História As estações das cinzas - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jin, Personagens Originais
Tags Bts, Fanfic Jin, Fanfic Livre, Jin, Kim Seokjin, Kpop Fanfic, Seokjin
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Palavras 925
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Linguagem Imprópria, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Kim Seokjin♡

Capítulo 2 - Depois de semanas…


Fanfic / Fanfiction As estações das cinzas - Capítulo 2 - Depois de semanas…

Passaram semanas desde o acidente. Ela estava bem, mas permanecia desacordada.

Às vezes eu conseguia dormir no hospital para fazê-la companhia; sempre inventava uma desculpa para dar ao manager e aos outros membros.

Estava à tarde. Eu tinha dormido no hospital e permanecido lá até aquela hora da tarde. Estava cansado e com fome, mas não pretendia ir comer e deixá-la sozinha. O doutor — vendo meu estado — instruiu-me de ir para casa descançar. Porém, eu não aceitei, explicando-lhe que eu deveria ficar com a menina; então, depois de muita insistência — minha e dele —, chegamos à conclusão que eu sairia ao menos para comer e tomar um ar fresco; depois eu voltaria e ficaria com ela. O médico aceitou zelar por ela até eu voltar, então eu finalmente aceitei a proposta.

Fiz referência ao doutor antes de sair, e deixei o local rapidamente, para não deixá-lo fora do trabalho por um tempo muito prolongado.

Direcionei-me até uma cafeteria — à frente ao hospital — onde comprei apenas um simples café expresso. O local estava vazio e silencioso; apenas com os atendentes, cozinheiros e garçons presentes.

— Com licença, um café expresso, por favor.

— Apenas isso, senhor Seokjin? — disse a atendente, segurando-se para não surtar naquele instante, fascinada pela presença do artista.

— Sim…

— Ahm… poderia me dar um autógrafo…? — perguntou, mantendo sua postura naquele ambiente social.

— Claro.

Ela me entregou um papel e uma caneta. Assinei e ela logo se retirou, agradecendo com um brilhante sorriso estampado em sua face, maravilhada.

Tive de esperar mais alguns minutos até meu café chegar. Neste intervalo, aproveitei para verificar minhas redes sociais.

— Aqui está, senhor Seokjin — entregou-me o café, em um copo de papelão com uma tampa fechada, com uma estreita abertura em seu canto (como uma embalagem do Starbucks).

— Obrigado. Quanto deu?

— 5.000₩.

— Humm… tome, 7.000₩. Pode ficar com o troco, estou com um pouco de pressa, preciso ir. Obrigado.

Saí o mais rapidamente que pude, não deixando de ser educado em minha apressada retirada.

Como o hospital é um lugar que não dá para se confiar de não ser contaminado, preferi tomar meu café quente enquanto andava pelas ruas relaxadamente. Eu adorava caminhar tomando algo enquanto admirava a beleza de Seul, mas convenhamos que não tinha mais tempo para atividades dispersas do tipo a partir do momento em que virei cantor. Seul era uma cidade mais que bela; uma cidade encantadora e invejável. Possuia uma área de turismo — consideravelmente — extensa e admirável. Ao fim daquele explêncido entardecer, eu olhava por todos meus lados superficialmente, observando a vasta quantidade de locais comerciais ali presentes; quando algo me chamou especialmente a atenção: uma belíssima loja de artigos florais e flores em geral.

Me aproximando um pouco mais da vitrine, lembrei-me da garota e seu vestido floral — na qual vestia no dia do acidente. Imediatamente, pensei que fosse uma boa ideia comprar flores para a mesma, aliás, é provável que ela goste de flores.

Haviam as mais magníficas flores em variados setores. A loja era humilde, porém, confortável e aconchegante.

Após um longo tempo à procura da flor que se encaixasse melhor no estilo da jovem garota, visualizei mentalmente uma imagem abstrata dela com um buquê de flores em mãos, e o que me pareceu mais satisfatório e que melhor se introduziu em suas mãos — de acordo com minhas, talvez, banais opiniões e dedução de meus pouquíssimos conhecimentos sobre a garota — fora as populares rosas brancas.

Comprei um pequeno buquê delas e olhei para meu relógio de pulso. Este, marcava quase horas da noite. Ou seja, faziam mais de trinta minutos que deixei o hospital. Corri para o mesmo, aliás, o doutor devia ter mais trabalho a fazer.

Cheguei na sala e bati na porta antes de entrar. Entrei e cumprimentei o doutor, em seguida sentando-me em um vago assento, ao seu lado.

— Desculpe pela demora, doutor. Eu não queria abusar de sua grandeza bondade — lamentei-me, com o olhar fixado à garota.

— Imagina, não foi um incômodo.

— Obrigado, eu não sei como recompensá-lo… bem, voltando ao assunto dos problemas de saúde dela, ela conseguirá recuperar o movimento das pernas algum dia, não é?

— Então… decerto, se ela realizar procedimentos complicados e frequentes, pode ser que consiga desenvolver o movimentos novamente, mas a fisioterapia cobra um custo alto, principalmente se minhas suspeitas estiverem corretas e ela tiver perdido a capacidade de ver também…

— Mas… se a alternativa descrita acontecer, ela terá que fazer uma cirurgia para a visão também?

— Muito provavelmente. Você conhece a família dela? — questionou, diversificando o assunto.

— Não. Eu era um amigo, mas não costumava sair muito de casa para um encontro de um clube de amigos. Também era muito tímido para sequer conhecer os pais de meus amigos e amigas — respondi, mentindo.

— Entendi… vou indo, preciso voltar para a sala de médicos. Até breve — despediu-se.

— Até.

Passei mais um tempo olhando a garota. Meus olhos pesavam e o sono vinha com rapidez. Logo, sem nem perceber, já havia adormecido naquela mesma poltrona da sala.

Acordei com meu celular a tocar. Atendi, ao ver que era Jimin.

— Yeobuseyo'?

Jin-ah! Aonde você está? Estamos todos preocupados!

Desculpe! Mas estou ocupado agora! Não posso falar! 

— O que está havendo com você, hyung? Por que está saindo frequentemente se casa e dormindo fora? Por que não nos conta?

— Diga à todos que eu contarei depois. Agora eu estou realmente ocupado. Annyeong'.

Annyeong'.

Ao finalizar a ligação, suspirei fundo e olhei para a menina; que, surpreendentemente, me observava com uma expressão confusa.

— Omo'! Você acordou!

— Olá… quem é você? — perguntou docemente.


Notas Finais


Desculpem-me pelo capítulo curto!

Annyeong!


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