História Asas Seladas - INTERATIVA (Vagas Fechadas) - Capítulo 3


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Carla Tsukinami, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Richter, Ruki Mukami, Shin Tsukinami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yuma Mukami
Tags Asas Seladas, Ayato, Azusa, Carla Tsukinami, Diabolik Lovers, Kanato, Kou, Laito, Reiji, Ruki, Sakamaki_myn, Shin Tsukinami, Shu, Subaru, Yuma
Visualizações 191
Palavras 3.314
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Hentai, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olaaaaa! Estou aqui finalmente com o capítulo um. Parabéns às 11 escolhidas. Eu adorei todas as fichas, mas só pude escolher uma para cada par. Agora vai ALGO IMPORTANTE!
QUEM QUISER VER AS ESCOLHIDAS ANTES DE LER O CAPÍTULO, VAI PARA AS NOTAS FINAIS, LÁ EU COLOQUEI UM LINK COM AS ESCOLHIDAS PARA CADA PAR.

Bem, eu espero receber muito amor e compreensão. Perdoem-me, o capítulo está pequeno.
Boa leitura, my little angels.

Capítulo 3 - Capítulo 1 - Without Wings


Fanfic / Fanfiction Asas Seladas - INTERATIVA (Vagas Fechadas) - Capítulo 3 - Capítulo 1 - Without Wings

Onde eu estou?

Aqui é frio… 

As meninas e eu estamos aqui?

Porque meus olhos estão fechados?

Se eu abrir eles… 

O gelo e correntes prendiam todas, as únicas acordadas eram Hikaru e sua co-líder. Elas se encaravam. Elas eram presas pelas asas naquelas correntes frias com alguns cristais de gelo perfurando a carne.

Elas não tinham sido cortadas?

Eu vi o sangue!

Eu também senti…

Eu preciso sair daqui.

Preciso voar.

Tentou bater as asas, mais correntes vieram, os braços prenderam também. Era tão escuro que ela não podia ver as paredes ou o chão. De onde essas correntes viam era o real problema. Ela não conseguia falar. Olhou para a sua amiga novamente, ela estava quase dormindo como as outras. 

Eu não posso deixar!

Não posso!

Não posso!

Não…

…Posso…

Ela foi atingida por um frio anestesiante, parecia o frio do Rio do sono. Um rio que os anjos usavam para treinar seus soldados, o frio relaxava e fazia a pessoa sentir vontade de dormir com a calmaria ondulante das águas. Ela na podia dormir. Não podia!

Não posso!

Eu não posso!

Isso é forte.

Muito forte.

Eu não vou conseguir.

Pelo menos não agora.

Ela abriu os olhos pela última vez e viu que lá em cima algo brilhava. Uma luz prata e dourada. Ela queria alcançar. Tentou estender o braço, mas as correntes o puxara. 

Me ouça de onde estiver,

KarlHeinz Sakamaki,

Seu Rei Vampiro do Paraguai,

 Nem que levem 100 anos,

Eu irei voltar e irei acabar com essa guerra,

E será a minha espada que tirará sua vida.

Após isso, tudo escureceu. Ela não via mais nada. Não sentia mais nada. Não falava mais nada. O frio envolvia aquele lugar morto sem sons ou ruídos. Cada uma delas estavam presa com as correntes enrolando as asas como uma cobra constritora esmagando a presa. Aumentava a tensão lentamente até que foram cortadas. Você deve estar se perguntando:

“As asas delas não haviam sido cortadas?”

As asas delas haviam sido cortadas no mundo material, ali era o limiar, o espaço entre o céu, a terra e o inferno. Os humanos religiosos chamam aquilo de purgatório. Normalmente, as almas de quem já morreu vai para lá quando é muito pesada para subir aos céus e muito leve para o inferno. Porém, quando uma alma é selada lá, sua alma tem a mesma aparência do mundo real. Quando se domina o selo do limiar, você pode destruir algo na alma de quem lá é selado. Destruindo suas asas no mundo real e selando elas no limiar para destruir suas asas la também, KarlHeinz iria tirar os poderes delas, tornando as meio humanas. Mas ele cometeu um erro, deixou os objetos em que as selaram nas mansões e ao alcance da luz do sol, lua e estrelas. Os primeiros raios de sol, o primeiro brilho da lua em seu ponto mais alto e o brilho das estrelas as 00:00 liberam luz celestial, que quando toca um objeto de selo criado por um demônio ou criatura das trevas, vai corroendo o selo. Um dia, um raio de sol entrou pelas janelas de todas as mansões e o fio de magia que segurava o selo foi cortado.

Essa…

…Luz…

Eu vou acordar?

As meninas?

Onde elas estão?

Esta claro demais.

Não consigo vê-las.

“Hika-Chan?”

Ela arregalou os olhos, antes que pudesse falar qualquer coisa, algo puxou ela pra cima e as correntes soltaram seus braços e ela caiu de joelhos em algo. Era o chão.

 

Claro que ela não foi a única a acordar.

As correntes que nos selaram, enfim serão banidas

O sol ofusca

A lua apaixona

As estrelas cintilam

A espada corta a carne

A flecha corta o ar

As asas voam.

Nós somos as asas que causaram a guerra

E seremos as asas que vamos acabar com ela.

 

[…]

 

A mansão Sakamaki estava no caos completo, de uma hora para outra começaram a sair garotas de estátuas. A primeira a sair foi Kazumi, ela era a estátua do jardim que ficava de frente para a janela do quarto de Reiji. Ela tinha longos cabelos castanho-escuros e olhos cor-de-rosa que podia ficar vermelhos de acordo com a luminosidade do local. Ela despertou caindo desmaiada por cima de Subaru e o sujando completamente de sangue, suas feridas abertas nas costas revelavam tudo. Ele olhou para ela e se lembrou de uma pessoa que já amou, a única pessoa por quem sentiu algo assim, a pessoa que ele matou por que ela pediu.

Enquanto isso, na biblioteca, Reiji reorganizava os livros e na estátua do lado da janela, de frente para a prateleira. Dela saiu uma garota de longos cabelos azuis escuros, junto com os olhos, era Dianna. Ela caiu de costas no chão, Reiji estranhou aquilo até demais. 

Do outro lado da mansão, Ayato tomava vinho em uma taça de ouro que reluzia os primeiros raios da manhã que vinha sendo trazidos da janela em cima de uma estátua que havia em seu quarto. Ele olhava aquela estátua todo os dias, achava ela muito bonita, as vezes ria lembrando de como sua mãe, sua desprezível e desgraçado mãe, tinha ciúmes daquela estátua. De repente, de lá saiu uma menina muito parecida com Kazumi, porém seus orbes eram mais brilhantes e mais escuros, tendo uma coloração roxa e os cabelos eram quase pretos. Ela não caiu, ficou de pé, mas depois de uns segundos, desmaiou ali no chão mesmo. Era Katherine. E como ficou Ayato? Com cara de bunda sem entender merda nenhuma. 

– Ô REIJIII!

Enquanto Ayato se resolvia lá, Shu estava na sala de música. O sol batia num gatinho de pelúcia que tinha uma lua na testa, havia uma estátua de uma garota ali também, aquela tinha olhos azuis e cabelos negros, seu nome era Safira. Shu se espantou ao ver a figura belíssima caída em frente à si. Ela caiu de frente, então ele pôde ver as marcas profundas em suas costas.

Já no quarto de Kanato haviam outra estátua. De lá saiu Rosemary, uma garota baixinha de cabelos roxos em degradê até as pontas, nas pontas eles eram lilases. Seus olhos enormes e expressivos estavam meio enevoados.

– QUEM É VOCÊ?

Gritou Kanato ao vê-la cair perto do lugar onde estava. Sorriu ao sentir o cheiro de sangue.

– Veja Teddy, haha~ temos uma nova boneca. Vamos mostrá-la para meus irmãos idiotas e matá-los de inveja. Divertido, né Teddy?

Ele dizia abraçando o ursino que no mínimo podíamos chamar de demoníaco.

Já no caminho para a cozinha, Laito encontrou uma garota caída no lugar onde deveria ser uma estátua na qual ele gostava de passar em frente, já que ficava no caminho mais perto para a cozinha onde muitas tretas aconteciam.

– Ora Ora, que é você, bitch-chan?

Riu um pouco da visão a sua frente. Aquela era Ceres, a estátua que ficava ao lado de um cristaleiro onde havia um importante relíquia da família.

Eles precisavam cuidar daquela situação rápido. A coincidência foi todos irem para o Hall de entrada. Explicaram onde haviam achado cada uma. Mesmo sendo um mistério e mesmo que Ayato e Shu tenham notado a incrível semelhança com as estátuas e Ayato ser testemunha ocular indiscutível e uma testemunha muito teimosa, eles sabiam que aquilo tinha uma coisa a ver com KarlHeinz.

– Tch, aquele velho idiota vem nos atormentar logo agora com seus planos sem sentido? Que irritante.

E lá se vai mais um pedaço da parede, Subaru acabou de socar uma rachando-a onde seu punho e região atingiram.

– Elas podem servir de noivas por enquanto, não acham? Vejam que sorte, uma bitch-chan para cada um!

Sugeriu Laito já imaginando perversões desnecessárias.

– Sim, seria bom. Minha garganta tem andado seca demais ultimamente e eu preciso de alguém para me chamar de Ore-sama.

Disse Ayato olhando as meninas estiradas no chão. Sim. Eles as colocaram no chão. Claro que não foram tão cruéis assim, todos sabiam que elas precisavam continuar vivas, até por que se seu “amado” pai as colocou lá ainda vivas, era por que elas precisavam continuar vivas, ser alvo da ira do Rei Vampiro não era boa ideia, acredite em mim.

Reiji olhou para elas e ajeitou o óculos. É. Realmente seria promissor, e ele teria alguém com quem satisfazer seus desejos sádicos e vestir de empregada impecável.

– Pois bem. – Disse por fim. – Seria bom mesmo. Eu irei cuidar dos ferimentos de cada uma, mas antes, cada um escolha sua noiva. Como seria o mais civilizado, que o nosso mais velho bom-para-nada comece.

Shu fez cara séria, demonstrava-se bravo, afinal ele não gostava daquele apelido desgracento que Reiji lhe atribuía como um título definitivo. Olhou para as noivas e escolheu Safira, belos cabelos e uma pele alva magnífica, ela era maravilhosa aos olhos dele, seu sangue tinha um cheiro muito agradável, o cheiro de manhã levemente úmida pelo orvalho nas folhas e que está meio fria, as flores que se fecham a noite começam a liberar sua fragrância delicada, esse era o cheiro dela.

Depois a vez de Reiji. Ele escolheu Kazumi, gostou dela pelo porte, dormia de forma elegante e ela o lembrava um cheiro que lhe agradava de forma demasiada grande. Lembrava a ele o cheiro de um raro chá que havia tomado apenas uma vez na vida, chá de rosa escarlate. Escarlate é a cor pendente entre vermelho e laranja, ou quase, é a cor do sangue. Rosas normais são vermelho claras, já a rosa escarlate é a cor pura do sangue. É um tom mais escuro e só cresce nas profundezas de florestas como a que rodeia a grandiosa mansão Sakamaki, exala uma fragrância doce, o doce perfeito, nem doce demais, nem de menos, mas também tinha algo que lembrava sangue de anjo naquelas rosas, aquele sangue tinha uma fragrância angelical demasiada grande, o que encantou ele. 

Veio a vez de Ayato. O terceiro filho ficou com Katherine. Para ele, ela era linda, principalmente seu rostinho angelical que seu lado narcisista aprovava muito. O cheiro dela era como vinho, algo que ele havia descoberto ser muito bom recentemente, aquilo o atraiu de forma gigantesca, assim escolhendo ela.

Depois veio Laito. Claro que escolheu Dianna. Ela tinha os maiores seios daquelas seis, você acha que ele iria perder uma chance dessa? Claro que não! Estamos falando de Laito Sakamaki. Ele olhou para ela e pensou em tantas coisa impróprias, que uma freira seria capaz de corar. Os cheiro dela era erótico, não havia definição, pelo menos na visão dele. Ele já estava ficando excitado com aquilo quando a escolheu.

A vez de nosso pequeno Kanato chegou. Ora ora, que será a escolhida. Quem mais, senão a bonequinha que despertou dentro de seu quarto. Ela tinha cheiro de chocolate e morangos, e Kanato ama doces. Quem seria melhor senão Rosemary?

Então Subaru ficou sem chance de escolher a noiva, ou foi o que todos pensaram. Ele já estava de olho em Ceres. A garota que dormia com ar indecifrável e que tinha cheiro de rosa comum, um cheiro que o albino amava de coração, mas que não admitia para ninguém, ela dormia serena mesmo sentindo dor. Ele se interessou por ela.

Reiji e os outros as levaram para o laboratório do segundo mais velho para que ele cuidasse delas e talvez descobrir algo mais sobre as misteriosas garotas. Todos puderam perceber uma coisa sobre elas apenas pelos cheiros incomuns e muito agradáveis, elas não eram humanas, mas também não eram vampiras. O que elas seriam então?

 

[…]

 

Enquanto isso, na mansão Mukami o mesmo ocorreu, só que dessa vez eram as outras quatro garotas. Eram estátuas que enfeitavam os quartos de cada um. 

No quarto de Ruki, uma bela garotinha fofa ficava de frente para sua cama. Enquanto ele lia deitado nela ele sentiu uma presença estranha no quarto. Olhou para frente e lá tinha um garota caída desmaiada no chão, ela tinha cabelos roxos escuros brilhantes que tinha um penteado que parecia umas orelhinhas de gato, era Mariel. Ruki arqueou a sobrancelha e se levantou da cama deixando o livro de lado.

No quarto ao lado, Yuma mastigava um cubo de açúcar, até que gostava da estátua de seu quarto, ela era bonita. Ele observava ela já que não tinha nada para fazer. Ele já havia cuidado da horta e ainda era cedo demais para fazer café da manhã. Então as pedras começaram a sumir como fumaça e uma figura de franja e cabelos negros e olhos brancos apareceu diante dele.

– Mas… o quê? 

E ela desmaiou antes que ele chegasse perto. Ela era muito bonita, cabelos negros longos, orbes que parecia pérolas, no momento escondidos pelas pálpebras fechadas e um sorriso sem motivo enquanto estava respirando sofregamente enquanto estava inconsciente. Seu nome era Wolf.

– Tch.

Reclamou se levantando do chão onde estava deitado, motivo? Ele quis, sabe?

Enquanto isso, no final do corredor, Kou cantava no chuveiro, uma voz maravilhosa, devemos admitir. Saiu do banheiro já vestido enquanto secava o cabelo com uma toalha branca, pegaria a escova que deixou ao lado da cama para voltar ao banheiro e usar o secador para dar uma escada a mais. Seu cabelo era tanto que mesmo secando por três horas com uma toalha que nunca de molha, ele continua molhado. O secador pelo menos deixava um pouco humildo, mas que passando uma escova que arrastava a água para as pontas e depois passava a toalha mais uma vez secando definitivamente. A toalha lhe cobria os olhos, quando tirou ela da cabeça e a viu ali, levou um susto. A estátua que ele adorava que ficava ao lado de sua cama estava substituída por uma menina albina que estava em cima de sua cama. Ela era Minami.

E então, por fim, mas muito importante, lá estava Azusa em seu quarto “atualizando” suas cicatrizes. Elas era sua amigas. Enquanto ele assistia com um sorriso os lençóis brancos de sua cama ficarem manchados com gotas escarlate de seus pulos, braços, pescoço e rosto, ele sorria muito fofamente. Devemos admitir que era muito difícil não querer, apertá-lo. A estátua em seu quarto despertou de forma, no mínimo… explosiva? Ao invés de pedaços discretos, as pedras “explodiram”, elas forma jogadas todas simultaneamente para os lados revelando a figura de cabelos loiros presos em marias-chiquinhas muito fofas. 

– Hika-chan?

Foi a única coisa que disse antes de desmaiar. Ela havia pronunciados aquilo em voz manhosa, como se fosse chorar. Desmaiou com expressão medrosa, mas fofa. Assim como os outros, Azusa não entendeu merda nenhuma. Do que estava ocorrendo ali. Se enfaixou e foi levá-la para Ruki dizer o que estava acontecendo.

Na sala de estar elas foram deitadas delicadamente no carpete macio. Nenhum sabia o que era aquilo, mas assim como os Sakamakis, tiveram a ideia que iria salvar suas gargantas secas de usar as misteriosas “meninas estátuas” como noivas de sacrifício.

O primeiro a escolher foi Ruki, ele olhou suas opções minuciosamente, mas seu olhar sempre acabava atraído para a menina que antes foi a estátua em seu quarto. Seu cheiro também era agradável, lembrava impressão antiga de livro, era um cheiro meio estranho, mas que apenas um apreciador nato de literatura pode apreciar. 

Depois foi Kou, ele olhou para as três restantes. Bateu os olhos em Minami e na sua mente o seu coração de Idol bateu na porta mandando um pensamento para ele “É ela! VAI LOGO GALÃ! É ELA!”. Ela tinha cheiro de… como descrever? Parece estranho, muito, muito, muito, muitíssimo estranho, mas era cheiro de show de debut (estréia), cheiro de esperança e sonhos virando realidade e o cheiro do palco, os gritos da plateia, um cheiro maravilhoso para ele e sua beleza albina apenas acrescentava algo mais nela.

Azusa quis a menina que apareceu em seu quarto. Ela era fofa e ele a achou bonita. Era como uma boneca, só que tinha cheiro de ursino de pelúcia e… sangue O-, seus cheiros favoritos. Ele estava encantado com o jeito infantil dela se vestir, adorou aquilo nela. Seria ela.

Yuma não teve chance de escolher, assim como Subaru, mas outra coincidência entre ele o albino Sakamaki naquela situação era que ele também já estava de olho nela, também ficou aliviado quando ela não foi escolhida pelos outro. Wolf tinha um sangue que exalava a fragrância de açúcar, mel e biscoitos recém saídos do forno. Para ele, aquilo era maravilhoso, aquela mistura era maravilhosa. Será que o sangue dela também tinha o mesmo gosto maravilhoso? Ele esperava que sim.

– Azusa, – Disse Ruki. – Poderia me ajudar a cuidar dos ferimentos delas. Você é o mestre das faixas aqui.

Azusa sorriu minimamente. Todos as carregaram para um quarto vazio da casa e Azusa e Ruki cuidaria delas. Pelos cheiros de sangue de qualidades superiores, com certeza aquelas meninas não eram humanas, então o que seriam elas?

 

[…]

 

Enquanto isso, na mansão Tsukinami, Carla levava Hikaru inconsciente em seus braços até um quarto vazio da casa, não sabia o porquê, mas sentia que precisava. Durante o percurso, eles acharam outra garota desmaiada pelos corredores. Levaram-na também. A segunda era uma garota de cabelos roxos escuros ou azul marinho, era difícil saber, tinha a mesma mancha de sangue que Hikaru, era Tiffany. Enquanto as levavam para o quarto, chamaram Saki, a chefe da guarda, uma das últimas da espécie de fundadores. Ela tinha cabelos que quando soltos batiam até o joelho de cor preta que ela sempre deixava preso em penteados estranhos, hoje era um simples amarrado. Ela usava roupas vermelhas e um emblema de ouro com o símbolo da família Tsukinami no peito do lado esquerdo. 

– Saki! 

Chamou por ela, Shin. Ela apareceu rapidamente em seguida fazendo uma reverência breve em sinal de respeito. 

– Hai, Shin-sama?

– Cuide dessas… Nii-san, o que elas são? 

– Só sei que pelo cheiro, – Disse Carla sem expressão alguma observando a garota em seus braços. – Não são humanas. Pode cuidar disso, Saki?

– Hai, onde elas irão ficar?

– Até acordarem elas ficam no quarto onde iremos colocá-las, depois decidimos o que fazer. 

Disse Carla entrando num quarto e colocando Hikaru em uma das camas e Shin botou Tiffany Na outra. 

– Nii-san. – Carla virou sua atenção para Shin quando ouviu. – Por que elas não viram as noivas de sacrifício, o sangue delas parece ser puro o bastante para o nosso objetivo.

Carla olhou para elas. O cheiro viciante de Hikaru invadia-lhe as narinas de forma prazeirosa, era um cheiro sem igual, depois com certeza provaria dele. Fundadores não são vampiros, mas precisa de sangue.

– Eu fico com a ruiva.

Disse Carla dando as costas para os dois e saindo do quarto. Algo fazia ele querer descobrir mais sobre a misteriosa garota ruiva que desmaiou na escala de sua mansão. Como chegou ali? Por que seu cheiro era familiar? Por que seu cheiro era tão bom? O que era ela?

Claro que ele não era o único que pensava algo do tipo, em todas as mansões isso acontecia. Elas haviam aparecido de repente, mas elas eram as estátuas! Como? 

Em sua cama, Hikaru podia estar inconsciente, mas sentia as meninas vivas e despertadas. Sorriu. Estranho não? Sua febre, porém, aumentou. 

 

[…]

 

No Céu, uma revoada de asas batia, eram um pequeno exército de 50 anjos. Eles foram impelidos à tarefa de procurar algo que não deveria existir. 12 objetos. O líder então parou.

– Chefe?

Perguntou um dos Anjos que estava ali. 

– Droga! – Disse se virando para sua tropa. – Despertaram!

– Como vamos fazer agora?

Disse outro. O líder se virou pra frente e se preparou para voar.

– Ainda estão sem poderes e fracas, vamos acabar com isso de uma vez, ainda teremos chance se a Líder Rebelde estiver tão fraca quanto as companheiras.

Então fazendo um impulso de força impressionante, aquele grupo de anjos continuou sua busca, que agora seria até mais fácil, os objetos não precisavam mais ser destruídos com tanta urgência, tirar a vida delas agora era a meta…


Notas Finais


As Escolhidas:
https://docs.google.com/document/d/1-F2y8gNmjGsZasqrh6gMbrqG4izFIluaa-XMDKAeXRw

Espero que tenham gostado, o capítulo ficou pequeno, mas eu não ia conseguir escrever de uma forma melhor. Bem, me digam o que acharam. Me desculpem que não foi escolhida, eu fico triste de não poder escolher todas. Até a próxima, good luck in your journey, my little angels.


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