História As vezes é difícil amar você - Capítulo 13


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Notas do Autor


Sabe esse textinho ai  em baxo não é da minha autoria, eu pesquisei uma coisa bem elaborada sobre A morte e que se encaixa-se no capítulo, e acabei achando esse. O nome do autor vai estar no final do textinho. Há e também quero desejar Boa leitura.

Capítulo 13 - Capítulo 13


Fanfic / Fanfiction As vezes é difícil amar você - Capítulo 13 - Capítulo 13

"A morte realmente nos surpreende. Nos pega despercebidos. Uma hora você está com a pessoa, brincando, conversando, pintando as unhas e segundos, minutos ou horas depois você está se lamentando em cima do caixão. Flores, algodões dentro do nariz e o corpo pressionado em um pedaço de madeira, pra meses depois aquilo tudo virar pó. Apenas pó enterrado no pó. Engraçado... Algumas pessoas nunca vão deixar de fazer falta. Os anos passam, você nem sente mais como no começo, mas de alguma forma a falta daquela pessoa nunca passa. E seria uma pena se passasse, não restariam lembranças, nem risos e nem choros. Um dia você está chorando por uma pessoa que, talvez, nem sabe teu nome inteiro, e no outro a vida lhe apresenta um real motivo para chorar. Uma pessoa para realmente sentir falta. Uma pessoa que realmente se importou, que chorou e se doou. Que deu o sangue por você, e que se privou das horas de sono para te fazer companhia enquanto chorava dentro de um berço. Que queimou a mão algumas vezes derramando o leite para ver se estava na temperatura ideal pra você. Te ninou, segurou seus braços enquanto aprendia a andar, escovou seus dentes e depois arrancou seu primeiro dentinho de leite, penteou teus cabelos, e depois quando grande mandava você aumentar a saia ou descer a blusa. Esse tipo de pessoa que deixa falta, deixa marcas... Uma pessoa, mesmo distante consegue te fazer sorrir. Uma pessoa que nem a morte é capaz de separar. É tão clichê, mas é assim: ela sempre fica no seu coração; e depois ela vira aquela estrela que mais brilha no céu. É... como disse, a morte nos surpreende. Mas eu sei, Deus tem um plano pra tudo e não existe morte para aqueles que estão no Senhor, só um longo sono."

(Twoany R)

Lauren

Ver Camila assim de um jeito tão frágil me partia o coração, ela já sofre muita nessa vida não merecia estar sofrendo outra vez, e para falar a verdade é uma droga ver ela assim e não poder fazer nada.

Nesse exato momento estava no cemitério velando o corpo da tia Sinu, todos os amigos e familiares estavam lá para dar adeus a uma pessoa tão queria como era Sinu é tão triste ver como o final da sua vida foi, ela merecia ter morrido de morte natural e não ter tirado sua própria vida, que Deus possa perdoar seu último pegado e deixa ela do seu lado porque dona Sinu é e sempre vai ser um anjo.

Camilla não queria sair de jeito nenhum de perto do caixão, ela estava pálida não comia e nem estava se hitratando, tinha que ajudá-la senão iria passar mal e eu não queria isso. Me aproximei dela com calma, coloquei uma mão em suas costas fazendo um leve carinho para logo abraçar-lá.

- Vem, vamos na lanchonete comer algo, vem? - Ela negou me fazendo suspirar.

- Não quero, não estou com fome - Me olho e seus olhos estava muito vermelho de tanto chorar.

- Camila você precisa colocar algo no estômago senão vai passar mal - lhe beijei a testa que estava um pouco suada por conta da fraqueza e do choro - Prometo que vai ser rapidinho.

Saímos do cemitério porque comer na lanchonete lá dentro nem a pau, fomos para uma perto dali para ser rápido. Pedimos dois misto quente e um suco de goiaba para mim e de laranja para Camila, sentamos em uma mesa pequena que tinha ali e ficamos conversando banalidade, mais sem tocar no assunto morte. Voltamos cerca de quinze minutos para o cemitério.

Passaram-se um tempinho depois que a gente tinha chegado, o padre já tinha fala e rezado, agora era a hora mais que dolorida de um funeral era a hora de enterrar o corpo, tinha outra coisa também que estava trapalhando muito nessa hora do enterro que era a chuva e estava chovendo muito. Os tios de Camila que era irmãos de sua mãe se ofereceram para carregar o caixão e meu pai também ajudou eles,  logo atrás deles vinham Camila e tal de Dinah amiga dela a abraçando.

Ao teeminar de enterrar todos foram embora só ficando eu, Camila e sua amiga Dinah, Camz se ajoelhou na grama recém colocada do túmulo da tia Sinu e começou a chorar de novo, me aproximo das duas e vi que Dinah estava fazendo um grande esforço para levantar Camila que não queria ir embora.

- Mila vamos, você está toda molhada - Segurou um dos braços de Camila que puxou de volta.

- Será que você não entende! Não quero ir embora, quero ficar aqui sozinha com o que restou da minha mãe. - Nem sequer ousou olhar para a amiga.

- Dinah você pode ir eu cuido dela aqui - Depois que terminei de dizer a grandona olho para mim com cara de quem comeu e não gostou.

- E porque eu iria deixar ela em seu cuidado depois de tudo que causou a ela! - Cruzou os braços na altura do peito - Lauren seu nome é esse? - Assenti - Então continuando, você é uma das pessoas que mais trouxe  sofrimento a ela.

- Acredita em mim, eu também sofri, eu tive uma série de preconceito comigo mesma - Olhei em direção a Camila que ainda estava de joelhos no túmulo.

- Eu vou deixar, mas se acontecer alguma coisa com a minha amiga eu te mato - A grandona caminhou em direção a Camz e lhe deu um beijo em seus cabelos - Tchau Mila, se cuida tá? Qualquer coisa me liga estarei com o celular em mão - Passou perto de mim e virou a cara, tenho uma leve impressão de que ela não gosta de mim.

Dei mais alguns minutinhos de privacidade para Camila, quando a chuva piorou mais me aproximei dela para tentar tira-lá dali.

- Vamos Camz, tá tarde e está chovendo muito - Peguei em seu braço de leve para ela se levantar o que não aconteceu - Camila você tem que ir para casa - Disse com a voz mais firme.

Se passaram mais uns quinze minutos eu acho, até ela se levantar me abraça pegando eu de surpresa quando me recompôs abracei ela de volta apertando ficamos um tempinho assim. Até que decidi que era a hora de ir embora.

Saímos do cemitério fomos até meu carro, coloquei ela dentro do mesmo para depois entrar no lado do motorista dei partida e fomos rumo a sua casa.

Chegamos em sua casa entramos e ela me disse que iria tomar banho para vê se lavava a alma, então eu decidi espera-lá na sala para dar privacidade para ela.

- Lauren por que a minha irmã está tão triste? - Olhei em direção a escada onde vinha a voz de Sofia.

- Vem cá princesa - bati no sofá do meu lado para que ela sentasse - Era para sua irmã contar isso para você, mas acho que ela não tem forças para isso - respirei fundo, como eu vou contar isso a ela - sua mãe.

- Ela piorou, por isso a Kaki está assim?

- Não é isso princesa, não é isso - prendi meus lábios um no outro sem saber com aborta esse assunto.

- Então o que é?

- Então é muito complicado dizer isso para uma criança - Puxei ela para perto de mim - sabe o cara lá de cima chamado Deus? - ela Assenti - Então sua mamãe foi lá para conhecer esse cara bacana e decidiu morar lá junto com ele.

- Não precisa dizer assimnão sou mais uma criancinha, era só dizer que ela morreu que nem o meu pai! - levantou correndo escada acima, quando pensei em correr atrás dela avistei Camila descendo.

- O que você disse para ela? - Ela estava brava e eu estava fodida em suas mãos.

- Ela me perguntou porque você estava assim e eu disse o que aconteceu só isso.

- Não era para você contar, não agora - Ela deu meia volta e foi em direção ao quarto de Sofia - Vai acontecer tudo de novo, tinha que prepar ela para isso! - Para em frente a porta do quarto - Sofi sou eu abre a porta - Deu três leves batidas na mesma.

- Me desculpe Camz - Abaixei a cabeça eu sou uma idiota que só faço merda.

- Está desculpa - Vira para mim e da um sorriso de lado - Mais antes de contar uma coisa dessa para ela primeiro conversar comigo - Assenti triste - Foi por isso que eu não levei ela para o enterro, ela é muito frágil e não aguentaesses tipos de coisa - Bate de novo na porta - Abre a porta para mim Sofi por favor.

- Vai embora, quero ficar sozinha! - Camila tenta abrir a porta, mais a mesma estava trancada.

- E agora o que eu faço? - Olhou para mim tentando buscar uma saída.

- Vamos dar um tempo para ela - Caminhei mais em sua direção tocando em seus dois ombros e olhei no fundo de seus olhos para tentar confortar sua dor - Agora você precisa de cama, porque o dia foi muito cansativo.

Fomos andando abraçadas para o seu quarto, quando entramos peguei ela no colo e coloquei ela na cama com muito cuidado e logo em seguida me sentei na cama com as costas encostadas na cabeceira.

- Por que minha vida é uma merda desse jeito? - Camila disse cortando o silêncio que estavano quarto.

- Ela vai melhorar - Me Abaixei um pouco chegando perto de seu rosto que continha os olhos fechados - Se não melhorar a gente tenta.

Ela é tão linda, ela parece um anjo em forma de anjo. Não resisti a tentação e toquei seu rosto começando a fazer um leve carinho desde a tempora até o queixo perfeitamente desenhado, Camila foi abrindo os olhos devagar me mostrando seus olhos chocolate que tanto me trás paz, aqueles olhos me encarava de uma maneira tão doce que chegava dar um arrepio na espinhas.

Fui me aproximando devagar com o meu rosto, eu sentia sua respiração quente batendo no mesmo, quando fiquei a centímetros do seu fechei os olhos colando meus lábios no seu macios com gosto de morango, eu deseja muitas vezes aqueles lábios e agora eu tenho para mim. Ela abriu seu lábios pedindo passagem com a língua que logo eu concebi sem esforço, come- çamos um beijo calmo, minha língua explorava cada centímetro de sua boca queria decorar para nunca mais esquecer daquele beijo, como o passar do tempo o beijo foi ganhando mais intensidade que até esquecemos o que é respirar naquela hora eu não preciso disso eu tinha outra coisa melhor.


Notas Finais


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