História Ascension of Fersung - Capítulo 6


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Categorias Originais
Tags Fantasia, Medieval, Vingança, Yaoi
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Palavras 3.173
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Luta, Magia, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 6 - Ajuda de uma Cy-Shard


Fanfic / Fanfiction Ascension of Fersung - Capítulo 6 - Ajuda de uma Cy-Shard

3 dias de viagem nos revezando para controlar a carruagem, só tínhamos tempo para descansar apenas um pouco, mas precisávamos manter o ritmo, não sabíamos se os guardas de Phesep nos perseguiam ou não.

Porém finalmente, conforme subimos uma colina, conseguíamos ter uma visão do castelo de Hygan, e da imensa torre de magos.

Quando nos aproximávamos do portão, percebi, que algumas árvores do bosque possuíam rostos.

-Lady Nivermond...

-Por favor me chame de Brigit.

-Brigit, o que são essas árvores com rosto, eu e Sanrah nunca vimos nada parecido.

-Veja bem Rick, cada reino do império possui uma execução peculiar usada para demonstrar seu poder e força, Auhorn executa através da jaula de corvos, já Hygan envenena as pessoas com saliva de Valpiria.

Eu já tinha lido sobre tais criaturas, eram monstros com forma feminina cujo a mordida é venenosa, se tal veneno no for tratado, a vítima agoniza até se transforma em uma árvore morta, porém nunca pensei que tais árvores mantivessem o rosto humano, aliás nem sabia que dava para se envenenar uma pessoa dessa forma. Tais criaturas não são encontradas no império...

Assim que nos aproximamos da entrada do castelo, devíamos a carruagem para dentro do bosque e desprendemos os cavalos da mesma, aproveitamos também para ver se tinha mais algumas coisas debaixo dos assentos, não havia mais comida e nem era mais necessário, pois já tinhamos chegado ao nosso destino, porém encontramos mochilas de couro, uma para cada um, parece que Nivermond sabia que não conseguiria escapar, nem se deu ao trabalho de colocar uma extra.

Eu guardei minha capa e meu colar dentro dela por razões mais que óbvias.

Depois de nós organizar melhor, nos colocamos a caminhar para Hygan, sem nos importamos com a carruagem ou os cavalos.

Hygan tinha fama por seu dom para agricultura, um reino de muralhas altas e ruas orçadas com jardins, fontes e canteiros, adentramos a praça principal, pois é o melhor lugar para se procurar por alguém que não conhecemos. Sanrah se aproximou de um comerciante de cerâmicas. Ela fingia olhar as coisas muito interessada, o homem não lhe dava muita atenção, pois sua aparência não era das melhores, ainda mais depois de toda aquela confusão em Auhorn, minha irmã era a mais arrumada de todos nós.

-São peças muito bonitas -Sanrah comentou, olhando para uma vasilha pintada de azul, com detalhes em branco.

-São sim... -O comerciante disse um tanto desconfiado- Mas não sei se tem dinheiro para pagar tal peça -E mostrou-lhe uma simples vasilha de barro.

Sanrah deu de ombros.

-Por acaso o senhor... conhece uma moça chamada Ciela? -Ela pergunta tentando não demonstrar ansiedade.

-Depende, porque deseja saber? -Ele pergunta – Todos os mercadores de Hygan conhecem uma Ciela, porém...

-Eu desejo saber porque... -Sanrah o interrompe e olha para mim, Mac e Brigit que apenas a observávamos.

-Nós todos desejamos saber -Brigit puxa eu e Mac pelos braços, indo para mais perto do mercador- Viemos de Merender, e estamos a procura de Ciela, pois foi ela quem nos enviou uma mensagem, dizendo para vir para cá, trabalhar para ela, porém ela não nos deu um endereço, eu entrei em contato com ela conforme atravessávamos Auhorn, e a mesma disse que poderíamos conseguir o endereço...

-Basta -Disse ele- Se não vão comprar nada então, vão embora, não vou lhes dizer quem é Ciela a não ser que haja um bom preço envolvido.

-E que tal por este preço? -Brigit puxou um colar que estava escondido dentro do vestido, era de ouro, incrustado com um rubi- Esse colar vale muito mais do que tudo que há nessa barraca, e pode ser seu em troca da informação que eu, e este jovens procuramos.

O comerciante arregalou os olhos diante da pedra, que reluzia a luz do sol.

-Feito -Ele cambaleou em direção ao colar, tentando por as mãos sobre o mesmo, mas Brigit, o afastou.

-Primeiro a informação que desejamos, depois o colar.

Ele resmungou, mas logo se pôs a falar.

-Ciela Boren, é uma jovem de pelo menos 18 anos acho eu, ela é viúva pelo que dizem, mas ficou com toda a fortuna do marido, ela não é das terras imperiais, veio para cá depois de seu amado falecer e se estabeleceu no bairro de elite de Hygan, eu mesmo fiz algumas entregas de cerâmicas para ela, assim como muitos outros mercadores, dizem que ela realiza trocas de favores com os mesmos.

-Que tipo de favores? -Mac pergunta.

-Ninguém sabe direito para que elas as usa, mas ela sempre pergunta sobre o império e seus soberanos, sobre a elite imperial, não sei dizer, nunca recebi tal pedido.

-Onde podemos encontrá-la? -Brigit prossegue- Em que parte do bairro de elite?

-A mansão dela tem um porte médio, e possui um grande salgueiro plantado no jardim da frente.

-Se você diz -Brigit entregou o colar para o comerciante- Eu sei onde fica o bairro, já andei por Hygan quando era mais nova.

Seguimos Brigit em meio às ruas espaçosas e floridas de Hygan, até por fim adentrarmos um bosque que se mantinha dentro do reino, os casarões não eram distantes uns dos outros, e as ruas era pavimentadas de pedra clara.

A partir daí, era apenas preciso procurar a casa da suposta Ciela, eu ao menos espero que ela possa nos ajudar, não apenas Eu, como minha irmã, Mac e Brigit estávamos em estado lamentável, totalmente exaustos e com medo do que pode vir a acontecer se o Rei corvo nos encontrar.

Confesso que não foi tão difícil de encontrar o imenso Salgueiro que se encontrava florido graças a primavera, não havia outra casa com essa tipo de árvore, ou pelo menos não vimos nenhuma outra.

Nos aproximamos e batemos na porta.

Uma moça não muito jovem nem muito velha no atendeu e lhe dissemos quem procurávamos. Com isso fomos guiados pela casa cuja mobília era um pouco simples em comparação ao exterior, saindo no jardim da casa que era cercado por muros altos de pedra, e ornamentado com canteiros de flores e árvores.

Um pouco mais a frente no jardim havia um pequeno patio com bonecos de treinamento e alvos de arquearia, onde um grupo de rapazes e moças se encontravam praticando, o que nos deixou levemente surpresos, pois já dito as jovens imperiais não são treinadas para lutar.

- Um momento enquanto eu vou chama-lá – Disse nossa guia se afastando nós e entrando um uma casinha que havia no pátio.

Minutos depois a mesma criada saiu e solicitou para irmos lá.

Era uma biblioteca minúscula, com algumas prateleiras contendo livros de registro, nada de muito impressionante aqui dentro, a não ser pela própria Ciela, cujo a aparência que podia não impressionar a todos, a não ser eu, pois eu já a tinha visto antes.

Seus cabelos longos vermelhos como o fogo e olhos verdes esmeralda, um corpo esbelto... ela era a criada com quem eu me deparei no meu primeiro dia em Aurhorn, a mesma criada que me guiou aos Nivermond.

Ela estava de frente para nós, e ao lado dela havia um garoto de pelo menos 15 anos que nos fitava com uma cara séria e fechada.

Depois um longo silêncio que estava tomando o ambiente, ela por fim sorriu.

- Que bom que chegaram aqui, estava esperando por vocês, afinal os pássaros imperiais viajam mais rápido que um ser humano de carruagem -Comentou se aproximando- Pelo que posso ver chegaram inteiros, não tranquilamente, mas inteiros.

-Afinal quem seria você, e porque meu marido e Madre Ceryneia confia em ti?

-Pelo que eu posso ver você deve ser á senhora Nivermond e o rapaz com a mesma tonalidade de cabelos deve ser seu filho -ela deixou de olhar os Nivermond e voltou- se para mim e Sanrah- E estes dois devem ser os últimos Fersung, a garota eu não conheço, mas o rapaz... bem já nos vimos antes.

-O que ela está falando Rick? -Sanrah Perguntou.

- Essa é a criada que me ajudou a ir até Archibald, e depois desapareceu.

-Foi preciso -Ciela disse e começou a andar em círculos- Eu tinha que retornar a Hygan e fazer o que minha tia avó solicitou.

Você está falando de...

-Exato, Ceryneia -Ciela interrompeu minha irmã- Mas onde estão meus modos, permitam que eu me apresente, eu me chamo Ciela Cy-Shard, ou Ciela Boren, mas este último é um sobrenome falso.

- Para que isso?

-Ouça Sanrah, eu adoraria falar mais sobre isso, mas eu receio que vocês todos devem estar cansados da viagem e precisam acalmar os nervos, pois pela aparência de vocês a fuga de Auhorn não deve ter sido muito tranquila, conversaremos hoje a noite.

Eu até teria protestado, mas ela estava certa, há três dias que não dormíamos ou comíamos direito.

-Por favor, mostrem as eles seus aposentos -Ciela disse com um sorriso simpático.

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Acordei com o barulho de água, me levantei e olhei em volta do quarto, alguns criados estavam enchendo uma banheira com água quente.

-Um presente de Ciela -Uma delas disse ao notar que eu estava acordado, e eu assentiu com a cabeça e agradeci - Ah, a propósito tem roupas para você na cômoda.

Depois de tomar o banho, vesti as roupas da cômoda que não eram muito extravagantes uma camisa azul e uma calça de couro preta, junto de botas feitas do mesmo material que a calça.

Eu saí no corredor e fui abordado pelo mesmo garoto que estava na biblioteca com Ciela.

-La está a espera de você para o jantar – Disse ele mantendo a pose séria- Seus amigos e sua irmã já estão lá com ela.

Me pergunto como alguém como ela pode ter um jeito tão sério, algo que não condiz com sua aparência.

Ele era um pouco mais baixo que eu, cabelos longos e negros como a noite, seus olhos eram em tom de azul celeste, seu porte físico era semelhante ao meu.

- Então... Não vamos deixá-la esperando – Disse em resposta.

Fez sinal para que eu o seguisse e assim o fiz.

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Nunca comi tanto na minha vida, parece que Ciela estava esperando por nós, fez até mesmo um banquete, e de certa forma, seria melhor aproveitarmos o máximo que pudermos, pois nem sempre vamos poder parar para descansar ou mesmo comer, mas claro que não estamos aqui para perder tempo.

-Pois bem senhorita Ciela, poderia começar a contar sua história, ou melhor nos contar tudo o que sabe? -Ousei perguntar, e logo depois me pus em silêncio e comecei a beber meu vinho.

-Claro que sim Rick, afinal, todos vocês querem um esclarecimento, uma resposta para tudo isso.

Ela respirou fundo, terminando de beber seu vinho, olhou para todos nós e por fim começou a contar:

“Ouçam com atenção meus caros, pois para esclarecer tudo, precisarei primeiro falar da onde eu venho, não sou imperial, sou uma Ipsum, vocês já devem ter ouvido falar nesse nome, nesse povo em algum livro da história do império de Alarch ou como você comumente chamam de império do cisne.

Há muito tempo, nosso povo lutou contra a dominação imperial, com o propósito de proteger nosso legado, nossos segredos e técnicas de engenharia, alquimia e arquitetura, da mesma forma que muitos outros povos de onde eu venho também lutaram contra a dominação, sejam eles Cervnos ou bruxos do açoite, todos nós lutamos contra aquela bando de nobres arrogantes e egoístas, tendo vitória no final.

O império perdeu a guerra nos deixando em paz, mas o pensamento de que um dia a dinastia imperial poderia voltar á buscar a dominação de outros povos não saiu da mente dos Ipsum, precisávamos de uma meio para impedir que tal ideia viesse a tona.

E partir desta ideia que veio o famoso Rouxinol imperial, ou deveria dizer rouxinóis imperiais, pois não existe apenas um ou uma assassina neste meio, mas sim vários.

O império está cheio do que eu gosto de chamar de esconderijos Ipsum, este é um deles, e é através deles que agimos contra o império que uma vez ousou tentar nos dominar, matando seus nobres ou até mesmo queimando suas casas, por mais brutal que seja é uma forma de distrai-los de seu real propósito, causando caos e confusão, porém não estamos aqui para falar disso.

Agora que já sabem minhas origens, vamos falar de Tia Ceryneia, minha querida tia avó quando era jovem deixou nosso clã para se dedicar a religião humana, ela saiu para as terras imperiais onde passou a se dedicar como madre, mas isso todos já sabem.

O que você não sabem é que ela possuía grande afeto pela família Fersung, tanto que foi ela que ficou responsável por realizar o ritual de nascimento tanto de você quanto o de Sanrah.

Quando ela ficou sabendo da chacina que houve com os Fersung e também viu que ambos os filhos de Eleanora e David Fersung estavam vivos, procurou pedir ajuda aos meus pais que na época já estavam no comando do clã.

Eu ainda era muito pequena e não sabia nem sequer como lutar, então quem começou com a investigação sobre tal assunto foi meu irmão, isso continuou até dois anos atrás quando ele se viu obrigado e se afastar deste trabalho por motivos tanto familiares quanto de saúde, então foi a minha vez de assumir o papel nisso tudo. Eu recebi tudo o precisava saber e continuei a partir daí.”

Algumas coisas já se encontravam mais explicadas, porém algumas ainda precisam de resposta.

-E o que descobriram? – Eu perguntei.

-Bem... Ivan por favor traga o papel – O mesmo rapaz que me guiou até a sala de jantar tirou um papel do bolso e entregou a Ciela , ela desdobrou e colocou na mesa- Parece que não é apenas Phesep o responsável pela queda de sua família, há muitos outros nomes, de homens e por incrível que pareça , mulheres, seria quase como uma conspiração contra a sua família.

Uma parte dos nomes eu conhecia, pois todos eram pertencentes a pessoas da elite, não necessariamente da alta, mas ainda assim eram pessoas de poder.

-Mas por que? -Sanrah perguntou- Por que faria tal conspiração e se a fizeram, Então por que ainda assim Phesep desejaria nossa morte?

-A boa notícia é que já descobrimos o coração da conspiração, só faltava Phesep para adicionar na lista, se tudo estiver certo, ele é quem incentivou o assassinato dos Fersung, a má notícia é que o motivo para tal ato foi bem ocultado, a não ser por uma prova -Ciela fez uma longa pausa para reorganizar os pensamentos- Na época os Fersung tinham uma boa relação com a família imperial devido a proclamação de paz e a libertação do Oeste imperial, isso é apenas uma teoria, pois a posição avantajada que sua família tinha para com a soberania imperial.

- Isso justifica muita coisa -Brigit tomou a palavra- Mas ainda não justifica o que os historiadores gostam de chamar como “A chacina do Fer”, eu conheço Phesep há muito tempo, ele não é um homem bom como todos acham, mas ele jamais arriscaria tudo o que possui assassinando uma casa nobre inteira, sem falar no desejo de matar o que restou dessa casa.

A partir daí ficamos em silêncio pensando em inúmeras possibilidades para tal conspiração contra nossa família.

-Espera um momento... -Mac disse é logo depois tomou um gole do vinho- Se os Fersung tinham boa relação com a família imperial, então por que não ir até Barialuz falar com ele pessoalmente, e contar a ele tudo que sucede?

-Pudera isso ser tão simples meu filho, mas duvido muito que ele vá reconhecer que Rick e Sanrah sejam Fersungs.

Não duvidava de tal reconhecimento, uma vez que eu possuía uma corrente com o brasão de minha família e Sanrah um broche com a mesma imagem, Estava prestes a dizer isto quando Ciela prosseguiu com sua fala.

- Não é apenas uma questão de aparecer lá e sim o fato de que enquanto vocês viajavam, Phesep provavelmente deve ter enviado cartas a todos os seus aliados, avisando que vocês estavam vivos, mesmo que estes ainda não tenham recebido mensagem alguma , vão receber e quando receberem partirão a procura de qualquer rapaz ou moça de cabelos castanhos e olhos verdes até encontrarem vocês, eles não vão descansar enquanto não encontrarem os dois irmãos e os Nivermond que acabam de se tornar testemunhas do crime hediondo.

Como nos encontrariam isso já era algo que não havia muita justificativa, pois ninguém da lista de conspiradores e seus guardas da saberiam como recriar rostos que nem sequer viram direito, a menos que fizessem uso de magia, mas isto era algo mais exclusivo do Sul e não do Norte, uma vez que a maior parte dos nomes da lista pertenciam as terras do Norte imperial.

-Outro problema que deve ser avaliado – Disse Ciela- Mesmo que o imperador reconhecesse sua origem nobre, não mudaria o fato de que estes conspiradores possuem meios eficientes para se livrar de vocês, especialmente Phesep, com ou sem a proteção do imperador.

-E o que faremos agora? -Sanrah perguntou preocupada- O exército de Auhorn era a única forma de Rick ascender pois tinha a ajuda de Lord Nivermond, e agora nem sabemos se vivo está.

-Possivelmente está vivo -Brigit tranquilizou-a -Phesep provavelmente irá usa-lo como isca, ou tentará descobrir através dele para onde fugimos.

- Mas nós temos uma chance de matar Phesep, não temos? -Perguntei de forma esperançosa- Afinal temos a ajuda de Ciela e dos seus assassinos creio eu.

- Por mais que eu quisesse ajudar, matar Phesep não é suficiente, pois ainda existem muitos nomes responsáveis pela conspiração, matar Phesep causa impacto, mas logo depois não fará diferença alguma, eu vou tentar ajudar no que posso, mas não sei se posso ir além, pois não depende de mim e sim de meus pais.

-Então teríamos de ir até eles para pedir ajuda, mas isso significaria fugir das terras imperiais – Disse coçando o queixo de modo pensativo.

- Não é uma má ideia, porém não podemos deixar Hygan, não enquanto você, Mac e Sanrah forem treinados devidamente -Ciela pronunciou isso com um sorriso- Brigit não necessita de treinamento, pois eu tenho certeza de que ela já sabe o que eu vou ensinar, no fim das contas o homem que treinou ela era um Ipsum disfarçado, fiquei sabendo há algumas semanas atrás enquanto procurava saber um pouco mais sobre a história dos Nivermond e fim de me certificar de que não são aliados da conspiração.

Brigit se impressionou com aquilo, mas logo depois voltou a expressão preocupada.

- Que tipo de treinamento, já sabemos lutar -Mac comentou- Aliás matamos diversos homens de Auhorn.

-Nos vou vos ensinar a lutar, mas sim a como sobreviver, a como se misturar a multidão, a como mentir e matar com mais destreza, o treinamento irá durar apenas uma semana, pois é o tempo que preciso para fazer os preparativos para fugir do império e claro, saber dos movimentos de seus inimigos, o treinamento começa a partir de amanhã.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Adoraria saber suas opiniões.


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