luz perguntou.

- Vou abrir esse bicho e retirar alguns órgãos e as glândulas de veneno dele, valem uma fortuna no mercado negro. - Eda respondeu.

Luz pegou o balde e Eda retirou as entranhas e as glândulas de veneno do corpo do escorpião, eram diferentes dos escorpiões que tinham no mundo da Luz além de serem gigantes, Eda retirou tudo com cuidado e transformou o corpo do escorpião em pó usando magia de chamas.

- O que você vai fazer com esse pó? - Luz perguntou.

- Isso pode ser usado pra muitas coisas, de poção do amor até veneno mortal já que o veneno dos escorpiões desse mundo podem ficar pelo corpo todo.

- Sinistro, bom, vou retornar a ligação pra Willow. - disse Luz entrando.

Antes de Luz ligar para Willow, Amity ligou para ela.

- Oi Amity. - Luz atendeu.

- Oi Luz, desculpa todo esse tempo sem falar nada. - disse Amity.

- Tudo bem, você precisava de espaço. - disse Luz.

- É, bom, como você tá? - Amity perguntou sem ideia do que falar além de ficar preocupada se Luz ficaria brava com esse chá de sumiço.

- Estou bem, e você? - Luz respondeu.

- Também. - Amity respondeu. 

- Que ótimo, sobre aquilo que você falou naquele dia...

- Sim Luz, eu gosto de você, desde aquele dia na biblioteca, eu tentei negar o que sentia mas não deu, você não saia da minha cabeça e naquele dia em que nos encontramos na colina eu não conseguia parar de pensar em você. - Amity se declarou.

- Ah...uau, eu não... não sabia que...bom não sei o que dizer. - disse Luz corada sentindo seu coração palpitar mais rápido.

- Eu amo muito você, era isso que eu tinha pra falar. - disse Amity desligando.

- Espera... Já foi. - disse Luz. Ela não estava acreditando, Amity realmente gostava dela mais do que como amiga, pensando nisso e em tudo que acabara de ouvir, um sentimento pequeno começou a crescer dentro da garota.

Como prometido, ela ligou para Willow.

- Já lidou com o problema do escorpião? - Willow perguntou.

- Sim, a Eda foi vender os restos dele no mercado negro, ela disse que valem uma fortuna. - Luz respondeu.

- E Valem, os caçadores de demônios usam o veneno dos escorpiões na ponta das armas, sorte a nossa de não terem acertado o Corujito com aquilo naquele dia. - disse Willow.

- Pois é, sorte mesmo. - disse Luz se lembrando daquele dia que animaram o Corujito sem querer.

- Luz, você vai fazer alguma coisa hoje? - Willow perguntou.

- Não, a Eda não vai demorar pra voltar, ela é rápida, então vou estar livre. - Luz respondeu.

- Certo, você vem comigo comer alguma coisa e andar por aí? - Willow perguntou.

- É claro, vou me arrumar aqui, te vejo mais tarde. - disse Luz.

- Até mais então. - disse Willow desligando.

Luz se arrumou e ouviu uma ligação, pensou que fosse Willow e foi atender, ao chegar na sala era Amity.

- Amity, tá tudo bem? - Luz perguntou.

- Tá sim, eu desliguei antes da hora e fiquei me sentindo mal, então resolvi ligar de novo. - Amity respondeu corada.

- Ah tudo bem, sobre o que mais queria conversar? - Luz perguntou.

- Se queria sair. - Amity respondeu corada igual um tomate, era possível ver fumaça saindo dos cabelos dela.

- Claro que quero...

- Que bom. - Amity cortou a fala da garota.

- Quanto mais melhor. - Luz completou.

- Pera aí o que? - Amity perguntou.

- A Willow me chamou agora a pouco pra sair, pode ver que estou até arrumada. - Luz respondeu.

- Ah, bom, onde vocês vão se encontrar? - Amity perguntou.

- É... - Luz não havia perguntado. -  Ah, se quiser vem aqui, aí vamos juntas encontrar com a Willow. - Luz respondeu.

- Ok, até mais tarde, vou me arrumar aqui. - disse Amity desligando.

- Acho que só eu não desligo. - disse Luz rindo.

Luz terminou de se arrumar e Amity bateu na porta.

- Mais já?! - Luz perguntou.

- Fui muito rápida? - Amity perguntou.

- Menina, tú desligou há dois minutos. - Luz respondeu surpresa.

- Eu só troquei de roupa e peguei os sapatos alados nos pés. - disse Amity rindo.

- Ok, se quiser esperar a Eda voltar, ela disse que não demoraria muito. - disse Luz.

- Ela está vindo. - disse o Corujito.

- Obrigada Corujito. - disse Luz.

Luz falou com Eda e ela permitiu que Luz saísse mas tomasse cuidado, Luz e Amity foram encontrar com Willow na casa dela mesmo.

- Oi Willow. - disse Luz abraçando a garota.

- Que bom te ver, Luz. - disse Willow.

Amity se lembrou de quando ela e Willow eram grandes amigas, e até ficou feliz por voltar a ser amiga dela.

- Oi pra você também. - disse Willow abraçando Amity com carinho.

- Oi. - disse Amity voltando pra realidade, mas ao sentir o calor do abraço da Willow, Amity sentiu seu coraçãozinho gay bater mais forte, ela sabia o que aquilo significava e ficou muito corada.

- Tá tudo bem? - Willow perguntou.

- Tá sim, é que fazia tempo que a gente não se abraçava. - disse Amity boba de tudo.

- Bom meninas, divirtam-se. - disse o pai barbudo.

- A gente vai, pai. - disse Willow.

Antes de qualquer uma das três pisar pra fora da casa, um trovão anunciou a chuva.

- Podemos nos divertir aqui. - disse Willow.

- Ninguém notou que o céu estava cinza? - Amity perguntou

- Sem stress, vamos ficar aqui mesmo. - disse Luz.

As três ficaram lá conversando até tarde, a chuva caiu forte naquele dia.



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