1. Spirit Fanfics >
  2. As You Wish - One-Shots >
  3. Dean Winchester X Claire Novak - Supernatural

História As You Wish - One-Shots - Capítulo 17


Escrita por:


Notas do Autor


Eu sei que esse livro era pra ser só com policiais, mas se você parar pra pensar, o Sam e o Dean já foram policiais muito mais vezes do que os previamente citados aqui, além do mais o livro é meu aoksaok
Eu voltei a assistir Supernatural, já que faltavam 3 temporadas pra que eu terminasse, e lembrei da minha obsessão pela bunda do Jared e a carinha do Jensen, e não, não vou mais escrever Wincest porque sei lá, me desce estranho hoje pensar que eu shipei isso, enfim... Talvez mais pra frente eu faça alguma do Jared.

Capítulo 17 - Dean Winchester X Claire Novak - Supernatural


Fanfic / Fanfiction As You Wish - One-Shots - Capítulo 17 - Dean Winchester X Claire Novak - Supernatural

Jody via a infelicidade da menina mais velha e, devido ao seu constante desejo de sair por aí caçando sozinha, resolveu pedir aos irmãos um favor, levar a menina a uma caçada, uma de verdade. Embora nenhum dos dois houvesse concordado, a menina entrou escondido no carro e eles foram obrigados a cuidar da garota. Dean sabia quão perigoso aquilo podia ser, e não estava disposto a ser babá de ninguém, mas não voltaria duas horas para devolver a garota à Jody, então acabou aceitando-a. Talvez até pudesse convencê-la de que aquilo não era uma vida digna.

Dean estava sentado no capô do Chevrolet olhando o nascer do sol, com algumas gotas de sangue espalhadas pelo seu rosto e roupas e uma garrafa de cerveja em suas mãos, distante.
– E aí, cara... – Sam chegou, silencioso o bastante para assustar Dean. – Você parece estranho... Mais que o normal.
– Claire podia ter morrido lá dentro. – Dean sussurrou.
– É, mas não morri. – A loira chegou no meio da conversa, pegando a garrafa de cerveja da mão do caçador mais velho, mas não tendo a chance de bebê-la, já que ele tirou de sua mão. – Foi um susto, só.
– Claire, o que eu ia dizer pra Jody se você tivesse morrido?! Ela confiou você a nós e você simplesmente fugiu no meio da noite pra caçar demônios! – Dean parecia furioso.
– Calma lá, estressadinho... Funcionou, não? Então pronto. – Claire não parecia se importar com nada.

Os três voltaram para o Bunker cansados, ensanguentados e em um silêncio desconfortável onde a única coisa que se ouvia era o motor do carro.
– Claire... – Sam começou, sem jeito. – Você fica entre o meu quarto e o de Dean.
– E se vai querer mesmo continuar caçando demônios, é bom melhorar a sua tatuagem, ou eles vão sempre te possuir. – Dean voltou da cozinha com outra garrafa de cerveja.
– Você pode parar de beber por uma hora? – Claire disse, largando a bolsa de armas sobre a mesa. – E... De que tatuagem você está falando? – Em um movimento automático, Dean e Sam abriram os botões de suas camisas e exibiram seus pentagramas, levemente entediados.
– Todo caçador tem que ter uma dessa... – Sam começou.
– Caso você não pretenda ser possuída e quase morta. – Dean completou. Sam o olhou, julgando-o.

O resto do dia foi normal, se é que alguma coisa pode ser na vida dos meninos, dormiram pela noite perdida, e aproveitaram o Bunker, algo que eles faziam há bastante tempo. Ao anoitecer, Dean e Sam apareceram no quarto –temporário – de Claire com uma máquina de tatuagem. A garota, que estava deitada de bruços mexendo no celular, olhou em direção a porta, esperando uma explicação.
– É hora. – Sam odiava o fato de Dean fazer tudo soar assustador ou irônico.
– Vocês sabem que eu tenho 19 anos, né? – Ela respondeu, sem levantar.
– O negócio é o seguinte, quer caçar? Tem que tatuar isso, grande, pequeno, no peito, no pé, eu não me importo, mas não quero cuidar de uma adolescente rebelde que foge no meio da noite pra matar demônios e acaba possuída por um deles, se quer fazer o seu trabalho, então faça, mas faça direito! – Dean não parecia muito paciente. 
– O que ele quis dizer foi que ter essa tatuagem é uma segurança, pra você e pras pessoas ao seu redor... – Sam disse calmamente.
– E não age como se fosse muito nova, você estava tentando beber da minha cerveja há 10 horas. – Dean não havia nascido para ser pai.
– Não vai rolar. Dean você é mais velho, beleza, mas você é um babaca. E mesmo se eu quisesse fazer, o que eu não quero, a Jody ia me matar quando eu chegasse em casa. – Ouvir toda a arrogância da garota fez com que Dean perdesse a paciência e saísse de lá.
– Ligamos para ela, ela deixou, digamos que ela entende a preocupação. – Sam entrou no quarto devagar, não querendo invadir sua privacidade.
– Sam, eu não posso fazer isso. – Claire sussurrou para o mais novo. – É uma agulha, é algo que vai ficar pra sempre na minha pele, e se eu não quiser caçar? E se isso for, de fato, uma fase? Daqui a seis meses, ou dois anos, como eu vou olhar pra isso? – Sam sentou-se na lateral da cama da garota.
– No máximo, você estará protegida pra sempre contra possessões demoníacas... É um bom começo de conversa. – Os dois riram. – Jody te ama. Ela deixou você vir nessa caçada conosco contanto que voltasse viva, e você quase morreu.
– Eu só queria ter feito isso direito. – Ela sentou-se do lado do maior.
– E fez. Mas é só o começo, essa tatuagem te protege, te identifica entre os caçadores...

Enquanto Sam e Claire conversavam, Dean estava na cozinha, de frente a geladeira olhando o engradado de cerveja e pensando se devia beber ou não. O típico som das asas de Castiel foi ouvido e, sem parar de olhar para a geladeira, o loiro iniciou a conversa.
– E aí, amigão. – Dean soava desanimado.
– Você parece triste. – Castiel aproximou-se, com seu jeito apático.
– Claire está conosco. Jody a deixou vir para uma caçada. – Castiel não podia deixar de sentir uma conexão com a garota que, um dia, foi filha de seu receptáculo. 

Enquanto Dean contava toda a história e Castiel ouvia com um olhar brevemente perdido, dizendo que nenhum dos dois está errado, e que são apenas pontos de vista diferentes, Sam e a garota apareceram no cômodo.

Dean parou de falar, engolindo seco e olhando a reação da garota para o anjo. Sam arregalou os olhos, respirando fundo e pressionando seu maxilar, algo que ele sempre fazia quando estava nervoso.
– Claire. – Castiel disse, reticente. A reação da garota era tão intensa quanto a de Castiel, não havia sorriso, ódio, lágrimas, nada.
– Castiel. – Ela disse. Podia ouvir se coração gritando. Como aquele homem não era seu pai? Mas, ao mesmo tempo, como ele foi?
– Dean... Acho que preciso de uma ajuda aqui. – Sam disse, talvez assustado, talvez impressionado, mas, acima de tudo, querendo tirar o irmão da sala, para que os dois, que uma vez foram Novak, tivessem um momento a sós.

Sam e Dean se retiraram, enquanto Castiel e Claire andavam um em direção ao outro, engolindo seco, talvez tentando processar tudo aquilo.
– Você mudou meu pai. – Ela disse, tocando o rosto do Anjo.
– Você mudou. – Ele respondeu.
– Meu pai não sorri, não tem amigos... – Ela olhou em direção ao corredor dos quartos, lembrando dos Winchester. – Não normais, pelo menos. O que você fez? – Ela sentiu uma lágrima escorrer.
– Eu sou um Anjo, Anjos só entram nos receptáculos se eles nos permitirem. – Castiel tentava explicar, mas parecia a explicação errada.
– Você levou tudo o que eu tinha! Tudo! – Claire gritava, socando o peito de Castiel que, embora não movesse um músculo, estava de cabeça baixa, como se entendesse a garota.
– Eu não sei o que eu devia dizer. – Castiel tentava dizer, enquanto a garota colapsava.
– Você pelo menos se arrepende... – A garota disse chorando, sentada no chão. Castiel sabia sua resposta, e Claire também, uma vez que ele respirou fundo, hesitando em respondê-la. – Você não se arrepende?
– Não, mas eu... – Castiel tentou argumentar.
– Você o quê? Lembra que perdeu seu pai toda vez que olha um Anjo? Senta que foi culpa sua? Lembra que a sua mãe também morreu? Que você deixou a vida que você tinha pra trás por uma decisão estúpida tomada pelo seu pai? – Ela riu no meio do choro. – O que eu 'tô falando? Você pe um Anjo, não tem pai... Não deve nem saber o que é isso.
– Eu tenho. E eu sei. E, não sei se vai acreditar em mim, mas eu me sinto dessa maneira cada vez que o meu pai diz que precisa de um tempo pra ele. Ele não tem três, quatro filhos... Não. Ele tem uma legião, e todo um planeta que ele criou, mas insiste em abandonar, achando que você, humanos, são melhores sem ele. – A garota instintivamente parou de chorar, olhando o Anjo que habitara seu pai esboçando uma reação pela primeira vez.

Do outro lado do corredor, Sam e Dean tentavam ouvir alguma coisa, na esperança que os dois finalmente terminassem a rixa que tinham um com o outro. Os irmãos comunicavam-se com os olhos, para que não fossem descobertos. Alguns minutos depois, devido a um silêncio suspeito, Sam e Dean resolveram ver o que havia acontecido. A garota estava com a manga do casaco levantada, estendida para Castiel, que tocava o local com a palma de suas mãos e, com uma luz ofuscante, um pentagrama surgira no braço da garota. Os irmãos decidiram não aproximar-se, assistiram a cena de longe, dando-os privacidade, e os dois, que uma vez estiveram discutindo sobre Jimmy Novak, agora olhavam um ao outro com um olhar de leveza, agradecimento. 

Dean deu o primeiro passo em direção à quebra de privacidade, fazendo Sam rolar os olhos, em desaprovação.
– Lindo, todos somos amigos agora, e o problema da sua tatuagem está resolvido. – Dean disse, batendo a palmas das mãos de maneira incoveniente.

Claire olhou para Sam, que de longe, sorriu para ela, aliviado. Castiel ouviu algo na sua 'rádio' e deicidiu que devia ir embora. A loira olhou agradecida para ele, sussurrando a palavra 'obrigada' e ele sorriu de volta, indo embora em um bater de asas.
– Problemas na Rádio Anjo. – Dean brincou.
– Eu 'tô indo deitar, tivemos muito pra um dia só... – Sam disse, uma vez que Dean e Claire não matariam um ao outro.

Sam foi dormir e Dean e Claire ficaram no corredor dos quartos, conversando.
– Eu queria me desculpar pelo que eu falei mais cedo. – Claire começou.
– Eu devia me desculpar, palavras e adolescentes não são meu forte. – Dean respondeu e os dois riram.
– O meu não é agulhas, pode ter certeza. – Claire confessou.
– Podia ter dito, nós dávamos um jeito.
– Bom... O jeito foi dado. – Ela disse, referente a tatuagem que Castiel fez. Dean concordou.
– Vocês não gostariam de conversar mais baixo?! – Sam gritou de seu quarto, tentando dormir e os dois riram, entrando no quarto do caçador mais velho.
– Meu quarto é bagunçado, mas é limpo. – Dean disse, jogando algumas mudas de roupas para fora da cama, assim a garota podia, pelo menos, se sentar.
– Provavelmente não é pior que o meu quarto ou o da Alex quando a Jody passa o fim de semana fora. – A loira brincou, puxando o travesseiro do mais velho e encontrando um vibrador debaixo dele. – Dean, você tem o quê? 13 anos? – Ella brincou, pegando o obejto com um certo nojo.
– Uma coisa que você tem que saber: se for caçar, é bom dizer adeus a um relacionamento ou, pelo menos, sexo casual. – Dean disse, tirando o brinquedo da mão da menina, virando de costas para a mesma e guardando-o em uma gaveta.
– Já tentou sexo casual com caçadoras? Pessoas que entendem o seu... hobby? – A loira levantou-se da cama, surgindo atrás do homem e sussurrando em sua orelha.

Dean sentiu cada centímetro de seu corpo ser provocado, mas não podia cair naquela tentação, não podia fazer aquilo com a Jody. Ele respirou fundo, esticou seu pescoço e fechou a gaveta, seriamente pensando em abri-la de volta para pegar seu vibrador.
– Claire... – Dean pressionou o maxilar e fechou os olhos, pensando talvez no Crowley de sunga. – Você tem 19, eu tenho 37. Você entende que... – Dean soltou um gemido fraco quando a garota aproximou-se do pescoço do caçador, não fazendo nada, apenas respirando.

Mesmo que Dean não quisesse fazer nada com ela, era muito divertido vê-lo daquela maneira, com as pernas tremendo, e a garganta seca, sendo arranhada por alguns gemidos que instiam em sair. Claire afastou-se do mais velho apenas para encostar a porta, não que fosse resolver muito, já que Sam já havia visto Dean transando com todos os tipos de garota. 

O loiro sentia-se fraco, dominado, e ele amava aquilo. A história de que os homens é quem devem controlar o sexo é muito batida, Dean amava ser controlado e não escondeu isso da menina. A aspirante a caçadora voltou-se para Dean, abrindo lentamente o zíper do próprio casaco, que cobria seus seios, enquanto se aproximava do caçador que, por pouco, não babava. Claire pegou o homem pela gola de sua jaqueta e jogou-o na cama, sorrindo com a possibilidade de ter todo aquele poder para si. Dean caiu no colchão com os olhos vidrados no que estava à sua frente. A menina, lentamente subiu nas pernas do loiro, que começava a sentir sua calça apertando, e rebolou em seu colo, com sua boca roçando na do caçador, que gemia rouco.

Sentindo o membro rígido do homem à sua frente e ouvindo seus gemidos, ela decidiu que daria a ele o que ele queria. Contato.

Enquanto o homem tentava tirar suas peças o mais rápido o possível, Claire o despia de maniera lenta, sentindo o desespero vindo do maior. Depois de tirar todas as suas jaquetas e sua camisa, expondo seu peito desnudo, a garota finalmente o beijou. Um beijo lento e intenso. Os dois sabiam todas as razões para aquilo ser errado, mas era muito bom. A língua de Claire percorria cada centímetro dos lábios e dentro da boca de Dean, enquanto suas mãos seguravam as dele sobre sua cabeça. A respiração agitada de Dean excitava mais e mais a garota, que agora partira para seu pescoço. O loiro não estava nem um pouco relutante, muito pelo contrário, ele nunca havia se rendido de maneira tão simples, seu rosto estava inclinado para cima, exibindo seu pescoço, que já tinha algumas marcas de dente e sucção. Claire seguia seu caminho pelo peitoral do loiro quando o celular do caçador tocou. Era Jody.
Merda. – Dean sussurrou, enquanto a garota entregava o celular para ele, dando um último olhar malicioso no momento em que ele atendeu.
Jody! – Dean sempre foi um péssimo mentiroso.
Sabe da Claire? Ela não atende minhas chamadas nem responde minhas mensagens... – Naquele segundo Dean com certeza se sentiu o pior amigo do mundo.
Ela está no quarto... Uhm – Deixou um gemido escapar, olhando feio para a garota. Dela. Está no quarto dela.
Tudo bem... – Jody estranhou, mas não comentou. – Consegue trazê-la amanhã? O reitor da Universidade gostaria de conversar pessoalmente com ela.
Claro. – Dean olhou novamente para a garota, que estava com no cós da calça dele e se desesperou. – Tenho que ir, Jody. Tchau.
– Ótimo, por que assim ela não vai suspeitar de nada, né... – A menina disse, enquanto abaixava a calça do loiro.

A calça e a cueca foram para o chão em segundos e o membro do caçador logo foi para a boca da menina. Dean contou um grito de prazer, perdendo sua postira de submisso, segurando os cabelos da menina e estocando seu membro contra sua boca. Claire parecia feita para isso, ela foi de dominadora a submissa em segundos, e Dean estava amando aquilo. Algumas lágrimas estavam escorrendo dos olhos da menina, mas ela estava gostando, soltava uns gemidos, vez ou outra. A única coisa que fez Dean parar foi o engasmo que a garota teve. Naquele momento, Dean levantou-se da cama, parte dele impressionado por realmente conseguir isso, e prensou a menina na parede, tirando seu casaco e abaixando suas calças. Poucos segundos depois, Claire estava tão vestida quanto Dean. O loiro segurou o cabelo da menina, expondo a pele branca do pescoço da jovem. Diferente de Claire, Dean não deixou nenhuma marca, apenas beijou-a e lambeu o bastante para a garota implorar por mais. Dean sorriu. Pegando-a no colo, ele a prensou novamente na parede, mas dessa vez a garota estava mais alta, então Dean colocou os seios da menina em sua boca, chupando-os. A garota soltou um gemido alto e agudo, que logo foi silenciado com a mão do maior.
– Dean... – Sam com uma voz sonolenta bateu na porta que, por sorte estava trancada. – Sabe da Claire? Acho que a ouvi gritar e ela não está no quarto. – Dean e Claire mantiveram-se em silêncio, pensando o que diriam.
– É... – Dean começou.
– Ah. – Sam começou a acordar. – Ah! Não. Meu Deus. – Ele balançou a cabeça, saindo da porta do quarto do irmão e trancando-se no próprio quarto.

Dean e Claire se entreolharam, rindo. Logo depois, o mais velho deitou a menina na cama, posicionando seu rosto entre suas pernas. Dean olhou uma última vez para a menina, que assentiu, e lentamente aproximou-se das partes da garota e lambeu-a, sentindo a menina tremer. Suas mãos seguravam a cintura de Claire, sua língua acariciava a entrada e, eventualmente, seu nariz passava pelo clitóris da garota. Nesse ritmo, não demorou para que a menina gozasse não uma, mas duas vezes.

Dean posicionou-se na entrada da garota e, antes que ela voltasse do êxtase do orgasmo, penetrou-a. A menina mordeu os lábios, na esperança de fazer menos barulho, mas Dean não preocupou-se com isso, penetrando-a com tamanha força que fazia a cama bater na parede. Os dois gemiam, com os olhos, ora fechados, ora rolando de prazer. Dean beijava-a com desejo, como se penetrá-la não fosse o bastante. Ele sentia algo vindo, sentia que não conseguiria segurar por muito tempo. A tática infalível de pensar no Crowley de cueca não estava funcionando dessa vez. Ele tentava falar, mas a voz não parecia sair. Os movimentos, tanto dele quanto de Claire, funcionavam como uma máquina, perfeitamente combinados. Dean estava com a boca entreaberta e os olhos revirados, mal controlando a própria respiração.
– Dean, 'cê 'tá b... – A frase de Claire foi cortada com Dean retirando seu membro rapidamente de dentro da menina e gozando, não só na barriga da menina, mas em seu rosto.

O loiro gemeu alto o bastante para que o som ultrapassasse a parede de concreto que dividia o quarto dos irmãos, fazendo Sam ficar levemente enojado. Quando o caçador abriu os olhos, viu toda a bagunça que havia feito com a menina e na menina. Claire tinha esperma em sua barriga, em seu peito, seu pescoço, seu rosto e seu cabelo. Dean fez uma cara de arrependido, enquanto a menina limpava, pelo menos, seus olhos.
– Já pensou que hentai pode não ser o suficiente pra você? – Claire brincou.
– Até você?! Como você soube? – Dean respondeu, entregando uma toalha que havia achado em suas gavetas.
– Tinha um mangá pornô na sua gaveta, é o site mais aberto no seu computador e a Jody me contou.
– Você bisbilhotou minhas coisas? 
– Não é bisbilhotar se você não esconde. 
– Espera, a Jody te contou!?
– É, tipo, todo mundo sabe.


Notas Finais


Eu comecei a escrever isso às 23h, são 6 horas da manhã
Meudeus.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...