História As lavadeiras do zodíaco - Capítulo 13


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Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Aiolia de Leão, Aioros de Sagitário, Aldebaran de Touro, Asterion de Cães de Caça, Bian de Cavalo Marinho, Camus de Aquário, Dohko de Libra, Geist de Serpente, Hyoga de Cisne, Ichi de Hidra, Ikki de Fênix, Io de Scylla, Isaak de Kraken, Jabu de Unicórnio, Julian Solo, June de Camaleão, Kanon de Dragão Marinho, Kanon de Gêmeos, Kasa de Lymnades, Kiki de Appendix, Krishna de Chrysaor, Marim de Águia, Marin de Águia, Mascára da Morte de Câncer, Miro de Escorpião, Misty de Lagarto, Mu de Áries, Nachi de Lobo, Poseidon, Saga de Gêmeos, Saori Kido (Athena), Seiya de Pégaso, Shaina de Cobra, Shaina de Ofiúco, Shaka de Virgem, Shion de Áries, Shiryu de Dragão (Shiryu de Libra), Shun de Andrômeda, Shura de Capricórnio, Sorento de Sirene, Thetis de Sereia
Tags Afrodite, Aiolia, Aiolos, Aldebaran, Camus, Destak, Dmxkanon, Dohko, Drama, Geisty, Hentai, Hyoga, Ikki, Jabu, Julian, June, Kanon, Kiki, Lavadeiras, Lemon, Marin, Milo, Misty, Orange, Romance, Saori, Seiya, Shaka, Shina, Shion, Shiryu, Shun, Shura, Thetis, Yaoi, Yuri
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Palavras 1.333
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Festa, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Slash, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá!

Mais uma atualização. Hj continuação da treta e mais tensão. Ah, esses cavaleiros tão temperamentais... Haha

Obrigada a todos que estão comentando e acompanhando!

Beijão e até as notas!

Capítulo 13 - A esperança é a última que morre


Fanfic / Fanfiction As lavadeiras do zodíaco - Capítulo 13 - A esperança é a última que morre

Camus olhou para Milo da porta do quarto e viu Afrodite praticamente deitado por cima do corpo de Camus. Olhou para ambos com desprezo, pensando que jamais iria presenciar uma cena daquela e viu o pisciano se afastar do ruivo.


– Muito bem!! – bateu palmas. – Eu não poderia esperar mais de você mesmo… ou vai me dizer também, que  Afrodite é como um filho pra você?? – disse alterado.


Depois de ouvir tudo que Camus havia lhe contado, Afrodite olhou para o amigo, vendo-o segurar seu rosto e se aproximou do grego.


– Olha aqui, meu filho… acho melhor você baixar a sua bolinha e voltar pra sua casa, se não quiser piorar as coisas. – disse ao encará-lo de frente.


Milo soltou uma risada e olhou debochadamente.


– Piorar? Ainda mais? Me poupe do seu cinismo, Afrodite! Você sempre quis o Camus pra você, ou pensa que eu não sei? Não sei de quem tenho mais nojo… se é de você ou dele, pois se aproveitou do nosso término para colocar suas garras em cima dele e transformá-lo em seu aman..


Milo nem pôde completar, pois levou soco, marcando a pele morena do louro.


– Nunca mais abra essa boca pra me difamar ou difamar Camus! Agora, some daqui, antes que eu quebre as regras e entre em uma luta de mil dias com você! – intimidou.


– Olha aqui, seu… – foi interrompido por Kanon que o segurou, antes que avançasse contra o pisciano.


– Vamos, Milo… já chega.


– Não se meta! – se desvencilhou dos braços do mais velho e olhou para Afrodite, levantando o dedo em sua direção. – Você vai se arrepender por isso… – disse e esbarrou em Kanon, seguindo para sua casa.


Afrodite olhou para Kanon e deu as costas, indo falar com Camus. O grego viu o estado do ruivo e saiu dali para ir atrás de Milo.


O pisciano sentou na cama e viu Camus desolado. Tocou em suas mãos e as acariciou, vendo-o ainda de cabeça baixa.


– Não fica assim… Milo é um imbecil e você sabe que ele não tem razão alguma de lhe tratar daquela forma.


Camus continuou em silêncio por uns instantes e suspirou profundamente, até se pronunciar.


– Eu sei… mas você non sabe o quão difícil está sendo pra mim... – olhou para o louro entristecido. – Como você agiria, se a única pessoa pela qual você se entregou de corpo e alma, fizesse tudo isso com você? Me expondo a esse ponto… como se eu fosse uma pessoa sem escrúpulos… Eu não consigo acreditar.


Afrodite ficou em silêncio e abaixou a cabeça.


– Tem razão. Eu não consigo imaginar tal coisa, porque nunca tive experiência com alguém, mas de uma coisa eu sei... – levantou o rosto dele. – O tempo cura tudo. Pode demorar ou não, mas só o tempo vai poder fazê-lo superar tudo isso.


Camus se aproximou de Afrodite e lhe beijou a testa.


– Merci, mon ami… Eu sei que sempre posso contar com você, independente do que acontecer. Eu sou agraciado pelos deusesbpor ter a sorte de ter você ao meu lado.


Afrodite sorriu e lhe abraçou.


– Não. Eu que deveria lhe dizer essas coisas, meu precioso. – se afastou e beijou seu rosto carinhosamente. – Eu te amo.


– Também te amo. – acariciou o rosto do louro e se levantou. – Eu vou para a minha casa… preciso ficar sozinho.


– Está bem. Se precisar de algo, não exite em me chamar. – sorriu.


Camus retribuiu o sorriso e seguiu até a porta, se virando antes de sair.


– God natt , min kärlek…


Afrodite sorriu e lhe respondeu:


– God natt, kära.


Camus seguiu para a sua casa e Afrodite se deitou pensativo. Tinha um carinho especial pelo seu amigo, era fato, mas não tinha esperanças de um dia ser correspondido por ele.



Ao chegar em escorpião, Milo acertou um dos pilares da casa, deixando uma cratera no local atingido. Se apoiou no local, deixando algumas lágrimas caírem e pensou que tudo estava perdido.


Ao ver Camus beijando Afrodite, sentiu uma dor que jamais imaginaria sentir. Como se não bastassem as brigas contínuas, as desconfianças e agora presenciar aquela cena. Aquilo foi demais para o louro. Por mais que não estivessem mais juntos, o mínimo que se esperava após o término, era levar um tempo até que decidissem ficar com outras pessoas. Mas não foi o que aconteceu. O que dizer sobre o que ele havia visto com os próprios olhos? Engano? Não podia negar a razão, mesmo que seu coração dissesse o contrário.


Caiu de joelhos e abaixou a cabeça, tendo o ombro tocado por Kanon que já o observava em silêncio de longe.


– Por quê? Por que eu tive que me apaixonar por aquele maldito… por quê? – gritou e soltou o choro, deixando o geminiano sem palavras.


Kanon se apaixonou por Milo desde o dia em que fora testado pelo mesmo, naqueke fatídico dia ao lado da deusa. Mas como poderia falar com o louro sobre isso, sem pensar no que o outro faria.  O julgaria novamente? O veria como um mentiroso? Foram essas dúvidas, que fizeram o grego mais velho abandonar a idéia de expor ao amado o que sentia.


Os dias passaram, os anos passaram, mas seu amor pelo cavaleiro permaneceu intacto. Com a ressurreição dos cavaleiros, Kanon sentiu que tudo pudesse ser diferente, mas agora havia algo, ou melhor, alguém no seu caminho: Camus de Aquário.


Após começarem a namorar, Kanon passou a viver uma vida desregrada. Saía com homens, mulheres… bebia e jogava. Mas nada disso amenizava a dor que sentia de ver a única pessoa que amou, presa a outra. E tão apaixonados. Essa paixão que lhe despertou novamente alguns pensamentos malignos. Chegou até cogitar a idéia de matá-lo, mas não podia. Apesar da fama que ganhou em consequência da paixão não correspondida, seu coração já não era mais impuro.


Depois de saber do término e ver o escorpiano daquela forma, a chama quase extinguida começou a crescer, trazendo consigo uma nova esperança. A esperança de ter o que mais queria: O amor de Milo.


Milo se levantou e saiu dali, indo até os seus aposentos. Assim que Kanon ouviu a porta bater, suspirou frustrado e seguiu para Gêmeos.



Camus ao chegar em Aquário, seguiu a passos lentos até o seu quarto. Chegando lá, olhou para sua cama e retirou os sapatos. Deu alguns passos até ela e se deitou, abraçando o travesseiro com força, deixando uma única lágrima cair de seus olhos.


Por mais que não aparentasse, o ruivo sentia como se parte dele tivesse morrido. Milo se apossou do seu coração, preenchendo todo vazio que sentia quando pensava que nunca teria alguém. Fora seu primeiro beijo, seu primeiro homem, seu primeiro e único amor, mas tudo isso parecia não ser levado em consideração pelo escorpiano.


Milo exigia coisas que Camus não estava habituado a fazer. Não concordar e impor uma mudança do mesmo, só lhe deixava mais triste. Isso lhe deixava ainda mais “fechado”, o que piorava as coisas entre os dois. As brigas se tornaram constantes e as razões pelas quais brigavam, não tinham sentido algum. Camus tentava relevar boa parte das vezes, mas isso foi desgastando seu relacionamento. Sua paciência fora testada inúmeras vezes, que aquela não foi a primeira vez que havia pensado em terminar. Seu limite estava esgotado… mas seu amor não.


Vê-lo lhe tratar daquele jeito em Peixes, só lhe deixou ainda pior. Ao seu ver, Milo havia ultrapassado todos os limites. Por mais que tivesse visto os dois juntos, ele não tinha razão alguma de ter falado aquelas coisas. Tinha suas convicções e acima de tudo, seu caráter. Jamais faria algo para prejudicar outra pessoa, ainda mais aquele que o amava. Mas o destino havia lhe pregado uma peça daquelas e refletindo sobre tudo que aconteceu entre os dois, enxergou aquilo como uma forma de seguir adiante.


Olhou pela janela, enxergando a lua através dela e viu uma estrela cadente passar pela sua casa. Fechou os olhos e fez um pedido, tornando a abri-los. Contemplou a beleza da lua que lhe espreitava, como se entendesse todo o seu sofrimento. O sofrimento dos opostos que se atraem. Lua e sol… Aquário e Escorpião


Notas Finais


Esses mal entendidos são pra ferrar qualquer um. Continuam shippando? Shippam Kanon com Milo?

Me contem!

Obrigada a todos pela atenção!

Beijão


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