História As Guardiãs Encantadas - Capítulo 20


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Categorias Cinderela
Tags Arendel, Aurora, Bela, Branca, Cinderela, Elsa, Jasmine, Merida, Princesas Da Disney, Romance
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Palavras 1.310
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Fantasia, Ficção, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


vamos finalmente depois de alguns meses voltar com a historias das princesas guerreira mais amadas, talvez algumas coisas mudem ou não, mas espero que continuem gostando da história.

Capítulo 20 - As portas


Na floresta encantada.
 

O grupo de Maria finalmente se aproximava do deserto, mas a floresta crescia ainda mais. Porém o time continuava se aproximando, ao ficarem unidos.
Bela caminhava na frente com Alice e Ruby, enquanto Maria, Rapunzel e Branca seguiam atrás.
(Maria) – Fico feliz em ver aquela cena. – Disse Maria ondando para as duas na frente.
(Branca) – Não é assim tão simples, aquilo não é uma amizade.
(Rapunzel) – Ela me lembra Aurora.
(Maria) – Quem? A Bela?
(Rapunzel) – Sim.
(Branca) – Pensei que as duas nunca tivessem conhecido ninguém.
Então Bela vai um pouco para trás e entra na conversa para ouvir.
(Bela) – Eu conheço essa história, a espada na pedra, não é?
(Rapunzel) – Isso deve ter virado uma “história”, mas nem sempre foi, tipo... para mim é uma lembrança, algo de muito assustador.
(Branca) – Ainda tem tempo para chegar, conte a história.
(Rapunzel) – Foi a muito tempo, quando eu tinha 14 e ela 15. Acontece que eu e Aurora conhecemos outra pessoa uma vez, um menino, seu nome era Jose, se bem que ele sempre se auto chamava de Flinn Rider, nome estupido, eu sei. Acontece que esse garoto acabou gostando de mim, gostando de verdade, que pode ter irritado um pouco ela, e um dia ele roubou um beijo meu, e eu descobri um lado da Aurora que não conhecia.
(Bela) – Ainda não entendo, vocês eram novas, e moravam numa floresta, o que tem haver a espada com essa sua história.
(Rapunzel) – Acontece que a minha amada tem um poder um tanto diferente, ela consegue causar pesadelos nas pessoas mesmo acordados, como ilusões. Mas sua habilidade vai além, entrar em sonhos distintos do dela, criar miragens, e tudo que ela cria é tão real, que uma pessoa que não soubesse que era falsa, acreditaria, ao ponto de realmente sentir dor na mente. Só que nem tudo é imaginário, se ela estiver nervosa, e usar muito de sua magia...
(Branca) – Se torna real... – Sussurrou olhando para Rapunzel.
(Rapunzel) – Sim, aquela espada foi criada por ela, enquanto tentava matar o Flinn, mas ela usou tanta força que prendeu na pedra, e ficou cravada.
(Bela) – Eu já tentei ir e soltar, mesmo assim não consegui, nem a Cinderela, por quê?
(Rapunzel) – Isso eu não sei responder, nunca tentamos tirar, e eu não gosto de espadas, prefiro algo que só cause dor mais não mate, tipo uma frigideira.
(Maria) – E quem luta com uma frigideira. – Respondeu Maria rindo
Alice e Ruby finalmente se juntam com os outros.
(Ruby) – Do que estão falando?
(Alice) – Rapunzel... Seu cabelo não suja, você fica arrastando no chão, não acaba sujando?
(Rapunzel) – Há... eu nunca me preocupei com isso, geralmente não saio da torre, e o piso lá é limpo.
(Alice) – Mas aqui é a floresta, não seria melhor tirar do chão?
(Branca) – Já sei.
Branca de Neve começa a assobiar e vários animais, como pássaros, macacos e veados, que começam a enrolar o cabelo da menina com flores prendendo, e assim fazendo uma trança em seu cabelo, que agora chegaria até sua panturrilha.
(Rapunzel) – Fazia tempo que eu não via meu cabelo tão curto assim. Brigado Branca.
(Branca) – Não precisa agradecer, mas me diz, por que seu cabelo é tão grande?
(Rapunzel) – Eu não posso cortar, se não meu poder some.
(Ruby) – Seu poder?
(Maria) – Você pode curar qualquer ferida não é? Eu soube que muita gente subia na torre para roubar ele.
(Alice) – Não entendo, tem várias plantas que curam doenças, e ferimentos, então sua habilidade não deveria ser tão valiosa assim.
(Rapunzel) – É porque não é só isso, curar qualquer doença, e tirar todas as dores é bom, mas minha força principal, é que eu posso renascer as pessoas, trazer qualquer morto de volta a vida.
(Branca) – Pera. Isso é sério? – Disse Branca parrando e segurando o ombro da loira.
(Rapunzel) – Sim, mas toda magia tem seu preço, e esse é algo que ninguém pode pagar, por isso nunca usei.
(Bela) – E como sabe que consegue se nunca usou? É contar a vitória antes da hora?
(Rapunzel) – Sei que posso, já li isso.
(Maria) – Mas qual o preço?
(Rapunzel) – Uma vida, “nada surge e nada some, tudo se cria”, isso é o principio da minha magia de renascer, para renascer alguém morto, precisa usar o coração da pessoa que o morto mais amava.
(Branca) – É realmente algo muito difícil de pagar.
(Alice) – Conheço pessoas que gostaria de rever, mas duvido que eu encontraria quem ela mais amava.
(Ruby) – Gente olhe aquilo. – Ruby aponta para o meio de duas arvores, que mostraria um pouco de areia.
Ao correr mais para frente percebem um caminho de areia.
(Maria) – Finalmente chegamos...
(Branca) – O deserto de Askaban.
 

Em um lugar escondido da Floresta encantada.
 

Mérida e Robin entravam em uma loja na floresta, lá dentro havia vários brinquedos, totens e suvenires, de madeira pura, na maioria em formato de urso, em cada canto daquele lugar havia uma porta, no total de cinco portas com a da entrada da loja, uma de cada cor: azul, branco, amarelo, marrom areia e a de entrada era verde.
(Mérida) – Acho que estamos gastando nosso tempo.
De trás de um balcão, saiu uma velha senhora, um pouco pequena, com cabelos compridos e brancos, seu rosto era enrugado de olhos castanhos.
(Robin) – Boo quanto tempo. – Disse o arqueiro colocando o arco com as flechas no chão e se abaixando para abraçar a menina.
(Boo) – Raposa! – Declamou a velhinha devolvendo o afeto.
(Mérida) – Raposa?
(Robin) – Ela me chama assim.
(Boo) – De onde eu venho, ah uma história sobre um Robin Hood, mas ele é uma raposa.
(Mérida) – É de onde a senhora vem?
(Boo) – Do futuro é claro. – Respondeu a idosa indo de volta para trás do balcão. – O que vai querer? Flecha novas? Um brinquedo?
Mérida segura no braço de Robin puxando-o para trás.
(Mérida) – Veio do futuro? Sério? Você não percebe Robin? Ela é doida, vamos embora.
(Robin) – Ela não é doida, é realmente do futuro, e foi essa mulher que me fez esse arco encantado, que me permite sempre acertar o alvo, sem contar que eu confio nela.
(Boo) – Você tem uma maldade dentro de si menina, algo muito terrível, que está ficando mais forte. – Gritou a mulher se intrometendo.
(Mérida) – E como sabe disso? Agora também é vidente?
(Robin) – Na verdade sim.
(Mérida) – Claro!
(Boo) – Vejo uma maldade horrível, que pode te tornar cruel, o que seria? Uma maldição?
(Mérida) – Exatamente, eu sou amaldiçoada, queria mudar minha vida, e fiz um acordo com um mago, e não escutei ele, não escutei que toda magia vinha com um preço, e estou tendo que pagar, então se eu não for: Sincera, destemida e valente, eu serei transformada em um urso maligno.
(Boo) – Um urso?
(Robin) – Ah sim, você tem aquilo.
(Mérida) – Aquilo? Aquilo o que?
(Robin) – No futuro, Boo conhece seres que podem viajar no tempo, são monstros, que são uniões de animais e humanos, e ela virou muito amiga de um urso azul e roxo.
(Boo) – Que será seu filho.
(Robin) – Eu já disse, não é meu filho, você fala isso antes mesmo de eu estar casada com Mérida.
(Mérida) – Vai ver seja o destino.
(Boo) – Sua mulher acredita, acredite também raposa.
(Mérida) – Não acredito, só não desacredito, porque prefiro não enfrentar o futuro, e se você veio mesmo do futuro será uma ajuda.
(Robin) – Boo, desculpe, depois podemos conversar mais, agora, por favor, eu preciso de sua ajuda.
(Boo) – Eu já sei o que era, vi que algo estava acontecendo, e esperava que você viesse.
(Robin) – Por favor, pode nos ajudar?
(Mérida) – Como vamos ir até o reino?
(Boo) – Por uma porta, é claro.
Boo anda até a porta branca que estava no canto esquerdo da entrada, e abre ela, a visão que tinham, era do portão do palácio do reino, na entrada do salão.
(Mérida) – Estou começando a acreditar em você.


Notas Finais


obrigado por lerem, e quem quiser comentar ou divulgar para seus(suas) amigos(as) fã das princesas, eu fico muito grato.


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