1. Spirit Fanfics >
  2. As rosas da nossa escola- Sycaro, Cellbit e Orochinho >
  3. Livro

História As rosas da nossa escola- Sycaro, Cellbit e Orochinho - Capítulo 17


Escrita por: e _let_retard_


Notas do Autor


um cap grande, por que deixei vos uma semana com NADA


ATENÇÃO

ESTE CAPITULO APRESENTA INICIOS DE DEPRESSÃO (por pouco tempo) SE NÃO GOSTAM....NÃO SEI O QUE VOCÊS VÃO FAZER PK EU VOU CONTINUAR.

Capítulo 17 - Livro


 

E lá estava eu, de costas para porta do meu quarto, sentada no chão e abraçada às minhas pernas, enquanto a Lê conversava comigo, naquele momento não me estava a apetecer falar com ninguém. Será que foi a Nat que chamou ela? A Lê ,enquanto falávamos passou uma foto por baixo da porta, peguei na mesma e vi a foto que nós tínhamos tirado no dia anterior, onde estávamos todos a sorrir, olhei para mim naquela foto e vi que não era mais "eu", levantei me e fui direto ao banheiro, meio que a tropeçar já que o meu quarto estava um pouco escuro. 

Olhei para o espelho, vi que os meus olhos ainda estavam um pouco vermelhos de tanto chorar, conseguia ouvir a Lê a chamar por mim, ignorei por um tempo, olhei por mais tempo para o espelho, tentei sorrir, mas doeu, saber que o homem que deu tudo por mim, que lutou por mim, morreu, é a pior sensação do mundo.

Ouvi alguém a bater na porta com mais força, deduzi que a Nat também estivesse ali para me tentar tirar do quarto. Mas ouvi umas vozes masculinas, acho que estou a delirar. Deve ser da minha cabeça, peguei de novo na foto e a virei, vi que estava escrito "me desculpa por tudo", o que ela estava a se referir? Não me lembro de ela ter feito merda. Ouvi de novo as batidas na porta que já me estavam a irritar, sai do banheiro e dirigi me de novo para a porta.

H : O que foi? - pergunto sentando me de novo de costas para a porta e abraçando as minhas pernas.

C : Helena. É o Rafael, deixa-me entrar agora! - ele diz dando quase que um murro na porta.

O que ele estava aqui a fazer? Foi a Lê que chamou ele aqui?

Y : Helena, abre a porta! - ele grita.

H : Quem mais está aqui para me irritar? - eu digo com a cara nos meus joelhos.

S : A gente não está aqui para te irritar, a gente está aqui para te ver feliz.

O : Helena, saia do quarto por favor. 

H : Eu não quero falar agora.

C : Eu não ligo, sai dai! 

Sabia que eles não iam sair dali tão rápido, então levantei me e abri a porta de vagar, sou surpreendida por um abraço que a Lê me dá de repente.

L : Nós estamos aqui, tu podes desabafar com a gente. - ela diz ainda no abraço.

Sinto ela a sair do abraço, ela olha para mim direito e arregala os olhos. 

H : Já fizeram o que tanto queriam aqui? - pergunto suspirando.

C : Nós queríamos falar mais contigo, posso não te conhecer à muito tempo, mas eu não te quero ver triste. - ele diz se aproximando.

S : Podes nos dizer o que aconteceu que a Lê não nos queria contar. - diz apontando para ela.

Eu não disse nada apenas entrei no quarto e eles entraram logo a seguir, sentei me na cama e todos ficaram em pé a olhar para mim. Eu teria que contar para eles de qualquer maneira, sinto os meus olhos pesarem e começo a ficar com vontade de chorar, e acho que eles repararam, pois eles ficaram preocupados do nada.

O : Já nos vais dizer? - diz cruzando os braços.

H : O meu pai morreu ok? - eu digo um pouco alto. - O meu pai morreu, ele foi uma pessoa que me ajudou imenso e agora ele foi se sem eu poder lhe dizer alguma coisa, e só estou aqui no meu quarto a chorar. - digo começando a chorar, abracei as minhas pernas e encostei me na parede.

Não ouvi eles a dizerem nada, apenas senti alguém a sentar-se do meu lado, olhei para a pessoa e vi que era o Carlos, ele olhava para mim com um olhar triste, vejo a Lê a sentar do outro lado também com um olhar triste.

Y : Pode contar com a gente para sempre, a gente sempre vai 'tar aqui para você.

H : Tá mas quando eu for embora? - pergunto baixando a cabeça.

C : Como assim ir embora? - ele pergunta assustado. - Não te vais matar pois não?

H : Não! Eu vou voltar para Portugal este ano. - digo ainda de cabeça baixa.

O silencio instala-se no meu quarto, ficou um pouco estranho, apenas se dava para ouvir baixos soluços que eu dava umas vezes, do nada lembrei me do endereço e das fotos das pessoas. Acho que não seria um bom momento para falar sobre isso, mas a vida de pessoas estava nas nossas mãos.

H : Sabem aquele endereço que estava na maleta? - digo ainda com a cara enterrada nos meus joelhos. - Eu sei onde é, não é muito longe, o papel está em cima daquela mesa. - aponto para uma mesa que estava perto de minha cama.

Quando eu digo aquilo, Rafael vai em direção ao papel e pega nele, ele mostra aos outros e olha para mim.

C : Vamos lá hoje? - pergunta chegando se perto de mim.

H : Podem ir sem mim. Eu fico em casa. 

L : Mas assim como vamos desvendar este caso? Foste tu quem descubriu maioria das coisas. 

Y : Sem ti nós não saímos desta. - ele coloca a sua mão no meu ombro.

Nunca pensei que eles precisassem tanto de mim, acho que não faria tanta falta neste grupo, eles conseguiriam muito bem sem mim. Mas já que comecei isto, vou terminar, quer queria ou não.

H : Eu vou com vocês, mas se formos lá e não houver nada, nós.... - sou interrompida pela Lê.

L : Nós vamos ao shopping claro! - diz levantando-se. 

H : Não era isso que eu ia dizer, mas também pode ser já que eu tenho que comprar uns óculos novos. - digo levantando-me também.

Y : Nós vamos lá para baixo, toma um banho antes Helena ok? - ele coloca a mão no meu ombro.

H : Tá vão lá. - digo empurrando eles para fora do meu quarto.

Peguei num moletom largo e nuns jeans, fui para o banheiro e tomei banho, vesti-me e deixei os meus cabelos soltos e molhados, peguei em algum dinheiro, sai do meu quarto e desci as escadas e deparei-me com a Nat a chorar enquanto falava com os meus amigos, o que será que eles estavam a falar.

H : Perdi muita coisa? - pergunto chegando perto deles.

Nat rapidamente limpa as lágrimas quando me vê e logo sorri forçadamente, eu sei quando ela está a mentir, já estou com ela à muito tempo não vale a pena ela disfarçar.

N : Não aconteceu nada, podem ir andando. - ela empurra-me em direção à porta e rapidamente a abre.

Vi que os outros ainda estavam dentro da casa então chamei eles para fora da casa e eles saíram.

N : Tchau Helena, te amo ok? - ela fecha a porta.

No inicio achei estranho, mas depois deixei estar, virei-me para todos e vi que eles olhavam para a estrada onde passavam alguns carros, eu morava num sitio bem movimentado, por isso não era muito fácil passar direto pela estrada.

L : Vamos? - ela vira-se para mim.

Eu apenas assinto, o Rafael pega no papel com o endereço e olha para o mesmo.

S : Sabes onde é isso? - ele chega perto do Rafael.

C : Sei, sigam-me. - ele começa a andar.

(...)

Já estávamos a andar à algum tempo, mas ainda não tínhamos parado vez nenhuma, nós tínhamos que terminar isto quanto antes. Vi que o Rafael parou na frente de uma casa então parei perto dele. A casa estava um pouco destruída por fora, tinha uma cor que parecia ser preto, os parapeitos das janelas que eram imensas. Tinha também um jardim um pouco mal tratado, mas ainda assim era um sitio bonito. A porta era branca, assim como os parapeitos das janelas e parecia que tinha um sotão na parte de cima da casa. (Ya costuma ser assim...)

Olhamos uns para os outros antes de irmos diretos para a porta, Lê foi na frente e logo bateu na porta, mas ninguém respondeu, logo em seguida lembrei me do que tinha lodo no site onde estava a casa, vi que estava à venda, por isso que ninguém atendeu.

Cheguei na frente da porta e tentei abrir a mesma, mas estava trancada, logo pensei em arrombar a porta mas logo vi o Pedro a correr contra a porta e a lançar ela embora.

Y : Senhores! 'Tas bem Orochi? - ele pergunta entrando na casa seguido por Rodrigo que também estava preocupado.

O : Estou ótimo, vamos procurar mais nesta casa. - ele levanta-se com a ajuda de Carlos e Rodrigo.

Eu entrei logo depois que a Lê e o Rafael entraram, vi que a casa era tão grande por dentro que achava que ia me perder ali dentro, fiquei um tempo encarando o teto e vi que havia mais dois andares e um deles era o tal sotão que eu tinha visto no lado de fora. A casa tinha uma cozinha, uma sala de estar, vários quartos, vários banheiros e o sotão. Nós decidimos fazer três grupos de dois, então ficou eu e a Lê com o andar de baixo, o Rodrigo e o Carlos com o segundo andar e o Rafael e o Pedro foram para o sotão.

No andar de baixo não havia muita coisa, mas mesmo assim não iria desistir fácil, procurei em várias gavetas mas não havia nada, peguei no walkie talkie que esteve comigo este tempo todo e tentei ligar ele, mas não escutei nada, então coloquei ele numa pequena mesa se vidro que estava no centro da sala e afastei-me do mesmo. Procurei na cozinha até que oiço um barulho vindo da porta, pensei que fosse alguém a bater na porta, por isso puxei a Lê para trás de uma mesa que estava na cozinha e ficamos lá escondidas até os barulho irem embora. Levantamo-nos e continuamos a procurar mais coisas, até que...

C : Galera, venham aqui em cima. - ele grita descendo até metade das escadas e logo as subindo rapidamente.

Eu e a Lê olhamos uma para a outra rapidamente, peguei no walkie talkie e logo subimos as escadas para ver aquilo que eles tinham achado, demoramos algum tempo pois estávamos no primeiro andar e eles estavam no sotão, então quando lá chegamos já estavam lá todos a ver aquilo que eles tinham achado, eu e a Lê chegamos mais perto mas logo o walkie talkie começou a tocar.

"Acho que vocês acharam outra pistas, por isso não vou vos ajudar desta vez, nesse livro tem várias informações para vocês continuarem, como por exemplo aquelas pistas que nós tínhamos dado para vocês.

 

 Boa sorte"

De repente começo me a sentir mal, vejo que tudo na minha volta começa a ficar turvo e por isso segurei me à Lê, ela olha para mim assustada e logo me agarra, ela faz com que eu me pusesse de joelhos no chão, mas não demorei muito nessa posição pois logo em seguida desmaiei.

(...)

Acordei com uma grande dor de cabeça de novo, abri os olhos lentamente e vi que estava deita no chão daquele sotão, notei que a Lê estava a chamar pelo meu nome à algum tempo e quando eu abro os olhos por completo a Lê olha para mim e logo me abraça, no inicio hesitei mas logo em seguida retribuí o abraço. Quando ela se afastou do abraço eu sentei-me no chão daquele sotão, notei que estava mais frio que antes, por isso arrepiei-me um pouco.

C : Você está bem?! - ele pergunta chegando mais perto de mim.

H : Ótima, mas nós temos que sair daqui, alguém está a observar a gente. - levantando-me rapidamente.

Eles olharam para mim confusos, vi que o Carlos estava com um livro grande nas mãos, mas não disse nada, deve ser aquele livro que a voz do walkie talkie estava a falar, saímos rapidamente da casa e olhamos para os lados para ver se ninguém estava perto e logo fomos seguimos o Rafael.

(...) de novo

Andamos por algum tempo, mas eu estava tão presa nos meus pensamentos que nem tinha notado que estávamos de frente para o shopping, a Lê olhava para mim como uma criança de nove anos, percebi logo que ela queria ir no shopping, e vi que ela não era a única, já que o Carlos também olhava assim para mim.

H : Ok, vamos lá. - digo entrando no shopping.

Eles saltaram de alegria e foram logo atrás de mim, quando entramos a Lê puxou-me para as escadas rolantes, e fomos para a praça de alimentação. A Lê foi em direção ao McDonalds. Então fomos todos atrás delas e pedimos um hamburguer.

Quando terminamos de comer o Rodrigo sugeriu assistirmos um filme para acabar com a tenção toda, eu já me tinha esquecido do livro por completo, já nem me lembrava que o tínhamos encontrado, apenas estava a divertir-me com eles já que seria o último ano que estaria com eles. 

 

 

 

[ Continua ;-;] 


Notas Finais


esperem que tenham gostado, não esperem caps com todas estas palavras, eu apenas sabia que ia demorar para postar, por isso yy.

desculpa pelos erros de português (se houver)

Bjs

Lena ヾ(•ω•`)o


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...