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História As Fotos e Seu Olhar Instigante no Celular - Capítulo 1


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Notas do Autor


olá! espero que gostem, fiz com muito amor e carinho como todas as histórias que trago pra vocês

boa leitura! ♡

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction As Fotos e Seu Olhar Instigante no Celular - Capítulo 1 - Capítulo Único

No exato momento em que vira o que tinha ali tudo mudou.

No exato momento o qual vira as imagens com seus próprios olhos tudo mudou.

Sua mente passou a pensar nisso, passou a trabalhar nisso tendo duvidas e hipóteses quase que todo o tempo.

Não era como se quisesse, mas o que tinha visto era inesquecível.

Por alguns momentos, a rivalidade indômita que tinham por anos, desapareceu. No exato momento em que seus olhos azuis acinzentados foram de encontro com as imagens e seus orbes refletiram o que estava presente na galeria do celular, seu coração bateu rapidamente.

Tinha ido ao bar aquele dia para se divertir, não era um hábito, tinha ido com a recomendação de seu melhor amigo e achara um celular dentro do banheiro, em cima da pia. De início, tentara não ligar para o fato de que ele vibrava insistentemente.

Entretanto, fora impossível. Era curioso e aquele zumbido estava irritando seus ouvidos, suas mãos foram de encontro com o celular e o mesmo arqueou as sobrancelhas ao perceber que não tinha senha no mesmo, graças ao fato de não ser bloqueado conseguira por o celular no silencioso, por que podia continuar a receber várias notificações, mas seria em puro silêncio.

Após silenciá-lo sabendo literalmente o básico sobre o aparelho que inicialmente era trouxa e desde um tempo se tornou usável para os bruxos, com a magia agindo de maneira diferente e fazendo com que os que tinham magia pudessem usá-los, tentara procurar algo no celular que pudesse denunciar quem era seu dono. No primeiro lugar que entrara fora as mensagens e em seguida, a galeria.

A galeria fora o último lugar que entrara.

Já que descobrira a quem pertencia aquele celular.

Descobrira muito bem de quem era aquele aparelho.

Não se chocara ao ver que o celular era de alguém que conhecia e sim por conta das fotos dele.

Tinham dois álbuns na galeria, um de prints e outros do rolo da câmera. No momento em que seus olhos se cruzaram com o álbum do rolo da câmera não vira nada demais, por que a última foto era comum, de uma bela paisagem à luz do sol. Contudo ao abrir o álbum, o choque lhe veio. O álbum tinha fotos intencionalmente e totalmente provocantes, fotos de um corpo nu que fizeram o engolir seco ao perceber de quem era o dono daquelas fotos a qual a pessoa mostrava sua bunda avantajada. Primeiro as nádegas bonitas e redondamente fartas estavam em uma posição normal, sem estarem empinadas, mas depois, a bunda da pessoa estava empinada fazendo com que ficasse ainda mais desejável, se possível... E na foto seguinte, a bunda estava mais de longe, enquanto as pernas estavam extremamente abertas e a bunda extremamente empinada, mostrando o ânus pequeno e apertado no meio dela. Não tinham somente fotos da bunda e sim de corpo inteiro, mas a foto a qual mais chocara o rapaz fora a qual o homem antes desconhecido daquela foto estava deitado na cama e o celular estava de cima, dando uma visão totalmente privilegiada e ampla do corpo do mesmo.

O corpo de um homem que tinha o abdômen levemente definido tendo uma cintura um pouco fina e curvas harmoniosas que se aperfeiçoavam a todo o resto de seu corpo, olhando intensamente para cama enquanto a luz do sol batia em sua pele bela e alva e seus olhos verdes brilhantes intensos eram destacados graças à claridade junto de seus cabelos morenos, os lábios finos atrativos róseos chamavam-lhe assim como cada parte do mesmo. O pau do mesmo era menor que seu e grosso, contudo, não deixava de ser desejável. Tinham veias presentes no membro que parecia desacordado e a cabecinha rosa O olhar era intenso, provocativo, sugestivo e ao mesmo tempo inocente. Inocente graças ao fato do mesmo parecer um anjo de tão belo, era tão lindo que cada pedaço seu parecia ter sido esculpido inteiramente por anjos sem pressa alguma. Cada pedaço dele era delicado, cada pedaço dele era atraentemente único.

Sentira-se envergonhado ao olhar para as fotos íntimas e provocativas, não queria invadir a privacidade de quem quer que fosse, mas para achar o dono do celular tinha que ao menos olhar algo da galeria. A cada foto que seus olhos observavam a temperatura de seu corpo aumentava, suas bochechas ficavam ainda mais coradas, destacando-se no rosto bonito e chocado graças à veracidade do que estava vendo. E ao olhar a foto a qual finalmente revelava o dono do celular, mas de um jeito extremamente provocante, ficara ainda mais envergonhado e tivera as bochechas ainda mais vermelhas e quentes, se possível. Seu corpo inteiro que já estava quente tinha entrado em combustão e uma pontada fortemente flamejante em seu baixo ventre se fez presente ao ver que o dono do celular e daquelas fotos era Harry Potter. Sentira sua pressão baixar quase que instantaneamente, seu cérebro parou de funcionar por minutos. Por minutos. Não sabia o que fazer, não sabia o que pensar, só sabia que precisava se aliviar por que sua ereção doía.

E o fez.

Draco Malfoy se aliviou no banheiro pensando em Harry Potter.

O sonserino se aliviara pensando em seu rival, pensando em como o grifinório era gostoso.

Ao ter seu prazer saciado e ter saído do banheiro, a única coisa que pensara era como iria encontrar Potter e como entregaria o celular.

— Está tudo bem? — Perguntou enquanto bebia seu uísque com gelo saboreando o sabor da bebida, seus olhos observavam o amigo que tinha finalmente saído do banheiro.

— Está sim. — Respondeu mentirosamente, sentando-se e torcendo para que ele não fizesse nenhuma pergunta. Graças a Merlin, ele não fez. Blásio Zabini percebera que o loiro não parecia estar confortável e conhecendo Draco como conhecia, sabia que se ele não tinha dito o melhor era não perguntar. Mesmo depois de o sonserino loiro ter mudado muitas coisas em sua personalidade, aquilo era algo que permanecia. Sua educação permaneceu, sua ironia permaneceu e suas falas às vezes rudes igualmente. E Zabini sabia que se tentasse tirar algo do loiro, tomaria um fora tão amargo que se arrependeria de muitas coisas em sua vida.

Era o jeito do sonserino, não gostava de ter seu espaço pessoal invadido. Blásio sabia que ele iria falar no momento em que se sentisse bem, no momento certo.

Então ambos conversaram normalmente, aproveitaram a noite juntos e foram paras suas casas.

Blásio que bebera muito dormira rapidamente, diferentemente de Malfoy, que sequer pregara os olhos, tendo o celular em sua cômoda ao lado de sua cama e consequentemente de si. Não era por falta de bebida, o loiro também tinha bebido bastante, até mais do que o amigo.

Não conseguia dormir por ter Harry Potter em sua cabeça. Harry Potter e sua aparência divina.

O loiro não soubera quando pegara no sono, mas sabia que tinha dormido pensando no moreno de olhos verdes. Draco sabia que tinha ido dormir pensando no grifinório e a última coisa que lembrou antes de dormir foi do olhar provocante do mesmo na última foto que tinha visto. Os olhos verdes brilhantes como esmeraldas e tão intensos que pareciam querer penetrar na alma de quem visse a foto.

E realmente penetrara. Justamente em sua mente, em si inteiramente e em sua alma.

 

 

 

 

— Respira... — Dissera pra si mesmo tentando se acalmar enquanto sentia suas pernas ficando moles que nem gelatina, o final de semana havia passado e tudo voltou ao normal, às pessoas voltaram a trabalhar normalmente, tanto quanto no mundo bruxo tanto quanto no mundo trouxa e ao ter as coisas voltando ao normal o sonserino sabia que iria ver o grifinório e que além de cumprimentá-lo cordialmente e educadamente como sempre fazia ainda teria que entregar o celular. Só na hipótese de ver Potter o estômago de Malfoy se revirava completamente, as borboletas em seu interior faziam-se dançantes em suas entranhas. Ficava tão nervoso que antes de conseguir falar qualquer coisa ou fazer qualquer coisa sua boca se enchia de saliva e suas bochechas ficavam quentes juntos de todo o seu corpo. As bochechas ficavam avermelhadas destacando-se no rosto de pele pálida e os olhos azuis brilhavam de ansiedade e nervosismo.

Claro que o sonserino iria disfarçar. Isso era óbvio. Não poderia deixar de fazê-lo. Contudo, era só observá-lo mais atentamente que poderiam perceber que algo estava errado.

Teria a expressão impassível que sempre tivera, andando com sua postura ereta e seu nariz em pé indicando superioridade por onde passava, cumprimentaria seus companheiros de trabalho normalmente, mas suas bochechas estariam vermelhas, suas mãos se tornariam um pouco trêmulas, sua boca se encheria de saliva e ele teria que fazer muito esforço para não suspirar a sentir tantas emoções intensas dentro de si.

Sentia vergonha, sentia raiva e sentia algo que não sabia explicar. Sentia vergonha de ter visto o que viu e por ter violado a privacidade do salvador do mundo bruxo, sentia raiva dele por ter deixado aquele maldito celular no banheiro, sentia raiva de si mesmo por ter tocado nele com curiosidade e ter visto o que viu e sentia ainda mais raiva de si mesmo pelo fato de ter se masturbado pensando no rapaz que se tornou seu rival desde seu primeiro ano em Hogwarts. Sentia algo que não sabia explicar.

Sentia seu corpo reagir de maneira diferente apenas pelo nome de Potter, sentia seu coração bater mais rápido ao lembrar-se dele, sentia um choque eletrizante passar por todo o seu corpo e o ar lhe faltar fazendo com que mordesse os próprios lábios.

Draco engoliu em seco, por que no exato momento em que fora em direção ao elevador para ir para o seu setor, achara Potter.

O grifinório estava dentro do elevador, conversando com um bruxo o qual o loiro não conhecia.

Mas o bruxo do lado de Harry pouco importava. Draco só conseguia ver Harry.

Tudo ao redor do sonserino loiro parou de existir quando seus olhos azuis foram de encontro com o olhar verde esmeralda do grifinório.

— Potter. — Cumprimentou, entrando no elevador sem olhar diretamente nos olhos do moreno e do outro bruxo, dando apenas um aceno de cabeça para o outro homem que não conhecia.

— Malfoy. — O grifinório cumprimentou de volta em um tom amigável e educadamente sorriu para o loiro que não lhe olhava nos olhos. O olhar esverdeado e intenso de Harry descera e subira por todo o corpo de Draco, dando uma análise rápida no sonserino. O loiro usava um terno preto, estando inteiramente de preto. Harry se perguntava como ele poderia vestir tanto preto. Depois de Hogwarts o sonserino não parou de ter o costume de usar tons escuros e seu favorito definitivamente era o preto, por que usava ternos diferentes da mesma cor. Mas o fato do bruxo usar preto não era nenhum problema. Preto caía-lhe imensamente bem, na verdade... Qualquer cor lhe caía imensamente bem. Era Malfoy, Draco Malfoy. Draco era lindo, sempre fora bonito, apesar de seu jeito arrogante. O que fazia com que muitas garotas e até mesmo garotos quisessem ficar com o sonserino e ele, por si só, rejeitasse muitos sem nem olhar na cara da pessoa.

Harry mordeu levemente seus lábios após analisá-lo, o terno era parecido, quase que igual à maioria que ele usava, mas aquele... Aquele dia... Parecia ter sido feito sob medida para si, destacando cada pedaço bonito do corpo do loiro. Os músculos do braço estavam aparentes, a cintura e o corpo com curvas eram destacados, as coxas bonitas e roliças igualmente.

Draco não percebera que Harry lhe olhara devotamente de cima a baixo e mordeu seus lábios após fazê-lo, por que estava sem olhar para o grifinório e focando seu olhar azul cinzento num outro lugar do elevador.

Céus... Por Merlin... Draco estava soando e sentindo que se demorasse mais alguns minutos com o moreno no elevador iria desmaiar de tanto nervoso. Estava muito nervoso.

— Ouvi falar. — O bruxo o qual Draco não conhecia voltou a conversar com Harry sobre o que falavam antes. — Mas e aí, encontrou?

— Ah, não. Infelizmente, não. — Harry respondera depois de alguns segundos olhando fixamente para um ponto da sala, com a expressão um tanto quando distraída, como se quisesse lembrar-se de algo, com os olhos verdes brilhando distantemente. — Eu estava distraído no dia em que fui ao bar com o Rony, o último lugar que fui foi ao banheiro e quando fui ao dia seguinte ele não estava mais lá. Alguém provavelmente deve ter pegado. — Respondeu parecendo triste, mas não parecia estar preocupado. Draco engoliu em seco ao perceber que Potter provavelmente falava do celular.

O sonserino não iria enrolar nem um pouco.

Iria entregar o celular no exato momento em que o bruxo desconhecido saísse do elevador.

— Não está preocupado? — O bruxo de olhos castanhos e roupas em tom escuro perguntou.

 — Ah! Não... — O moreno respondera-o, sorrindo docilmente. Draco arqueara as sobrancelhas. — Se eu não encontrá-lo, eu posso comprar outro. Não é um bicho de sete cabeças. — Sorriu novamente, fazendo com que o homem sorrisse para si.

Aquilo fez com que Draco ficasse confuso.

Harry sutilmente virou sua cabeça para trás, ainda tendo um sorriso mínimo nos lábios finos, olhando para Malfoy amigavelmente, enquanto os olhos verdes brilhavam diferentemente.

Como é que Potter poderia não estar preocupado? Oras?! Naquele celular tinha fotos tão pessoais, tão íntimas. Alguém poderia expor elas a fim de fazer algum mal para o salvador do mundo bruxo, a fim de chantageá-lo ou sabe se lá o que.

Aquilo era no mínimo... Intrigante.

Dois minutos exatos se passaram e o elevador parou, abrindo a porta para que o bruxo desconhecido para Malfoy pudesse sair e ir para o seu setor. O bruxo se despedira cordialmente, deixando Harry e Draco sozinhos no elevador.

Sozinhos num silêncio desconfortável para Malfoy.

— Potter? — Chamou-o com sua voz arrastada, fazendo com que o moreno se virasse para si, olhando-lhe com os orbes verdes curiosas. — Eu encontrei o celular. — Dissera enquanto Harry lhe observava e logo tateara o celular em seu bolso, não demorando a achá-lo e consequentemente sentindo suas bochechas ficarem ainda mais quentes do que estavam antes. Droga! Provavelmente estava com uma cara de idiota.

Harry sorriu para si quando o bruxo achou o celular e estendeu a mão para o loiro, que logo foi preenchida com o aparelho.

— Eu sei. — O grifinório dissera como se fosse óbvio com seus olhos verdes brilhando em atrevimento enquanto tinha um sorriso malicioso e indecente em seus lábios atrativos, com a expressão pretensiosa como se quisesse rir e enquanto encarava o sonserino travessamente. Ao ouvir que Harry sabia, o cérebro de Malfoy parou instantaneamente. Seus olhos se arregalaram quase que imediatamente ao ouvir o que o moreno tinha dito.

Não sabia o que pensar... Como é que ele sabia?

 Draco não tivera tempo de perguntá-lo como sabia refutá-lo ou dizer qualquer coisa, por que o elevador se abriu novamente.

Harry saíra do elevador, sem parar de um segundo sequer olhar para Draco, que também lhe encarava. Intensamente e surpreso, mas diferentemente do grifinório, que lhe olhava intensamente, fortemente e maliciosamente, quase que beirando à sensualidade.

Draco suspirou com força ao ver a porta do elevador se fechar e Harry andar para sua sala, enquanto o via cumprimentando alguns colegas de seu setor.

E então, Draco corou furiosamente.

Eu sei... Era o que rodeava sua mente. A voz de Harry rodeava sua mente.

E então, o choque junto da resposta atingiu-lhe severamente. Harry tinha posto o celular ali intencionalmente, a fim de que pegasse. Ele tinha dito minutos atrás que não estava preocupado se achassem o telefone, mesmo que ele obtivesse fotos de seu corpo nu.

Ele não se preocupava e não estava nem um pouco intrigado com isso, por que era intencional. Harry não se preocupou por que a pessoa a qual ele queria que visse aquelas fotos tinha achado o celular. Ele havia planejado aquilo, posto o celular para que pegasse.

Um flash forte de memória atingiu a cabeça do sonserino.

É... Cara, o Potter tá aqui. Acabei de ver ele com o Weasley, atrás de você. Os dois passaram e foram no banheiro, acho. — Zabini dissera ao loiro, dando um gole em sua cerveja.

Outro flash de memória atingiu a cabeça do loiro.

Irei ao banheiro. Eu já volto. — Draco informara ao amigo, que apenas lhe olhara como uma confirmação e então fora ao banheiro, notando que Potter lhe olhava intensamente em uma mesa no meio do bar, com um sorriso nos lábios enquanto conversava com Weasley.

Contudo, Draco não dera muito importância.

Talvez fosse apenas um cumprimento ou coisa de sua cabeça, afinal, já estava ali fazia um tempo e já tinha bebido algumas.

Sua visão estava um pouco turva.

Ainda estava consciente, mas poderia ser um engano e agora se martirizando por ser tão burro, Draco deu um tapa em sua própria testa.

Era óbvio! Óbvio demais. Suspirou novamente ao lembrar-se, percebendo que era a intenção de Harry o tempo todo. Suas calças ficaram um pouco menores e mais apertadas ao se lembrar da maneira a qual o grifinório lhe olhava naquele dia, da maneira a qual ele olhava para a câmera e olhou para si minutos atrás. Merlin... Será que Potter tinha tirado aquelas fotos para si? Somente para si? Por que ele havia planejado com que o loiro encontrasse, certo?

Sim. Harry havia tirado.

O loiro saíra dali, indo pra sua sala apressadamente e abrindo a porta do banheiro para que pudesse respirar em paz e se aliviar.

Harry sabia que o loiro iria lhe procurar.

Ambos trabalharam pensando um no outro aquele dia.

Harry sorria travessamente e ao terminar de trabalhar aquele dia, olhara para trás, ouvindo passos muitos próximos perto de si. Alguém estava lhe seguindo e sem surpresa alguma, era Malfoy.

Então, Harry apenas continuara a andar com o sonserino em seu encalço, que lhe olhava intensamente assim como ele olhava intensamente para Draco, ambos retribuíam o olhar à altura.

Harry sorriu enquanto Malfoy o seguia. Draco sentiu seu corpo queimar em resposta a intensidade a qual Potter lhe olhava enquanto seguia ele. Queria tocar Harry inteiramente e Harry queria tocá-lo inteiramente. Era mútuo, era totalmente recíproco.

Não foi preciso palavras, ambos não disseram nada quando se encontraram num lugar afastado da multidão. Apenas toques bastaram. Seus corpos se encontraram e seus corações, suas almas se entrelaçaram eternamente, mesmo que ambos ainda não soubessem disso.

Draco sentira-se imensamente satisfeito por ter encontrado aquele celular no banheiro. Mesmo que Harry tivesse planejado isso, talvez pudesse dar errado. Ambos dormiram juntos após uma noite de sexo intenso.

Na verdade, o fato de Draco ter encontrado o celular foi a melhor coisa que lhe acontecera em tempos em sua vida.

O fato de Harry ter armado o plano para que o sonserino encontrasse o celular fora a melhor coisa que fizera em tempos.

Ambos dormiam tranquilamente e serenamente com seus corpos agarrados um ao outro. Tudo estava em paz.

Nada poderia ser melhor.


Notas Finais


e ai, o que acharam?

espero que tenham tido uma boa leitura! ♡


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