História As Raízes de Yggdrasil - Capítulo 24


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Arvore, Bruxa, Bruxo, Cavaleiro, Cenia, Cyprianus, Deuses, Espada, Espadachim, Feiticeiro, Freya, Magia, Mago, Midgard, Nero, Nórdico, norte, Odin, Raízes, Seyren, Sigurd, Templário, Thor, Tyr, Vida, Yggdrasil
Visualizações 2
Palavras 399
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 24 - Interlúdio - Sobre espadas


Espadachins e seus devidos caminhos, levam bem a sério a nomeação de suas armas e proteções, propriamente dito, Espadas e Escudos. Seus nomes não são algo que eles mesmos chamam, como nós pegamos numa faca de cozinha e a chamamos de Batedeira caso desejamos. Neste caso, cada golpe, a espada revela um pouco de si, e este pouco de si reflete também no portador. Por isso cada Espadachim maneja a arma de forma diferente, e cada Templário defende com seu escudo também diferente uns dos outros.

Por este motivo, quando uma espada quebra, seu nome é perdido e dividido igualmente pelos fragmentos até mesmo levados pelo vento, assim se perdendo para todo o sempre. Este foi o caso da espada do protagonista. Ela se estilhaçou e fragmentou o suficiente para que seu nome se torne irreparável mesmo nas mãos habilidosas do mestre ferreiro, Hollgrehenn. Esta mesma explicação é dada ao protagonista, de que são as lâminas que portam o nome das espadas, e estas estão gravadas no momento em que seu material ferve na fornalha.

Com muito pesar que Nero ordenou a reparação do material, que foi totalmente refeito usando a lâmina quebrada e seus pedaços restantes, para ser forjada numa espada totalmente nova, mas que jamais terá a graça de um nome. Seus golpes não serão tão fortes quanto alguma vez foram, e não cortarão com tanta precisão como alguma vez cortaram. Comparados a qualquer outra espada, aquela, era a espada mais normal que poderia existir em Midgard.

A reparação levou em torno de três dias, desperdiçados no tédio que Isla oferecia em sua pousada silenciosa, que ao contrário da disposta aos fregueses de Fial, não tinha qualquer bardo recitando histórias. E ao término, o resultado não era nada como esperado. A espada estava idêntica à anterior, o que era certamente incômodo de a manejar novamente, sabendo que era como ser acompanhado por alguém morto e revivido da forma mais bruta possível, mas seria o suficiente para o resto de seus dias como Espadachim.
Quando por fim se tornasse um cavaleiro, poderia pedir uma espada forjada à sua própria maneira, e procurar por seu nome e poder interno, para ser tão grandioso quanto qualquer outro cavaleiro, e ascender acima destes.

Com esta mentalidade que o Espadachim caminhou novamente por Fial, para se postar a uma nova tarefa aplicada nos quadros da capital, que seguia com auxílio dos Cavaleiros. 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...