História As lavadeiras do zodíaco - Capítulo 15


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Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Aiolia de Leão, Aioros de Sagitário, Aldebaran de Touro, Asterion de Cães de Caça, Bian de Cavalo Marinho, Camus de Aquário, Dohko de Libra, Geist de Serpente, Hyoga de Cisne, Ichi de Hidra, Ikki de Fênix, Io de Scylla, Isaak de Kraken, Jabu de Unicórnio, Julian Solo, June de Camaleão, Kanon de Dragão Marinho, Kanon de Gêmeos, Kasa de Lymnades, Kiki de Appendix, Krishna de Chrysaor, Marim de Águia, Marin de Águia, Mascára da Morte de Câncer, Miro de Escorpião, Misty de Lagarto, Mu de Áries, Nachi de Lobo, Poseidon, Saga de Gêmeos, Saori Kido (Athena), Seiya de Pégaso, Shaina de Cobra, Shaina de Ofiúco, Shaka de Virgem, Shion de Áries, Shiryu de Dragão (Shiryu de Libra), Shun de Andrômeda, Shura de Capricórnio, Sorento de Sirene, Thetis de Sereia
Tags Afrodite, Aiolia, Aiolos, Aldebaran, Camus, Destak, Dmxkanon, Dohko, Drama, Geisty, Hentai, Hyoga, Ikki, Jabu, Julian, June, Kanon, Kiki, Lavadeiras, Lemon, Marin, Milo, Misty, Orange, Romance, Saori, Seiya, Shaka, Shina, Shion, Shiryu, Shun, Shura, Thetis, Yaoi, Yuri
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Palavras 3.287
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Festa, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Slash, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, seus lindos!

Primeira atualização das velhas do dia. Espero que curtam o capítulo. Editei algumas coisas aí. Me contem se gostaram depois.

Agradeço a todos comentários e os que favoritaram. Meus Gasparzinhos tb. Beijos pra vcs!

Beijão e até as notas.

Capítulo 15 - Melhor prevenir do que remediar


Fanfic / Fanfiction As lavadeiras do zodíaco - Capítulo 15 - Melhor prevenir do que remediar

Na manhã seguinte…


Shun fazia o café da manhã, quando foi surpreendido por seu namorado, que chegou silenciosamente e lhe abraçou por trás, depositando um beijo em seu pescoço.


– Bom dia, meu amor. – sussurrou ao pé de seu ouvido, causando-lhe um forte arrepio.


– Hyoga… – disse baixinho.


O menor se virou e teve seus lábios tomados por um desejo incontrolável, que o fez se render por completo ao seu amado.


O beijo foi ficando intenso e com isso, as carícias trocadas por ambos foram ficando ainda mais ousadas. Hyoga deslizava as mãos pelas curvas do mais novo, enquanto mordiscava seu pescoço.


O japonês arfava a cada toque e gemeu ao sentir suas nádegas serem apertadas firmemente com um objetivo. Hyoga o segurou no colo, continuando os beijos e levou seu corpo até a pia da cozinha.


Shun levou as mãos até a barra da camiseta que Hyoga usava e puxou, olhando para aquele torso tão perfeitamente esculpido e mordeu o lábio. Olhou para o louro, denunciando todo seu desejo por ele e deslizou as mãos pelo peito dourado. Hyoga era lindo ao seu ver. Simplesmente perfeito. Se sentiu privilegiado por ter um dos cavaleiros mais bonitos ao seu lado e para completar, Hyoga era um exímio amante na cama.


O louro sorriu ao ver sua expressão e lhe beijou, enquanto se encaixava no meio das pernas do menor, procurando sentir cada centímetro daquelas coxas macias.


– Hyoga… – sussurrou e gemeu baixo, agarrando as nádegas de seu amado e apertando.


O belo nórdico despiu Shun aos poucos. Pretendia enlouquecê-lo de prazer como somente ele sabia fazer. Depois de se livrar da baby-look que Shun usava, olhou para o corpo delgado à sua frente e tocou um mamilo com a ponta dos dedos, observando a reação dele.


Assim que o louro tomou um dos mamilos de seu namorado, viu o mesmo pender a cabeça para trás com o toque de sua língua.


– Ah!  – gemeu baixo, tendo a carne marcada pelo seu homem que provava cada centímetro daquele corpinho delicioso e se deliciando com os gemidos. Adorava deixar Shun daquela forma.


Shun acariciava o próprio pescoço e demonstrava tudo que sentia seja por gemidos, ou pela expressão de seu rosto. Seu corpo reagia, ansiando por ter aquele louro dentro de si a cada minuto.


Shun ergueu levemente o quadril, tendo o short curto arrancado junto a sua peça íntima, revelando o falo molhado de excitação. O louro acariciou o pedaço de carne devagar e passou a língua sobre os lábios do japonês, mordiscando seu lábio de leve. Shun fechou os olhos e levou uma mão sobre os mamilos e pendeu a cabeça.


— Ah, isso.


Hyoga sorriu e não se conteve. Segurou firme e abocanhou o sexo por completo, arrancando-lhe um gemido alto.


— Ah! Oga, que boca gostosa… ah. –  disse em meio a gemidos e se agarrou aos cabelos dourados, arqueando o corpo a cada chupada, deixando-o completamente extasiado.


O ritmo de seus estímulos foram aumentando, até que se afastou, arrancando-lhe um riso ao fitar o rosto do menor e ver sua expressão manhosa.


– Por que parou??? – fez beicinho.


O louro aproximou a boca de seu ouvido e sussurrou:


– Por que a pressa, meu amor? – mordiscou a orelha.


– Você… adora me torturar. Hum. – arfou.


O louro tomou seus lábios em um beijo lascivo e lhe puxou contra seu quadril, acariciando as costas do mais novo que teve o gemido abafado pelo beijo. Hyoga se afastou para virar o corpo do amado e marcou o bumbum branquinho com uma palmada.


— Empina esse rabinho gostoso pra mim, vamos…


Shun obedeceu e rebolou sobre o mastro duro de seu namorado para provocá-lo e olhou por cima dos ombros.


– Você é tão gostosinho… – disse e envolveu as mãos nos cabelos castanhos, enquanto pressionava o quadril sobre suas nádegas.


Shun passou a língua nos lábios e fechou os olhos, gemendo baixo. Sua mão escorregou pelas suas nádegas e acariciou sua entrada devagar, vendo-o inclinar o bumbum para trás.


– Ai… meu… amor…


Hyoga sorriu e levou dois dedos até sua boca, umedecendo-os por completo. Deu um tapa em seu bumbum e lhe invadiu devagar, escutando um gemido. Ao vê-lo acostumado, retirou o dedo e desta vez, lhe introduziu dois, fazendo-o apertar seus olhos.


Shun mordeu o lábio, enquanto sentia as leves estocadas e olhou para o amado, tendo seu olhar facilmente interpretado pelo outro.


– Você quer, meu amorzinho?


– S-sim… – respondeu e sentiu o rosto corar.


– Então segura elas pra mim. – deu um tapinha em sua nádegas.


Shun fez o ordenado e afastou as nádegas, sentindo a glande molhada roçar em seu botão rosado. Piscou com o toque e mordeu o lábio.


– Me come, por favor… – pediu baixinho.


Hyoga sorriu maliciosamente e agarrou firme seus quadris, fazendo o mais novo gemer alto com a invasão. Puxou os cabelos do mais novo, se enterrando dentro dele e o viu abaixar a cabeça para controlar os gemidos.


– Tão apertadinho, esse cuzinho. Delicinha, ah… – passou as mãos pelas costas e depositou um beijo nela.


O louro esperou alguns instantes, antes de prosseguir com o ato e beijou o rosto de Shun carinhosamente, quando o mesmo lhe fitou.


Shun empinou o bumbum novamente e rebolou de leve, arrancando um gemido de Hyoga. Não demorou muito, para o louro começar a lhe estocar devagar e logo, estava estocando seu amado aos trancos, sentindo tudo balançar.


O moreno passou a acariciar o próprio corpo e deitou a cabeça sobre o ombro de Hyoga, quando o mesmo passou a estimulá-lo.


– Oga! Ah, Oga! Ah, isso! – mordeu o lábio e inclinou a cabeça, rebolando algumas vezes e até se contraindo.


O ritmo das estocadas aumentaram consideravelmente, deixando o clima daquela casa insuportavelmente quente. Os corpos molhados, os cabelos grudados… o cheiro de sexo impregnava o cômodo quase como uma fragrância afrodisíaca que os deixava cada vez mais tomados pela luxúria.


Assim que Hyoga sentiu que iria gozar, saiu de dentro de seu amado e o puxou para um beijo, antes de pôr o mesmo de joelhos.


Shun se ajoelhou com as duas mãos sobre as coxas e fechou os olhos, sedento pelo seu néctar. Sentiu uns primeiros jatos em sua boca, espalhando pelo rosto e pescoço e ouviu Hyoga gemendo rouco.


O louro se ajoelhou em frente do menor e abraçou  seu corpo, olhando para aqueles olhos tão lindos que o fizeram se apaixonar por ele. Sorriu e se aproximou para um beijo lento, sendo correspondido pelo seu amado que abraçou seu pescoço. Após uns instantes, se afastaram e trocaram um olhar apaixonado.


– Te amo, sabia?


– Eu também, Oga… Muito. – disse e lhe beijou.


Dali, seguiram para o banheiro para tomarem um banho antes de partirem para a arena para encontrarem os outros.



Mask despertou ao sentir seu peito ser acariciado levemente e olhou para o louro, vendo-o com a cabeça sobre seu peito, divertindo-se com seus pêlos. Enquanto permanecia hipnotizado pela visão do belo cavaleiro que estava ao seu lado, levou as mãos em suas madeixas douradas e as acariciou suavemente.


O louro abriu os olhos devagar e teve seu rosto acariciado pelo italiano, deixando-o levemente corado.


– Ah… me desculpe, Mask. – se afastou envergonhado e saiu da cama.


Mask apenas observou o cavaleiro, enquanto o mesmo se olhava no espelho.


– Aconteceu algo? Ontem você non veio para a reunião…


Afrodite olhou para Mask do espelho e voltou a olhar para o próprio reflexo.


– Não… eu apenas estava cansado. – mentiu.


– Cansado de que? Você non fez porra nenhuma.


O louro se virou e ergueu a sobrancelha.


– Os treinamentos não contam, querido? – olhou seriamente para o italiano.


Mask revirou os olhos e pegou a carteira de cigarros do criado.


– Perché veio até aqui? Eu te conheço, Afrodite… – retirou o cigarro e o acendeu.


Afrodite suspirou e olhou para Mask.


– Eu não sei, Giggio… Sua presença me acalma, por mais que isso seja estranho.


O italiano sorriu e tragou, jogando a fumaça pra longe.


– Sei. E você precisa de me, porque algo está lhe incomodando… – voltou a tragar.


O louro enrolou uma mecha de seu cabelo e abaixou a cabeça pensando se desabafaria ou não com Mask.


Vendo o pisciano se comportar daquela forma, o que já não era novidade para ele, se levantou e se aproximou, parando em sua frente.


– O que aconteceu, belo? – levantou seu queixo.


Afrodite olhou sem jeito e beijou a bochecha de Mask, deixando-o sozinho no quarto. O italiano deu alguns passos e espiou o cavaleiro da porta, vendo-o se afastar e desaparecer em seguida.


Mask soltou um sorriso e deu as costas indo até o seu banheiro. Dali, partiria para gêmeos para encontrar com Kanon.



Misty preparava o café da manhã, enquanto Saga esperava sentado à mesa. Observou o corpo do louro de costas e mordeu o lábio, soltando um sorriso ao ver algumas marcas em seu corpo.


Misty vestia uma calcinha fio dental cor de rosa e por cima, uma mini blusa cinza de gola encanoada, que deixava boa parte do ombro exposto.


Quando Saga estava para se levantar e iniciar o “quarto round”, sentiu uma presença se aproximando de sua casa. Entreabriu os lábios e se levantou, indo até o salão de gêmeos e Misty olhou para trás desconfiado, largando tudo para  segui-lo silenciosamente.


Assim que Afrodite parou em frente a entrada, Saga lhe surpreendeu a tempo de se comunicar pelo cosmo.


– Bom dia, Afrodite.


– Bom dia, Saga.  – olhou surpreso. – Posso passar pela sua casa? Preciso treinar cedo, antes que o sol castigue minha pobre pele.


Saga olhou para a casa de câncer acima da sua e fechou o punho discretamente.


– Claro. Pode passar. – sorriu.


– Obrigado. – deu alguns passos, até que o cavaleiro lhe chamou a atenção.


– Como estão os ferimentos?


Afrodite se virou e sorriu docemente.


– Estão bem. Eu disse a você que não era nada demais… Bom. Vou lá! Até depois! – se despediu e saiu dali, deixando a casa do geminiano perfumada com seu cheiro de rosas.


Misty observava tudo detrás de uma coluna e suspirou ao ver o pisciano indo embora. Ao se apoiar na coluna, fechou os olhos e tomou um susto quando os abriu e viu o geminiano ali.


– Que susto! Mon Zeus! – colocou a mão sobre o peito e olhou para o cavaleiro que lhe encarava seriamente.


– O que estava fazendo?


– E-eu? Nada… – desviou o olhar.


– Não minta pra mim, Misty! Estava me espionando? – segurou seu braço.


– E, se eu estivesse? Você me deixou lá sozinho e estranhei… por isso, vim até aqui e vi o que vi.  – puxou o braço de volta.


– Você não viu nada…


Misty cruzou os braços, olhando para o cavaleiro seriamente e fez um muxoxo.


– Sério, que você vai continuar negando que gosta daquele lá?


– Não. Não vou negar, assim como não nego que estou com você só pra passar um tempo. Se coloque no seu lugar, antes de me tratar como se eu fosse algo seu. – disse e saiu, deixando-o sozinho.


Misty sentiu as lágrimas brotarem em seus olhos e saiu dali rapidamente até os dormitórios, sem se importar com o que estava vestindo.



Aiolia se preparava para sair, quando teve a visita inesperada de Shaka. O mesmo se comunicou pelo cosmo, enquanto o aguardava na saída de leão.


Aiolia. Posso falar com você?


O leonino sentiu o coração bater forte ao ouvir sua voz através do cosmo e suas mãos começaram a suar frio. Pensava no que teria acontecido para o louro sair de virgem e ir até a sua morada. Logo, se deu conta que talvez o cavaleiro estivesse ali por causa da sua visita na noite anterior e respondeu:


Claro. Entre.


Aiolia caminhou até o salão e encontrou Shaka aguardando por ele. Assim que deu os primeiros passos em direção a ele, pode ver o louro mexer a cabeça devagar e se virar, quando o mesmo parou.


– Namastê. – cumprimentou e novamente sentiu a mesma sensação na noite anterior.


– Bom dia, virgem. O que faz aqui? – indagou, para ter a confirmação de sua suspeita.


– Você esteve me procurando ontem e pensei se havia acontecido algo depois que você saiu. O que queria comigo?


Aiolia retirou a peça de ágata que estava em seu bolso e estendeu em sua direção.


– Você deixou cair esses dias, enquanto passava pra ir pra sua casa.


Shaka abriu seus olhos por um instante, deixando Aiolia impressionado com aquele visão e quando o louro tocou a mão para pegar a peça, sentiu um arrepio forte passar pelo seu corpo.


Shaka olhou para o broche e soltou um sorriso.


– Eu não notei que havia perdido essa peça. De qualquer forma, lhe agradeço. Tenho poucas coisas que remetem ao meu passado antes de me tornar cavaleiro e esse broche significa muito pra mim.


– Não foi nada. Fico feliz que tenha perdido aqui e… – se calou.


Shaka fechou os olhos e esboçou um sorriso discreto.


– E?


Aiolia desviou o olhar e coçou a nuca nervoso. Shaka continuava analisando o comportamento do cavaleiro, enquanto esperava pela sua resposta. Conseguia sentir a tensão vinda do cavaleiro e se perguntou novamente, do porquê reagia daquela forma em sua presença.


– E… E… Bom, se você tivesse perdido em outro lugar, talvez nunca mais a visse.


– É verdade. Você tem razão. Tenho que ir agora. Preciso me preparar para meditar. – juntou as mãos como um gesto de despedida e saiu dali.


Aiolia acompanhou o cavaleiro com os olhos e viu seu irmão entrar. Aiolos se aproximou e bagunçou os cabelos do mais novo, deixando-o sem jeito.


– O que o Shaka fazia aqui? – olhou maliciosamente.


Aiolia corou e socou o braço do maior, fazendo-o rir.


– Não é nada disso do que está pensando!


– Ora… não sabia que tinha poderes telepáticos. – riu. – Mas, sério… o que ele fazia aqui?


– Ele perdeu uma peça do broche aqui, então veio aqui buscar.


– Sei… E, por que você está todo sem jeito?


– Nada, ué! Resolveu me achar hoje? Sai do meu pé! – disse e seguiu até a entrada de leão.


– Esperaaa! Tenho algo pra lhe contar no caminho… – disse ao tentar alcançar o louro.



Shura se acordou com a pior dor de cabeça de sua vida e se arrependeu amargamente por ter bebido tanto.


Olhou para o lado, vendo a lixeira do lado da cama e não entendeu como aquilo foi parar ali. Na verdade, não se lembrava de nada desde que havia saído com Dohko de Câncer.


Dohko… isso. Deve ter sido ele. – pensou e levou a mão na cabeça.


Dali, saiu até o banheiro para tomar uma ducha antes de ir até a arena.



Seiya e os outros conversavam na arquibancada, enquanto esperavam pela chegada dos mais velhos:


– Rapaz… que vagabundagem. ‘Cês viram? Ninguém apareceu ainda…


– Cara… e o Mu não conta? – perguntou Jabu ao apontar com a cabeça para o mais velho que estava amarrando as ataduras.


– Dá no mesmo… ele mal aparece por aqui mesmo... – respondeu Seiya ao olhar para o sol que começava a lhe incomodar.


– O que as malégnas estão fofocando? – Shiryu perguntou ao se aproximar.


– Nada demais. Esse santuário está mais parado do que nunca. – Seiya comentou desanimado.


Jabu cutucou Seiya e apontou para Misty que passava ao longe correndo.


– Caraca, mano… O que será que aconteceu para ele sair de calcinha pelo santuário? – Seiya perguntou.


– Não sei… mas a mão da punheta chega a tremer… Que delícia, mano… – comentou Jabu com cara de tarado.


– Ih… não sabia que ‘cê afrouxava a munheca, pangaré.  – Seiya disse e pôs a rir do outro.


– ‘Seh’ louco, cachoeira?


– Eu suspeitei desde o princípio… – comentou Shiryu ao tirar a camisa, o que não era nada inédito.


Shun e Hyoga chegaram aos risos e os cavaleiros começaram a se cutucar.


– Mano, e a barulheira de hoje de manhã? Puta que pariu! Eu tava dormindo ainda e acordei, pensando que era o Seiya vendo pornô…


Shun corou intensamente e abaixou a cabeça sem jeito. Hyoga soltou uma risada e olhou para Shiryu.


– Que foi, dragão? Ficou com ciuminhos?


O moreno ergueu uma sobrancelha e já ia pra cima do louro, quando Shun se atravessou no meio.


– Por favor, parem! Vocês sabem que é proibido brigar e também, odeio brigas!


– Proibido? – Seiya ergueu a sobrancelha. – Por que vocês não viram o pau que deu aqui ontem…

– Briga? – perguntaram ao mesmo tempo.


– Sim… – olhou pras unhas. –  Afrodite e Misty se pegaram e quase que os gêmeos se pegam também.


Shun corou levemente perguntou preocupado:


– E, está tudo bem com eles?


– Sei lá… – Seiya respondeu e visualizou Aiolia e Aiolos se aproximando. – Acabou a mamata! olhem lá! – apontou com a cabeça.


Os cavaleiros viram os dourados se aproximarem de Mu e se olharam.


– Melhor começarmos o aquecimento… Vocês sabem que o Aiolia é um pé no saco e nunca dá moleza! – Seiya comentou e começou a alongar o corpo.


– É mesmo… O cara pensa que é o tal… Qual o problema dele, hein? – perguntou Jabu, fazendo o mesmo.


– O problema dele é falta de rola! – disse Hyoga, arrancando risos de todos, menos de Shun que estava morto de vergonha pelos comentários dos amigos.



Kiki estava fazendo seu trabalho de jumento de carga, quando esbarrou em alguém e os dois caíram no chão. Ao olhar para as urnas abertas, quase teve um treco, catando as peças espalhadas pelo chão.


– O senhor Mu vai me matar… – resmungou.


– Pardon!!  – disse o louro ajudando.


Ao pegarem as peças e guardarem. Kiki olhou para o corpo do lagarto e engoliu seco. Misty olhou para o próprio corpo e corou imensamente.


– Ah, non! Droga!! – saiu correndo de um jeito engraçado que fez o ruivo lembrar do Caco, o sapo.


Corre feio, mas a bunda é boa. – pensou.


Continuou olhando para a bunda do cavaleiro e abriu a boca impressionado com os outros atributos femininos que o outro possuía. Dali, saiu para a arena para entregar as armaduras consertadas.



DM se aproximou de gêmeos e tentou se comunicar com Kanon, mas não ouviu resposta. Encontrou com Saga que estava saindo e o mesmo parou em sua frente.


– Por acaso, Afrodite dormiu em sua casa?


– Sì, perché?


– Não lembro dele ter ido a reunião ontem.


– Deve ser, porque ele não foi. – olhou desconfiado. – Perché o interesse?


– Nenhum! Só vi ele passando por aqui ainda agora e supus que estava com você.


DM sorriu debochado e colocou os braços cruzados para trás do pescoço.


– Sì. Ele apareceu e pediu para dormir comigo e você sabe que não posso negar. Non sou louco pra negar a presença da Rosa.


Saga apertou os punhos, fazendo os dedos estalarem e o italiano sorriu de canto.


– Algum problema?


– Não.


– Então dá licença, que preciso falar com o seu irmão… – deu um tapinha em suas costas e entrou em gêmeos.


Saga seguiu para o santuário pensativo. Agora que não tinha mais o louro “na sua cola”, poderia tentar uma aproximação. No entanto, tinha de ser cauteloso, pois Afrodite era conhecido por ser um pouco arisco com os outros cavaleiros devido à sua beleza.



Mask caminhou até a porta do quarto de Kanon e bateu algumas vezes. Como não ouviu nenhuma resposta, tentou abrir a porta, mas estava trancada. O italiano suspirou frustrado e saiu da casa, na tentativa de pular a janela do quarto do cavaleiro.Assim que viu a mesma aberta, tomou impulso e entrou, vendo o geminiano dormindo.Sorriu e se aproximou, vendo-o coberto apenas do ventre para baixo. Mordeu o lábio ao admirar toda a beleza do cavaleiro e sentou ao seu lado. Tocou suavemente em seu rosto e deslizou a mão (boba) pelo corpo, vendo-o os pêlos do geminiano se eriçarem.


Kanon se virou, ficando de bumbum pra cima e Mask puxou o lençol dando uma conferida no “material”. O italiano engoliu seco e acariciou os cabelos louros, fazendo o cavaleiro se acordar.


– Mask? O que faz aqui? – perguntou sonolento.


– Deixe as perguntas pra depois.


Kanon olhou confuso e teve seu lábios tomados pelos do italiano.



Camus passava pelas casas, quando se deparou com a casa de escorpião à sua frente. Ficou um tempo parado, pensando que seria inevitável ter contato com o louro e teria que se acostumar com isso. Por mais que isso fosse magoá-lo, tinha de aceitar.


Assim que levantou a cabeça, sentiu o coração bater forte, pois o cavaleiro estava bem à sua frente.


— Milo...


Notas Finais


Muita coisa aconteceu nesse capítulo, né?

Ain, só eu tive pena do Misty por ter sido tratado daquele jeito por Saga? Em falar nele, Mask viu o interesse e bem que aproveitou pra provocar. Ahahah. E o beijo? E agora, José? Rola ou não rola?

Gostaram do lemon? Eu editei boa parte dele, não sei se ficou bom, mas tentei. Hehe

Misty corre! Kiki de olho na boutique dele. Hauha

Obrigada por acompanharem, meus amados!

Beijão a todos.


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