História As Desventuras Sexuais de Dylan Stark - Capítulo 44


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ecchi, Fantasia, Hentai, Lemon, Magia, Mistério, Orange, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 44 - Capítulo 43 Em Casa Terra 69


Fanfic / Fanfiction As Desventuras Sexuais de Dylan Stark - Capítulo 44 - Capítulo 43 Em Casa Terra 69

Certa vez quando estava no mundo dos semi-deuses fui atacado pelo deus Phobos que me fez ter uma terrível visão: Eu estava novamente na Terra 69. Olhei pros lados assustado sem saber como tinha viajado pra lá sem estar com a chave. Andei pelas ruas até que me deparei com o primeiro deles, tropecei e quando olhei pra baixo vi o corpo de uma garota morta. Gritei e recuei alguns passos, foi então que vi uma dezena de corpos caídos no chão da minha cidade natal. Corri pelas ruas e não importava por onde fosse, sempre encontrava mais do meu povo morto. Eu não tinha cumprido minha missão, minha espécie seria extinta! Parei diante da prefeitura e encontrei corpos conhecidos, Violet e Klaus jaziam mortos nos degraus do prédio mais antigo da cidade. Gritei desesperado e então vi um vulto no alto da escadaria, um homem de terno vinha descendo e me encarando:

–Você falhou!

Claro que isso tinha sido apenas a manifestação do meu medo. As coisas eram diferentes, eu tinha cumprido minha missão, ainda assim estava aflito e apreensivo enquanto viajava com Lucy deixando o Mundo de Teen Wolf pra trás e chegando ao meu lar, a Terra 69. Quando vi a luz de meu mundo meu coração quase parou e então chegamos numa rua movimentada, com pessoas mal humoradas indo pra lá e pra cá. Abri um enorme sorriso em alívio.

–Seu mundo é bonito –Elogiou Lucy –Mas as pessoas tem uma expressão mal-humorada.

–Tente passar mais de um ano sem transar, se masturbar, ter ereção ou ficar molhadinha.

–Que horror! Desculpem pessoal podem ficar mal-humorados, eu os entendo! –Ela gritou chamando a atenção de todos.

Sorri da atitude dela e a puxei pelo braço correndo.

–Vamos ver a minha casa! –Normalmente as pessoas não saem correndo dessa maneira por aqui, todo mundo é muito educado e conservador. Sempre fui contrário a esse modo de agir, mas sempre fiquei na minha seguindo a maré. Entretanto depois de minha viagem, de tudo que passei, me sinto livre para fazer e agir da maneira que bem entender.

Chegamos à uma casa elegante, toda branca e cercada por um jardim de rosas brancas.

–Só um tipo de flor num jardim? Esta tão sem cor –Queixou-se Lucy.

–Branco é a cor favorita da minha mãe. É sem graça, mas fazer o que?

–Podia pintar as pétalas e várias cores –Riu Lucy agarrando meu braço e encostando a cabeça em meu ombro –Esta pronto para entrar na sua casa? –Dei uma pausa receoso, fazia tanto tempo que não via meus pais e minhas irmãs que tive um pouco de medo. Respirei fundo e respondi.

–Estou.

Abri a porta, ninguém trancava nada na Terra 69, não havia ladrões e ninguém supostamente tinha nada a esconder, a não ser os adolescentes. Minha casa estava bem arrumada e sem o menor vestígio de poeira, mas também sem o menor vestígio de pessoas. Fui direto ao meu quarto, que estava exatamente como deixei, só que mais limpo.

–Esse é o quarto de Dylan Stark? Não creio –Disse Lucy surpresa –Imaginava encontrar pôsteres de bandas de rock, calendário de mulher pelada e algumas cuecas jogadas pelos cantos. Isso é tão...

–Sem graça? –Aquele quarto não me representava, as paredes vazias, as roupas dobradas, passadas e guardadas, poucos livros numa estante, um computador com internet com super filtros de censura, três pares de sapatos idênticos, um porta retrato de mim com meus dois melhores amigos: Nico, que agora esta morando no passado, há dois milhões de anos, e Bruno. Ele era do mesmo tamanho que eu, cabelos loiros, olhos azuis e um incrível talento para desenhos... –Me lembrei de algo!

Fui até o guarda-roupa, puxei a segunda gaveta, ela tinha um fundo falso, de lá tirei um envelope com vários desenhos.

–Encontrar pornografia nesse mundo é quase uma missão impossível, então meu amigo Bruno as produzia e vendia na escola.

–Que desenhos incríveis e... Por que não tem clitóris nessas vaginas?

–Acho que o Bruno não sabia o que era isso –Nós dois rimos e nos deitamos na minha cama comentando sobre os desenhos.

–Agora sim tá parecendo mais você. Posso até te imaginar tocando punheta vendo esses desenhos.

–Pois imaginou muito certo –Falávamos sobre aquelas coisas de modo muito natural. Por que no meu mundo aquilo tinha que ser praticamente um crime?

–Quero conhecer esse Bruno, vou pedir pra ele me desenhar nua.

–Ele vai morrer se ver uma mulher pelada de verdade.

Ouvimos o barulho da porta da frente sendo aberta, agarrei os desenhos e os escondia as pressas, meu coração batendo à mil pelo medo de ser descoberto. Que saudade daquela sensação de perigo, me sentia um pré-adolescente, mas eu já era um homem.

–David, você esta em casa? –Ouvi a voz de uma mulher.

–Mãe! –Saí correndo do meu quarto e a encontrei na sala, lhe dei um forte abraço.

–Dylan? –Ela perguntou dando leves tapinhas nas minhas costas. A olhei com atenção, tinha algo errado com seus olhos, com seu rosto, ele se mantinha quase inalterado com minha presença. Era de se esperar por mais alegria de uma mãe ao reencontrar seu filho.

–Mãe, o que há de errado?

–A doença –Disse uma garota de seus doze anos entrando na casa.

–Esta muito pior nos adultos –Completou outra idêntica.

–Daniela! Dayane! –Me joguei as abraçando com força e diferente de minha mãe elas retribuíram –Como vocês cresceram!

–Você também esta bem diferente –Disse Daniela.

–O mais importante é que voltou! Conseguiu cumprir sua missão?! –Perguntou Dayane.

–Medidor sexual completo! –Disse batendo continência. Normalmente eu nunca usaria a palavra: “sexual” e nenhuma outra que se relacionasse a sexo.

–Vou fazer um jantar de comemoração –Disse minha mãe indo para cozinha sem nem me olhar uma segunda vez.

–Me atualizem sobre a situação –Pedi.

–Todos os adultos se tornaram praticamente robôs sem sentimentos. Os adolescentes vivem em depressão, alguns ainda tentando de tudo para... Se excitarem. Nós...

–Crianças?

–Pré-adolescentes! –Protestaram ao mesmo tempo –Nós pré-adolescentes e crianças somos as mais normais, embora estejamos perdendo aos poucos a vontade de interagir. Pode-se se dizer que nós duas somos as menos afetadas daqui.

Parei pra pensar naquilo, as duas não pareciam diferentes, a não ser seu tamanho, não pareciam ter sido afetadas pela doença.

–O pai e a mãe também foram os últimos adultos à serem afetados, todos dizem que nossa família é especial. Você é imune e nós somos mais resistentes à doença.

–Deve ser genético –Disse Lucy se juntando à nós. Minhas irmãs abriram um enorme sorriso.

–Lucile Fire!

–O que? –Perguntamos eu e a Lucy ao mesmo tempo. Minhas irmãs passaram por mim correndo e abraçaram a Lucy mais forte que a mim.

–Não acredito que a fênix esta em nossa casa! –Gritou Dayane me fazendo dar um sobressalto. Como ela sabia sobre aquilo?

–Você veio levar nosso irmão pra prefeitura? –Perguntou Daniela.

–Acho que vocês estão me confundindo com outra pessoa.

–Você é Lucile Fire, a fênix! A super heroína! A matadora dos Vírus sapiens!

–Heroína? Matadora? Vírus sapiens? O que?! –Perguntei sem entender nada daquele discurso.

–Esquecemos de dizer, que a doença evoluiu para uma forma humanoide monstruosa que vem atacando e causando grande destruição em todas as cidades do mundo.

–Um pequeno detalhe, não é mesmo? –Disse ironicamente, mas elas estavam tão eufóricas que me ignoraram e continuaram explicando.

–Foi então que ela surgiu. A fênix que pode se teletransportar pra qualquer lugar do mundo em segundos e ainda combater os monstros com seus poderes de fogo! O prefeito a nomeou: Matadora de Vírus sapiens!

–Deve ser outra versão de mim –Sugeriu Lucy.

–Mais uma?! –Já tinha enfrentado uma fênix demoníaca com os irmãos winchester e a pseudo fênix Lionel, a versão masculina da Lucy e agora tínhamos Lucile, uma super heroína –Acho melhor irmos para prefeitura. Tenho que encontrar com os cientistas ômegas e dar logo um fim nessa loucura.

Saímos nós dois caminhando pelas ruas rumo à prefeitura e pude notar como era verdade tudo que minhas irmãs me contaram, os adultos caminhavam com expressões vazias e de desinteresse, nem se quer olhavam pros lados, apenas seguiam em frente. Os jovens pareciam desolados e tristonhos, as crianças também tinham essa tristeza, só que em menor escala.

–Achei suas irmãs muito fofas –Disse Lucy me tirando do meu transe.

–As gêmeas são legais.

–Me fale mais sobre seu mundo.

–Bem, a Terra 69 é... –Fiz uma pausa, pois tive um deja vu, da última vez que estive ali, estava com a Violet e o Nico. Sorri e disse exatamente as mesmas palavras para Lucy –Quer saber um pouco sobre o meu mundo? Bem, a Terra 69 é um planeta relativamente pequeno, temos três continentes, o Americano, o Asiático e o Europeu. Nós estamos no Americano, cada continente tem dez países, mas nosso mundo inteiro fala o mesmo idioma. Nós estamos na cidade Principio, é a capital do mundo, todos os grandes líderes ficam aqui boa parte do tempo. Os cientistas ômegas estão no segundo maior cargo, abaixo apenas do presidente –E comecei a rir, Lucy me olhou confusa.

Sinto falta da Violet.

Se tudo desse certo, ainda naquele dia salvaria meu mundo e viajaria para Terra 23 para devolver a chave para a Violet. Mas será que os cientistas ômegas iriam me deixar partir tão facilmente? Ou iriam confiscar a chave mestra das dimensões assim que me vissem? De repente ouvimos um grito.

–Mãe, corre! –Gritava um garotinho desesperado tentando arrastar a mãe.

–Mas o sinal esta fechado –Argumentou um moça sem esboçar nenhuma reação.

–Tem um Vírus sapiens vindo pra cá!

–Mas a lei...

Ouvi um barulho animalesco vindo da outra rua, olhei para Lucy e concordamos com o olhar. Saquei a adaga do cavaleiro de cristal e Lucy incendiou as mãos. Corremos passando pelo garotinho e a mãe.

–Lucile Fire! –Ele exclamou animado. Lucy revirou os olhos, mas gritou pra ele.

–Pegue sua mãe e fuja!

O garoto obedeceu. Nós dois viramos a esquina e nos deparamos com o Vírus sapiens. Descrever esse vírus evoluído é um tanto quanto difícil, mas vamos lá, ele era como uma um ser humano, só que de três metros de altura e roxo, sua pele ficava se movimentando, como se fosse algo líquido ou pegajoso, sua forma ficava mudando, hora ele tinha quatro braços, hora duas cabeças e as vezes nenhuma, essas mudanças aconteciam muito rapidamente. Um detalhe era seu enorme pênis que já me deixou com malícia na cabeça e cócegas entre as pernas. Balancei a cabeça afastando aqueles pensamentos e brandi a adaga fazendo-a se expandi na espada de diamantes.

–Alguma ideia de como matar essa coisa? –Perguntei.

–Se minha versão desse mundo consegue, também devo conseguir –Disse Lucy –Ei, coisa feia! Que tal esquentarmos as coisas por aqui? –Lucy lançou uma rajada de chamas.

A criatura se agachou sobre quatro membros de modo ágil, desviando das chamas, seus olhos pousaram sobre nós, sua boca se contorceu num sorriso macabro.

–Buracos! –Disse com uma voz bizarra.

O Vírus sapiens saltou como se fosse uma pantera e nos atacou velozmente. Seus movimentos eram impossíveis de prever, hora estava sobre as duas pernas, hora saltava e corria como um quadrupede. Quando ele avançou pra cima da Lucy, o ataquei por trás, mas do nada surgiu um par de olhos em suas costas vendo meu ataque e um par de braços logo em seguida pararam minha lâmina. Um rabo se moveu como um chicote e me golpeou me fazendo girar no asfalto. Fiz de tudo para não largar minha espada.

Lucy saltava e lançava bolas de fogo, uma delas atingiu a criatura que rugiu e recuou aos berros. Pelo jeito o calor funcionava mesmo. Lucy avançou usando suas chamas com maestria, seus movimentos eram incríveis, ela saltava girando as pernas e braços de modo que cada um de seus membros era um poderoso lança chamas.

Sorri animado com minha garota arrasando. Foi aí que ouvi múltiplos gritos animalescos. Não! Um bando inteiro veio rugindo e saltando pelos prédios e veículos. Era mais ou menos trinta Vírus sapiens! Meu queixo caiu, Lucy avançava sorridente acabando com a raça do primeiro Vírus sapiens sem nem notar a aproximação do exercito atrás dela.

–Lucy, temos que fugir! –Gritei.

–Por que? Mais alguns segundos e vou acabar com esse monstro!

–Olha pra trás! –Gritei correndo em sua direção.

Foi como se o bando percebesse que fugiríamos e se lançou de uma vez sobre nós! Foi um caos, dezenas de mãos nos agarraram e rasgaram nossas roupas! Espera! Quando dei por mim, já estava pelado segurando a espada. Um dos monstros me agarrou por trás e empurrou sua rola roxa na minha bunda. Aquilo foi realmente uma surpresa. Como sou safado admito que apesar do susto inicial gostei daquilo.

–Oooor! –Gemi sentindo a rola do Vírus sapiens pulsar dentro de mim. Também ouvi os gemidos da Lucy. Mal a podia ver devido à grande quantidade de corpos sobre nós.

Lucy estava de braços e pernas abertos, tinha rola no cu e na buceta, na boca e pequenos pênis em seus ouvidos e narinas. Que cena bizarra era aquela? Uma rola roxa invadiu minha boca, o gosto até que era agradável, mas conforme o monstro começou a se mover começou a me machucar. Senti uma boca chupando meu pau, era quente e gosmenta, era excitante. Olhei pra Lucy e a vi ficando vermelha, ela não estava respirando! Um micro pênis penetrou minha narina esquerda. Aqueles monstros iam literalmente nos foder até a morte!

Eu tinha que fazer algo. Girei minha mão frente ao meu rosto decepando vários órgãos que tentavam foder os buracos da minha cabeça. As criaturas não pareceram sentir dor, pelo jeito eram afetados apenas pelo calor, mas aquilo me deu a chance de respirar. Gemi sentindo um tesão da porra, se não fosse pela morte eminente transava de boa com aqueles monstros.

–Larguem a Lucy! –Gritei provocando uma subida agitação no ar chamando a atenção de todos. Senti meus olhos em chamas, eles sem dúvida estavam vermelhos. Minhas mãos começaram a brilhar cor-de-rosa.

Meus novos poderes sexuais estavam agindo, não imaginei como usa-los de forma ofensiva, mas acabei descobrindo naturalmente. Dei um grito e meus globos oculares brilharam como lanternas cor-de-rosa. Os Vírus sapiens abandonaram a Lucy e foram atraídos pelas ondas de desejo sexual que eram emanadas do meu corpo. Lucy engoiou cuspindo quase um litro de baba e pré gozo de monstro e me olhou ofegante.

Os Vírus sapiens me cobriram, me agarrando, apertando, empurrando seus pênis querendo desesperadamente me foder. Eles eram a evolução da doença que atingiu todo meu povo, eu era imune, eu era a cura, em outras palavras: Eu era a sua destruição. Era como a luz de uma lamparina que atraia insetos para morte.

Larguei a espada e me pus a bater punheta como se minha vida depende-se disse. Os monstros me penetraram, eu gemia, meus hormônios iam à loucura, todo meu corpo se arrepiava de modo quase sobrenatural, minha mão deslizava apertando a cabeça de minha rola.

–Estou quase lá, monstros malditos! Ooooaaaaar! –Quando gozei liberei mais que esperma e sim um onda de prazer que praticamente sobrecarregou aquelas criaturas. Eu tinha mais tesão do que eles podiam absorver.

Foi uma explosão que os desmanchou, os desfez em fumaça. Tudo que restou era um garoto punheteiro brilhando e gozando no meio da rua. Terminei ofegante com a mão coberta de porra e encarei a Lucy que estava boquiaberta. O canto direito de sua boca se contorceu num meio sorriso.

–Essa foi a cena mais bizarra e excitante que já vi na minha vida e olhe que já tenho mais de dois mil anos.

Minha respiração não se acalmava, meu tesão ainda transbordava. Não sei o que esta acontecendo comigo, mas a cada dia vejo que estou mais perto de me tornar algo completamente novo.



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