História As lavadeiras do zodíaco - Capítulo 12


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Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Aiolia de Leão, Aioros de Sagitário, Aldebaran de Touro, Asterion de Cães de Caça, Bian de Cavalo Marinho, Camus de Aquário, Dohko de Libra, Geist de Serpente, Hyoga de Cisne, Ichi de Hidra, Ikki de Fênix, Io de Scylla, Isaak de Kraken, Jabu de Unicórnio, Julian Solo, June de Camaleão, Kanon de Dragão Marinho, Kanon de Gêmeos, Kasa de Lymnades, Kiki de Appendix, Krishna de Chrysaor, Marim de Águia, Marin de Águia, Mascára da Morte de Câncer, Miro de Escorpião, Misty de Lagarto, Mu de Áries, Nachi de Lobo, Poseidon, Saga de Gêmeos, Saori Kido (Athena), Seiya de Pégaso, Shaina de Cobra, Shaina de Ofiúco, Shaka de Virgem, Shion de Áries, Shiryu de Dragão (Shiryu de Libra), Shun de Andrômeda, Shura de Capricórnio, Sorento de Sirene, Thetis de Sereia
Tags Afrodite, Aiolia, Aiolos, Aldebaran, Camus, Destak, Dmxkanon, Dohko, Drama, Geisty, Hentai, Hyoga, Ikki, Jabu, Julian, June, Kanon, Kiki, Lavadeiras, Lemon, Marin, Milo, Misty, Orange, Romance, Saori, Seiya, Shaka, Shina, Shion, Shiryu, Shun, Shura, Thetis, Yaoi, Yuri
Visualizações 57
Palavras 2.177
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Festa, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Slash, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, seus lindos!

Passando pra deixar mais um capítulo das l
Lavadeiras pra vocês. 😏😏😏

Agradeço a todos que estão comentando e favoritando a fic. Obrigada!

Beijão e até as notas!

Capítulo 12 - Águas passadas não movem moinhos


Fanfic / Fanfiction As lavadeiras do zodíaco - Capítulo 12 - Águas passadas não movem moinhos

Camus olhou para Afrodite e se aproximou, notando se o amigo estava machucado.


— O que houve, chérie? — tocou em seu rosto delicadamente na área próxima do olho esquerdo. — Por que está machucado? — perguntou preocupado.


— Tive uma briga com a lagartixa albina. — cruzou os braços. — Ele conseguiu me atingir, mas pode ter certeza que a cara dele ficou muito pior.


Camus balançou a cabeça pros lados em reprovação ao comportamento do amigo e acarinhou seu rosto.


— E, por quê? Olha só para o seu estado, mon ange. — Você está todo machucado. — olhou com pena.


— Não se preocupe, ruivo. Você sabe que isso não é nada perto dos nossos treinamentos. — sorriu e pegou a mão dele, depositando um beijo nela.


— Mesmo assim. Você é tão delicado e...


Camus se deu conta de que Afrodite parecia estar de saída e interrompeu:


— Dite… você estava de saída?


— Estava sim. Por quê?


— Estava precisando falar com alguém… e você sabe, que só tenho você para desabafar.


Afrodite ergueu a sobrancelha e cruzou os braços, prevendo que algo tinha acontecido. Sempre que Camus brigava com Milo, o ruivo aparecia para “chorar as pitangas” na casa de peixes.


— E, o Milo? Você disse hoje mais cedo que não era uma boa idéia ficarmos juntos por causa dele.


— Bem, non foi bem isso…


— Deixa eu adivinhar… — colocou o indicador sob o queixo. — Brigaram de novo?


Camus abaixou a cabeça e suspirou profundamente.


— Oui, mas desta vez é diferente. — pausou. — Desta vez, terminamos.


Afrodite levantou o rosto do ruivo e o acariciou, dando-lhe um abraço apertado. Camus encostou a cabeça em seu ombro e sentiu vontade de desabar ali mesmo, mas se conteve.


— Não fica assim, meu frutillyzinho… — acariciou seus cabelos.


— Eu não sei o que eu faço, Dit…


— Pois eu sei… Vem, eu vou cuidar de você. — o puxou pela mão e o conduziu até a sua casa.


— Espera, Dit!


O louro se virou e olhou para ele.


— Sim?


— Você não estava de saída?


— Eu? Ah… estava, mas não vou mais. Ficar com você é mais importante do que ir para… — Afrodite se calou ao se dar conta de que havia falado demais.


Camus olhou para o pisciano confuso.


— Para??


— Para… Câncer. Eu estava indo pra câncer pra bater um papinho com Mask.


— Hum… – olhou desconfiado. — E o que iria fazer lá a essa hora?


Afrodite desviou o olhar e enrolou uma mecha do cabelo, procurando uma saída pra aquilo. Se não fosse rápido, o aquariano desconfiaria ainda mais e aumentaria o interrogatório.


— Minha cerejinha… eu quero que preste atenção e que isso não saia daqui.


— O que houve? Por que esse mistério?


— Vou lhe dizer: Eu estou afim do Giggio.


— Giggio?


— O Mask… eu chamo ele de Giggio.


O ruivo cruzou os braços e revirou os olhos.


— Logo, ele? Você não sabe que ele é um traste?


— Eu sei... — olhou para as unhas. — Mas eu gosto disso. Você não acha ele um tesão?


Camus corou com a indiscrição de seu amigo e pigarreou.


— Non. Tipos como ele, non me atraem.


— Sei… eu gosto de pegada e isso ele tem de sobra. — mentiu para tentar convencer.


— Ora… você merece alguém melhor e…


— Eu sei, mon amour… – interrompeu. — Mas as boas opções desse santuário estão indisponíveis no momento... A não ser… que queira se candidatar. — sorriu e passou o indicador em seu peito.


O ruivo nada falou, apenas desviou o olhar constrangido. Afrodite soltou um sorrisinho de ver que tinha conseguido silenciar o ruivo e se aproximou, tocando no rosto dele.


— Estava brincando! — riu do mais velho com sua expressão confusa. — Por que não dorme aqui hoje? Podemos conversar bastante, comer sorvete e nos divertimos como nos velhos tempos. — sorriu.


Camus pensou por uns instantes e assentiu com a cabeça.


— Está certo. Faz algum tempo que non faço algo divertido mesmo. — sorriu sem jeito.


Afrodite fez um muxoxo e colocou uma mão na cintura.


— O escorpiãozinho não te divertia, mon amour?


— Bom… nos divertíamos sim, mas ultimamente vivíamos brigando. – respondeu sem jeito.


— Sei… como ele pôde brigar com você, meu amorzinho? Você é tão fofinho. — apertou as bochechas.


Afrodite sabia exatamente como deixá-lo sem jeito, mas Camus não achava isso ruim, pois estava acostumado com as brincadeiras de seu amigo. Ao vê-lo em silêncio, Afrodite tentou animá-lo com suas maluquices:


— Sabe, eu comprei um DVD da Lady Gaga no Ebay e achei ótimo! Você precisa ver, meu pinguinzinho... Aquela mulher, arrasa!


O aquariano começou a rir e balançou a cabeça para os lados.


— Só você mesmo.


— Como é bom ver esse sorriso lindo… — tocou em seu queixo. — Duvido que aquela maritaca fizesse você rir assim. — fez beicinho. — A não ser naqueles momentos, né? — piscou o olho.


— Ah… – desviou o olhar sem jeito.


— Vem. — o puxou. — Vamos para o meu quarto. A noite está apenas começando, chérie.



Milo ainda estava em dúvida se estava em condições de sair de Escorpião, pois estava mal pelo término com Camus.


Olhou para o relógio vendo que passava das onze e meia e continuou se arrumando completamente desanimado.


Talvez eu tenha exagerado… – pensou ao encarar o próprio reflexo no espelho.


Não. Eu preciso ser forte e manter minha decisão. Afinal, eu não fui o único culpado nessa história.


Olhou para a cama e sentiu seu peito apertar. As noites sem o seu ruivo, agora, seriam solitárias. A casa de Escorpião não seria mais a mesma sem a sua presença marcante. Camus lhe fazia falta. Muita falta.


Milo passou as mãos no cabelo e arrumou a franja com os dedos, deixando para passar seu perfume por último.


Deu alguns passos até o salão e olhou para as duas saídas. Sem pensar, pegou uma delas e seguiu determinado.


No caminho, pensou sobre tudo que havia acontecido entre os dois. Aquela não era a primeira briga séria entre eles e por mais que tivesse seu orgulho em jogo, o que sentia por Camus ia muito além disso. Ele precisava fazer algo, antes que o perdesse de vez.


Chegando perto de Aquário, achou estranho não sentir o seu cosmo em seu interior, pois estava tudo em silêncio. Mais do que o normal até.


Quando ia se comunicar pelo cosmo, sentiu algo estranho: O cosmo de Camus estava próximo dali, mas não em sua casa.


Olhou para a casa de peixes mais acima e cerrou os punhos.


Não acredito que esse filho da puta já foi correndo colocar as mãos no meu picolé! – pensou e atravessou Aquário, indo até Peixes para confirmar suas suspeitas.


Chegando na entrada, ocultou seu cosmo e sentiu a presença de ambos no interior do templo. Suspirou profundamente e deu meia volta, decidido a esquece-lo de vez.



Enquanto isso, na casa de câncer…


Os cavaleiros seguiam animados com a reunião, bebendo e farreando (como sempre). Aldebaran jogava sinuca com Shura, enquanto Kanon jogava truco com Dohko. Saga e Misty conversavam no sofá.


O louro que estava sentado no colo do grego, não parava de fazer manha por conta dos muitos machucados que ganhou na briga com Afrodite. Ao ouvir falar mal do pisciano, Saga nada falou. Detestava que alguém falasse mal do louro em sua presença, mas tinha que disfarçar, ainda mais que estava ficando com o francês.


Mask estava caminhando rumo a sua casa, quando sentiu o cosmo de alguém se aproximando de câncer.


Mask…


Senha, per favore!


Eu saúdo a mandioca.


Entre.


O escorpiano entrou no salão um tanto abatido e encontrou o anfitrião no meio do caminho. Mask se aproximou e o cumprimentou:


— Ora, ora… então você veio mesmo. — disse o italiano ao pegar um cigarro para acender.


— Eu disse que viria. — respondeu seriamente. — E se depender de mim, voltarei a frequentar sua casa mais vezes.


O italiano sorriu de canto e tragou fumaça. Sabia que algo devia ter acontecido e pensou na reação de um certo geminiano, quando soubesse da novidade.


— Entre… você sabe o caminho.


— Obrigado. — respondeu e partiu rumo ao porão.


Deathmask ainda sentia falta de Afrodite, mas pensou que o cavaleiro deva ter optado por ficar em sua casa, devido a briga com o louro.


O italiano passou pela cozinha para separar algumas frutas e as colocou dentro de um bowl. Abriu a geladeira no caminho e retirou um engradado de cerveja gelada e levou tudo para o cafofo. Ao chegar lá, ergueu a sobrancelha ao ver Kanon conversando com Milo.


Você é bem rápido, grego… – pensou e largou o engradado em cima do frigobar. Pegou um copo e colocou alguns morangos, enchendo-o com cachaça. Saiu dali e caminhou rota a um certo gêmeo para lhe perturbar a paz.


— Quer provar, mio caro palestrante? — ofereceu o copo ao escorpiano.


O grego olhou para o copo curioso e perguntou:.


— Morango com que?


— Cachaça.


— Vou aceitar. — sorriu e pegou o copo oferecido.


Kanon cruzou os braços emburrado com a aproximação de DM e virou a cara. Percebendo que tinha cortado a conversa entre os dois, DM puxou Milo para uma das mesas usadas para jogos e ficou por lá conversando. Kanon olhou para aquilo e foi pegar uma bebida irritado.


Você me paga, filho da mãe. – pensou, enquanto o fuzilava com os olhos.


Enquanto embaralhava as cartas, DM pensou que aquele seria o momento oportuno pra especular sobre a vida do louro.


— E, então, Milo… Como conseguiu dobrar o seu namoradinho pra vir até aqui?


Milo ficou calado por uns instantes e virou todo o copo de cachaça.


— Cara… Se você soubesse… — pegou um morango do copo e mordeu.


— O que? Non me diz que vocês brigaram…


Milo revirou os olhos e pegou outro morango.


— Sim, mas dessa vez deu merda, cara… Tô fodido. Camus tá me saindo “pior que a encomenda”. – respondeu emburrado.


O italiano começou a distribuir as cartas devagar, ansioso pra ouvir a fofoca.


— O que quer dizer?


Milo pediu licença e foi até a mesa para “calibrar” seu copo com mais cachaça. Se sentou e tomou uns goles da bebida.


— Tivemos uma briga por causa daquele pato imbecil e acabamos brigando feio depois. — tomou mais um gole.


— Non diga! — fingiu espanto e olhou para Kanon, que estava emburrado no sofá.


— É… — tomou outro gole. — Ele ainda veio com aquele papinho de que o Hyoga é como um filho pra ele…


DM soltou uma gargalhada, chamando a atenção de Kanon.


— Essa história é velha, hein?! — riu. — Clássico!


— Nem me fale, cara… Olha, eu tentei relevar, mas o Camus abusou demais da minha paciência. — disse um pouco alterado e tomou mais alguns goles.


DM olhou para o jogo e observou o louro por uns instantes. Ao desviar o olhar para Kanon, viu que o mesmo não tirava os olhos de Milo. Tornou a olhar para ele e viu que ele já parecia estar sob o efeito do álcool.


— Sei… mas logo, vocês estão de volta. É sempre assim. — comentou e pegou uma carta do monte e olhou para o jogo.


— Nada! — bateu com o fundo do copo na mesa. — Não existe mais nós… Nós acabamos, sabia?! – respondeu alterado, fazendo o silêncio predominar no porão.


DM ergueu a sobrancelha e largou uma carta na mesa.


— Legal… “antes só, do que mal acompanhado.”


— Exato! — disse em voz alta. — Você… —  apontou. — … tem toda a razão. Nunca me senti tão bem. — mentiu e sentiu um vazio em seu peito.


— Pois então, aproveite! Recupere o tempo perdido!  — disse o mais velho, colocando pilha.


— É o que eu fazer… — terminou a bebida e se levantou.


— Onde você vai?

— Recuperar o tempo perdido… — sorriu e saiu caminhando até a saída do porão.


Mask olhou a cena e começou a rir. Kanon se aproximou e curioso perguntou o que tinha acontecido.


— Milo é mais burro do que eu pensava… – continuou rindo.


— Vai me dizer onde ele foi ou não?


— Non sei.


— Como não sabe? Pra onde ele foi?


— Vou saber... Ele só disse que iria recuperar o tempo perdido… — voltou a rir.


Kanon saiu dali rapidamente e não encontrou mais Milo.


— Droga! Onde ele foi? — se perguntou.


Ao se aproximar da saída, sentiu o cosmo do cavaleiro em libra.


— Droga, Milo… — falou sozinho e foi atrás.



Após tomarem uma garrafa de amarula, Afrodite e Camus conversavam sobre assuntos aleatórios, resultando em muitas risadas, pois o efeito do licor já havia feito seu papel muito bem.


Ao escutar uma música que adorava, Afrodite soltou um grito e se despiu das roupas, ficando somente de boxer. Pulou da cama e empolgado, começou a fazer a mesma coreografia, arrancando risos do ruivo que observava o pisciano de costas.


Camus começou a lembrar de Milo e fechou os olhos por um instante. Ao sentir as mãos de Afrodite nas suas, abriu os olhos e enxergou seu amado na sua frente.


— Vem, Camyu… vem dançar comigo. — sorriu.


Camus piscou os olhos algumas vezes, vendo ora Afrodite, ora Milo. O ruivo vendo o grego em sua frente, não exitou. O puxou para si e lhe beijou. O pisciano se afastou e ouviu uma voz que vinha da porta de seu quarto:


— Camus?????


Notas Finais


Eita, mds! E agora, hein? Esse Afrodite... 🌚🌚🌚

Obrigada por acompanharem, amores!

Beijão


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