História Assassina de Aluguel - Capítulo 1


Postado
Categorias Luan Santana
Personagens Personagens Originais
Tags Luan Santana, Mhalu
Visualizações 15
Palavras 1.442
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Mistério, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Prólogo


    °Mharessa Argent°

Aquí estou eu, lembrando de todo o meu passado... essas lembranças insistem em me perturbar. Mais hoje estou colocando um ponto final nisso... demorei, mais hoje é o prazo de validade, agora sim ele vai pedir perdão, mais o perdão dele não vai adiantar de nada, porque pra onde ele vai nem Deus irá escutar seus gritos de socorro.

Oh, que má educação essa minha, prazer, sou Argent, Mharessa Argent, tenho 20 anos de idade. 

Novinha né? 

Não deixe que meus olhos azuis, e minha pele branca e bem cuidada te enganem... eu posso ser sua amiga, sou leal. Mais também posso ser o seu pior pesadelo. Não deixe que minha beleza angelical te confunda, não sou o que você espera.

Quando eu tinha apenas 15 anos, vi minha família sendo morta a sangue frio... vi meu pai implorando pela vida de nossa família. Mais eles foram cruéis, não quiseram esperar meu pai pagar sua dívida. Éramos cinco, mamãe, Addison Argent, papai, Michael Argent, minha irmã Letticia Argent, ela era mais velha que eu dois anos, e o pequeno Henry... ele tinha apenas 2 meses. Meu irmãozinho tinha apenas dois meses. Não sei o que fizeram com ele, só sei que o corpo dele não foi encontrado, ele nunca foi encontrado.

Após presenciar a morte de meus pais, eu jurei vingança, decorei o rosto de cada um presente ali e também a voz... tinha cinco homens e uma mulher ali, mais eles apenas seguiam ordens.

Morei dois anos na casa da minha madrinha, Louise, ela era incrível, mas eu ainda queria a minha vingança, foi quando conheci meu falecido namorado, Vicente, ele era um assassino de aluguel e me ensinou tudo o que eu precisava saber. Morei com Vicente durante dois anos e ele morreu em um confronto com a polícia. Mas voltando ao assunto inicial, sabe aqueles cinco homens e aquela única mulher? Então, eles estão todos mortos! Os matei um por um, posso garantir que não sofreram tanto, mas sofreram. E hoje eu recupero meu irmãozinho, e Mato o poderoso chefão, Anthony Albuquerque.

- Como o mundo da voltas não é mesmo, Sr. Albuquerque? - Falo olhando para o seu conversível prata, que estava ali no estacionamento. E olhando para aquele carro dei uma breve risadinha. - Vem cá, você mata por dinheiro, e tudo o que você pode comprar é um conversível? - Pergunto rindo da cara do velho, enquanto me encosto em uma BMW que tinha ali. 

- E quem é você? - Ele arqueou a sobrancelha. Seu olhar até então era sereno, me pergunto como alguém pode ficar tranquilo já que em questão de horas estará morto... ah, esqueci ele ainda não sabe que vai morrer. Sorri me divertindo com isso. 

- Sou Mharessa Argent. - Falo olhando para o velho que arregala os olhos, sorri e me questiono quando foi que fiquei tão fría a ponto de sorrir para uma vítima. - Seu maior pesadelo, muito prazer! 

- Que palhaçada é essa garota? - Ele parece assustado e isso me deixa bastante animada.

- Então, vamos dar uma voltinha, e cá entre nós, você não tem muita escolha. - Falei tranquila. 

- Olha aquí mocinha, meu guarda-costa esta bem atrás de você, então digamos que quem não tem muita escolha aqui é você. Me explique que palhaçada é essa. - Ri o encarando. 

- Boa noite, Andrew! - Falei e o velho parecía surpreso.

- Boa noite, chefinha. - Sim, o guarda-costa dele era um dos meus homens. E vi um certo medo nos olhos do sr. Albuquerque, então meu sorriso se intensificou, adoro ver o medo nos olhos dele.

- Então, não vai me deixar entrar no seu carro? - Pergunto sorrindo fofa.

- Não tenho escolha, tenho? 

- Não, você não tem! - Afirmei.

Entrei no carro com ele e logo ele deu a partida. O velho estava tenso, amo causa isso nas pessoas, normalmente eu estudo as pessoas antes de fazer qualquer coisa com elas, sou paga pra matar, exerço a profissão de Vicente e sou muito melhor que ele. Mais voltando o raciocínio, matar por dinheiro é mais um Hobbie, as vezes me divirto, as vezes não. Dei as instruções de onde deveríamos ir e assim o Anthony fez, ao chegar na minha antiga casa, onde meus pais foram assassinados, ele treme e me encara.

- O que estamos fazendo aqui? - Ele pergunta. 

- Quem faz as perguntas aqui sou eu, e a pergunta certa é: o que você pretende fazer comigo, Srta. Argent? - Ri sem humor e logo o fiz adentrar a casa. -Vamos fazer um tur pela casa?!

Levei o homem até meu antigo quarto que está cheio de poeira. 

- Eu costumava dormir aqui, antes de matarem minha família...

- Eu...

- Cala a boca! - Gritei e ele apenas me olhou receoso. - Ande. - O fiz parar enfrente o quarto de minha irmã, ao abrir a porta tive sensação de que ela nunca tinha saído dali. - Esse era o quarto da Lelê... ah, antes que eu esqueça, foi Erick que a matou... ele está morto! A morte dele foi... traumatizante. - Falo rindo. E levo ele até o quarto de meus pais. - Aquí era o quarto dos meus amados pais... Quem matou a mamãe foi o Carlos, devo resaltar que ele também está morto, e nossa que acidente feio não? Soube que ele estava em um bar com uma garota loira de olhos azuis... e cortaram os freios do carro dele, e quando um carro começou segui-lo na rodovia ele se chocou contra um caminhão, nossa... acha que ele sofreu? - Ri o olhando.

- Você é um monstro. - Ele fala e ei gargalhei.

- Eu um monstro? Andrew ele me chamou de monstro, eu deveria ficar ofendida com tamanha infâmia? - Pergunto sarcástica. 

- Não, Srta. Argent, não foi a senhorita que deixou uma menina de 15 anos órfã e sumiu com o irmãozinho dela, de penas dois meses...

- Viu só, sr. Albuquerque? Eu não sou um monstro. - Ri. - Quem matou o papai foi o Alex, eu soube que ele foi assassinado pelo Andrew após tentar dormir comigo... triste fim, ele era bonitinho. Ah, deixei o melhor para o final. 

Levei ele até o quarto do Henry, o único lugar que estava arrumado e sem poeira alguma, pois aquele quarto era o meu refugio. 

- Este é o quarto do Henry. - Em uma de minhas mãos estava segurando minha princesa, uma linda e brilhosa Calibre 38, e rápidamente encostei o cano na cabeça dele. - Onde ele está? 

- Eu não faço idéia. - Ele falou respirando fundo.

- Você tá mentindo. Onde o meu irmão está? - Grito. - Sabe o que aconteceu com a Analice? -Pergunto e ele me olha. - Ela até tentou me ajudar a encontrar o menino, mas falhou... morreu com uma bala na cabeça. E aqueles dois manes que estavam com eles apenas aprendendo o ofício morreu da pior maneira, porque assistir a um assassinato sem fazer nada pra ajudar é ainda pior do que só pegar um revólver e atirar. Vamos lá, vou te perguntar mais uma vez... onde está o Henry?

- Olha aquí, eu não sei tá bom?! Depois do ocorrido a cinco anos atrás ele foi levado para um hospital pós quase morre e depois disso eu não sei o que aconteceu.

-Você tá mentindo! - Respiro fundo. - Fala onde está o Henry! - Grito. 

- Eu Já disse que eu não sei! - Ele me empurra e tenta correr mais antes disso, Andrew atira em sua perna e ele cai gemendo de dor e gritando por socorro. - Por favor, eu tenho família...

- Eu também tinha uma família e vice destruiu isso, você acabou com a coca bom minha vida, destruiu a minha família! - Falei em alto e bom tom.

- Eu tenho filhos e...

- Meus pais também tinham! - Ao falar isso descarrego a minha arma nele. - A gente se vê no inferno! - Ri então deixei ele lá, saindo da casa o mais rápido possível. 

Ninguém me viu entrar nem sair, então estava tranquila, Andrew vinha logo atrás de mim.

Chegamos no "escritorio" e alguns se aproximaram querendo saber o que aconteceu. Então com o meu melhor sorriso começo a falar:

- Fontes, quero que você faça o novo documento do Andrew, mude o nome e dê uma vida nova a ele. - Falei e todos começaram começaram a gritar comemorando. - Não comemorem ainda, pós o meu irmão continua desaparecido. Vou pra casa, preciso de um banho e a polícia vai me ligar em questão de horas, então... É isso, fez um ótimo trabalho Andrew! 

- Obrigado, Srta. Argent! - Ele sorriu.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, então eu continuo ou paro?


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