História As filhas do Sakamaki - Capítulo 8


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Ruki Mukami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yuma Mukami
Tags Diabolik Lovers, Garotas Incríveis, Hentai
Visualizações 42
Palavras 628
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um capítulo, e esse é da Akemi a filha do Reiji. Tenho que confessar que estou com um pouco de medo dela😨 mas fazer o que?
Então bora pra fic!!!!!!

Capítulo 8 - Capítulo 6: Apresentação - Part 2; Akemi Nara


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Seres humanos não passam

de criaturas egoístas e fracas

que só tem a utilidade,

de  me divertir com a sua dor. 

Akemi Nara 

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Nem sempre fui esse monstro sádico, que tem prazer ao torturar e matar as pessoas.

Antigamente, brincar de boneca me alegrava. Agora me divirto com o estalar dos ossos se rompendo, da carne sendo estraçalhada, do sangue escorrendo até formar verdadeiras poças. Mas, o que me deixa mais feliz é: o grito de dor das pessoas. 

Isso chega a me excitar. Ver as pessoas chorando por causa da dor, que eu a fiz sofrer, e a mesma pessoa implorar que eu pare…Ah, como isso alegra meu coração, isso é, se eu tiver um. 

Ó desculpe meus modos. Meu nome é Akemi Nara, a filha adotiva de Sasori Nara e Mary Nara. Sim, você leu bem. ADOTIVA.

Até meus dez anos de idade, morei em um orfanato chamado: Madre Clarice. 

Como eu odiava aquele lugar. Odiava por causa das crianças idiotas que também moravam lá, e cuja a única utilidade que tinha para mim, era me diverti com o seu sofrimento. Odiava por causa que morar lá, significava ter sido abandonado por qualquer idiota.

Mas odiava principalmente por causa das freiras que moravam ali e das visitas, que alguns padres faziam.

Na época ainda não sabia o motivo de pessoas e coisas, relacionadas a igreja, me irritavam tanto.

Foi quando descobri por mim mesma, que era um demônio. Bom, pelo menos era metade demônio. 

É claro que escondi isso todo mundo, não era idiota para fazer essa besteira. 

Também foi nessa época que meu lado sadomasoquista começou a aparecer. 

Eu atraia as crianças menores, para o porão do orfanato, onde não ia ninguém, era lá onde eu as espancava, torturava e as deixava a beira da morte. 

Quando as freiras descobriram o que eu fazia, me trancaram em um quarto afastado de todo o resto. Era uma forma de proteger as crianças. 

Eu realmente pensei que morreria ali dentro. Meses se passaram e eu continuava trancafiada, com a possibilidade de ser adotada quase nula. 

Os casais que iam lá, ficavam sabendo da minha fama e passavam longe de mim.

Até que um dia o senhor é a senhora Nara me adotaram, mesmo com os responsáveis do lugar lhes falando que eu era um monstro, e que na primeira oportunidade iria matá-los. Mesmo assim, eles me adotaram sem dar ouvidos aqueles filhos da puta. 

Mais tarde descobri que meu pai, Sasori Nara um dos maiores empresários do Japão, era na verdade um dos mafiosos mais perigosos e procurados do país. 

Ele viu em mim a possibilidade de me transformar em seu anjo da morte, e foi o que fez.

Ele me ensinou diversas formas de torturar e matar, e isso por mais bizarro que pareça, nos aproximava.

Já minha mãe, Mary era uma atriz famosa. Ela não era japonesa e sim russa, mas que se casou com meu pai e veio morar aqui.

Ela queria que eu fosse uma dama exemplar. Todos os dias me fazia estudar diversas coisas e me dava aulas de etiqueta. Eu fazia sem reclamar. 

Mesmo sendo rígida ela me dava atenção e carinho, o mínimo que eu podia fazer era a deixar orgulhosa.

Eu também ganhei um irmão. Um verdadeiro idiota, que acabei aprendendo amar.

Jack era o típico garoto que só sabia jogar, e acabou me ensinando a jogar também, de uma forma que passei a gostar daquilo. 

Agora em meus plenos 16 anos, consegui uma família e sou feliz. Mas, não deixei o meu outro lado morrer, muito pelo contrário, estou ainda mais perigosa.

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Prazer meu nome é Akemi, e sou um demônio cujo o maior prazer e ver a dor expressa no rosto das pessoas. 

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Notas Finais


E aí o que acharam?
O próximo vai ser da filha do Ayato.
Beijos e até a próxima 😘


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