História As paixões de July - Capítulo 5


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Categorias Big Bang, EXO, House, Infinite, SHINee, UNIQ, VIXX
Personagens Cho Seung Yeon, D-Lite (Daesung), Dongwoo, Eric Foreman, Gregory House, Hoya, James Wilson, Jinki Lee (Onew), Jonghyun Kim, Kai, KiBum "Key" Kim, Kris Wu, Leo, Lisa Cuddy, Minho Choi, Myungsoo (L), N, Personagens Originais, Ravi, Robert Chase, Suho, Sunggyu, Taemin Lee, Taeyang, Wang Yibo
Tags Bigbang, Daesung, Dongwoo, Dr Eric Foreman, Dr House, Dr James Wilson, Dr Robert Chase, Exo, Hakyeon, Infinite, Kai, Kim Jongin, Kpop, Medicina, Minho, Sangue, Sunggyu, Taemin, Traição, Vixx
Visualizações 185
Palavras 855
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - V


Hoje acordei sozinha, havia um bilhete ao meu lado que dizia: *Não quis acorda-la estava dormindo tão linda, e, como terá que trabalhar no plantão da noite preferi deixa-la descansando. Deixei seu café guardado no forno e seu almoço está na geladeira. Cuide-se e tenha um bom dia!*

Cada dia me vejo mais impressionada com este homem, Dr. Wilson. Será que... não... vou me arrumar e tomar meu café.

Passei o dia estudando e pensando naqueles olhos azuis, imaginando no que ele poderia estar pensando, será que eu estava em seus pensamentos? E eu? Qual o motivo de não esquecer aqueles olhos? O que estava acontecendo? Resolvi almoçar para tentar esquece-lo. Chase girava na mente como batidas descompassadas de um coração com arritmia cardíaca (impulsos elétricos do coração não funcionam corretamente como sintomas incluem uma vibração ou dor no peito, desmaios ou tontura.) tudo me lembrava ele e suas atitudes tão adversas.

Chegou a hora de ir para o hospital e qual foi minha grande surpresa ao sair de casa, avistei-o em seu carro azul metálico estacionado em frente a porta do prédio, sim, aqueles olhos que ofuscam meu cérebro, estava parado ali na minha frente, como reagir? Querendo pular em seus braços e enche-lo de beijos e tendo que ignora-lo como se fosse um cão bravo.

Segui meu caminho, pelo menos tentei. Quando sinto sua mão em meu braço segurando com força e balbuciando algumas palavras às quais quase não se escutava.

-Desculpe por ontem, não estou acostumado a receber nãos. Agi como uma criança mimada e quis dar o troco, isso não ocorrerá mais.

Ainda de costas respondi em tom alto e claro:

-Desculpar? Não aconteceu nada para pedir desculpas, apenas dois colegas ocupados e sem tempo para conversarem. Agora me largue, pois preciso pegar um taxi para ir trabalhar.

Então Chase me gira com um puxão igual ao de filmes de romance e diz: - Eu te levo, venha!

Não pude negar, pois éramos apenas colegas indo trabalhar, mas eu sabia que não, não era somente isso, mas e o Dr. Wilson? Estava perdida mais uma vez, porque insisto em fazer isto?

Conversamos coisas diversas, mais sobre minha vida no Brasil, como as coisas eram difíceis, como foi minha vida escolar. Coisa que ainda não expliquei (fui criada em um bairro pobre, com condições de vida bem limitadas e grandes privações, estudei em colégios públicos e consegui terminar o ensino médio com 15 anos e entrar em uma faculdade federal, estudei com colegas que só estavam ali para seguirem as carreiras de seus pais ricos e importantes cirurgiões, encontrei ali a oportunidade de  ganhar uma grana comecei a dar aulas para esses boyzinhos que não queriam nada com nada da vida, nisso fui descoberta e “apadrinhada” por um professor neurocirurgião que me ajudou a fazer a pós, o mestrado e o doutorado, tudo junto, conseguindo assim me formar com 26 anos, trabalhei um ano no Brasil e ele me conseguiu esse trabalho devido ao meu desempenho.). Foi ai então que descobri que Chase também era um desses filhinhos de papai que havia seguido a medicina por causa do pai e não por vontade própria, descobri também que sua família o sustentava, que sua relação com seu pai era conturbada e sua mãe omissa, mas ela o tratava com muito carinho. Também era filho único assim como eu. Então! Tínhamos nossas diferenças!   

Chegamos ao hospital junto com uma ambulância com uma criança de 6 anos vomitando sangue e com muita dor na “barriga”.

Pedi para a mãe dar entrada na emergência enquanto eu acompanhei a criança até um quarto privado, nesta noite estávamos apenas Andrea e eu, pedi os exames para as enfermeiras e fiquei com o garoto, Jonny Staynner, ele estava com medo além das dores. Nisso entra o Dr. Chase com seus olhos brilhantes e pedindo licença para conversar com o garoto. Afastei-me dando lugar para ele chegar mais perto. Fiquei observando enquanto ele interagia com aquela pequena e assustada criança, cada vez que seus lábios se mexiam era como se meu coração começasse a descompassar.  Então depois de haver combinado algumas coisas com Jonny, ele vira para mim e pede permissão para ficar na minha equipe esta noite. Vendo que Jonny estava mais calmo com a presença do Dr. Chase, aprovei com a condição de o Dr. House aprovar. Não queria mais problemas...

Passamos a noite monitorando o garoto e aguardando seus exames, apesar de termos concordado no diagnostico, queríamos ter certeza e descartar algo mais grave.

 As 5:00 da manhã nos reunimos e então chegamos a conclusão: {Úlcera hemorrágica no estômago}. Começamos o tratamento e continuamos monitorando.

7:00 da manhã hora de trocarmos de turno, passando caso para a equipe que ficaria Raphael e Lysa. Jonny já estava e sentindo melhor.

Qual foi minha surpresa quando saio do hospital, Chase esperando para me levar embora. Aceitei, pois fazia tempo que não trabalhava mais no turno da noite, havia esquecido o quanto era cansativo. Fomos embora sem conversarmos, ou se quer nos olharmos.

Me deixou na frente do prédio deu tchau e foi embora. Fiquei pensando no que foi aquilo!

 



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