História As Long As You Love Me - Capítulo 6


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Categorias Ashley Benson, Chaz Somers, Dylan O'Brien, Justin Bieber, Shay Mitchell
Personagens Ashley Benson, Chaz Somers, Dylan O'Brien, Justin Bieber, Shay Mitchell
Tags Amigos, Ashley Benson, Atlanta, Incesto, Irmãos, Justin Bieber, Proibido
Visualizações 18
Palavras 1.324
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Mistério, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Séculos depois ALAYLM volta, e com capítulo DUPLOOOO
Espero que não tenham abandonado a fic e espero que gostem <3<3 E comentem, se estão gostando da fic ou se não!!

Capítulo 6 - The Failure


Fanfic / Fanfiction As Long As You Love Me - Capítulo 6 - The Failure


Depois de toda aquela ceninha do Justin, eu comecei a pensar no que aconteceria com ele. Meu tia iria querer mata-lo de inicio, mas depois iria querer apenas se livrar dele, e meus pais? Bom, eles são mais complicados que isso. E antes que eu pudesse pensar mais, fui interrompida por batidas na portas, e antes que eu respondesse o tio Hank entrou no quarto com a mão tampando os olhos.

- Está vestida, querida? –pergunta-

- Estou sim, pode olhar

- Ah ótimo –diz ele retirando a mão dos olhos e se sentado na cama, ficando de frente pra mim que estava na penteadeira- Eu queria falar com você sobre o Justin

- O que tem ele? –falo com desdém-

- Ele me parecia bravo quando o vi, mas quando fui perguntar o que havia acontecido, ele apenas ficou bem triste. Aconteceu algo com vocês?

 Ai meu Deus aquela era hora! Eu queria muito contar tudo a ele, apenas dizer o que Justin tinha voltado a fazer comigo, isso incluí os jogos mentais e os físicos claro. Mas eu apenas não consegui... Não que eu estivesse com pena dele, ou que não o queria longe, não era nada disso, minha voz apenas travou e eu não consegui dizer nada! Fiquei alguns segundos quieta e isso não era muito normal, meu tio me olhou como se eu fosse vomitar na cara dele, pelo menos era o que parecia. Droga de vida.

- Querida, está tudo bem?

- Ahm, yep! Ele deve ter brigado com a namorada, pode me dar licença um pouco?

- Claro, mas lembre-se que pode sempre contar comigo, flor –ele se levantou, me deu um breve beijo na cabeça e saiu-

 Eu fui imediatamente para o banheiro do meu quarto e me olhei no espelho.

- Você é uma idiota! Uma verdadeira idiota


DUAS HORAS DEPOIS

Eu estou com Chaz, sentado no sofá da sala de estar com meus pais e meu tio. Estamos “assistindo” Inception (A Origem), eu amo esse filme, mas no mesmo nem eu prestava a atenção. Meus pais, por mais estranho que seja, estvam preocupados e meu tio estava batendo os pés no chão incansavelmente.
Justin tinha sumido. Ele não estava bem quando saiu, não avisou, não deixou bilhete e nem pistas de onde estava, como sempre deixava. Até eu fiquei um pouco preocupada, mas estava zangada ao mesmo tempo, pois minha pleníssima vingança não iria acontecer hoje. Frustrante

A mãe de Chaz ligou e o mandou ir para casa, meus pais estavam ligando para os amigos de Justin, para ver se ele estava com eles e meu tio começou a achar que ele havia sofrido um acidente por estar triste, mas eu sabia que isso não iria acontecer.

Por mais que eu estivesse com raiva de Justin sabia que ele precisava da minha ajuda. Uma garrafa de uísque especial havia sumido, junto com ele e o carro e apenas eu sabia onde encontra-lo.

Despistei os adultos da casa, alegando sono, fui para meu quarto e vesti um moletom. Eu pulei da janela do meu quarto e comecei a andar até um pequeno parque privado que ficava no nosso bairro. Com certeza ele estaria lá, era nosso lugar secreto.

FLASHBACK ON

- Mas a gente não pode morar na casa da árvore, é pro bairro todo!

- Claro que podemos! Se eu falar que é nossa ninguém vai tentar entrar

- Nem os meninos de treze anos?

- Ninguém, mas pra isso, tem que me fazer um favor

- O que é? –digo esperançosa-

- Tem me beijar?

- Mas o tio Hank, disse que eu sou muito nova pra isso!

- Mas o tio Hank não vai te dar a casa da árvore, mais legal do bairro todo vai?

- Não...

- Então vamos logo, feche os olhos

Como eu tinha que obedecer meu irmão mais velho, fechei os olhos e senti a boca dele tocar na minha. Foi estranho, mas era muito bom. Aquele banco frio que ficava debaixo da casa da árvore, foi o cenário do meu primeiro beijo e com a minha pessoa favorita no mundo, o Justin.

- Esse vai ser o nosso lugar pra sempre, e se nós brigarmos um dia, temos que vir pra cá nos desculpar tá?

- Nós nunca vamos brigar, Jus, nunquinha!

FLASHBACK OFF


Lembrar desse dia foi estranho, eu quase nunca lembrava da minha infância com Justin, éramos muito próximos e ele me manipulava muito, era ruim, horrível na verdade, mas eu não notava, apenas queria estar com ele.

 Não demorou muito para chegar ao parque, e assim que cheguei, fui até a casa da árvore e lá vi Justin que estava sentado naquele banco, que estava sempre frio, por causa da sombra da árvore. Ele estava lá sentado com fones de ouvido e bebendo o uísque especial do meu pai.

Eu em sentei ao lado dele e peguei um dos fones, ele estava ouvindo “Suburbia” do Troye Sivan {N/A: Super Recomendo}, era tão gostosa de ouvir...

- Tudo bem? –pergunto, ao deitar minha cabeça em seu ombro-

- Está...-respondeu ele, segurando a minha mão e entrelaçando nossos dedos-

- Por que você saiu, tipo do nada?

- Porque minha irmã me odeia e eu vou pra um colégio interno, então por que não aproveitar um pouco? Uma boa música, uma boa bebida, uma boa paisagem...ah e uma boa companhia

- Sabia que eu viria?

- Claro, pode até me odiar, mas eu te conheço melhor que você mesma

- É, mas eu não te odeio –digo, pegando a garrafa de sua outra mão e dando um gole-

- Não é o que parece...

- Ah, você também não parece um psicopata

- Não sou louco Victoria, apenas sou mais esperto que você!

- Isso talvez seja verdade – rimos, mas logo ficamos em silêncio por alguns minutos, apreciando a playlist do Justin- Como vai a Madison? –digo, quebrando o silêncio-

- Sei lá.... E o Chaz?

- Foi pra casa, antes de eu vir te procurar...

- Vocês não tem nada né?

- Começou com essa Justin? Eu vim aqui pra ver se estava você bem e não pra brigar!

- Sabe porque eu vim até aqui, de verdade? Porque, eu sabia que iríamos fazer as pazes, Ash

- Não fizemos as pazes, estar preocupada, não quer dizer que eu gosto de você –digo com a voz mais séria e tiro a cabeça de seu ombro- Só queria saber que está bem, apenas isso

- Pare de iludir a si mesma –tiro o fone do ouvido-

- Pare de ser assim! Há alguns dias, você nem falava comigo direito! Era só Madison isso, Caroline aquilo, Denise aquilo outro, nunca eu! Você me ignora Justin, e do nada vem com essa atitudes e palavras estranhas!

-Ash... –o interrompo-

- Cale a boca! Você ama brincar com as pessoas Justin, mas eu sou irmã, e me preocupei com você! Eu não quero ficar com você, mas não também não quero ter que me livrar de você... Eu apenas queria um irmão normal –falo num tom mais alto, e já sentindo algumas lágrimas escaparem dos olhos- Por que você não é normal?!

- Porque seria muito fácil –responde ele, com um olhar debochado-

- Você devia procurar um médico, Justin –finalizo e me levanto do banco, começo a andar em direção a saída do parque-

Estava bem frio, havia um pouco de nevoa e meu short me deixava com frio, mesmo que eu estivesse usando um moletom. Minha visão estava um pouco embaçada, então eu me deitei na grama, pra pensar um pouco, estranho alguns diriam, mas pra mim era normal apenas deitar e olhar as estrelas pra pensar melhor.
O céu não estava muito estrelado, não havia lua e parecia que iria chover logo, mas eu não liguei, fechei os olhos e deixei as lágrimas fluírem. Nem eu mesma, sabia o porquê de estar chorando, apenas estava.

                                                                                                                                                                                                                Continua....


Notas Finais


Foi isso, meus caros leitores e espero que continuem a acompanhar a fic


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