História Ashes of Secrets - Capítulo 58


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Categorias Eldarya
Personagens Ezarel, Jamon, Keroshane, Leiftan, Mery, Miiko, Nevra, Personagens Originais, Valkyon
Tags Eldarya, Nevra
Visualizações 82
Palavras 1.615
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


TO VIVA E A FAFIC TBM!!DKJHASD
SORRY A DEMORA GALERA, mesmo com esse tempao q tive pra escrever só deu pra fazer uns 3 caps pq to com falta de inspiracao e ideias pra escrever, como disse antes, falta ideias pra encrementacao na fanfic, mas vou postar os caps pra vcs, nao garanto q vou postar toda semana, mas pelo menos um por mes vou kkkkkk (pvfr nao me matem)
boa leitura gent

Capítulo 58 - Nada pessoal


Fanfic / Fanfiction Ashes of Secrets - Capítulo 58 - Nada pessoal

~*~

Nevra

Procurávamos ela por todo o castelo, procurando por qualquer vestígio da magia do Mascarado ou sinal de onde estiveram, mas tudo era em vão, não achávamos nada que fosse útil.

Uma aflição me preencheu ao pensar no que aquele desgraçado poderia fazer com ela, e pensar que poderíamos ter evitado que ela desaparecesse, se não tivéssemos criado aquela barreira para prende-la.

No momento, estávamos em um tipo de sala de reuniões com os líderes e os reis, Elenor disse que era um tipo de segurança, onde cristais gravavam o que acontecia e deixavam guardado para casos de emergência.

-Esse aqui é o do quarto dela. –Falou a elfa que estava operando aquela mesa, e então recriou a cena como se fosse uma maquete. –Quando quiser minha Rainha. –Elenor assentiu e ela configurou um pouco mais antes de começar a nos mostrar o que estava acontecendo. Depois de Raven falar com Ezarel e comer, ela ficou andando pelo quarto e chamando pelo nome “Ashkore”. Pouco tempo depois o mascarado surgiu.

-Pensou sobre minha proposta? –Disse ele.

-Vou com você. –Ela falou mantendo a voz e a postura firme, todos ficamos sem entender e confusos. –Não vou arriscar machucar mais alguém por não controlar meus poderes.

-É um bom ponto de motivação. –Ele falou com humor e logo encarou a porta. –Seus amigos estão chegando.

-Como?

-Quando entrei aqui, a barreira que está te mantendo aqui ativou um tipo de alarme na rainha. –Nesse momento abrimos as portas e estávamos tentando atravessar a barreira.

-Tire logo a barreira! –Falou Ezarel.

-Não é tão simples! –Falou Elenor.

-Raven! –Chamei por ela e ela me encarou.

-Não temos muito tempo, virá comigo ou não? –Ela o encarou.

-Quanto tempo levará para me treinar?

-Não sei te responder, mas duvido muito que leve pouco tempo. Mas estará forte o bastante quando estiver pronta. –Ela deu um sorriso triste na nossa direção.

-Vamos logo. –Ela falou e ele começou a emanar aquela nevoa vermelha.

-Consegui! –Falou Elenor desfazendo a barreira, logo depois de se desfazer comecei a correr até ela, ela movimentou os lábios dizendo “Amo você” antes de uma nevoa vermelha envolver os dois e eu tentar tirar ela de lá inutilmente. E então a projeção acabou e aquela elfa ficou esperando por ordens.

-Obrigada Creta. –Falou Amon e ela fez uma reverencia breve antes de sair. A sala ficou em completo silencio de choque.

-Ela estava com medo. –Nós nos viramos para a porta ao escutar a voz de Cherry.

-Querida, deve descansar. –Falou Elenor.

-Já tive momentos piores. –Falou com humor. –Ela estava com medo de machucar alguém inocente. Por mais que ela seja uma assassina, nunca gostou de fazer o serviço, e o que ainda mantinha a sanidade dela, por ironia, era o barulho dos corpos atingindo o chão. –Ela suspirou e escorou no batente da porta. –Não sei o que tem contra esse cara, o Ashkore. Mas ele não parecia querer fazer mal para ela.

-Como pode ter certeza? –Questionou Miiko.

-Simples, se ele quisesse fazer mal, já teria matado ela, e digo o mesmo para vocês. Raven é esperta, não subestimem ela jamais. –Ela falou antes de nos dar as costas e sair caminhando calmamente.

~*~

Cherry

Quando sai da enfermaria, comecei a procurar pelos amigos da Raven, mas infelizmente eu não conhecia o castelo e os corredores com várias portas acabavam por me levar a lugar nenhum. Mas quando escutei a voz de minha amiga, comecei a caminha na direção dela, passando pelos corredores altos com paredes amareladas com detalhes em prata.

A voz dela vinha de traz de uma porta branca, era diferente das outras, ela tinha adornos em um azul gelo, quando a abri devagar, estavam todos olhando um tipo de holograma dela, era como se tivessem câmeras de segurança, mas a tecnologia deles era a base de magia pelo que entendi.

Assim que a projeção acabou, todos ficaram em silencio, sabia que ela estava estranha, que estava incomodada e eu deveria saber que ainda era a mesma mula teimosa.

-Obrigada Creta. –Falou o rei me tirando dos pensamentos, e quando a elfa estava vindo em minha direção eu apenas me afaste um pouco da porta, ela nem sequer tinha me notado quando saiu e continuou a andar na direção oposta à mim no corredor. Abri devagar aquela porta e encarei a imagem da Raven antes dela desaparecer, a tristeza no rosto dela... Não, não era tristeza.

Era medo.

-Ela estava com medo. –Todos me olharam, notando minha presença ali, por algum motivo, aquela sala me lembrava da sala de planos em alguma serie de ficção policial, mas com uma tecnologia completamente diferente.

-Querida, deve descansar. –Falou a rainha.

-Já tive momentos piores. –Falei com humor antes de voltar ao meu foco. –Ela estava com medo de machucar alguém inocente. Por mais que ela seja uma assassina, nunca gostou de fazer o serviço, e o que ainda mantinha a sanidade dela, por ironia, era o barulho dos corpos atingindo o chão. –Suspirei me encostando no batente, Raven nunca gostou do que fazia, jamais, detestava saber que nem todos eram culpados por algo, e que ela estaria tirando alguém amado de outra pessoa, assim como fizeram a Elie e à mim. –Não sei o que tem contra esse cara, o Ashkore. Mas ele não parecia querer fazer mal para ela.

-Como pode ter certeza? –Questionou Miiko.

-Simples, se ele quisesse fazer mal, já teria matado ela, e digo o mesmo para vocês. Raven é esperta, não subestimem ela jamais. –Realmente, Raven era muito esperta, corajosa e audaciosa, mas por algum motivo, não senti aquela audácia e coragem, pareciam ter diminuído dentro dela. Quando voltei a mim mesma em poucos segundos, dei as costas para a sala e continuei a caminhar e ignorar a dor no abdômen.

Sem a intenção de passar por ali perto, acabei passando pela porta que dava para o salão, ela estava entreaberta, e quando olhei por ela, o sangue ainda estava respingado na neve ao lado de fora e nos vidros, imaginei a Raven onde ela estava, e o que teriam virado aquelas pessoas, não teriam sido reduzidos a ossos quebrados, não. Nem perto disso.

De repente, escutei que parecia ser um choro, um murmúrio estranho, e novamente comecei a seguir o som, indo para fora do castelo, quando encarei ao redor, vi um tipo de celeiro de madeira clara, e caminhei em sua direção.

Assim que cheguei, o murmúrio vinha de uma das divisões aos fundos, conforme ia caminhando, percebi os vários fenos espalhados ao chão, e senti um leve cheiro de peixe, o lugar tinha poucas luzes, mas era algum tipo de magia que o mantinha quente e aconchegante. Quando por fim cheguei onde estava vindo o som, vi o que jamais pensei em ver.

Um dragão.

Tinha somente lido em contos de fada sobre eles, mas ver um era extasiante e eufórico ao mesmo tempo, o couro dele era grosso e possuía algumas escamas azul petróleo e pretas, ainda não sabia dizer se as manchas verde água eram pintadas ou se eram dele.

Saí de meu transe quando ele murmurou de novo e parecia que estava berrando em meus ouvidos, mais tarde questionaria alguém sobre minha audição ter ficado absurda, mas agora meu foco era tentar entender o que esse dragão tinha.

-Dragões tem ligações muito fortes com seus donos. –Me virei para encarar de quem era a voz, ao ver ele imediatamente me lembrei dele me estendendo a mão e me puxando do vazio de onde estava, de me trazer de volta a vida, era Fenris.

-O dono era algum dos que morreram? –Perguntei acariciando o animal.

-Era Raven. –Por algum motivo não me surpreendi com isso. –Provavelmente ele sentiu quando ela sumiu e já sente a falta dela. Mas logo vai passar, talvez ele pense que ela deu uma saída e logo volte.

-Igual a um cão quando é deixado em casa. –Falei comparando e me levantei, mas o gesto fez me abdômen doer e senti ele ficar quente. Quando encarei Fenris seu rosto estava sério e encarando minha barriga.

-Isso já deveria ter cicatrizado... –Ele falou se aproximando como um predador.

-Eu estou bem, é só uma dor passageira. –Como se minha boca fosse amaldiçoada, aquela dor piorou, me forçando a contrair os músculos e levar as mãos até ali, só para depois retira-las e vê-las manchadas de sangue.

Antes de ter qualquer reação Fenris havia me sentado no chão e já levantava minha blusa, mas quando eu iria xinga-lo ele permaneceu com o rosto sério, e percebi uma pontada de raiva ali.

Ele começou a retirar minha faixa com cuidado, e quando retirou estava pegajoso por conta do sangue, pude ver ele contrair o maxilar ao ver meu machucado, e quando segui seu olhar, minha ferida estava sangrando, o que já era obvio, mas minha pele estava com manchas negras, como se fossem minhas veias.

-O que é isso? –Perguntei com receio da resposta.

-Salem possui magia negra em si, provavelmente mesclou com seus poderes e te envenenou, por isso não está se curando. –Ele pegou uma faca de sua bota e fez um corte no braço e bebeu um pouco do sangue, logo ele pressionou a mão onde estava meu ferimento, o toque pareceu ser várias agulhas sendo fincadas. –Nada pessoal. –Ele falou antes de morder meu pulso, as presas dele sendo cravadas ali era angustiante e dolorosa, mas logo depois de largar meu pulso, ele encostou os lábios nos meus, pude ver aquelas marcas azuladas em seu rosto começarem a brilhar. Um peso enorme caiu sobre meus olhos e a fadiga sobre meu corpo, em poucos segundos desacordei.


Notas Finais


OBRIGADA POR LEREM!! VEJO VCS NO PROXIMO CAP
KISSUS DOS FORNO .3.


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