História Ask Me Whatever You Want - Camren G!P - Capítulo 15


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony, Peça-me o que quiser
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camila, Camren G!p, Fifth Hamorny, Lauren G!p, Romance
Visualizações 1.745
Palavras 2.072
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, LGBT, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Como muitos pediram voltei... Eu venho tanto aqui que não dá nem tempo vocês sentirem minha falta. Isso está errado...
Aproveitem e se liguem no +18....

Capítulo 15 - Pequena, você não faz ideia do quanto eu te desejo.


Fanfic / Fanfiction Ask Me Whatever You Want - Camren G!P - Capítulo 15 - Pequena, você não faz ideia do quanto eu te desejo.

Quando tudo acaba, Amanda, Lauren e eu nos dirigimos  até a limusine que nos  espera e, sem  dar tempo a Lauren para me humilhar mais, me sento logo ao lado do motorista.

Eu  as  ouço falar. Inclusive escuto Amanda cochichando e rindo como uma galinha. Ouço o que falam e fico morrendo de raiva. Não gostaria de me sentir assim. Só de olhar para Amanda já dá para saber o que ela procura. Cadela! Imagino que vão fechar os ambientes da limusine, mas desta vez Lauren não dá essa ordem. Quer que eu fique a par de toda a conversa. Fala em alemão. Me provoca.

Ao chegar ao hotel, a limusine para. Abro minha porta, desço. Desejo com todas as minhas forças perder de vista Lauren e essa imbecil, mas espero educadamente que minha chefe e sua acompanhante desçam do carro.  Depois me despeço do motorist com dois beijinhos na bochecha e vou embora.

Quase corro até o elevador e, quando as portas se fecham, suspiro aliviada. Enfim, sozinha! dia foi horrível e quero desaparecer. Quando chego à suíte, jogo a pasta no lindo sofá. Ligo o som. Solto o cabelo, tiro o blazer e ponho a blusa para fora da saia. Preciso de um banho.

Então ouço batidas na porta. Minha mente me diz que é ela. Olho ao redor. Não tenho escapatória, a menos que me jogue do topo do prédio e morra espatifada em  pleno asfalto.  Que desgosto para o meu pobre pai! Nem pensar! Decido ignorar as batidas. Não quero abrir, mas a pessoa do outro lado insiste. Cansada, finalmente abro a porta e qual não é minha surpresa quando vejo Amanda na minha frente. Me olha de cima a baixo.

- Posso entrar? — pergunta em alemão.

- Claro, senhorita Fisher — respondo também em seu idioma. A mulher entra. Fecho a porta e me viro.

- Você vai ficar por aqui no fim de semana, como fez em Barcelona? — pergunta, antes que eu possa dizer qualquer coisa.

Faço o que Lauren costuma fazer. Contraio a expressão do meu rosto. Penso... penso e penso e por fim respondo:

- Vou.

Minha resposta a deixa irritada. Passa as mãos pelo cabelo e depois as coloca na cintura.

- Se sua intenção é ficar com ela, pode esquecer. Ela vai estar comigo. - Enrugo a testa, como se ela falasse chinês e eu não entendessa nada.

- Do que está falando, senhorita Fisher?

- Você e eu sabemos muito bem do que estou falando. Não se faça de desentendida. Vai me dizer que você não é uma espanhola sem um tostão furado que vê em Lauren uma oportunidade?

Fico boquiaberta pelo que ela acaba de dizer. Pisco os olhos e deixo cair a máscara que carrego dentro de mim.

- Olha, querida, você está se confundindo comigo. E, se você continua por essa caminho, vai ter problemas, porque eu não sou de ficar de bico calado,  não. Portanto, cuidado com  o que diz, senão vai ter que passar por cima de uma espanhola sem um tostão furado.

Amanda se afasta um passo de mim. Deve ter levado a sério minha advertência.

- Acho que o mais inteligente da sua parte seria se afastar dela — acrescenta. — Eu própria vou me encarregar de tudo o que Lauren precisar. Eu o conheço muito bem e sei como satisfazer suas vontades.

Aperto os punhos. Tão forte que acabo cravando as unhas nelas. Mas estou consciente de que não posso agir como gostaria. Então conto até vinte, porque até dez não é suficiente, ando até a porta e a abro.

- Amanda — digo, com toda a gentileza de que sou capaz —, saia já do meu quarto porque, se continuar aqui, algo terrível vai acontecer. E espero que as senhoras se satisfaçam muito bem.

Quando ela vai embora, bato com a porta enquanto solto os maiores palavrões. Tiro os sapatos e os atiro com fúria no sofá. Que ódio! Minha indignação me enlouquece. Lauren estava me usando para colocar ciúmes naquela boneca inflável. Xingo tudo e todos e dou um chute na poltrona chique.  Como  fui  tão imbecil? Sem querer pensar em mais nada, tiro meu notebook da pasta, até que meu celular apita. Recebo uma mensagem.

CHEFE VADIA: Venha ao meu quarto.

Ler isso me deixa ainda mais irritada. Sempre me considerei uma bonequinha em seus braços, mas neste momento me dou conta de que sou uma boneca idiota.

EU: Vai à merda.

Ao fim de alguns segundos, ouço o barulho de uma porta se abrindo e, bem na minha frente, aparece Lauren, com cara de chateada e a chave na mão. Sem dizer nada, aproxima-se de onde estou sentada, me pega pelo braço, me levanta e me beija. Me beija de forma tão profunda, que sinto sua língua na entrada da minha garganta. Tento não corresponder. Me nego. Mas meu corpo me trai. Meu corpo a deseja. É incontrolável. Com urgência leva suas mãos ao botão traseiro da minha saia, e nos chocamos contra a parede. Sem salto alto eu sou muito pequena a seu lado. Sempre gostei disso, assim como ela gosta de sentir sua superioridade. Com sua perna ela separa as minhas, enquanto uma de suas mãos chega em baixo da minha blusa e desliza pelo meu ventre. Fecho os olhos e me deixo levar. Deixo que ela continue. Sem tirar minha saia, sua mão continua o caminho até que se enfia por dentro da minha calcinha e me toca até chegar ao clitóris. Me estimula. Me excita.

Com seus dedos, sua experiência e minha lubrificação, ela me massageia e me inflama.  Meu clitóris se incha e eu solto um gemido. Respiro ofegante. Enlouqueço e me esfrego contra ela ao sentir aquela invasão. Me deixa louca e, instantes depois, ela desabotoa a própria calça, tira a mão do meu sexo e me puxa até me levar ao centro do quarto. Fixa seus olhos em mim e murmura enquanto aproxima seus lábios dos meus:

- Pequena, você não faz ideia do quanto eu te desejo.

Abaixa o zíper da minha saia, e ela cai no chão. Agacha-se, encosta o nariz na minha calcinha e aspira. Dá uma leve mordidinha no meu púbis e eu respiro ofegante. Suas mãos possessivas me tocam e me acariciam. Sobem por minhas pernas e seguram a borda da minha calcinha. Ela a retira. Estou nua outra vez da cintura para baixo na frente dela e não falo nada. Não ofereço a menor resistência. Me deixo levar enquanto ela me estimula, me possui e me enlouquece.

Levanta-se. Me empurra até o encosto do sofá, me vira de bruços e me faz recostar ali. Meus braços e minha cabeça caem, enquanto meu traseiro continua totalmente exposto a ela. Por alguns segundos eu curto as mordiscadas que ela dá na minha bunda e sinto suas mãos invasoras sobre mim. Abre minhas pernas, enquanto com uma das mãos aprisiona minha  barriga  sobre  o encosto do sofá para que eu não me mexa. Com a outra mão pega seu pênis ereto e passeia desde minha vagina quente até meu ânus e vice-versa. Brinca entre minhas pernas, encharcando-me ainda mais.

- Vou te foder, Camz. Hoje você está me deixando louca e eu vou te foder do jeito que fiquei o dia inteiro imaginando.

Ouvir isso me sufoca. Aguça todos os meus sentidos e eu adoro isso.

Percebo que curvo meu traseiro disposta a recebê-la. Me sinto como uma cadela no cio em busca de alívio. Lauren deixa seu corpo cair sobre o meu. Morde meu ombro, depois minhas costas, e eu me contorço. Estou encharcada, pronta e molhada. Meu corpo implora. Lauren me penetra de uma vez só e exige:

- Preciso te ouvir gemendo. Agora!

Sem conseguir evitar, um gemido ruidoso sai da minha boca. Sua ordem me deixa mais excitada. Suas mãos exigentes me agarram pela cintura e me apertam contra ela até que estou completamente possuída. Grito. Me contorço. Vou explodir. Sai de mim uns centímetros, mas entra de novo várias vezes, me preenchendo com uma série de movimentos rápidos e fortes que me fazem gritar. Sinto seus testículos encostando na minha vagina a cada movimento e, quando seu dedo toca meu clitóris e o pressiona, eu grito de novo. Grito de prazer.

A cada estocada sinto que ela me rasga. Isso me excita e eu me abro ainda mais para que continue me rasgando e me faça totalmente sua. Fazemos sem preservativo, e sentir o contato suave e rugoso de sua pele estimula minha excitação. A dureza de suas palavras e sua vontade de me comer me enlouquecem de uma forma selvagem.

Minha vagina se contrai a cada investida e sinto como ela a absorve, a atrai, a deixa completamente rendida. Escuto sua respiração agitada em minha orelha e os ruídos calientes de nossos corpos se chocando, uma vez, outra vez... uma vez, outra vez. São viciantes.

Calor.

Estou morrendo de calor.

Uma quentura me sobe pelos pés e invade meu corpo todo. Quando  chega  à  minha cabeça, explode e eu explodo junto. Grito. Me contorço e sinto convulsões, ao mesmo tempo que percebo fluidos escorrendo pelas minhas pernas. Tento me soltar. Mas Lauren não deixa. Continua me penetrando enquanto meu orgasmo devastador nos enlouquece.

Meu corpo, esgotado de tanto prazer, se contorce e, após uma investida potente que me encaixa ainda mais no encosto da poltrona, Lauren sai de dentro de mim, apoia a cabeça em minhas costas e, depois de um grunhido forte e viril, sinto algo escorrendo em  meu  traseiro. Ela goza em cima de mim.

Por alguns segundos, permanecemos nessa posição. Ela em cima de mim. Nas minhas costas. Nossos corações acelarados precisam voltar a seu ritmo normal antes que possamos  dizer qualquer coisa, enquanto no som do quarto está tocando Garota de Ipanema.

Quando Lauren se ergue e me solta, eu faço o mesmo.

Vestida só de blusa, eu olho para ela, e ela sorri satisfeita enquanto abotoa a calça. Acabamos de fazer um sexo selvagem, e ela gosta disso. Eu sei. Meu sangue ferve. Estou indignada. Sem conseguir me conter, minha mão me escapa e eu acabo lhe dando uma  bofetada ruidosa.

- Sai daqui — exijo. — É o meu quarto. Não fala nada. Apenas me encara.

Seus olhos, que há poucos minutos sorriam, agora estão frios. Icewoman voltou e em sua pior versão. Incapaz de permanecer calada diante dela, depois do que acabo de fazer, grito:

- Quem você pensa que é para entrar no meu quarto?

Não responde e eu grito de novo:

- Quem você pensa que é para me tratar dessa jeito? Acho... acho que você se enganou comigo. Não sou sua puta...

- O quê?!

- O que você ouviu, Lauren — insisto, enquanto vejo o desconcerto em seus olhos. — Eu  não sou sua puta para que você entre aqui e me coma sempre que te dá vontade. Para isso você tem a Amanda. A maravilhosa senhorita Fisher, que está disposta a continuar fazendo tudo o que você quiser. Acho até que você já estava planejando uma orgia entre nós três sem me consultar? Nunca mais encoste um dedo em mim, ou eu vou direto para a mídia te denunciar por abuso sexual e dizer que você ameaçava tirar meu emprego. Imagina só o Imperio dos Jauregui ruir, por que a dona é uma promíscua que abusa das secretárias.

Não responde. Apenas me encara, e vejo raiva, fogo e desconcerto em seu olhar. Sua respiração é ritmada e profunda. Quero que ela vá embora. Quero que suma do meu quarto, antes que a víbora que há dentro de mim acabe ressurgindo e dizendo coisas piores. Mas Lauren não se move. Tudo o que faz é me olhar, até que me dá as costas e sai. Quando a porta se fecha, levo minha mão à boca e, sem querer, começo a chorar.

Dez minutos depois, tomo um banho. Preciso tirar o cheiro que está na minha pele.

E, quando saio do chuveiro, algo está bem claro para mim. Preciso ir embora daqui. Abro o notebook e reservo uma passagem de volta para Madri. Às onze da noite estou sentada dentro de um avião enquanto repasso mentalmente o bilhete que deixei em cima da cama e que tenho certeza de que Lauren lerá.

Senhora Jauregui:

Voltarei no domingo à noite para continuar nosso trabalho. Se a senhora resolver me demitir, por favor me avise para me poupar a viagem.

Atenciosamente, Camila Cabello.


Notas Finais


E agora xente???


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