História Ask Me Whatever You Want - Camren G!P - Capítulo 81


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony, Peça-me o que quiser
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camila, Camren G!p, Fifth Hamorny, Lauren G!p, Romance
Visualizações 1.026
Palavras 1.355
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, LGBT, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Nouss, tive que voltar antes do esperado... Nunca recebi tanto comentário quanto nesse último capítulo. Vocês estavam mesmo desesperados, mas vamos seguindo em frente.

Continuem deixando seus pedidos 😊😊😊

Capítulo 81 - Ela... Prometeu que não ia deixar a gente.


Fanfic / Fanfiction Ask Me Whatever You Want - Camren G!P - Capítulo 81 - Ela... Prometeu que não ia deixar a gente.

Estaciono em frente aquele familiar prédio.

— Por quê você demorou tanto? – Uma voz feminina perguntou, já me puxando pela mão para dentro do apartamento, fechando a porta atrás.

Sem hesitar, ela me empurra contra a parede de cor lavanda, suas mãos empurrando minha jaqueta em direção ao chão, enquanto sua boca fora ao meu encontro. Os lábios dançaram juntos, em um ritmo familiar, movendo-se suavemente uma contra a outro, línguas e dentes batalhando por dominância.

— Senti sua falta –  gemeu, aprofundando seus lábios aos meus.

— Eu também senti sua falta, Sra.Jauregui – ela disse, removendo minha camisa regata das calças.

Nos afasto para longe da parede e nos jogo no sofá. Caímos sobre o sofá macio enquanto ela terminava de desabotoar a minha camisa branca dele. Encontro o zíper do vestido que ela usava, o abaixando, empurro o vestido para baixo dos braços e quadris dela, até que encontrou pura renda branca e transparente cobrindo a pele macia dela.

— Caramba, um dia desses você ainda vai acabar me matado assim – Solto um gemido descontrolado, seus olhos se movendo pela pele bronzeada da latina, os seus seios perfeitos contrastavam contra a renda. Ela estava incrível, em seu conjunto de calcinha e sutiã, juntamente com a cinta-liga e a meia calça de seda.

Beijo a pele de seu pescoço, e então sua clavícula, sugando a pele na base de seu pescoço, até que ficasse roxa.

— Você vai pagar por isso - ela prometeu com um gemido.

— Ah é? O que você pretende fazer sobre isso? - Minhas mãos agarram a parte de trazendo seu corpo mais perto do meu, perto o suficiente para que ela pudesse sentir meu membro pulsando contra o seu centro. Seus olhos se arregalaram cheios de luxúria.

Ela apertou suas coxas ao redor de minha cintura. Suas unhas pretas cravaram em minha carne, fazendo me gemer de prazer. Ela rapidamente abaixou as calças até os meus tornozelos, seguidos pela cueca boxer preta. Eu estava dura, grossa e longa, a ponta do membro já estava encharcado.

Ela olhou para ele enquanto ela moveu as suas mãos entre as coxas. As mãos dela seguraram meu membro, acariciando-o, usando a umidade da ponta para fazer seus movimentos fáceis e precisos, eu não resistia a gemer a cada aperto com a mão, passando o polegar sobre sua ponta.

Com cada gemido e grunhido meu, ela movia mais rápido e mais rápido, com uma mão no membro e o outro tocando suavemente a pele dos testículos. Inclinando-se, ela deu uma longa lambida da ponta do seu pênis, achatando a língua e movendo-a sobre a cabeça. Ela lambeu a partir da ponta para a base, desfrutando de como as coxas pareciam tremer com cada movimento de sua língua.

Ela gostava de me ouvir implorar, a fazia se sentir poderosa, desejada, no controle.

— Você quer que eu chupe seu pau, meu amor? É isso? Você quer gozar na minha boca? Quer sentir sua porra escorrendo pelos meus lábios. É isso, Lauren? - Ela murmurou contra meu pênis, usando o tremor de seus lábios para me levar ainda mais a loucura.

— Oh Deus, sim

Ela manteve os movimentos profundos e constantes, usando a língua para acariciar a pele sensível. Ela foi o quão profundo ela podia, não indo muito fundo para não engasgar. Ela podia sentir que eu estava ficando mais perto de gozar com cada movimento; o suor brilhava sobre sua pele perfeita, e as pernas pareciam tremer ainda mais.

Ela senta de volta no meu colo. Ela estava quente e molhada. Ela gritou de prazer quando rasgo sua calcinha e abro suas pernas do jeito que eu precisava.

Ela bombeou-o três vezes e, em seguida, posicionou-o em sua entrada. Sem hesitar, ela sentou-se em cima dele, Ela estava apertada e molhada, e precisava de alguns segundos para se acostumar com a penetração profunda. Não importa quantas vezes fizéssemos sexo, ela sempre ficava sem fôlego ao senti-lo pulsando dentro dela.

Ela colocou as mãos em meus ombros para alavancagem e começou a mover-se lentamente sobre ele, para cima e para baixo, deixando seu centro se acostumar com o tamanho dele. Seguro seus quadris enquanto ela cavalgava, movendo para cima e para baixo, indo o mais fundo possível.

Seu corpo começou a se mover mais rápido, para cima e para baixo, levando-me a aprofundar mais em cada movimento de seus quadris. O ritmo tornou-se frenético. Eu sabia que ela estava perto quando se apertava em torno do meu pênis, mas ela queria mais, ela precisava de mais.

Então, me movi ainda mais rápido, indo com mais força.

— Não pare Lauren - ela gemeu contra a pele do meu pescoço, suas unhas cravadas em meus ombros, sua buceta apertando ao redor de mim. Ela estava quase lá.

Coloquei minhas mãos sobre seu clitóris. O estímulo extra foi exatamente o que ela precisava, e logo ela estava gozando. Suas paredes começaram a apertar fazendo-me gemer alto.

— Lauren! - Ela gritou em um gemido longo, perdida em seu próprio prazer . Seu orgasmo era uma explosão de cores, fazendo-a se sentir como se estivesse voando.

Eu mantive o ritmo, com movimentos curtos e rápidos ... Uma, duas, três, quatro, cinco vezes e explodi dentro dela, gemendo.

Ela amava Camilla loucamente. Mas às vezes a vida não é como parece.

Eu nunca ia me esquecer as notícias mais aterrorizantes e desoladoras da minha vida.

“Últimas notícias, foi confirmado que o avião da bilionária da Jauregui Enterprise sumiu na noite passada em solo francês. Equipes de busca começaram a tentar localizar a noiva da mesma, o piloto e copiloto do avião. As autoridades acreditam que as chances de encontrarem sobrevivente é baixa, mas de acordo com a assessoria de impressa da Senhorita Jauregui, eles não vão desistir. ”

Seu corpo todo começou a tremer e seu peito se apertou. Não, não, não. Não podia ser verdade. Não podia! Não, a vida não poderia fazer isso com ela. O universo não poderia dar a ela toda a felicidade do mundo apenas para tomar de volta em um único segundo. Não podia ser verdade. Eles estavam errados. Não era verdade.

As lágrimas caíram nas suas bochechas enquanto o ar deixava os seus pulmões. Seu sobrinho abraçava pela pernas e chorava descontroladamente.

- Tia? A Camz? Ela... Prometeu que não ia deixar a gente. – Eu pego meu sobrinho no colo, que já tão novo perdeu pessoas tão importantes na vida.

A equipe de resgate que eu contratei estava trabalhando a uma semana, a uma semana meu sobrinho dormia comigo na cama, a uma semana eu acordava com os gritos dele, a uma semana nos afogávamos em pesadelos.

(...)

Um homem budista que morava nas redondezas andava pela floresta a procura de plantas medicinais que pudessem abaixar a intense febre que a sua filha tinha manifestado no dia anterior. Quando a vista uma mulher inconsciente. Se aproximou cautelosamente, encontrando a mesma com infinitos cortes e contusões pelo corpo. Seus cabelo preto estava colado no rosto, sobre mais machucados e cortes, e havia um longo corta na sua testa. Ela estava pálido e parecia fraca, parecia ter uns vinte e poucos anos.

O homem se ajoelhou perto do corpo, tentando acordar. Mas ele não teve resposta. Movendo a sua mão para o pulso, sentindo que seu coração estava batendo, mas fracamente. O que diabos havia acontecido com aquela moça?

Olhando ao redor o homem pode ver vários destroços espalhados, um homem estava pendurado em uma arvore sem uma das pernas e o outro empalado um pouco mais distante. O homem resolve mover a mulher de um jeito bem delicado tomando cuidado para não machucá-la ainda mais.

Um gemido fez com que o homem parasse e observasse a mulher recuperar a consciência por alguns momentos, os olhos desfocados e cansados.

— Ei moça. Você está bem? – Perguntou, vendo o quão confusa a mulher parecia estar.

— Quem são vocês? – Perguntou, com a voz falhando.

— Não tente se levantar. Você está muito machucada.

— O que aconteceu com você, querida? Qual é o seu nome?

A mulher pareceu pensar sobre a questão por uns instante antes de respondê-la.

—Eu não sei. Eu... Eu não sei quem eu sou.


 


Notas Finais




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