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História As Irmãs Stark - Capítulo 8


Escrita por: lelli_stark

Notas do Autor


Olá, pessoal! Tudo bem com vocês? Espero que sim!

Nesse capítulo teremos a introdução de novos personagens, os integrantes dos Novos Vingadores! Já quero deixar claro o seguinte: eu apenas me inspirei nos personagens da Marvel. Suas histórias e seus poderes não necessariamente terão relação com os personagens da Marvel.

Enfim, é isso!

Boa leitura, amores 💖

Capítulo 8 - Os Novos Vingadores


Fanfic / Fanfiction As Irmãs Stark - Capítulo 8 - Os Novos Vingadores

Marissa ouviu o despertador tocar, mas já estava sentada na cama há muito tempo. Ela só o desligou e, antes de se levantar da cama, foi abraçada na altura da cintura por Peter, que acordava com o barulho do aparelho.

– Já estava acordada, gatinha? – ele pergunta, ainda sonolento. Marissa acaricia os cabelos do namorado, mexendo a cabeça indicando que sim.

– Acho que por causa do nervosismo. Hoje é o grande dia, lembra? – ela diz, em tom de brincadeira. Peter se senta ao seu lado, segurando levemente o rosto da namorada, acariciando sua bochecha.

– Vai dar tudo certo. Você vai ser uma excelente líder. – ele diz, tentando confortar sua amada. – Eu te amo muito, viu?

– Também te amo, Pete. Muito. – ela diz, recebendo um beijo do namorado em seguida. Assim que eles se separam, ela tira as cobertas de cima dela, indo se levantar. – Levanta essa bunda daí também, infelizmente somos adultos responsáveis. – ela diz, já de pé, fazendo Peter rir.

– Como eu queria só ficar nessa cama hoje, meu Deus! – o Parker diz, se espreguiçando mais uma vez. Ao invés de se levantar, ele segue deitado, fechando os olhos.

Ao ver a cena, Marissa sorri marota e se joga em cima dele, fazendo o outro arfar com o impacto e rir em seguida. Ao abrir os olhos, ele vê o rosto sorridente de Marie perto do seu e ajeita uma mecha de cabelo da mulher para trás da orelha. Ele decide inverter as posições, mas não tinha percebido que estavam quase na beira da cama, então os dois acabaram caindo no chão e riram da situação.

Após se ajeitarem, os dois foram tomar café da manhã juntos e, quando Peter pediu para Marissa o alcançar a geleia, ele percebeu a ponta de alguns dos dedos de Marie com algumas feridas. Peter a olha preocupado e, assim que ela larga o pote na mesa, ele segura a sua mão, observando seus dedos.

– Marie, desde quando está assim? – Peter pergunta. Já fazia muito tempo desde a última vez que havia visto Marissa com os dedos naquele estado. A garota puxa a sua mão, parecendo envergonhada.

– Acho que desde ontem. Não sei. – ela diz, voltando a tomar seu café, como se aquilo não fosse nada. Peter se levanta e pega uma maleta que tinha alguns itens de primeiros socorros e pega alguns band-aids, indo até Marissa e pegando a mão da namorada novamente, colocando os band-aids nos dedos machucados. – Pete, não precisa disso.

– Pra você não se machucar mais hoje, é só isso. – ele diz, beijando carinhosamente a sua mão depois de terminar. – Porque não volta a conversar com a Dra. Smith?

– Porque eu estou bem, Peter. – ela diz, sem olhar direito para o namorado e soltando sua mão. – É momentâneo, isso é só porque hoje é um grande dia pra mim. Você sabe que coisas novas me deixam nervosa.

– Tudo bem. – Peter diz, preocupado, voltando a tomar seu café da manhã.

Percebendo a preocupação do namorado, Marissa segura levemente o queixo de Peter e o beija nos lábios, o encarando carinhosamente em seguida.

– Não precisa se preocupar comigo, Pete. – ela diz. – Eu vou ficar bem, prometo.



...



Billy Kaplan ouviu os primeiros bips do despertador e rapidamente o desligou e se sentou na cama com um grande sorriso no rosto. Com muita empolgação, o garoto se levantou, pegou suas roupas e foi tomar seu banho e se preparar para o grande dia. Ele colocou uma música agitada para tocar e cantava alegremente enquanto fazia suas coisas.

Ele não sabia nem dizer há quanto tempo esperava por aquele momento. Finalmente estaria treinando com a equipe dos Vingadores, ele faria parte da nova geração de heróis. Tudo que fez em sua vida foi para proteger as pessoas a sua volta e poder fazer isso para valer agora era incrível para o jovem Kaplan.

Ao sair do banho, ele terminou de se arrumar e quase saía do seu quarto quando percebeu que esquecia seus braceletes, que foram projetados para o ajudar a controlar e focar melhor seus poderes. Ao pegá-los, viu o porta-retrato que tinha uma foto de sua família. Ele sorriu ao pensar em seus pais.

– Tudo por vocês. – ele diz, beijando a foto e partindo com aquele pequeno sorriso ainda no rosto.

Billy seguiu seu caminho até o local combinado onde todos os outros heróis da nova equipe se encontrariam para serem instruídos pela srta. Stark, a quem Kaplan tinha imenso respeito e apreciação. Além de ser uma de suas heroínas favoritas, a Guardiã de Ferro, ela sempre foi muito gentil com ele e, em mais momentos do que Billy conseguia acreditar, havia sido uma ótima amiga também.

Por todos que passava durante o trajeto, ele cumprimentava alegremente, acenando com um sorriso estampado no rosto. Praticamente todos os agentes da SHIELD que trabalhavam ali conheciam Billy, afinal ele morava nas instalações há quase 8 anos, praticamente o viram crescer.

As primeiras manifestações dos poderes de Kaplan não foram nada legais. Ele quase destruiu a própria casa com ondas de eletricidade, o que quase matou sua família. Nick Fury, sabendo do acontecimento, foi até a família com a intenção de ajudar Billy a controlar suas habilidades. Mas o garoto, que era apenas uma criança na época, decidiu que se manteria longe da família até que aprendesse completamente a controlar seus poderes. Por isso Fury o levou para a SHIELD e o deu todo o treinamento e possibilidades para que isso acontecesse.

Por isso a ansiedade por finalmente se tornar um herói, de trabalhar na equipe era tão grande. Assim que seu treinamento estivesse completo, poderia se sentir totalmente preparado e confortável para voltar ao mundo real, fora dos muros da SHIELD.

Chegando na sala de reuniões que havia sido combinado onde se encontrariam, Billy encontra Marissa, caminhando de um lado para o outro, mexendo nos band-aids que estavam em alguns de seus dedos nervosamente. Ao perceber o garoto ali, ela para e sorri para ele.

– Billy. – ela diz, o cumprimentando. – Sabia que seria o primeiro a chegar. – ela diz, fazendo o garoto rir.

– É, você sabe. Eu moro aqui pertinho. – ele brinca, fazendo a mais velha rir. – Mas como você está?

– Nervosa. – ela responde. – Eu não nasci pra ser líder de ninguém, Billy. E eu nunca fiz isso, também. Isso sempre é assustador. Fazer algo novo.

– É verdade. – ele diz, ficando pensativo em seguida. – Mas não é verdade que você nunca fez isso. – Marissa o olha com o cenho franzido, confusa. – Você se lembra daquela missão? Que Fury pediu que eu fosse junto, mesmo comigo insistindo que eu não estava pronto?

– Lembro. Mas eu não era líder de ninguém, Billy. Quem mandava era o Máquina de Combate. – Marissa responde. – E é claro que você estava preparado. Você arrasou naquele dia. E Fury não teria deixado você ir se não tivesse certeza que você conseguiria.

– É, eu sei. Mas foi você que me ajudou a maior parte do tempo. Se não tivesse me dado aquele empurrãozinho, eu não teria aprendido algo novo sobre as minhas habilidades. – o garoto completa. Ele quis relembrar do momento para tranquilizar Marissa e parecia estar funcionando. – Vai dar tudo certo. Eu confio em você. – ele termina, com um sorriso gentil.

– Valeu, Billy. – Marissa diz, o agradecendo. – Agora vamos esperar o restante da equipe.





Torunn carregava algumas caixas com bebidas e comidas de dentro de um caminhão para um dos estabelecimentos que funcionavam na Nova Asgard. Era um local que ajudava várias pessoas e a filha do deus do trovão sempre tentava fazer sua parte como membro da comunidade. Fora algo que seus pais sempre a ensinaram, ajudar o próximo e era aquilo que ela mais gostava de fazer.

– Jovem Torunn, muito obrigada! – uma senhora, que era uma das pessoas que cuidavam do local, diz, segurando a mão de Torunn e agradecendo fervorosamente. – Você é sempre tão gentil, sempre nos ajudou. Tens um bom coração.

– Apenas estou fazendo minha parte, senhora. – ela diz, sem graça pelos agradecimentos. – Por favor, me avise se precisarem de qualquer coisa. Estarei aqui em um segundo.

– Não se preocupe, querida. Não se preocupe. – ela diz, abraçando a garota. – Vá em paz. E com cuidado! – ela frisa a última parte.

A rainha de Nova Asgard, Valkyrie, voltava de dentro do estabelecimento e cumprimentou a mesma senhora que Torunn conversava, recebendo uma reverência da mesma.

– Por favor, senhora. Isso não é necessário. – Valkyrie diz, sem graça. Apesar de tantos anos como rainha, ainda era algo que ela não estava acostumada a receber.

– Obrigada por tudo, rainha. – a senhora diz.

– Eu que agradeço pela hospitalidade. – Valkyrie diz, se despedindo e chamando Torunn para acompanhá-la. As duas entram no caminhão que haviam trazido todos os suprimentos e partem de volta para a suas casas.

– É sempre bom fazer isso, não é? – Valkyrie, que dirigia, diz a Torunn. – Ajudar as pessoas, ter esse contato direto com elas.

– Sim, sempre é. – Torunn diz, com um sorriso no rosto. Lembrando do seu combinado com os pais, seu sorriso se desfaz. – Uma pena que será a última vez que estarei fazendo isso.

– Não fala assim, Torunn. O que vocês decidiram é uma coisa boa. Vai poder ajudar muitas pessoas e fazer o bem de diversas formas. – Valkyrie diz, tentando incentivá-la.

– "Nós decidimos"? – a garota perguntou, rindo em escárnio. – Meus pais decidiram, Valkyrie. Sozinhos. Sem nem me perguntar o que eu queria.

– Você vai ver. Só vão acontecer coisas boas enquanto estiver lá. – a rainha diz, concentrando sua atenção na estrada.

Valkyrie larga Torunn em sua casa, que era tão simples quanto todas as outras. Antes da garota fechar a porta do caminhão, Valkyrie chama a sua atenção.

– Hey. Nova Asgard estará sempre esperando por você. Ainda será rainha algum dia. – ela disse, com um sorriso e recebeu um de volta, em agradecimento.

Depois que Valkyrie partiu, Torunn respirou fundo e finalmente entrou dentro de casa, sabendo o que a esperava. Naquele mesmo dia partiria para as instalações dos Novos Vingadores e ela não estava nem um pouco ansiosa para isso. Não queria ir para aquele lugar, queria seguir servindo ao seu povo, como sempre fez. Mas seus pais pensavam diferente.

– Filha. – Thor diz, recebendo a filha de braços abertos assim que ela entrou em casa. Torunn nunca recusava os abraços apertados do pai, mas estava chateada demais no momento para corresponder àquele abraço. Thor percebe e abaixa os braços, fingindo não ter ficado chateado com aquilo. – Suas coisas… estão quase prontas. Sua mãe e eu resolvemos dar uma mãozinha. – ele diz com um pequeno sorriso.

– Não sabia que me queriam fora de casa tão depressa assim. – diz Torunn, interpretando a gentileza dos pais apenas como uma forma de mandá-la para longe o mais rápido possível.

– Não é isso, Torunn. É claro que não. – Thor diz, dessa vez demonstrando seus sentimentos pelas palavras da filha. Jane, que estava por perto, vai até sua família e chega mais perto da filha.

– Acha mesmo que queremos você longe de nós? – a Foster pergunta. – Somos seus pais, Torunn. Nenhuma mãe ou pai fica feliz em ficar longe de suas crianças. Nunca.

– Então porque estão me forçando a fazer algo que eu não quero? – Torunn começa. – Me mandando para um lugar cheio de pessoas que eu nunca vi na vida, que não sabem a minha história. A nossa história.

– Exatamente por saber que viver apenas em nosso mundinho nos cega sobre a realidade, filha. – Thor diz, abraçando a esposa de lado. – Se eu não tivesse sido expulso de Asgard e deixado aqui em Midgard eu não teria me tornado a pessoa que sou hoje. E não teria conhecido sua mãe e nem teria tido você.

– Essas foram as suas experiências, pai. – Torunn diz, enfática. – Fazer isso não significa que terei as mesmas experiências que você.

– E não é isso que queremos. Apenas que tenha experiências diferentes das que vive hoje. Conhecer pessoas diferentes, com histórias diferentes. – Jane diz, complementando o pensamento de Thor. – Um dia vai nos entender. Eu sei que vai.

– E está tudo bem ficar chateada conosco. – Thor diz, apesar de não ser aquilo que sentia. – Mas espero que compreenda que sempre fazemos o que achamos que seja o melhor pra você, Torunn. Nunca vamos querer o seu mal. – ele diz, chegando mais perto da filha que, dessa vez, permite um abraço. – Te amamos muito, você sabe disso. Daqui até…

– … a eternidade. – Torunn e Jane completam. Era algo que sempre falavam um ao outro. – Eu sei, pai.

Depois que Thor se separa da filha, Jane vai até ela e segura levemente os dois lados de seu rosto, juntando suas testas.

– Até a eternidade, Torunn. – ela diz, beijando a testa da filha em seguida. Enfim, a família toda se abraça.





– America! Vem logo, filha! – Rebecca, uma das mães da garota, diz enquanto colocava as coisas do café da manhã na mesa. – America! – ela chama mais uma vez.

– Já estou terminando, só um minuto! – a garota grita de volta, enquanto guardava algumas coisas em sua mochila. Ela olha para os lados, como se visse se alguém estava olhando e decide usar sua velocidade sobre-humana para terminar as coisas mais rápido.

Sua outra mãe, Ariela, que passava secando os cabelos com uma toalha percebeu a cena e esperou America, que sorria confiante com sua atitude, reparasse em sua presença, de braços cruzados e com a feição mais séria que conseguia ter no momento.

– Mamãe! – America diz quando finalmente a percebe. – A senhora está aí! Eh… vem a mãe está nos chamando para o café. – ela diz, fingindo que nada aconteceu.

– Hey, não adianta se fingir de tonta não, garota. – a mais velha diz, fazendo a mais nova rir. – Você sabe bem, poderes dentro de casa não. Ok? – ela diz, segurando levemente o rosto da filha. – Ah, mi hija! Vou sentir tantas saudades suas! – ela termina, a abraçando.

– Eu sei. Também vou, mamãe. – America diz, retribuindo.

– Se vocês não vierem eu vou comer tudo sozinha! – Rebecca grita do andar de baixo, fazendo as outras duas se separarem e rirem.

– Acho melhor a gente ir mesmo. Dessa doida, eu não duvido nada! – Ariela diz, fazendo a filha rir mais.

No andar de baixo, Rebecca esperava sentada à mesa, já comendo uma fatia de pão cheio de geléia. As outras se sentaram junto dela e tomaram seu último café da manhã juntas antes da partida de America.

A garota havia nascido com habilidades extraordinárias que foram descobrindo com o passar do tempo. Cada ano que passava algo novo surgia e, da melhor forma possível, as mães instruíam America a usá-los apenas quando extremamente necessário, sem extravagâncias ou exposição.

Ao entrar na adolescência, America já havia descoberto várias habilidades. Com isso, e mais a exposição dos atos de heroísmo dos Vingadores a todo instante, a vontade de ajudar as pessoas começava a crescer mais e mais na jovem Chavez. Suas mães eram contra, mas aos poucos foram abrindo mais a mente e percebendo que logo a garota faria aquilo tudo por conta própria, sem ao menos contá-las.

Com o apoio de sua família, America passou a cuidar da vizinhança e logo se tornou a grande protetora do seu bairro. As pessoas não sabiam direito quem realmente era a sua salvadora, por conta da velocidade de America, mas a garota não fazia questão de esconder sua identidade. Era apenas algo que aconteceu e se manteve assim.

A SHIELD entrou em contato com America, que já era maior de idade, fazendo o convite para fazer parte de uma nova equipe de heróis. Após uma longa conversa com as mães, ela decidiu aceitar a proposta e esse era seu último dia em casa, já que logo partiria para as instalações dos Novos Vingadores, onde seria treinada e receberia suas missões.

Após o café da manhã, America ajudou as mães a ajeitar algumas coisas da casa e, por fim, começou a se despedir delas.

– Eu só queria dizer obrigada. – America começa, suas mães a sua frente. Rebecca fica com os olhos marejados, tentando segurar o choro, diferente de Ariela que chorava sem tentar esconder. – Por sempre me apoiarem a ser quem eu sou. E me apoiarem nessa decisão também.

– Você está destinada a grandes feitos, minha filha. Nunca ficaríamos no meio disso. – Rebecca diz, emocionada, já que a esposa não tinha condições de dizer nada.

– Eu te amo tanto, America. – Ariela diz, em meio às lágrimas, abraçando a filha em seguida.

– Vamos sentir sua falta, niña. – Rebecca complementa, se juntando àquele abraço.



...



Num quarto montado em um porão via-se um vulto verde e uma mochila que, se não reparasse atentamente, parecia estar se enchendo sozinha. Aquele vulto era ninguém menos que Thomas Shepherd, o garoto mais veloz vivo. Ele corria para todos os cantos de seu quarto em busca de suas coisas, principalmente para sua mãe não perceber o que ele fazia.

A mãe não sabia da proposta que havia recebido da SHIELD, ela nunca permitiria sua ida, ainda mais se soubesse as motivações do garoto. Ele não tinha nenhuma intenção de se tornar um herói, mas o dinheiro que receberia para ser membro da equipe dos Novos Vingadores ajudaria muito sua mãe e irmã mais nova, que viviam em dificuldades financeiras.

Ao terminar de pegar suas coisas, Tommy se senta em sua cama e observa seu quarto uma última vez. Ele repensava se aquela seria realmente a melhor ideia. Apesar de conseguir ajudar a família de alguma forma, teria que ficar longe delas por um tempo, algo que ele nunca havia feito antes.

– Para de pensar, babaca. Sem pensar muito. Vamos lá. – ele diz para si mesmo, se levantando e pegando sua mochila. Ele pega a carta que havia escrito para a mãe e, usando sua super velocidade, corre para o andar de cima, dá um beijo na irmãzinha e na sua mãe, que dormiam na mesma cama, e deixa sua carta pendurada na geladeira.

Ele agradecia mentalmente por ter supervelocidade. Não ia precisar gastar o pouco dinheiro que tinha com transporte. No entanto, apesar da alta velocidade, Tommy já havia saído atrasado de casa, pois teve que esperar sua mãe voltar para a cama e dar um tempo até ela voltar a dormir. 

Quando chegou às instalações dos Novos Vingadores e finalmente passou por todos os protocolos de segurança da sua entrada, ele foi direcionado à sala onde encontraria o restante da equipe e reparou que já haviam algumas pessoas por lá.

– Srta. Stark. – o agente que acompanhou o garoto diz, abrindo a porta para Tommy. – Thomas Shepherd.

– Obrigada, agente Sanders. – a Stark diz, com um pequeno sorriso. Ela se levanta e direciona uma cadeira para o Shepherd. – Irônico. – ela comenta, seguido de um pequeno riso.

– O que? – Billy questiona.

– Que o cara atrasado seja justamente o nosso velocista. – ela brinca, ouvindo algumas risadas de todos.

– É, desculpa por isso, aliás. Minha mãe me atrasou, na verdade. – Tommy diz, um pouco sem graça.

– Está tudo bem, Shepherd. – Marissa diz, voltando a se sentar. – Bom, agora sim. Estamos todos aqui.

– Espera. – Billy interrompe, olhando para os colegas. – É só isso?

– Sim. Somos nós cinco, apenas. – a Stark responde. – Porque?

– Bem… quantos Vingadores eram mesmo? – ele pergunta, pensando sobre.

– A quantidade não importa, Billy. – Marissa diz, pegando os arquivos que tinham a passado na semana anterior com alguns relatórios sobre cada um. – Pois acho que temos um time e tanto aqui. O que vem me dando certo nervosismo desde que descobri que treinaria vocês. – ela termina, com um sorriso nervoso, largando os arquivos. – Certo, vamos começar.


Notas Finais


E aí? O que acharam?

Espero que tenham gostado!

Esse capítulo foi mais para introduzir os personagens mesmo, nos próximos teremos mais desenvolvimento com a equipe.

É isso amores! Semana que vem vou tentar trazer o próximo capítulo 😘💖💕


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