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História As minhas origens - Capítulo 2


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Capítulo 2 - Lobos e documentos .


Fanfic / Fanfiction As minhas origens - Capítulo 2 - Lobos e documentos .

Capítulo 02 

O início da  noite no rancho foi tranquila, era umas 3 da madrugada  quando barulhos de tiro começaram , a moça que estava sonhando acordou assustada com aquele barulho . Ela tinha levado um dos rifle dela para o quarto dela , assim que levantou ela pegou o rifle o qual estava já engatilhado com duas balas. Ela correu rapidamente pra janela do cozinha , olhou na espreita com os olhos que chegaram refletir no vidro com a luz do luar , do nada os tiros pararam por um momento e ela olhou mais um pouco , porém um raio de luz feito raio passou em direção ao celeiro e assim que passou um barulho enorme quase estourou os tímpanos da moça que ficou assustada .

Ela pegou novamente a arma e foi em direção da porta da varanda , ela estava tremendo de medo com um frio na espinha . Do nada a porta é aberta o jovem Soluço aparece com um lobo enorme nas costas e depois caindo no chão em luta corporal com o animal .

Astrid — AI MEU DEUS! — falou ela voltando um pouco e apontando com a arma 

Soluço — ASTRID ATIRA !!! — ela ficou com medo de acertar o rapaz porém tinha tentado porém o gatilho falhou — O QUE ESTÁ ESPERANDO ?!! ATIRA LOGO MULHER!!!! — ela tentou novamente porém nada de conseguir 

Enquanto isso na cidade , estava tento uma festa no celeiro público porém o xerife e o Jarvis estavam conversando na varanda da cadeia da cidade quando escutaram um barulho alto de tiro vindo da direção do rancho do Soluço .

Xerife — o que será que estava havendo naquele rancho de novo ?! — perguntou pra ele mesmo quando montou no cavalo dele

Jarvis — eu escutei que ele está ensinando a senhorita Hofferson a atirar no rancho dele devido que aqui é proibido disparar armas pra treino . Deve ser eles praticando... — disse ele do lado do cavalo 

Xerife — mesmo assim é melhor ir averiguar o que está acontecendo — disse ele saindo em disparada com o cavalo 

Ele não diminuiu a velocidade de seu cavalo até não chegar aí rancho do rapaz , na entrada do rancho ele conseguiu visualizar várias carcaças de lobos , ele adentrou pela cerca já apé com o revólver na mãos . Ele viu novamente carcaças só que de galinhas e de um dos cães que ficavam de guarda , ambos estavam com marca de dentes . Ele se aproximou mais um pouco e viu a porta da varanda que estava aberta e também notou umas manchas de sangue perto da mesma , e também uma faca coberta de sangue perto da porta . 

Ele adentrou a casa , viu um cadáver de um lobo preto enorme do lado da mesa e um rifle winchesters caído do lado . Ele viu um rastro de sangue indo pra o quarto que era o antigo quarto da Dona Cecília , velha amiga dele . Já preocupado com tudo aqui ele foi rapidamente pra o quarto , assim que virou na porta e deparou com o senhorita Hofferson passando um pano na testa do Soluço sentando numa cadeira sua roupa  estava com vários arranhões pelo tecidos e com uma feridas abertas  .

Xerife — estam todos bens por aqui? — perguntou guardando o revólver , e se aproximando 

Soluço — sim xerife... só que um monte de lobos surgiram e atacaram as minhas galinhas — disse ele se levantando da cadeira 

Astrid — e você pelo menos podia dar um jeito nesses animais ! Não é o seu trabalho?! — disse  exaltada 

Xerife — calma senhorita , eu não tenho como responsabilidade dessas coisas — disse recuando um pouco 

Astrid — claro que não é , o último xerife que tivemos era mais competente ! — disse já muito alterada — você só não se importa de ficar vigiando essas áreas só por que você não gosta do Soluço !— ela o empurrou 

Soluço — Astrid por favor fique calma — disse ele entrando na frente dela 

Astrid — esse velho barrigudo só se importa em proteger os que tem dinheiro ! Ele não se importa com famílias e pessoas que não tem nem aonde cair morta ! Só quer ganhar dinheiro pra enfiar no buraco aonde a luz não chega facilmente !!!! — ela tentou pegar ele pra lhe dar uma sova , porém o jovem mesmo com dificuldade conseguiu segurar ela que já estava quase em cima dele 

Xerife — bom pelo jeito tá tudo razoável por aqui então eu vou me retirando — ele saiu dali rapidamente munto no cavalo e volto pra cidade 

Nisso o moço já tinha soltado a moça que estava ainda exaltada .

Astrid — pôr que você não deixou eu dar uma lição nele?! — perguntou ela 

Soluço — não ia valer a pena...aí!! — reclamou colocando a mão num dos machucados

Astrid — tá doendo muito Soluço? — ela estava preocupada com ele e tentou acudir de alguma forma 

Soluço — não... tá tudo bem... Pode voltar a dormir amanhã cedo eu levo você para casa ... — ele foi e se sentou numa cadeira do lado da mesa com o ferimento ainda aberto e sangrando muito 

Astrid — como eu vou dormir com você nesse estado? — ela colocou as mãos na cara pra não demonstra a tristeza que ela estava 

Soluço — Astrid não se preocupa com migo . Pôde voltar a dormir....

Astrid — deixa eu pelo menos fechar esse ferimento — disse ela pegando uma faca e acendendo o fogo e colocando a parte de metal da faca pra esquentar 

Soluço — você sempre sendo solidária com migo — disse ele um pouco mais tranquilo 

Astrid — sou assim com quem me ajudou no passado . E você foi o principal que me ajudou desde que cheguei na cidade quando eu fugi de casa em São Francisco — disse puxando uma cadeira e  sentando do lado do lado do fogão a lenha 

Soluço — eu nunca entendi porque você fugiu de lá — começou a conversa pra se distrair da dor 

Astrid — minha família me explorava . Faziam eu trabalhar dia e noite , e também me obrigavam a dançar em bordéis — ela disse ficando com uma cara triste 

Soluço — nossa... Meus pêsames por tudo o que você passou — disse ele nem se quer lembrando que tinha se ferido 

Astrid — não prescisa ter dó de mim Soluço... Eu dei a volta por cima . Como você lembra que eu te contei como fugi de lá . Porém eu tô afim de contar novamente . Se importa ? — ele negou com a cabeça e com um sorriso no rosto —  eu quando estava me preparando pra me apresentar denovo , eu vi um barco saindo no porto , e não perdi a oportunidade e embarquei escondida entre a carga e depois de dois meses me alimentando de água de chuva , eu cheguei até o Texas e com os únicos trocados que eu consegui "trabalhando" naquele navio eu paguei um cara pra me deixar na cidade mais longe que o meu dinheiro desse pra pagar — disse ela relatando e olhando pra o fogo 

Soluço — é verdade. Eu me lembro de ver você assim que chegou , estava só carne e osso , parecia que não via um prato de comida a anos — ela olhou pra ele novamente 

Astrid — porém você e a Dona Cecília me acolheram por um tempo até que eu ficasse melhor . Porém eu quis ficar na cidade trabalho , e a três anos eu comprei aquela taberna — disse ela dando um sorriso — bom a faca já tá vermelha... aonde que tá o corte? — ela pegou a faca pelo cabo de madeira e ele levantando a camisa aonde estava o corte — preparado ? — ele confirmou com a cabeça e com os olhos fechados , ela colocou a faca sobre o machucado fazendo uma queimadura que fechou o machucado , o cheiro de carne queimada assolou a cozinha com um fedor não muito grande — melhor ? — perguntou tirando a faca do lugar 

Soluço — sim melhor que antes — disse ele abaixando a camisa sobre o machucado 

Astrid — bom...quer que vou encher a banheira pra você tomar banho ? — ela perguntou colocando a faca numa bacia com água fazendo sair vapor 

Soluço — não obrigado Astrid . Eu posso está machucado mais ainda sei me virar sozinho — ele disse colocando o chapéu que ele usava na mesa e indo em direção a banheiro 

Ela por sua vez foi ao quarto pra voltar a dormir , porém ela não pregou um olho , ela então começou a olhar o quarto dele . Num certo canto do teto , ela viu uma espécie de alçapão que talvez dava pra o sótão daquele lugar. A curiosidade dela foi tanta , que ela pegou uma cadeira e abriu o alçapão , um punhado de poeira caiu e junto uma caixa enorme que se espatifou no chão , dela saiu várias fotografias e cartas . Ela desceu da cadeira e pegou a vela que iluminava o quarto e iluminou aqueles " documentos " . Eram fotos da época colônial do Estados Unidos , e em todas as fotos e cartas estavam escrita o mesmo sobrenome "Haddock" . Também tinham escrituras de vários estabelecimentos da cidade de Berk , um deles era a de sua taberna . Que estava em nome de "Valka Haddock " . Outra escritura era a do rancho do Soluço , que estava em nome de " Cecília Haddock " . A moça com aqueles documentos começou a refletir sobre . A dois anos , começaram a surgir boatos sobre essa tal família Haddock. A maioria deles "diziam" que eram um bando de golpistas e ladrões . Porém tinha uma carta como se fosse uma certidão de nascimento com nome registrado de "Soluço Haddock terceiro" . Nesse momento ela pensou um momento , o Soluço disse que nunca conheceu os pais , que o "nome" Soluço era um "modo" dá turma da cidade chama-lo, só que esse "Soluço Haddock terceiro " , nasceu no ano de 1863 , esse mesmo teria ou têm 21 anos , a mesma idade do Soluço seu amigo . Também tinha na certidão as aparências da criança , como "olhos verdes que nem esmeraldas, cabelos ruivos amarronzados " . A única coisa que não tinha nessa certidão era os nomes dos pais e a cidade que nasceu .

Astrid — será que é esse o Soluço é o mesmo Soluço que eu conheço ? — se perguntou levantando 

Soluço — o que você tá fazendo Astrid ? — perguntou entrando no quarto de banho tomado e já vestido com outra roupa 

Astrid — eu encontrei essa caixa naquele alçapão . Tem uma certidão de um cara que parece muito com você — disse entregando a mesma pra ele 

Soluço — não deve ser eu Astrid , eu não sou um Haddock — ele disse dando risada 

Astrid — más aí diz a data de nascimento desse cara e é a mesma que a sua , tem as aparências dele , que são iguais as suas também — disse ela insistindo nisso 

Soluço — Astrid eu nem sei de onde eu vim , como do nada você acha uma certidão com um nome parecido com o meu — disse ele colocando o papel em cima da cama 

Astrid — abra os olhos Soluço , você é um Haddock — disse ela pegando denovo um papel 

Soluço — eu sou um Haddock então . Então você está querendo me chamar de bandido e salafrário?! — perguntando ele exaltando- se  

Astrid — desculpa eu não quis dizer isso sobre você — disse o acalmando — eu só quis...

Soluço — então por favor deite e durma que esqueceu que você tem que volta a taberna  pra trabalhar — disse ele um pouquinho mais calmo e saindo do quarto 

Astrid desistiu de tentar colocar isso na cabeça dele , ela colocou tudo devolta na caixa e colocou ela num canto . Ela voltou e deitou na cama e fechou os olhos . 

Logo os galos cantaram , Astrid acordou e foi até a cozinha , Soluço tinha preparado café preto com uma sementes de girassol e torresmo de porco com vinagre pra comer . Ele estava limpando os rifles que estavam sujos de sangue daqueles lobos , ele estava com aquela mesma cara desde daquela hora que ele ficou bravo com ela por conta daquela certidão . 

Astrid — bom dia... — ela disse se sentando na mesa , porém ele não respondeu continuando oque estáva fazendo antes — Soluço... desculpa por antes , eu disse que você era de uma família de bandidos e salafrário... Não é certo eu sei más queria que me perdoasse — disse ela se levantando e ficando do lado dele 

Soluço — não é culpa sua... 

Astrid — como assim?

Soluço — Cecília me disse quando era criança que a minha família me abandonou na cidade por conta de serem procurados , e a minha suposta mãe pediu antes de morrer quê ela cuidasse de mim até eu completar a maioridade , eu desde de então tento esquecer isso e que também Cecília era a minha suposta avó. Como você eu encontrei esses documentos no meu quarto só que eu fiquei com medo e com ódio ao saber de tudo isso , os boatos essas fotos — ele falou se levantando e olhando pela janela

Astrid — então se for ver... você é o dono legal de boa parte da cidade Soluço ! — ela disse alegre

Soluço — más eu não quero nada daquela cidade — ele falou olhando pra ela

Astrid — porque não?

Soluço — não vale a pena pra mim nada naquela cidade . Só tem ignorante e trouxas...bom você é a única que não é assim — ele falou indo pra porta 

Ele quando estáva indo , o mesmo tropeço numa tábua solta , e caiu em cima da moça ambos caíram nó chão .

Astrid — aí! — gemeu de dor 

Soluço — desculpa... esqueci de concertar essa bendita tábua ! — Ele disse levantando um pouco com os braços 

Astrid — não foi nada Soluço... Você está com o rosto vermelho — disse com um sorriso no rosto 

Soluço — claro que vergonha , eu caí em cima de uma moça e concerteza a machuquei...

Astrid — talvez seja estranho... más eu meio que gostei de como a gente tá — ela disse também com a cara vermelha 

Soluço — você gostou mesmo? — perguntou sem jeito 

Astrid — sabe o que vái fazer fica melhor? — perguntou ela passando a mão no rosto dele 

Soluço — o que seria? — perguntou

Ela se aproximou e o beijo com delicadeza , e logo ele retribuiu . Assim que pararam, ela o  olhou espantada.

Astrid — MEUS DESCULPA POR ISSO EU NÃO SEI O QUE DEU EM MIM SOLUÇO  — ela disse se levantando e a tirando ele  de cima dela — BOM ACHO QUE JÁ TÁ NA HORA DE IRMOS...A MINHA TABERNA NÃO ABRE SOZINHA ! — ela disse pegando os rifles em cima da mesa e indo pra fora 

Eles meio envergonhado , foi colocou a cela no Banguela e depois munto no cavalo e depois ajudou ela também . Eles voltaram pra cidade e pararam na frente da taberna dela , a qual já tinha gente esperando pra entrar e beber . Ela desceu do cavalo e abriu a porta e todos entraram pra beber . Ela antes de entrar também ela olhou pra Soluço que estava em pé do lado dela.

Astrid — olha desculpa por aquilo...

Soluço — não tem problema Astrid — disse ele colocando o chapéu novamente 

Astrid — poderia por favor não conta isso pra ninguém... não é porque eu tenho vergonha de você ou algo parecido . Só não quero que esse boatos coram por aí — disse ela sem jeito e tirando uma mexa de cabelo da cara — más que foi um sensação boa isso foi com toda a certeza — disse ela sorrindo com vergonha 

Soluço — não se preocupa com isso , nada irá sair de minha boca sobre isso — disse ele chegando mais perto dela 

Astrid — poderíamos fazer isso denovo...por favor — disse ela mechendo no cabelo 

Ele se aproximaram e se beijaram denovo , logo depois ela entrou na taberna e começou a atender os clientes. O rapaz por sua vez munto no Banguela e voltou pra o rancho arrumar o lugar depois daquele ataque daqueles lobos.





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