História As lavadeiras do zodíaco - Capítulo 17


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Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Aiolia de Leão, Aioros de Sagitário, Aldebaran de Touro, Asterion de Cães de Caça, Bian de Cavalo Marinho, Camus de Aquário, Dohko de Libra, Geist de Serpente, Hyoga de Cisne, Ichi de Hidra, Ikki de Fênix, Io de Scylla, Isaak de Kraken, Jabu de Unicórnio, Julian Solo, June de Camaleão, Kanon de Dragão Marinho, Kanon de Gêmeos, Kasa de Lymnades, Kiki de Appendix, Krishna de Chrysaor, Marim de Águia, Marin de Águia, Mascára da Morte de Câncer, Miro de Escorpião, Misty de Lagarto, Mu de Áries, Nachi de Lobo, Poseidon, Saga de Gêmeos, Saori Kido (Athena), Seiya de Pégaso, Shaina de Cobra, Shaina de Ofiúco, Shaka de Virgem, Shion de Áries, Shiryu de Dragão (Shiryu de Libra), Shun de Andrômeda, Shura de Capricórnio, Sorento de Sirene, Thetis de Sereia
Tags Afrodite, Aiolia, Aiolos, Aldebaran, Camus, Destak, Dmxkanon, Dohko, Drama, Geisty, Hentai, Hyoga, Ikki, Jabu, Julian, June, Kanon, Kiki, Lavadeiras, Lemon, Marin, Milo, Misty, Orange, Romance, Saori, Seiya, Shaka, Shina, Shion, Shiryu, Shun, Shura, Thetis, Yaoi, Yuri
Visualizações 59
Palavras 1.398
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Festa, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Slash, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, amores!

Passando pra deixar outra atualização das Lavadeiras pra vocês.

Espero que gostem!

Beijão e até as notas!

Capítulo 17 - O pior cego é aquele que não quer ver


Fanfic / Fanfiction As lavadeiras do zodíaco - Capítulo 17 - O pior cego é aquele que não quer ver

Shaka tentava meditar em seu templo, mas havia algo que estava lhe perturbando a paz, ou melhor, alguém, e seu nome era Aiolia. Após ir até leão naquela manhã, não conseguiu parar de pensar no cavaleiro um minuto sequer.


Tentou de todas as formas possíveis arrancá-lo de sua mente, mas todos seus esforços foram em vão. Sabia que era errado desejar alguém que não fosse seu quase namorado, mas a sensação do proibido, conseguiu lhe atiçar ainda mais o seus desejos e fantasias.


Frustrado por perder o foco do que sempre foi fácil fazer, levantou e se guiou pelo cosmo até parar na arena. Chegando lá, para o seu infortúnio, seus dois objetos de desejo estavam lado a lado,  próximos da arquibancada.


Olhou primeiramente para Mu, que estava de costas e mordeu o lábio de leve ao vê-lo sem camisa. O suor que escorria pelas suas costas, deixavam aquela visão ainda mais deliciosa.Passou os olhos devagar, até chegar ao bumbum e teve uma vontade imensa de arrastar o ariano até Virgem e provar tudo daquela perdição, mas seu “castigo” estava apenas começando.


Ao dar um passo em sua direção, a visão de Aiolia à frente do ariano, quase tirou seu fôlego. Aquele torso bronzeado e definido, misturados com o seu suor, fizeram o cavaleiro sentir um calor descomunal. Aiolia era um dos cavaleiros que possuía o corpo mais bonito do santuário. Não bastasse aquele corpo perfeito, ainda era dono daquele olhar felino. Podia sentir que por trás daqueles olhos, havia uma fera faminta contida, sedenta de desejo. Em seu mais profundo íntimo, queria ser dominado por ele.


Assim que o grego percebeu a presença do virginiano, se calou, chamando a atenção de Mu que se virou, devido ao seu olhar fixo no louro.

Antes que pudesse ter qualquer reação, Mu se aproximou e tocou no rosto de seu amado.


– Shaka… você veio falar comigo? Me desculpe, por não ter ido falar com você hoje, mas pensei que você poderia estar brabo e resolvi respeitar o seu tempo. – o louro sorriu.


– Não se desculpe, Mu. Eu resolvi sair um pouco de Virgem. Já faz algum tempo que não saio das imediações de minha casa e precisava respirar novos ares.


Mu sorriu e o puxou pela mão, levando-o até Aiolia.


– Olha só quem resolveu sair da toca, Olia…


Assim que os dois trocaram olhares, sentiram seus corações baterem forte. Aiolia ficou totalmente sem jeito e Shaka em silêncio. A tensão entre os dois era grande, mas Mu não percebeu nada, encarando tudo com naturalidade.


– Bom dia, leão.

– Bom dia, virgem.


Mu puxou Shaka e acariciou seu rosto para o total descontentamento de Aiolia, que desejava mais do que tudo estar no lugar do amigo.


– Eu vou treinar um pouco, quer vir?


Shaka meneou a cabeça e olhou nos olhos verdes do ariano.


– Eu só vim pra ver você um pouquinho. Vou voltar pra Virgem agora…


– Está certo. Posso vê-lo mais tarde?


– Sim. Esperarei por você.


Mu sorriu e beijou a bochecha de Shaka. O louro sorriu e deu alguns passos em direção da saída da arena. Aiolia o acompanhou com o olhar e ouviu a voz de Mu, tirando-o de seu foco:


– Aiolia!


– Sim? – perguntou sem jeito, receoso de Mu ter desconfiado de algo.


– Você quer treinar?


– Ah… não. Vou descansar um pouco.


– Está bem. Até depois.


– Até.


Aiolia voltou a olhar para o cavaleiro cada vez mais longe dali, até que o perdeu de visão. Suspirou profundamente, lembrando do olhar que trocaram há pouco e sentiu o coração batendo forte.


Eu não posso fazer isso… não posso. – pensou e saiu dali para os arredores.



Algum tempo depois, alguns dos cavaleiros estavam descansando nas arquibancadas, enquanto outros continuavam com os treinamentos.

Os cavaleiros de bronze se reuniram em volta do cooler e começaram com a função de reclamar da vida, e claro, fofocar sobre os de patente maior.


– Calor desgraçado… não tô aguentando essa joça, cara… – Jabu resmungou ao retirar o suor da testa com o braço.


– Nem me fale… dia após dia… o sol não dá trégua nunca. – disse Shiryu ao pegar algumas garrafas.


– A gente podia ir tomar banho na cachoeira. – Shun sugeriu.


– Boa, Shun!!! Depois de servirmos as dondocas douradas, podemos ir lá pra dar um mergulho. – respondeu Seiya.


– Você, não. – Jabu gesticulou em negativa com o indicador.


– Por que, não?


– Vai transformar o rio em um pântano com esse seu corpo macuquento. E, depois o rio ficará impróprio para banho.


– Jabu, faz um favor pra mim?


– Qual?


– Vá tomar no seu cu!


Os outros ficaram rindo dos dois trocando farpas, enquanto Hyoga permanecia calado ao ver uma cena. Shun notou que seu namorado parecia incomodado com algo e olhou para a mesma direção em que ele olhava. Ao ver Afrodite ao lado de Camus, suspirou profundamente procurando se distrair de alguma forma.


O louro não contente de ver seu mestre perto do cavaleiro de peixes, pegou duas garrafas e praticamente as congelou, levando-a consigo. Shun viu aquilo e foi atrás, receoso de que algo poderia acontecer.


Hyoga parou na frente dos cavaleiros e Afrodite olhou para o louro, soltando um sorriso.


– Olha só, quem veio aqui dar o ar da sua graça…


O louro ignorou o comentário do pisciano e cruzou os braços, olhando para seu mestre. Shun parou ao lado de Hyoga e corou, assim que Afrodite olhou para ele, soltando um sorrisinho.


– Trouxe essas águas para o senhor. – jogou as garrafas praticamente petrificadas no colo do ruivo.


Camus olhou para as águas e Afrodite pôs a gargalhar.


– Hyoga… o que está fazendo?


O louro ignorou Shun e continuou olhando para o seu mestre.


– Cadê aquele otário do Milo?


Ao ouvir o nome do amado, Camus olhou para Hyoga e abaixou a cabeça. Afrodite tirou o sorriso dos lábios e olhou seriamente para o garoto.


– Vem cá, você não tem o que fazer não? Vá encher a paciência de outro! – disse ao se colocar em sua frente.


Hyoga não se deixou intimidar pelo dourado e lhe encarou. Shun começou a ficar nervoso com aquilo e chamou pelo nome do louro, mas não teve sucesso.


– Quem você pensa que é, pra me dar ordens?


Afrodite estreitou o olhar e Camus se levantou, colocando a mão sobre o ombro do louro mais velho.


– Afrodite…


– O que eu sou? – riu. – Queridinho, sou seu superior e devia ter mais respeito. Você não passa de um subordinado aqui.


Alguns cavaleiros já estavam esperando um barraco, torcendo para que quebrassem logo o pau. Alguns assovios foram ouvidos ao longe, como sempre, alguns já pensavam em lucrar com as apostas.


– Subordinado?? – riu. – Dos doze cavaleiros, você é o que menos tem significância aqui. Até o Shun matou você.


Shun olhou para Afrodite e abaixou a cabeça.


– Ora, seu atrevido!! – diminuiu a distância, mas Camus impediu que prosseguisse.


– Afrodite, chega! Sai daqui, Hyoga!


– Mestre…


– Hyoga, você ouviu seu mestre, por favor…– pegou seu braço e puxou.


– Me larga, porra! – gritou e puxou o braço, fazendo o menor se desequilibrar e cair, rolando alguns degraus abaixo.


Afrodite viu aquilo e correu para socorrer o mais novo. Hyoga tentou se aproximar, mas Camus lhe virou, olhando-o seriamente.


– Qual o seu problema, Hyoga? Por que anda agindo feito um tolo ultimamente? Você não é assim e…


– É isso o que eu sou pra você… Legal… – forçou uma risada. – Quer saber? Foda-se o que você pensa! Não serei mais uma pedra no seu caminho. – Disse e foi na direção onde estava Shun.


– Hyoga… – chamou, mas foi ignorado.


Ao ver Shun no colo de Afrodite, o louro sentiu o sangue ferver.


– Tira as garras do meu namorado, sua bicha louca!!


– Saia da minha frente, ou eu não respondo por mim, dançarino de quinta.


– Solta ele, imbecil! – estava pra puxar Shun, mas foi impedido por Saga.


– O que tá acontecendo aqui?? – perguntou seriamente.


– Tira essa bicha mirim de perto de mim. Tenho que levar o Shun pra enfermaria. Ele tá desacordado.


– Está bem.


Afrodite deu alguns passos em direção a saída do coliseu e Hyoga tentou ir atrás, mas Saga lhe segurou.


– Não acha que arrumou problemas demais, garoto?


– Problema é meu! Agora, me solta! – disse e se desvencilhou do braço do cavaleiro, saindo atrás dos cavaleiros.


Camus sentiu a cabeça doer e foi atrás para impedir que algo acontecesse.


Os grupinhos foram se dispersando com o fim da confusão e continuaram fofocando sobre a treta do dia.


Milo assistia tudo de longe e sentia ainda mais raiva daquela situação. Para ele, somente Camus não enxergava o que acontecia bem debaixo de seu nariz.


Notas Finais


Shaka safadinho... Já era desejando o Olia tb. 🌚🌚🌚

E essa briga? Pobre Shun. O que o Oga tem, hein?

Agradeço a todos por estarem acompanhando!

Beijos


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