História As filhas do Sakamaki - Capítulo 3


Escrita por:

Postado
Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Beatrix, Carla Tsukinami, Christa, Cordelia, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Richter, Ruki Mukami, Shin Tsukinami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori, Yuma Mukami
Tags Anjos, Assassinato, Bipolaridade, Borboletas Mágicas, Bruxas, Comedia, Demonios, Desejos, Drama, Dupla Personalidade, Eclipse Lunar, Esquizofrenia, Fadas, Fantasia, Folclore, Guerras, Horror, Karhlheinz, Kino Sakamaki, Lobisomens, Lobos, Lua De Sangue, Luta, Medos, Mirainikki_sama, Mistério, Misticismo, Mukami, Personagens Originais, Raças, Sakamaki, Sobrenaturais, Terror, Transtornos Mentais, Tsukami
Visualizações 30
Palavras 2.804
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E eu voltei, com o terceiro capítulo dessa fic.
E é a segunda vez que estou tentando postar, já que o spirit me sacaneou na primeira vez, excluindo o capítulo.
Bom esse capítulo e com o ponto de vista da Yuuki Konno, filha do pervertido mais gostoso, Laito Sakamaki.
Bom, leiam as notas finais pois deixei uma pergunta para vocês responderem.
Bom é isso e bora pra fic.

Capítulo 3 - Pains of the past


>><<----->><< †*† >><<----->><<

"Saudade é amar um 

passado que ainda 

não passou. 

É recusar um presente 

que nos machuca. 

É não ver o futuro

que nos convida. 

>-----< †*† >-----<

São dos melhores anjos que

saem os piores demônios.

Yuuki  Konno 

>------------------------------<

Pains of the past 

Chapter 3 

--------------------

>- Narradora 

Estação de metrô central - Yokohama 

[ 06:20 A.M ]

Bem no dia em que o destino ia brincar com sua vida mais uma vez, Yuuki estava com uma puta dor de cabeça e um humor dos infernos - não muito diferente do habitual. 

A estação central de Yokohama se esvaziava a medida que as pessoas tomavam seus trens para seus destinos. A multidão que ainda restava na plataforma se movia, e ela deixava ser arrastada pela corrente humana de corpos soados e cobertos de casacos, tirados do fundo dos armários pelo frio que se fazia presente no final do inverno. 

Embora estivesse com roupas para não chamar a atenção das pessoas a sua volta - coisa que odiava - apesar de seu uniforme - que consistia em uma blusa social vermelha de mangas curtas, lenço amarelo em volta do pescoço e saia azul marinho - que ela achava simplesmente ridículo, apenas por segurança, Yuuki fechou o moletom preto, que vestiu tanto para o frio quanto para esconder a blusa do colégio, e colocou o capuz sobre sua cabeça, escondendo os fios ruivos incomuns e despenteados de seus cabelos. Ela também havia colocado uma legging preta, pois achava a coisa mais idiota do mundo, garotas terem que passar frio por causa do uniforme escolar. 

Os minutos passavam e Yuuki ficava observando as pessoas embarcando nos vagões dos trens, após ouvirem a voz de mulher - extremamente irritante - sair dos auto falantes, avisando que aquele seria o trem que os levaria para os seus destinos finais.

Mas voltando ao péssimo humor de Yuuki e sua dor de cabeça insuportável - muito bem disfarçados, com a sua típica cara sem a menor  das expressões - embora a ruiva já tivesse o hábito de ter sonhos estranhos, aquele da noite passada extrapolou os limites. Ela ainda se sentia presa ao sonho maluco, com aquele relógio, as malditas borboletas e a mulher estranha com o vestido branco como neve. Sonho do qual, ela não fazia a menor idéia do significado por trás dele, talvez fosse apenas um sonho sem nexo. Sonho do qual a fez acordar com um puta susto e uma dor de cabeça desgraçada, em plena quatro horas da manhã. 

O dia de Yuuki havia começado tão bem, que o gato do vizinho - que mora no apartamento acima do seu - começou a miar como um louco e só parou uma hora depois, por volta das cinco da manhã. 

Ela estava prestes a xingar a tudo e a todos o que se podia imaginar, quando seus olhos - vermelhos como seus cabelos - pararam em uma mulher que não devia ter mais de trinta anos, acompanhada de uma menina de oito anos no máximo, muito parecida com ela, vestida com o uniforme de alguma escola do ensino fundamental. Devia ser a filha dela. 

Yuuki se surpreendeu, ao se pegar perguntando, como seria a sua vida se aquela cena se repetisse com ela e a própria mãe? 

Anos atrás, quando Yuuki tinha apenas três anos, a vila onde ela e a mãe moravam foi atacada, resultando na morte de muitas pessoas. Inclusive a de sua querida mãe. O massacre acabou sendo encoberto, pelo fato da vila ser extremamente afastada de qualquer outro lugar habitado, e, ainda por cima, de difícil acesso. Com isso, Yuuki foi obrigada a ver os culpados - que conseguiram sobreviver - escaparem impunes, e a viver em uma vila quase devastada e com poucos habitantes. Mas, as coisas conseguiram ir  de mal a pior. Até os seus seis anos, Yuuki viu um a um os poucos  remanescentes de sua vila caírem mortos, por um mal que ela mesma  despertou e agora carregava. A maldição guguer. Por isso a garota foi obrigada a viver completamente sozinha e isolada, sem contar, que teve que enterrar seus mortos. Cerca de poucos meses depois, Yuuki passou a conviver com uma mulher - cujo o nome nunca lhe revelou - que apareceu na vila fantasma. Ela a ensinou como controlar a sua maldição e, de quebra, a lutar com espadas - coisa que a garota nunca soube o motivo. A cada três anos, a mulher lhe marcava com um selo - coisa que doía muito! - em lugares do corpo que a própria garota escolhia - os dois ombros e a costa da mão esquerda. Então, quando Yuuki fez dezessete anos, a mulher desapareceu, deixando para garota um colar, uma carta e uma espada. Na carta, dizia que ela a treinou para controlar a maldição - o que seria facilitado pelos selos que havia feito. E que se algum dia Yuuki estivesse em uma situação extrema de vida ou morte, ela poderia quebrar a pedra do colar. Na carta, dizia também que ela havia deixado um apartamento em Yokahoma para a menina e que ela tinha a matriculado em uma escola de lá. Então, Yuuki que já estava cansada daquela vila sem vida, arrumou as poucas coisas que ainda possuía e partiu para o pequeno apartamento na grande cidade, aonde morava até hoje. 

Enfiando a mão por dentro do decote do moletom, ela tira o seu pequeno colar de cristal esverdeado, que usava ao redor do pescoço. Por diversas vezes, Yuuki pensou em quebrar a pedra do colar apenas para ter alguém com quem conversar, já que desde o massacre nunca mais fez algum amigo. Mas a carta dizia claramente em caso de vida ou morte. 

"Passageiros com destino ao destrito de Kanagawa, por favor embarcar imediatamente" 

A voz irritante, sai pelos auto falantes outra vez, estremecendo os tímpanos da ruiva e atrapalhando seus pensamentos. 

Olhando rapidamente para o lado, Yuuki constatando que a mulher - que há pouco tempo atrás estava com a sua filha - havia ido embora, entra em um dos vagões que estava se enchendo aos poucos. 

Infelizmente, ela havia perdido a mãe a muitos anos atrás e nunca mais a poderia ter de volta. Só restava a Yuuki, conviver com as dores do passado. 

>-----< †*† >------<

>- Narradora 

Colégio Kibõ - Yokahoma 

[ 07:15 A.M]

Conforme avançava pelos corredores da prisão que era o colégio Kibõ, a paciência de Yuuki ia se esgotando e a dor de cabeça aumentava, pela barulheira infernal dos outros alunos que lotavam os corredores, dificultando a passagem dos outros. Ficava se perguntando, por que diabos aquela mulher tinha que a matricular em um colégio cheio de filhinhos de papai. Tudo bem que, o colégio Kibõ era um dos melhores colégios de Yokahoma e fornecia um excelente ensino, mas ter que aturar os outros alunos que o compunham, era uma história completamente diferente. Outra pergunta que atormentava frequentemente a mente da ruiva, quando se tratava de sua vaga naquele colégio, era aonde aquela mulher tirava tanto dinheiro para mantê-la estudando ali? Já que não era bolsista, o único jeito de ter continuado ali era pagando. E muito caro.

Morrendo de vontade de gritar, para mandar aqueles idiotas calarem as bocas, Yuuki atravessou o corredor do primeiro andar. Não valia a pena comprar briga com algum professor, que a encheria de sermão por conta de seu "mal comportamento", mais uma vez. Não valia a pena mesmo. Ainda mais hoje que sua cabeça parecia explodir. 

Ao chegar aos pés da escadaria, que levava para os outros andares do colégio, acabou topando com um trio de garotas bem falantes, que bloqueavam parte do caminho. 

A ruiva até passaria calada e sem provocar confusão com alguma delas, se não fosse pelo o olhar zombeteiro que uma das garotas - provavelmente a líder do grupinho - lançou para Yuuki, coisa que a própria devolveu, avaliando o seu estado. Magra, loira "de farmácia" , com o uniforme decotado e uma jaqueta de couro de marca por cima. Quem era aquela garota para dizer alguma coisa dela? Uma mimada e arrogante filhinha de papai.

- É incrível como algumas pessoas se acham pelo dinheiro que os pais têm - retrucou Yuuki, cruzando os braços e deixando a garota com as bochechas vermelhas - Principalmente, putas como você. 

Vendo a garota sair com raiva e as outras duas a lhe acompanhar, a ruiva continua o seu caminho, subindo as escadas e chegando ao corredor do segundo andar, que estava bem mais vazio - ainda bem. Ela continua andando, indo até a sua sala que ficava no final daquele corredor.

Chegando lá, ela a encontra maravilhosamente vazia. Era tudo o que precisava. Um pouco de silêncio, para tentar fazer aquela maldita dor de cabeça parar.

A ruiva vai até a sua mesa, que ficava na fileira ao lado da janela, no último lugar, se sentando e pondo-se a observar a paisagem do lado de fora. Apesar do inverno estar quase no fim e a estação das flores estar se aproximando, ainda havia montes de neve espalhados pelo chão e de vez em quando, alguns flocos de neve ainda caiam. Aquela era simplesmente a estação preferida da garota. Yuuki queria permanecer sozinha e em silêncio, observando a paisagem branca pelo resto do dia, até ter que retornar ao seu apartamento no centro da cidade. 

Mas, como nada na vida e como queremos, logo o restante dos alunos entraram fazendo algazarra e tomando seus lugares, contribuindo para o mal humor da ruiva.

Não demora muito para o sinal tocar, ecoando por todo o edifício, e em poucos instantes, a professora de geografia - uma mulher quase na meia idade, com os cabelos outrora pretos, meio grisalhos pelo tempo e olhos pretos - chega, com uma cara tão mal humorada quanto a de Yuuki. Ela estava acompanhada de uma outra mulher, que a garota nunca viu na vida. 

Ela era bem alta, magérrima e com um cabelo rosa choque de doer os olhos de qualquer um, que fixasse o olhar por tempo demais naquelas madeixas. Ela usava um vestido azul marinho de mangas curtas e sapatilhas da mesma cor. Sem contar que, ela era muito sorridente. Até demais para alguém que estava em um colégio em plena segunda feira de manhã. 

- Bom dia turma - a professora começa, com a voz sugerindo que sua "companhia" não era a das melhores - Hoje estamos recebendo uma visita muito importante, digam olá para a senhora...

- Senhorita Megumi Satoshi - a rosada se pronuncia, cortando a fala da outra mulher - Professora, creio que não precisamos perder tempo com essas bobagens. 

Yuuki fez toda a força do mundo para não cair na gargalhada, com a cena que estava vendo. Justo a professora de geografia - uma mulher que metia medo na maioria dos alunos e até em alguns outros professores - ficou calada pelo comentário da luz de néon ambulante. 

- Bom, para quem não me conhece, o que presumo que sejam todos, eu trabalho diretamente para o nosso governo, mais especificamente para o gabinete do ministro Tougo Sakamaki e para o próprio - continuou - E vim, em nome dele, aqui hoje para apresentar a vocês um projeto novo e incrível. 

Algo em Yuuki a fez entrar em modo de alerta. Toda a vontade de rir da cara de sua professora - que continuava extremamente mal humorada e furiosa - foi substituída por dúvidas a respeito da autenticidade das palavras daquela mulher. 

A ruiva sabia que a contratação de pessoas como Megumi, para trabalharem dentro do governo, eram extremamente raras. Apesar disso ter sido mudado bastante com o decorrer dos anos, o governo japonês ainda se mantinha conservador em alguns pontos. Como a contratação para cargos tão altos como o de Megumi, para alguém como ela.

Além da aparência - que não ajudava nenhum pouco a levar a sério aquela mulher - ela ainda parecia não se controlar em alguns momentos. Prova disso, foi sua atitude com a professora e o fato de ter corado ao anunciar que trabalhava diretamente para Tougo Sakamaki, como se tivesse alguma coisa mais íntima com ele, além do trabalho. 

Então, por que um político tão importante e respeitado, enviou Megumi Satoshi para falar sobre um projeto do governo?

- Como todos vocês já devem saber, há alguns meses atrás o ministro Tougo Sakamaki, propôs um novo modelo de educação para crianças e adolescentes. O projeto já foi aprovado, mas para vermos se ele realmente vai funcionar ou não, iremos o testar no novo colégio que foi construído especialmente para isso, o Ryoutei Academy - ela continua a falar, prendendo a atenção de todos - E os alunos desse colégio, os pioneiros no novo modelo de educação de nosso país, serão vocês. Qualquer um que conseguir passar nos testes, marcados para o dia primeiro de março. Para vocês saberem mais a respeito do Ryoutei Academy e o novo modelo de ensino, a professora de vocês vai entregar folhetos para cada um, onde contém fotos e informações a respeito do colégio. Após todos lerem, eu irei responder qualquer pergunta que vierem a ter.

Yuuki viu o momento em que a professora pegou os folhetos das mãos da rosada, e saiu os distribuindo puta da vida, sendo que seu estado só piorou, quando ela teve que ficar em pé de frente para a turma, pois a senhorita Megumi tinha pego a sua cadeira para se sentar.

Ignorando a situação da professora, Yuuki passou a folhear o papel que lhe foi entregue. Havia várias fotos de um colégio enorme e branco, com um extenso jardim a sua frente. Tinha que admitir. Era uma construção muito bonita, apesar de não fazer o seu estilo. Como Megumi tinha dito, o folheto estava repleto de informações sobre o tal colégio e o ensino que se teria ali.

A ruiva tinha começado a ler o folheto - mesmo continuando a achar aquela história estranha demais - quando viu, pelo canto dos olhos, um vulto verde passar veloz pela janela - da qual se sentava ao lado - do lado de fora. 

Achando que aquilo fosse apenas a sua mente cansada, lhe  pregando peças após uma péssima noite de sono, ela o ignorou, voltando a ler o folheto e descobrindo que o Ryoutei Academy, ficava em uma cidade chamada Kaminashi.

Discretamente, para que nem a sua professora ou Megumi visse - já que o que estava prestes a fazer era proibido - enfiou a mão em um dos bolsos de sua mochila, tirando de lá de dentro seu celular - outra coisa deixada por sua "treinadora" - o escondendo debaixo da mesa, onde acessou a internet e passou a pesquisar sobre Kaminashi. 

Aparentemente, era uma cidade noturna, onde todos os seus habitantes trocam o dia pela noite. Também descobriu que o significado do nome da cidade era, literalmente, "sem Deus". Sem contar o número surpreendente de lendas que cercavam a cidade.

Quando estava prestes a clicar em um link que falava a respeito de uma dessas lendas - uma a respeito de uma mansão assombrada, onde uma jovem virgem, de boa aparência e ligada à igreja, era jogada após sua antecessora morrer, pelas bestas que moravam dentro dela - quando mais uma vez, viu o vulto verde.

Decidida a verificar se estava ficando louca ou não, ela virou a cabeça em direção a janela, a ruiva viu uma pequena borboleta verde como uma esmeralda, voar em círculos no lado de fora.

Yuuki ficou pasma. Como uma das borboletas presentes em seu sonho - o qual a fez ficar com uma puta dor de cabeça desde manhã cedo - estava no mundo real, a poucos centímetros de distância de si, separada apenas por um vidro?

A borboleta começou a bater delicadamente no vidro da janela, como se pedisse para entrar.

A ruiva não sabia o que era mais maluco daquilo tudo. A borboleta parecer pedir alguma coisa, ou, ela atender o tal pedido.

Devagar, ela afastou a janela, deixando apenas uma pequena fresta aberta. Foi o suficiente para a borboleta entrar, acompanhada de uma brisa fria. 

O pequeno inseto voou até pousar exatamente em uma das fotos do tal colégio, levantando a cabeça para encarar os olhos vermelhos da garota, parecendo que estava tentando lhe dizer alguma coisa. Ela voltou a levantar vôo, pousando a poucos centímetros de distância, em cima do link que falava sobre a lenda, voltando a encarar a garota.

- Então, vamos começar...

Yuuki ouviu a voz da luz de néon bem distante. Se sentia como se estivesse caindo em um sonho. 

Nunca na vida, sentiu tanta vontade de quebrar a pedra do seu colar.

Sabia que algo muito errado estava acontecendo. E que logo isso iria a afetar. Mais cedo ou mais tarde. 

>><<----->><< †*† >><<----->><<

 


Notas Finais


E aí o que acharam?
Então a pergunta é a seguinte. Quando encerrarmos a parte de apresentações das meninas, vocês querem que eu faça um capítulo extra com o ponto de vista dos irmãos Sakamaki?
O que será que vai acontecer?
Só lendo os próximos capítulos para descobrir.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...