1. Spirit Fanfics >
  2. As luzes flutuantes contemplam nossa liberdade >
  3. A doce sensação de liberdade

História As luzes flutuantes contemplam nossa liberdade - Capítulo 1


Escrita por: e mooncactus


Notas do Autor


─ ficwriter ♥
Olá, estou de volta no laviezone com mais uma história que adorei escrever. Nessa temporada estamos trabalhando com diversos festivais e particularmente eu adorei escrever sobre o Loi Krathong. Aconselho que quem não conhece esse festival pesquise um pouco, vão se surpreender com a beleza dele.
Espero que a história agrade a todos e continuem dando amor ao IZ*ONE e ao LAVIEZONE.

─ ficha técnica ♥
‹ ficwriter: @mooncactus
‹ beta-reader: @yakkun
‹ capista: @bangstay

Capítulo 1 - A doce sensação de liberdade


"Última chamada para o embarque no voo IB3506 com destino a Bangkok"

O som de passos apressados era ouvido por todos que estavam prestes a viajar. Uma jovem com lindos cabelos escuros e de face angelical chamava atenção não só por sua beleza, mas também pela sua correria no meio do aeroporto. Sua respiração desregulada e coração acelerado dificultava seu andar e aumentava ainda mais seu desespero de não conseguir embarcar no voo e perder a oportunidade que a vida lhe deu de finalmente viver sem medo.

Já em seu assento dentro do avião, Yuri pensava em toda a sua vida e de como perdeu grande parte dela devido as coisas que eram impostas a ela. As mãos tremiam ansiando a liberdade e sua cabeça doía, de fato. Não lembrava da última vez que andara de avião — nem tamanha dor que sentiu. Sacrifícios precisavam ser feitos para curar um bem maior, no entanto. E no caso de Yuri, o bem maior era sua liberdade. Ela podia culpar as dores de cabeça por estar fora do nível do mar; porém, internamente, sabia que grande parte do sofrimento era por lembrar da superproteção de sua família antiquada que a transformaram em uma cativa almejando a sua perfeição como mulher na sociedade.

Dezessete de novembro de dois mil e vinte

Mais um dia sem cores, as paredes do quarto se tornaram sua prisão, não se lembrava mais do último dia em que aproveitou a luz do sol ou passeou pelas ruas e parques da cidade. Seus olhos já se encontravam sem vida há muito tempo, desde o seu nascimento fora criada pela sua família para se tornar a mulher perfeita perante a sociedade.

Seu desejo de viver apenas aumentava, porém devido a circunstâncias, esse sonho estava se tornando cada vez mais impossível de ser alcançado.

— Querida, bom dia — A voz de sua mãe foi ouvida e um suspiro cansado saiu de seus lábios. — O café da manhã já vai ser servido, lembre-se de que uma dama não pode se atrasar.

O corpo de Yuri se moveu automaticamente em direção a sala de jantar, onde todos encenavam ser uma família feliz e sem problemas a fim de se manterem poderosos e livres de escândalos.

— Yuri, após a refeição vá até meu escritório, preciso conversar com você. — ordenou seu pai em um tom grosseiro olhando no fundo de seus olhos e recebeu apenas um assentir de cabeça.

Alguns minutos depois, Yuri bateu na porta do escritório pedindo permissão para entrar, que foi logo concedida. Ao entrar, percebeu que havia mais uma pessoa, cuja sua fisionomia era desconhecida por ela.

— Com licença — pediu e se sentou em uma poltrona que seu pai havia lhe concedido. — Aqui estou, meu pai.

— É uma bela jovem, senhor — elogiou o homem admirando a beleza angelical de Yuri. — Com certeza faremos bons negócios.

A última fala do senhor estava rondando em sua mente, afinal, que tipo de negócios ele estava se referindo e o que ela tinha a ver com isso?

— Obrigado, senhor Park — agradeceu o patriarca da família com um sorriso em seu rosto. — Yuri, gostaria de apresentar o senhor Park Seunjoo, nosso mais novo sócio.

Um aperto de mãos foi dado em cumprimento e Yuri se encontrava cada vez mais confusa. Qual era o motivo da sua presença ali?

— Querida, como sabe a empresa não anda com uma economia muito favorável, então o senhor Park apareceu com uma proposta irrecusável. Para aumentarmos os preços das ações da empresa, você foi prometida em casamento ao primogênito do senhor Park.

A jovem arregalou os olhos em espanto pela última fala de seu pai. Pensava que casamentos arranjados era coisa do passado, mas pelo visto havia se enganado. Logo após o choque, os olhos de Yuri se tornaram marejados, mas conseguiu segurar suas lágrimas e saiu do escritório.

Assim que chegou no quarto, se jogou no meio da cama soltando murmúrios sofríveis e derramando lágrimas pela sua face. Seus soluços dificultavam ainda mais sua respiração, seus olhos já se encontravam inchados e vermelhos devido ao choro. Mas nada se comparava à dor que estava sentindo em seu coração, acreditava que ninguém se importava com a sua felicidade, apenas em ser a garota perfeita para a sociedade perfeita.

Batidas na porta foram ouvidas e Yuri sentiu um peso ao seu lado, percebendo ser sua mãe que encontrava-se com o semblante furioso.

— Quantas vezes devo repetir que uma dama deve se comportar? — perguntou sua mãe, sem se importar com o sofrimento da mais nova, uma completa pessoa sem coração. — Querida, saiba que para você será uma honra se casar com o primogênito do senhor Park, ele é um bom homem e você deverá aprender ainda mais para deixá-lo feliz.

Cada palavra proferida pela sua mãe causava mais sofrimento em seu coração. Yuri já estava farta dessa sociedade machista que impõe mil regras para poderem controlar as mulheres, criando uma prisão psicológica e as fazendo acreditar que tudo era para o bem delas mesmas. Yuri sonhava em ser livre, almejava respirar novos ares, conhecer pessoas novas e viver sem medo de ser repreendida com palavras maldosas vindo das pessoas que diziam amá-la.

E a partir daquele dia, Jo Yuri decidiu que iria lutar pela sua liberdade, nem que levasse toda uma vida, mas ela seria livre!

 

E o dia finalmente chegou, nos altos céus a jovem relembrava seu passado e de tudo o que fizeram para lhe prender. As nuvens tão branquinhas se remetiam a sua alma que era tão pura e limpa quanto a neve, mas que com o passar dos anos foi se transformando em amargura. E mesmo com o sentimento de saudade, a jovem não desistiu e seguiu em frente à procura de ser livre.

Após horas de voo, Yuri chegou ao seu destino, a Tailândia, o país em que iria recomeçar a sua vida do zero. Mesmo cansada da viagem, admirou a paisagem do lugar, as pessoas de diversas culturas iam e viam apressadas pelas ruas movimentadas. As casas e lojas coloridas enfeitavam a cidade, tornando tudo ainda mais belo aos olhos da jovem.

Passados alguns minutos de viagem, Yuri chegou ao seu destino, a sua casa. Uma bela residência na cor violeta, com um cercado, lindas flores e árvores pelo quintal, exatamente como imaginou. Ao entrar, ficou encantada com a modéstia do lugar, a mobília era nova, mas os detalhes dos cômodos eram antigos e simples, tornando tudo aconchegante.

Com suas malas desfeitas, Yuri entrou em seu banheiro para tomar um banho. As gotículas de água caíam retirando todas as impurezas do seu corpo e lavando também a sua alma de todos os sentimentos ruins. Seu corpo encontrava-se relaxado, coisa que não acontecia há muito tempo e agradecia sempre que podia por ter tido coragem para enfrentar a todos.

Após um bom relaxamento, a jovem se preparou para caminhar pela sua nova vizinhança, na esperança de fazer alguma amizade, já que desconhecia tudo naquele país. A paisagem era bela, as folhas voavam e caíam pelas ruas, os pássaros cantavam em harmonia, as pessoas eram simpáticas e amigáveis, então Yuri não teve problema em conversar com elas, desejando um bom dia com um sorriso no rosto.

Sua admiração pelo lugar foi interrompida após o som de algo caindo. Yuri olhou em direção ao barulho e encontrou uma jovem caída, presa entre as rodas de uma bicicleta cor de rosa. Apressou seus passos e a ajudou a se levantar, relaxando quando não encontrou nenhum ferimento grave.

— Você está bem? — perguntou olhando preocupada em direção da garota que já estava de pé.

— Sim, apenas me arranhei um pouco — falou, passando suas mãos em seus joelhos. — Obrigada por me ajudar.

— De nada, me chamo Jo Yuri, sou nova na cidade.

— Seja bem-vinda a nossa vizinhança, sou Kang Hyewon.

Um aperto de mãos foi dado em cumprimento e a felicidade surgiu em Yuri, sentia em seu coração que havia feito uma amizade.

— Oh, você vende flores? — perguntou Yuri percebendo uma cestinha na frente da bicicleta repleta de lindas flores coloridas.

— Sim, na verdade sou florista, estou vendendo as flores para o festival Loi Krathong que acontecerá em cinco dias — Hyewon percebeu que sua fala causou confusão em Yuri e se pôs a explicar. — O Loi Krathong é uma data festiva muito comemorada por todo país, todos prepararam lanternas e flores para comemorar o fim da estação das chuvas, venerar os deuses e trazer sorte. É um dos eventos mais belos em todo o mundo!

Os olhos de Hyewon brilharam ao falar sobre o festival, pois era o seu feriado preferido onde poderia admirar os céus sendo iluminados pelas lanternas e as ruas tomadas pelo cheiro das flores. E devido à grande procura de flores, as vendas em todo o país aumentavam quando a festividade se aproximava.

— Incrível, eu nunca vi algo assim. — confessou Yuri envergonhada por nunca ter tido a chance de comemorar nada em sua vida.

— Mesmo? Então ficarei lisonjeada se me acompanhar no festival deste ano.

As bochechas de Yuri tomaram uma cor rosada em sinal de constrangimento, mas decidiu aceitar. Não iria perder as oportunidades que a vida estava lhe dando.

 

Os dias se passaram, e o festival se aproximava. Yuri e Hyewon ficaram muito mais próximas já que a mais nova resolveu trabalhar na floricultura da família da Kang e auxiliar nas vendas que estavam a todo vapor.

Milhares de flores dos mais diversos tipos foram vendidas, causando felicidade na família de Hyewon e em Yuri, que como agradecimento pelo seu trabalho, ganhou um belo vestido da mãe da mais velha e prometeu usá-lo no festival.

As jovens estavam felizes, a amizade apenas crescia e ambas se sentiam bem uma com a outra. Ao fim de todo expediente, sempre se encontravam em uma cafeteria para conversarem e se divertirem. Hyewon sempre agradecia aos céus por terem enviado sua mais nova amiga para a sua vida, pois sempre se sentiu sozinha, devido aos preconceitos que sofria desde a infância, e que marcaram sua vida. Já Yuri, nunca havia se sentido tão bem em todos os seus anos de vida, o fato de estar livre e poder andar sem medo fazia seu coração palpitar.

Mal sabia Yuri, que teria uma surpresa desagradável e que abalaria todo o seu ser.

(...)

O dia nasceu e Yuri já se encontrava de pé a caminho do seu trabalho. Durante o trajeto observava os preparativos para o festival quase prontos por toda a cidade, os cidadãos esbanjavam animação e alegria, já que era uma época muito aguardada no ano.

Ao chegar no estabelecimento, a jovem notou a grande fila de pessoas que estavam do lado de fora da loja e se espantou com a quantidade de clientes também dentro da loja. Pelo o que ela se lembrava, Hyewon explicou que quanto mais o dia do festival se aproximava, mais a venda de flores e lanternas aumentava igualmente.

O dia foi corrido, mas conseguiram atender todos os clientes e fizeram a melhor venda do ano. As flores haviam sido vendidas e todos já estavam se preparando para irem para suas casas e terem um bom descanso.

Yuri e Hyewon terminavam de organizar as últimas coisas na loja quando ouviram o som do sininho da loja tocar.

— Sinto muito, mas estamos fechados! — avisou Hyewon olhando e estranhando a bela mulher que entrou no estabelecimento, que julgou ser rica pelas roupas de marca que a mesma usava.

— Não estou aqui para comprar nada, vim buscar minha filha!

Yuri ouviu aquela voz que há um certo tempo não escutava, a voz da sua mãe, Jo Iseul.

— O que que a senhora está fazendo aqui? — perguntou Yuri encarando sua mãe com o cenho franzido.

— Creio que aqui não seja o lugar ideal para conversarmos, vamos para algum lugar com mais privacidade.

Yuri sentiu uma mão em seu ombro direito e encontrou Hyewon com um olhar encorajador e assentiu para a amiga em concordância. 

A mais nova e a matriarca saíram andando pelas ruas da cidade em direção a casa onde Yuri morava. Passados alguns minutos de caminhada chegaram ao destino. Iseul avaliava a nova vida de sua filha e chegou à conclusão de que a mesma havia sido inconsequente ao trocar uma vida de luxo por aquilo.

— Por favor mãe, se sente. — apontou Yuri para o sofá e ambas se sentaram, longe uma da outra.

— Vejo que se acostumou com essa vida deplorável, minha filha.

A jovem revirou os olhos, já esperava por aquela reação de sua mãe, mas as suas palavras penetraram em seu coração a machucando. Respirou fundo e se preparou para a tão esperada conversa que mudaria o seu futuro.

— Sem brincadeiras, mãe. Não estamos aqui para isso — reclamou Yuri olhando no fundo dos olhos de Iseul. — Primeiro, eu sinto muito pela situação em que todos estamos passando, mas quero que saiba que tudo o que fiz foi pensando no melhor para mim.

— O melhor para você? — Iseul perguntou em um tom sarcástico dando uma risada. — Você sempre teve tudo da melhor qualidade, melhores vestidos, melhores professores, melhores formações, e jogou tudo fora por um simples capricho.

— Viver verdadeiramente agora é um capricho? Eu sempre me esforcei para ser uma filha perfeita, me dediquei ao máximo em tudo para dar orgulho a vocês pois acreditava que era para o meu bem — Yuri já derramava lágrimas pela sua face e seu semblante estava repleto de dor. — Mas percebi que não pertencia a aquele mundo perfeito que vocês criaram para mim, notei que desperdicei anos de minha vida tentando agradá-la enquanto deveria agradar a mim mesma.

A mais velha encarava Yuri em descrença, afinal, tinha criado a sua filha com todo o luxo que ela poderia ter e mesmo assim ela demonstrava ingratidão.

— Você fala como se não tivesse aproveitado toda a riqueza, demos o melhor para você e é assim que nos agradece, nos apunhalando pelas costas — falou Iseul levantando a voz em direção a filha e encarando com o pior olhar que Yuri poderia receber.

— Eu sempre fui grata a todos vocês, mas nunca fui feliz de verdade em meio a tudo aquilo. Me sentia triste por não decidir a minha própria vida e ter que obedecer a tudo que me era ordenado, até um casamento arranjado estavam me submetendo — Yuri pegou nas mãos de sua mãe e a olhou profundamente com toda a confiança. — Eu agradeço o que tentaram fazer por mim, mas não vou voltar ou mudar de opinião. Agora eu pertenço a esse mundo!

Yuri observou sua mãe retirar bruscamente suas mãos e se levantar indo em direção a porta.

— Sabe, nunca achei que fosse se tornar esse tipo de mulher, mas saiba que espero que se dê conta do erro que está cometendo e se arrependa. — disse Iseul com o semblante frio e saiu batendo a porta fortemente.

As lágrimas caíram mais depressa no rosto de Yuri, que escutou o abrir da porta e sentiu os braços acolhedores de Hyewon em volta de si, proferindo palavras de conforto e encorajamento. E naquele momento, teve a certeza de que não ficaria sozinha e que haviam pessoas que se importavam com ela.

(...)

O dia do Loi Krathong chegou e a cidade se encontrava mais bela que nunca. As ruas estavam enfeitadas com lanternas e flores dos mais diversos tipos, os cidadãos terminavam de ajustar as últimas decorações nas embarcações que seriam usadas durante o festival. 

A animação era perceptível, principalmente por Yuri, já que aquela seria sua primeira vez no feriado e desejava aproveitar o máximo possível com Hyewon e toda sua família que a amparou.

O movimento da floricultura aumentou e o estoque de flores se esgotou rapidamente, deixando os funcionários livres para aproveitarem o resto do dia até a noite do festival.

Yuri já se encontrava em sua casa, tomando um bom banho e tirando as impurezas de seu corpo. Sua roupa consistia em um vestido branco florido com uma fita vermelha, um saltinho preto combinando e decidiu deixar seus lindos cabelos soltos.

Algumas horas depois, Yuri escutou o som da campainha e abriu a porta, encontrando uma Hyewon com uma saia preta e uma blusinha com mangas na cor amarela, seus cabelos estavam presos em uma trança raiz que a embelezava mais.

— Vamos? O festival irá começar! 

Hyewon passou seu braço pelo o de Yuri e começaram a caminhar pelas ruas que já se encontravam iluminadas pelas inúmeras lanternas, diversas barracas de comes e bebes estavam espalhadas, o cheiro de doces e comida fresca aromatizava o local, e puderam contemplar várias pessoas dançando uma música tradicional do país. Os olhos de Yuri estavam brilhando em adoração com a beleza do lugar. Todos os simbolismos concediam uma harmonia única de encantamento.

Às jovens se encontraram com a família de Hyewon e partiram para aproveitar tudo o que o festival tinha para oferecer. Yuri e Hyewon se divertiram juntas, participando de jogos e se arriscando nas danças típicas da região. 

Após horas de diversão, o dia finalmente se aproximava do fim e com ele o momento mais esperado do Loi Krathong. 

Todos se aproximaram do grande rio e puseram seus barcos com flores de lótus, incenso e velas, acompanhadas de pedidos de sorte no futuro e de perdão. 

Yuri orava e pedia que seus dias fossem repletos de paz ao lado daqueles que ama, e após ter feito suas preces o barco foi solto. O rio se encheu com as embarcações, e junto com eles uma esperança de um futuro melhor.

A parte principal do festival estava prestes a acontecer, o memorável festival das luzes iria se concretizar. 

Os cidadãos já estavam a postos para a atração do Loi Krathong. Yuri e Hyewon se encontravam lado a lado com suas lanternas com o símbolo de uma flor em mãos. Se aproximaram junto aos demais e deram às mãos, desejando aos deuses forças e prosperidade na vida.

As lanternas foram soltas, transformando o céu em uma paisagem sem igual. Milhares de lanternas iluminavam a cidade ao som de músicas tradicionais.

Os olhos de Yuri possuíam um brilho de felicidade e realização sem igual. Havia passado por diversas tribulações durante toda a sua vida, mas naquele momento, ao lado das pessoas com quem se importava, encontrou o seu verdadeiro significado de liberdade.


Notas Finais


─ O La Vie Zone agradece pela leitura! ♥ Não deixe de nos acompanhar nesta Era, na qual iremos explorar vários feriados mundiais.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...