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História As supremacias tecnológicas - Capítulo 15


Escrita por: e SibellyLavely


Notas do Autor


Capítulo sendo feito em dubla, espero que vossos leitores possa gostar.

Capítulo 15 - Kaithy vs clara


Fanfic / Fanfiction As supremacias tecnológicas - Capítulo 15 - Kaithy vs clara

Narrador por clara

O despertador soa as 06:00 da manhã, mostrando que o dia tinha apenas começado, levanto, dou pequenos passos na direção do banheiro, tomo banho.

{ Some hours later }

Saio do quarto arrumada, tranco a casa, no caminho do quarto da rainha, sento um pouco já que são seis horas da tarde. Apareço atrás da kaithy rapidamente teleporto nós duas numa floresta, vejo ela arregalando os olhos de tanta surpresa.

Clara: Estou a melhorar as minhas habilidades de teleporte

Kaithy: Você é uma maluca. Não deve sair sequestrando as pessoas! - reclamo irritada.

Clara: Não reclame, você está-me devendo uma luta, acordei agitada hoje, afinal acordou de mau humor essa é uma ótima oportunidade.

Kaithy: Luta - giro os olhos - Como acha que vamos lutar?

Nathaniel: Kaithy! Voce sumiu do nada! Não pode sair assim vo--

Kaithy: Shhhiiuuu! - o corto - A Clara quer lutar comigo, não vai ser nada demais.

Nathaniel: Mas...

Kaithy: Não faça drama - sorrio - Some, xispa.

Ele suspira e se teleporta para outro lugar, olho novamente para Clara esperando a sua resposta.

Solto risos observando aquela cena, esse garoto aprendeu rápido teleportar, tenho que ficar de olho nele, mas afinal ele não está a criar confusão como pensei.

Clara: A regra vai ser justa para depois você não vir reclamar, sem magia, e sem teleporte, corpo a corpo, sem poderes usando as habilidades mentais físicas do seu corpo.

Movimento-me rapidamente direcionando um soco nela torcendo para que ela consiga desviar do meu soco. Kaithy desvia segurando meu punho, mas se afastando em seguida tomando uma distancia entre nós.

Clara: mostre-me do que é capaz.

Kaithy: Realmente não estou afim... - fala se posicionando de modo a não deixar brechas na sua defesa - Comece.

Clara: Não tem escolhas, ou mostra-me caso contrário faço por você.

Corro na sua direção me movimentando rapidamente de novo soltando vários socos Desviando dos socos e se defendendo de alguns ela tenta acertar um chute por baixo. Kaithy me dá uma rasteira, antes que caísse-lhe acerta um chute no queixo a fazendo se distanciar um pouco, nada suficiente para me machucar ou causar lesões. Novamente se posiciona em defesa.

Clara: É somente isso que pode fazer?

Uso a minha locomoção juntando com a minha velocidade não parecendo está ali mesmo estando, desenvolvendo um clone meu com a viagem astral para locomover o meu corpo dividindo entre dois, tento dá uma rasteira nela, mas a kaithy pula aproveito-lhe dando um soco na sua barriga com a mão aberta afastando para longe. Kaithy se apoia nas mãos evitando se bater na árvore do local. Coloca a mão na barriga por um momento, mas logo volta a sua atenção para Clara, se posicionando em defesa novamente.

Clara: Qual é? Tem uma espada, ataque-me.

Kaithy: Não.

Clara: Estou a ficar cansada dessa lutinha, vamos deixar as coisa bastante interessante. Na-anorak!

Aparece uma espada autêntica ao que estava com a kaithy. movimento-me três vezes mais rápido chegando perto lhe direcionando um ataque com a espada. Aproveita a minha distração conversando derrubando no chão defendendo-lê da espada com os seus braceletes de ferro. Suspira a pegar a espada dando saltos para trás e usando árvore como impulso para ataca-la mais rápido. Com um giro no ar ela atacar-me por cima em defesa para qualquer chute, soco ou ataque com espada. O meu clone some da sua frente, apareço atrás dela rapidamente segurando os seus pés girando 6x mais rápido do que normal, jogando ela no chão, chuto a sua espada ficando em cima segurando os seus braços. Kaithy sente um leve sabor de sangue na sua boca, mas ignora, coloca a força do seu corpo nas mãos e com uma certa dificuldade consegue usar o peso de Clara acima de si para derruba-la a seu lado se soltando das suas mãos. Levanta apressada e pega a sua espada novamente montando a sua defesa a olhando atenta aos seus movimentos. Giro rapidamente ficando de pé, corro na sua direção me jogando no seu corpo, nós duas cair no chão, direciono vários socos. Uso minhas mão livres para puxar o seu cabelo para trás, com ajuda do peso do meu corpo jogo-a no chão e cravo a minha espada na sua roupa a prendendo no chão tempo suficiente para que eu me esconda na vegetação local. Combinado a minha velocidade, levanto-me rapidamente vendo ela tentando se esconder, aproximo-me rapidamente locomovendo o meu corpo novamente para arrumar armadilha.

Clara: Por que não bate? Não acaba logo com isso?

Suspira desviando de onde a vi fazer a armadinha e ataco-lhe por trás com a espada.

Desvio abaixando a girar 360 grau derrubando a kaithy no chão. Antes dela cair usa as mãos para se apoiar e dar um chute no meu estomago. Mas antes de acertar um flash se passa na minha cabeça e acabo me distraindo, dando uma abertura para a mesma. Apareço atrás dela encaixando uma chave apoiando meus pés no seu corpo pressionando seu pescoço. Por alguma razão seu corpo não reage. Larga a espada e apenas deixa eu desferir o golpe. Meu clone some fazendo ela cair no chão sozinha, apareço diante dela. 

Clara: Acho melhor encerrar essa luta tá muito feia.

Kaithy se ajoelha e vomita uma quantidade significativa de sangue, desmaiando em seguida.

Clara: Tá de brincadeira? Você não vai desmaiar agora nem fudendo. Nwetaghachi

Ela acorda assustada suspirando, logo após invoco água fazendo ela beber devagar

Kaithy: Nada muito importante - suspira - Não é como se eu tivesse me preparado ou algo assim - gira os olhos.

Clara: Tem alguma coisa estranha que aconteceu contigo desde antes da lutar, posso sentir. - me aproximo dela colocando minha mão no seu ombro. - fecha os olhos

Kaithy fecha os olhos, aparecemos no seu quarto.

Clara: Abre os seus olhos

Kaithy: Porque estamos aqui afinal? - pergunto de olhos abertos.

Bip: Biiippp!! - pula na cama.

Clara: A luta acabou, você precisa descansar, e que diabos é isso?

Kaithy: Um robô que o Nathã construiu para ser nosso "filho", tínhamos doze anos na época - sorrio pegando Bip no colo.

Clara: Precisamos conversar 

Kaithy: Senta na cama - oferece sorrindo - Ah, obrigada por me curar.

Sento na cama preocupada meu semplante muda para desesperada

Clara: não precisa agradecer

 Kaithy: O que ia me dizer?

Clara: Você sabe por que todos estão querendo te proteger?

Kaithy: Sinceramente, não, ninguém me diz nada.

Clara: Preciso te contar algo

Me aproximo dela pegando na sua mão

Clara: Inglaghachi na oge nathaniel bịanyere aka na ya, ike nke ọchịchịrị na-enyere m aka site n’ichegharị uche ya.

De repente aparecemos no palácio do rei robert, um flashback na sua mente mostrando o assassinato do seu conselheiro.

Kaithy: Não sei o que dizer... - sento na cama novamente - Eu... Ele iria se tornar rei...

Clara: Não vai mais! O nathaniel fez uma ameaça para o conselheiro real, tenha certeza que está fora de perigo, como eu sei? Catalizador de memórias, lembra que te falei que ele é o portador da reencarnação? Ele pode devolver vidas novamente, mas esqueceram que eu que dei a vida dele de volta, tenho liberação e memórias assim como ele vai ter fortes memórias de um dos homens que reviveram caso algo dê errado, tipo uma visão.

 Kaithy: Então você tem as memorias dele... - fico vermelha - Isso é meio errado. Mas por um lado fico feliz que o conselheiro real não está mais aqui. 

Clara: Não vejo o que ele vê, apenas vejo o lado ruim dele, coisas que ele faz de errado, por exemplo se ele matar alguém vou conseguir ver entendeu?

Reviro os olhos

Kaithy: Isso é confuso, mas não me interesso em saber sobre isso - levanto da cama indo ao banheiro lavar o rosto. Olho para ela pensativa.

Kaithy: Bip, irei escrever uma carta para o rei Robert.

Bip: Bip!

Clara: NÃO!

Grito sem querer

Kaithy: Oshi... - a olho assustada - Só quero saber o motivo dele ter se culpado pela morte do Nathã se não foi ele.

 Bip: Bip Bip

Clara: Você é tão boba

Reviro os olhos

Kaithy: Seu pai nem me respondeu a ultima carta, deve estar tramando algo...

Bip pula alto na cama querendo dizer algo.

Clara: Ele está brincando com a sua mente desde o início, ainda não percebeu.

Kaithy: Eu não te entendo Bip... - a olho - Isso eu sei, só não sei o motivo. 

Clara: Que tal olhar o que tem dentro dele?

Kaithy: Não quero que desmonte ele. Tadinho!

Bip se esconde atras de Kaithy.

Clara: Ah! Ele está assustado comigo, pensei que tinha uma carta do rei robert

Levanto furiosa tentando me acalmar andando um lado para o outro

Kaithy: Quer que eu peça para o Bip me trazer um relatório de como está no seu reino?

Clara: Não! Não precisa, eu estou desconfiando de algo.

Bip: Bip... - sai do quarto reclamando.

Kaithy: Tadinho...

Clara: Tinha um desses

Kaithy: Ele é meu filhinho - sorri - Toda semana ele me traz um relatório dos Aroirianos. Nada demais, apenas sobre tecnologia, mas nunca é nada importante.

Clara: Não deixa ele matar

Sento na cama colocando a mão no rosto

Kaithy: Não entendi.

Clara: Primeiramente o meu pai, está brincando com a sua mente, por que você acha que ele deseje que pensa que é o culpado pela morte do nathaniel?

Kaithy: Seu pai não tem o juízo no lugar, notei isso desde o dia em que fui visita-lo. Quando me mostrou que ele não era o culpado só me confirmou isso. Seja lá qual for o motivo ele deve estar se achando certo, sendo que na verdade só está sendo idiota. Aposto em como ele deve achar que está me ajudando a amadurecer ou algo do tipo, sinceramente, não duvido nada se ele aparecer aqui com o corpo todo modificado - suspira se jogando na cama.

 Clara: Ele não está te dando uma lição de moral, quando estava no reino dele, com o ethan capitão do barco que sobraram dos ariorianos, falei com ele diversas vezes, ele quer fazer você se vingar pela morte do nathaniel, mas não apenas para amadurecer, isso é uma armadilha.

Kaithy: Mas é obvio que é uma armadilha... Só não entendo a desgraça do motivo! Estavamos perto de fazer um contrato perfeito, se ele me disesse que não foi ele eu teria acreditado e teríamos evitado essa história toda! Mas não! Ele tinha que inventar um jogo psicológico idiota!

Clara: Ainda não entendeu? Ele não quer paz, no início queria sim, mas depois que vocês colocaram a culpa nele, isso tudo foi para o lixo, mesmo assim conheço meu pai, não é mais o mesmo, mesmo isso não tivesse acontecido ele não almeja paz.

 Kaithy: Eu só coloquei a culpa nele quando ele se acusou, ainda tive a pachorra de o defender perante meus súditos - cruzo os braços - Bem, se ele quer a guerra ele conseguiu, e depois?

Clara: Ele não vai parar até matar você, é muito boba, esse contrato era uma armadilha desde o início, não foi sua culpa ele querer isso, mas culpa de seus pais por ter matado a esposa dele, ele está tão obcecado com isso que não importa quantas pessoas morra, não vai parar até acabar com este reino, mudando de assunto não deixa nathaniel matar.

Kaithy: Certo, vou colocar uma coleira nele para ele não matar ninguém - a olho - Você não pode ressuscitar sua mãe assim como fez com o Nathã e deixar ele com o rabo entre as pernas? - me arrependo do que disse - Desculpe, não sei por que disse isso. Não é certo decidir as coisas assim...

Clara: Não tenho poderes suficiente para invocar familiares, tenho um limite, mas... Cuida bem dele

Kaithy: Sim, vou cuidar bem dele - sorrio lembrando do Nathaniel.

Clara: Acho que eu vou indo, aproveite o dia.

Levanto meio abalada

Kaithy: Se quiser conversar, estou aqui.

Clara: Conversar sobre?

Solto risadas

Kaithy: Como seria sobre você, não tenho a minima ideia - dou risadas - Até outra hora. Cuidado com o Jhonatas, acho que ele tem um crush em você.

Clara: É cada coisa.

Paro por um momento antes de sair da porta, colocando a mão no meu estômago cuspo sem querer sangue.

Me levanto e a apoio em mim deitando-a em seguida na minha cama.

Kaithy: Bip! - ele aparece atras de mim - Chama o médico e o Nathaniel! - ele vai correndo.

Clara: Parar com isso! Não precisa... Eu estou bem..

Levanto sentando na cama

Kaithy: Senta o cu ai, você não está bem nada - pego água com umas ervas que a curandeira me deu tempo atras - Mastiga isso e bebe água, não sei o que é, mas funciona.

Clara: Que horror! - engulo de uma vez. - me desculpa exagerei ontem.

Kaithy: Tudo bem... De alguma forma te vejo como minha irmã - sorrio vendo Jhonatas entrar - Enfim o médico chegou - a olho - Ignora, o Jhonatas é praticamente tudo nesse reino.

Jhonatas: Olá Clara, está sentindo o que? - pergunta sentando ao lado dela.

Clara: Você deixou ele preocupado atoa

Jhonatas: Eu digo isso a ela desde sempre - a informa.

Kaithy: Ela cuspiu sangue, não está bem coisa nenhuma!

Clara: Já te disseram que você é muito chata?

Jhonatas: Eu digo isso a ela desde sempre - a informa.

Kaithy: Vai a bananeira Jhonatas - giro os olhos.

Clara: Eu estou bem, apenas cuspir devido a nossa luta.

Jhonatas: Deve ter sido um ataque no estomago, como ela é uma bruxa, por assim dizer, logo passa. Não é como se eu soubesse diagnosticar, ela não é humana - levanta da cama - Mastiga urtiga que melhora a dor e anestesia, mas acredito que você sabe se curar melhor sozinha - sorri para Clara.

Clara: Aí essa doeu! Ainda sou humana, ser bruxa é diferente, apenas aprendi algumas coisas, obrigada por levar meus sentimentos a sério.

Fingo está triste, para atrair sua atenção.

Jhonatas: D-Desculpa... Eu n-não entendo n-nada dessas c-coisas!

Kaithy solta risadas

Clara: Tudo bem! Eu posso conversar contigo a sós? Estava desde ontem querendo falar sobre como funciona esse reino, você ficou de me dizer como ajudar lembra?

Kaithy: Fora do meu quarto então - digo sorrindo.

Jhonatas: Claro, vamos para o lugar que faço as maquinas.

Clara: Tomará que o nathaniel dê uma boa trepada em você, para você parar de ser tão debochada.

Kaithy fica totalmente vermelha.

Jhonatas: Mas fizeram isso ontem...

Kaithy: CALA A BOCA INFERNO

Clara: Rapaz! Vocês são rápidos, ele mal reviveu e você já aproveitou né safadinha

Kaithy expulsa os dois do quarto e fecha a porta.

Jhonatas: Falei demais, de novo.

Clara: Vamos para o meu quarto. - coloco a mão no seu ombro. - está pronto para teleportar?

Jhonatas: Na verdade eu enjoo nessas coisas, seu quarto está a cinco passos, não podemos andar?

Clara: Ibelata

Aparecemos no meu quarto

Jhonatas: Puta merda... - seguro o enjoo.

Clara: Me desculpa! Não pude resistir, você é tão fofinho e lindo

Jhonatas: Okay - respiro fundo - O que deseja saber?

Clara: Na verdade foi apenas uma desculpa para sair de lá, precisamos conversar sobre o Nathaniel.

Jhonatas: Pode falar.

Clara: Mentir numa coisa relacionado a ele...

Lágrimas começa a descer do meu rosto

Jhonatas: Ei... - me aproximo secando suas lagrimas com um dedo - Pode ser sincera comigo.

Clara: Não tenho poder para reviver as pessoas...

Jhonatas: Bem, ele está aqui. O que pode dar errado? Se me falar podemos evitar discretamente, sem que a Kaithy surte de vez - faço uma leve piada para descontrair.

Clara: Fiz um contrato com um espírito para trazer ele de volta

Jhonatas: Prossiga - me ajeito ao seu lado.

Clara: Realmente sou uma bruxa, tenho poderes mas também tenho limites, uma semana antes invoquei uma portador das almas para trocar a minha vida pela dele.

Jhonatas:... - a olho descreditado - Mas... Isso não faz sentido. Porque a sua? - pergunto olhando em seus olhos.

Abaixo a cabeça

Clara: Não quero mais ter que ser uma bruxa, troquei a minha vida pela dele por causa do meu melhor amigo.

Jhonatas: Então talvez você ainda viva. Não tem como trocar seus poderes no lugar da sua vida? - seguro sua mão como modo de consolo - Não conheço muito sobre ti, mas eu realmente não quero que morra. Se tiver que trocar algo pode ser outra vida, como a do guarda real, mas tem que ter alguma brecha no contrato.

Clara: Acontece que o meu amigo está morto, ele era general do exército de meu pai, esses dias acabei tendo visões dele sendo morto, não tem como... Vendi a minha alma para reviver o nathaniel, esse foi o meu plano, fortalecer o nathaniel deixar ele pronto para a luta, em troca eu estaria morta. Fui selada com uma marca desde criança, essa marca só é retirada quando faço um pacto

Mostro a marca no meu pescoço

Jhonatas: Eu quero muito te ajudar, não quero que morra - passo a mão na marca de forma carinhosa - Se está me contando, tem algo que eu possa fazer por você?

Clara: Desde pequena o meu pai selou em mim, uma maldição, antes dele fugir e tomar o reino dos ariorianos, depois que ele me selou, enviou para um barco junto com recrutas, conheci ethan general do reino, mas somente teria uma solução de desfazer essa maldição, sacrificando a minha vida pela de alguém, a marca seria retirada e eu morreria, porém é isso que eu quero.

Jhonatas: Se quer morrer não vou dizer que deve ficar viva, não conheço a sua dor - a olho triste - Mas... - a embalo num abraço - Realmente não queria.

Clara: Eu sou uma arma do reino deles, o verdadeiro motivo dessa guerra está acontecendo, é por causa de mim, objetivo do rei é fazer a kaithy atacar o reino dele assim para me capturar na batalha, usando como uma arma, tenho poderes suficiente para acabar com mil homens apenas no piscar dos olhos, meu pai tem telecine, capacidade mental de controlar os pensamentos das pessoas fazendo ela está sobre controle. Foi a única saída!

Começo a chorar

Jhonatas: Você não é uma arma - a aperto mais no meu abraço - Você mesma me disse mais cedo, você é humana. Tem direito de viver e morrer - aliso seu cabelo devagar.

Clara: Na guerra eu sou uma arma capaz de matar várias pessoas, se as pessoas daqui descobrisse também me usaria.

Jhonatas: Saiba que está falando com a pessoa que está na linha de frente com todas as armas de guerra - deixo o abraço mais confortável para ela - Não quero que seja uma arma na guerra, você está no reino dos Eridianos, pode ser o que quiser, bruxa, maquina, arma... Humana. Para mim você é apenas a Clara. Uma garota que não desiste quando quer algo, como a luta com a Kaithy. Que não liga em tirar a paciência da rainha muito menos em desobedece-la. Você é apenas você. E você é incrível.

Droga... Ele não vai desistir fácil! Preciso colocar logo meu plano em ação.

Clara: Eu preciso que você me faça um favor

Pego nas suas mãos

Clara: Eu quero que você me mate, faça a coisa certa. Antes dele vir. - invoco uma adaga.

Ele me encara sem reação

Jhonatas: Mas eu seria a ultima pessoa a conseguir fazer isso - aperto sua mão.

Clara: Eu preciso morrer, não quero que seja nas mãos da pessoa que fiz o contrato, por favor.

Entrego a adaga nas suas mãos encarando

Jhonatas: Eu entendo isso... - respiro fundo - Certo.

Clara: Eu te amo...

Jhonatas: Não me diga uma coisa dessas agora... - murmura com lagrimas nos olhos - Eu também te amo.

Clara: São as minhas últimas palavras... Me desculpa por ter que pedir isso...

Desvia o olhar e acerta a adaga no coração fazendo cair diante dele. Segura o corpo dela meio tremulo e chorando.

{Flashback}

Duas semanas antes

Acordo ansiosa apenas lembrando que lutarei com a rainha. Me arrumo saindo do quarto, antes de sair da porta acabo tendo uma visão do ethan sendo morto.

Clara: Droga...

Sem querer me desequilíbrio caindo no chão, levanto rapidamente voltando para o quarto, me teleporto no mesmo lugar que trouxe o nathaniel para a vida.

Clara:. Site n'ike nke ọchịchịrị, ana m enye iwu ka mụ na mmụọ ozi ethan nwere nnwere onwe nathaniel onye na-enye ịlọ ụwa.(Pelos poderes da escuridão ordeno comunicar com o espírito ethan, liberação de nathaniel o portador das reencarnação.)

O capitão aparece na minha frente

Ethan: Pelo visto aprendeu rápido utilizar a magia hein!

Clara: Por que... Fizeram isso contigo?

Ethan: Ei? Calma! Não chora

Clara: Eu estou perdida nessa droga deste reino, como posso me tornar a rainha dos ariorianos?

Ethan: Tem como! Mas, é muito perigoso.

Clara: Qual?

Ethan: Invoca um portador da alma, vende a sua morte para ele com o intuito da sua alma ser dele, mas em troca você poderia ter a capacidade de ver o passado, presente e futuro, assim você me traz de volta para a vida, enganamos ele, acabamos com o mundo dos mortos para ninguém mais ter poderes de reviver alguém. Porém a sua aparência vai mudar de uma forma radical!

Clara: É um risco que tenho que correr.

{ Flashback )

 



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