1. Spirit Fanfics >
  2. Ascend >
  3. The Camp

História Ascend - Capítulo 5


Escrita por:


Notas do Autor


Gente eu to viva ok? Morri não, tinha perdido a senha só mas recuperei, ou seja, sim a fanfic já ta praticamente terminada no meu pc, obviamente n aqui, vou ir adicionando algumas ideias diferentes que tive e caso tenham alguma sugestão já sabem ne? Deixem nos comentários
Referente a capa: uma dica controlam a luz e a escuridão (vai precisar ler o cap p entender hehehe)

Capítulo 5 - The Camp


Fanfic / Fanfiction Ascend - Capítulo 5 - The Camp

  Era como ir para uma nova escola, tudo é praticamente novo: os alunos, os professores, as matérias e as instalações. Isso se você ignorar o fato de que todos aqui possuem poderes.

    —Bom a entrada é logo ali- ele disse apontando na direção do arco de pedras- aqui fica a nossa “rede” principal, mas chamamos carinhosamente de KG- apontou para a bela mansão que eu tinha acabado de sair correndo- no KG temos: a enfermaria, a ala de tecnologia, salas cirúrgicas, ala de monitoramento e essas coisas chatas e sérias- completou e andou pelo mesmo caminho que Bjorn havia feito quando se despediu- por aqui, nesta direção ficam a ala dos professores e o escritório do Björn, geralmente só somos chamados aqui quando ele quer falar com a gente, ou seja, na maioria das vezes é porque fizemos merda- completou e ri. Não nos aproximamos muito do local.

  Tal ala ficava em uma espécie de rua, as árvores cobriam as laterais e as copas não deixavam muito luz passar, o chão era de pedra e coberto por folhas, havia uma mansão e uma espécie de estufa de vidro ao lado, na frente das construções tinha uma fonte d'água, adornada com estátua de deuses gregos.

       —Ele é tipo o diretor daqui?- disse e ele concordou. 

       —Mas também é como um pai ou avô para muita gente- disse Luke e percebi que haviam placas de vidro pelo caminho, com o mapa do acampamento. Os postes de luz eram estranhamente bem tecnológicos e feitos de metal. Pelo mapa percebi que o local era gigantesco- bom, voltando ao nosso curso principal, lá daquele lado- falou apontando para uma construção de cimento com vidro, haviam várias mesas dentro e ao redor, além de várias flores penduradas pelo local como uma espécie de manto- fica o refeitório, é onde temos as quatro refeições principais do dia: café da manhã, almoço, lanche e jantar, servidas diariamente- completou- a comida é ótima antes que pergunte- Luke disse lambendo os beiços.

       —Que bom- falei sorrindo.

      —E essas duas casas aqui- ele apontou para duas casas enormes e parecidas com o KG, mas estas eram interligadas- ficam as salas de aula, bibliotecas e alguns materiais que usamos- completou andando e o segui. 

       —Os professores são legais?- disse e andamos mais para frente, chegando perto do lago. 

       —A maioria sim mas, o Denis é meio rabugento- Luke disse e eu ri por um momento parecia ser apenas um acampamento normal, uma vida normal- bom, mais para o fundo fica o galpão- apontou para uma outra casa que ficava perto do lago e que se estendia em um píer, nos aproximamos de lá- guardamos as canoas, pranchas, enfim tudo isso ai. Temos até alguns barcos- disse sem muita animação.

        —Uau- completei e concordou com a cabeça .

        —No meio do lago a gente tem uma boia gigante que é tipo uma cama elástica e você pode ficar pulando- completou e sorri- só não vai antes de terminar a digestão- acrescentou.

        Haviam bancos espalhados pelo acampamento, além de espécies de área de convivência com sofás e aqueles postes que são espécies de lareiras suspensas.

         —Bom, aqui começam as coisas interessantes- disse sorrindo e andando mais rápido- essa maravilhosa instituição é a nossa academia ou como o Bjorn chama:  Centro de treinamento físico 1- falou revirando os olhos. O local também se parecia com o KG

       —E tem horário pra ir ou você pode ir a hora que quiser?- completei e ele me puxou para uma das placas de vidro, clicando na mesma.

      —Tudo é 24 horas, menos as piscinas que ficam aqui- disse apontando para um local e  tela de vidro deu um "zoom" como se fosse a de um iphone- alguns lugares precisamos de autorização para entrar como os laboratórios de pesquisa ou a sala de armas- ele disse e arregalei os olhos, outro zoom- bom, estamos aqui- apontou para um pontinho no mapa- por aqui fica a fogueira que é onde temos festas e esse tipo de coisa, as arenas são: o Centro de treinamento físicos 2,3 e 4- falou- a maioria destes por dentro parece aqueles percursos que os atletas do Ninja extreme fazem- completou e concordei rindo de nervoso- ah, também temos quadras- disse apontando para cada uma delas, respectivamente- você pode fazer suas rotas é só escolher o destino e pronto- falou clicando no mapa e depois fechando a tela.

     —Aqui ficam as tirolesas, o lugar que praticamos arco e flecha, além do campo de treinamento de combate- completou e bateu na armadura- a aula que estava, falando nisso: obrigada, me salvou de uma surra- ele disse fazendo-me rir.

      —Não há de que, eu acho -brinquei- E aqui?- disse apontando para uma área grande do mapa.

     —Ficam os chalés que são divididos por tipos de poderes, como uma classificação por casas- Luke disse e o olhei confusa- no seu mundo, seriam tipo as nacionalidades: alemão, japonês, americano, brasileiro…

      —Ahhh entendi- completei mordendo o lábio. Qual delas e sou?

      —Bom cada “casa” como gostamos de chamar, tem um treinamento específico para os seus dons  durante a semana- falou me puxando - por exemplo aqueles ali, são metamorfos- disse apontando para o um grupo grande que estava sentando no chão, vi Jules entre eles, que acenou para mim- estão fazendo meditação, ou eram pra estar- completou olhando feio pra Jules que fez uma careta.

       —Alguns deles podem se transformar em vários animais, como o Luke- ele disse- outros podem se transformar  parcialmente ou completamente em apenas um animal. Aí teríamos, por exemplo o que os humanos chamariam de lobisomem- completou.

      —Lobisomens existem?- disse meio chocada. Dylan iria pirar. 

     —Sim, mas eles preferem o termo licantropo, lobisomem é meio ofensivo- completou Luke- temos também os mutantes, que têm alterações aparentes como chifres e caudas - completou- tipo o Joe- disse e acenou para um menino que voava com suas asas de anjo. Acenei, ele fez uma reverência no ar. Deixei um suspiro escapar e Luke riu.

        —Temos os cibernétics que podem construir qualquer coisa com aparelhos tecnológicos, ou são extremamente inteligentes, ou podem fazer os dois- disse o loiro retomando o assunto.

       —Ahh,então é por isso que as tecnologias daqui são tão diferentes- falei.

       —Eles que inventaram-concordou- também existem os telesquis que podem mover objetos com a mente -falou tocando em sua testa- temos os forçadores: são super fortes e os velocistas que são….

      —Super velozes?- disse e ele concordou.

      —E para fechar a classe um temos os camaleões, que possuem a habilidade de se camuflar, e os radius que possuem visão raio-X- completou.

      —Classe um?- indaguei. 

      —O número de cada classe serve para indicar a raridade do talento, na classe dois temos as pixies que podem coagir os seus sentimentos, ódio, raiva, tristeza, paixão….

      —Uma receita para o desastre- disse o interrompendo-no e concordou balançando a cabeça.

      -- Existem os miméticos, que basicamente podem se transformar em minerais ou metais- disse Luke - os verdes controlam as plantas e os oblivions possuem gritos tão altos que podem explodir sua cabeça- completou arregalando os olhos.

      —Que ótimo, você não é um desses é?-  disse seca mas negou.

     —Ainda na classe dois, há os cristais que são parecidos com os camaleões,mas podem ficar invisíveis e conseguem atravessar paredes  e por fim, os lançadores que são mestres em combate, fechando a classe dois- falou. 

      —Quanto maior a classe, mais perigosos os talentos?- eu disse acompanhando a linha de raciocínio.

      —Não necessariamente , tudo depende do treinamento e do controle- completou.

     --Entendi e a classe três?- completei o encarando.

     -- São dons um pouco mais incomuns, existem: os tempestuosos que controlam apenas tempestades,inclusive a Poppy é uma tempestuosa- falou virando-se para mim e arregalei as sobrancelhas para a garota que parecia tão inofensiva - há os animales que controlam todos os animais e inclusive os metamorfos, e  há os duplicadores  que podem clonar-se, acredite é bem assustador- disse olhando pros lados.

      —Você não é um desses é?- disse e ele negou, de novo.

      —E há os teletransportadores, o nome é  autoexplicativo mas alguns deles têm a habilidade de lançarem portais- completou movendo as mãos, igual a Leah, pensei-  as medusas que manipulam seus cabelos e te transformam em pedra e os obscuros que manipulam a luz e a escuridão- completou. 

       —Porque eu tenho a impressão que existem talentos ainda mais destrutivos?- disse pensando alto.

       —É porque existem- rebateu - na classe quatro há talentos raros: os murmuradores que  controlam sua mente, alguns precisam falar para fazê-lo por isso são chamados cantores, outros precisam encostar em você por isso são apelidados de skins e os mais perigosos só precisam de contato visual- completou engolindo em seco- odeio murmuradores- ele disse baixinho encarando duas garotas ruivas.

       —Eles não parecem amigáveis- eu disse as encarando.

       —É porque não são, na maioria das vezes é claro.Continuando, há os escudos que bom,projetam escudos protetores, além disso podem transferir-los para outros indivíduos. Eu sou um escudo antes que você pergunte- falou - um talento defensivo e bem legal, murmuradores não podem entrar na mente de escudos- completou com certo alívio.

        —Que legal, você acha que posso ser um...um escudo?- eu disse e ele me encarou.

        —Não sei, é meio difícil dizer mas quem sabe- ele disse me analisando com aqueles olhos azuis- enfim, não se preocupe com isso, geralmente nossos talentos são destravados por certos acontecimentos- completou.

         —Ah- disse meio sem emoção.

         —E os healers também ficam na classe quatro, são curandeiros, alguns precisam encostar em você e outros não. Além disso, se seus corações nunca forem arrancados vivem pra sempre, parando de envelhecer aos 21 anos- completou.

        —Imortalidade- eu disse baixinho.

        —Quase isso- concordou- Na classe cinco são os talentosas mais raros, eles são os peregrines que controlam o tempo, literalmente, podem fazer as horas voltarem ou adiantarem- completou e meu queixo caiu.

        —Cacete-  disse. 

        —Mas existem poucos, ou melhor, quase não existem peregrines, pois foram caçados ao longo dos anos em números assustadores, infelizmente nunca conheci nenhum- adicionou- existem os spikes que controlam a eletricidade, as banshee que são como médiuns que preveem o futuro,como:  a morte de pessoas, acontecimentos catastróficos e possuem gritos poderosos igual os dos oblivions- completou.

        --Mas as previsões delas estão sempre certas?- disse mordendo o lábio.

        --Não, elas podem ser impedidas e por último- falou em um suspiro- os magnetrons que controlam metais e os místicos  que podem se transformar em um clone de alguém, podendo usufruir de seus poderes -ele disse.

     —Tipo aquela garota dos X-men- falei empolgada.

     --X o quê?- ele disse franzindo o cenho.

     --Esquece- disse- ainda existem mais classes?-perguntei e balançou a cabeça, concordando.

    —Na classe seis há: os elementais que podem controlar um dos quatro elementos ou todos eles, os conjuradores que podem conjurar demônios e os feiticeiros que seriam o que vocês chamam de bruxos- completou - na classe sete há apenas dois: criadores que criam matérias, feitiços, objetos e os darks que basicamente conseguem te matar de formas variadas: controlam seu corpo, ou te induzem a dor, ou soltam gás venenoso, ou controlam seu sangue e por último, mas não menos importante, alguns conseguem afetar sua alma- ele disse e eu engoli em seco.

          —O Bjorn é o que?- perguntei curiosa.

         —Ele é um criador, há alguns deles aqui. 

          Nightblida por que ele não falou deles? 

         —Achei que tivessem mais categorias- eu disse obviamente mentindo.

         —Dizem que existia uma oitava categoria: os nightblidas  que seriam capazes de trazer os mortos de volta à vida, de matarem as pessoas apenas com o olhar e controlarem tudo aquilo que é matéria seja viva ou não, mas isso é apenas uma lenda, só fazem parte das histórias das crianças. São mitos- disse Luke chutando uma pedrinha.

          —Achei que por trás de todo mito existisse uma verdade- completei.   

         —Bom essa verdade foi extinta- ele disse .Tem certeza que ela é uma nightblida? A pergunta do homem lagarto ecoava na minha cabeça. 

         —Bom agora que você está sabendo de tudo, eu….

         Ele parou de falar assim que uma corneta tocou, ecoando por todo acampamento. 

        —Que foi?- falei encarando-no.

         —Tá na hora dos jogos- disse animado e me puxando pela mão até a área da fogueira. Onde todos se reuniam. Jogos? Como assim jogos?

 


Notas Finais


Taram, isso foi uma bíblia não foi um capítulo mas espero q tenham gostado! BEIJINHOS DE LUX


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...