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História Assassina de Aluguel - Capítulo 5


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Capítulo 5 - Capítulo 5


Fanfic / Fanfiction Assassina de Aluguel - Capítulo 5 - Capítulo 5

Tóquio, Japão

Sakura Haruno

A mansão durante a noite era de tirar o fôlego. O “jantar” acontecia em uma das muitas áreas livres na parte externa da casa e nada mais era do que uma recepção de boas vindas; que Ino havia comentado ser tradição.

A “equipe” era grande, a música estava alta e, o que eu imaginei ser um simples jantar, se tornou uma festa cheia.

A cada minuto pessoas diferentes chegavam e logo toda a casa estava cheia de gente. As festas por aqui não se comparavam as americanas, mas ainda assim era divertido.

Ino voltou e se sentou comigo no sofá que ficava embaixo de um pergolado decorado com luzes e algumas plantas trepadeiras.

– Aqui, gostosa. – estendeu um dos copos que segurava – É um peach fizz, é uma delícia, experimenta.

Virei um bom gole da bebida, sentindo o gosto de pêssego e maracujá descerem gelados em minha garganta, era perfeito.

– Choji faz as melhores bebidas e comidas, sério você vai amar quando ele fizer um almoço pra gente!

Observei Choji do outro lado da área, enquanto ele conversava animadamente com o platinado Kakashi...

Que homem, meu Deus.

– Ainda encantada, rosada? – Ino deu risada, me olhando maliciosamente. – Todas nós temos essa queda monstruosa pelo Hatake quando chegamos aqui... Ainda lembro como se fosse ontem, eu só queria sentar nesse homem.

– É muita maldade Deus colocar um homem desse na terra, se eu não vou poder chamar de meu.

Ino estendeu o copo dela, batendo levemente no meu, enquanto concordava.

– Olha só... Quem lembrou que tem casa.

Apontou brevemente com o copo para a grande porta de vidro da casa que levava até a área em que estávamos.

Ele não parecia ser muito mais velho do que eu, vestia um blusa moletom preta e uma calça escura com alguns rasgos. Tinha o cabelo nos ombros e semblante sério.

— Quem é ele? — perguntei, bebendo mais um pouco da minha bebida.

— Seu outro chefe, Sasuke Uchiha. Ele some as vezes, então não se assuste se ele sumir por uma semana e depois brotar no café da manhã, como se nada tivesse acontecido. E nem tente conversar, ele é extremamente mal educado e parece gostar de fazer todo mundo sentir ódio.

— Muito diferente do Itachi. — comentei. Mesmo nos conhecendo hoje, Itachi havia sido receptivo; ele era bem humorado, mesmo tendo uma expressão mais séria.

— Itachi é o único que consegue colocar Sasuke na linha e Sasuke o respeita demais. Eles tem uma boa ligação fraterna, sabe?

— Entendi.

— Bom, já que eu não quero ficar mofando aqui no cantinho, a senhorita vai me acompanhar até lá dentro e vamos dançar e beijar o primeiro que aparecer. Eu preciso superar um fora

Eu dei risada, Ino não tinha papas na língua e falava pelos cotovelos. Era uma boa amizade, havíamos nos dado bem.

— Fora de quem? — perguntei curiosa.

— Ninguém que deva ser citado, ele é um idiota e não me merece. — falou enquanto me puxava para a grande mansão.

Havia chegado mais pessoas, desde a última vez que eu vi. Algumas garotas dançavam em cima da mesinha escura e algumas pessoas fumavam e bebiam em um canto. Paramos no meio das pessoas que dançavam e terminei minha bebida, deixando meu copo em qualquer lugar antes de acompanhar Ino.

A música com um beat forte e um idioma diferente reverberava em mim, eu não podia negar, japoneses até sabiam dar uma boa festa.

Ino cumpriu a promessa e realmente estava beijando o primeiro que dançou com ela, cutuquei seu ombro, interrompendo e perguntando:

— Eu preciso muito saber onde fica meu quarto.

Não havia sido apresentada devidamente à casa. Do momento em que cheguei até agora eu havia conhecido com quem trabalharia, o galpão que ficava do outro lado da cidade, em um lugar completamente isolado e eu havia me arrumando no quarto de Ino.

— Segundo andar, sexta porta à direita. Ainda está trancado, mas a chave tá na porta. Você pode pegar suas coisas no meu quarto, se quiser.

— Obrigada, loirinha.

Me esquivei da onda de pessoas, conseguindo subir as escadas. O corredor do segundo andar era cheio de portas e tinha pessoas por aqui também, só espero que ninguém esteja usando meu quarto para transar.

Eu só precisava deitar por uns minutinhos, ainda estava com o fuso horário americano e, mesmo dormindo na viagem, eu estava sentindo um pouco de sono, mas sei que seria possível dormir com toda essa agitação; me restava apenas descansar por breves minutos e repor as energias.

Parei em frente a porta branca e não havia chave alguma, olhei sobre a mesinha que tinha um jarro grande e adornado e nada, sério que alguém usou meu quarto? Custava ter deixado a chave na porta? Virei a maçaneta e a porta estava destrancada, entrei rapidamente, batendo a porta, me encostando nela e massageando o pescoço.

Tirei os saltos que usava, deixando perto da porta e adentrei o cômodo. A porta do banheiro se abriu e o Uchiha mais novo saiu de lá.

E puta merda, ele estava pelado.

— Mas que porra você está fazendo aqui?

Escutei sua voz soar brava e ele puxou uma toalha que estava no banheiro, enrolando na cintura.

— Desculpa, eu achei que fosse o meu quarto.

Para de encarar, Sakura!

Era quase impossível, o homem tinha tatuagem por quase todo lugar e meus olhos me traiam.

— Você deve ser a assassina. — resmungou.

— Sou e me desculpe, Ino me falou que era a sexta porta à direita. — me expliquei voltando a calçar meus saltos e me concentrando em fechar direito as fivelas do sapato.

— Ino não sabe diferenciar direita e esquerda, tente outra porta e nunca mais entre aqui.

Revirei os olhos e me apoiei corretamente nos saltos, arrumando meu cabelo.

— Pode deixar, chefia.

Saí do maldito quarto, batendo a porta forte. Me concentrei em olhar porta por porta, atrás da chave. Meu quarto era a oitava porta do lado esquerdo e a chave tinha uma plaquinha com meu nome.

— Eu juro que mato aquela loira bêbada.

Tranquei a porta assim que entrei no quarto e acendi as luzes, a decoração era linda e eu tinha uma sacada com vista para o jardim da frente, se não fosse pela festa, seria uma visão da mais pura calmaria.

Me joguei na cama e peguei meu celular, digitando uma mensagem para Naruto, eu estava morrendo de saudades dele; perguntei como ele estava, pedi para ele ir periodicamente até meu apartamento e me informar como iam as coisas em Los Angeles.

Sabendo que ele responderia em algumas horas, por conta do fuso horário, desliguei o aparelho; eu não tinha muitas pessoas para conversar ou outra amizade além da dele, bem tinha a Hinata, mas eu não podia ser muito próxima. Sendo uma assassina, eu tinha que redobrar o cuidado sobre com quem eu me relacionava, uma medida de segurança para mim e para as outras pessoas.

Era muito solitário, eu tenho que admitir.

Surpreendentemente meu celular tocou e o nome dele brilho na tela.

— Achei que estivesse dormindo. — falei quando atendi.

— Mas que barulheira é essa? — Naruto reclamou. — Sakura, farreando no primeiro dia de trabalho?

— Eles fizeram uma festa, não tenho culpa. Mas como você está?

— Eu estou ótimo e seguro em Los Angeles, não acredito que você aceitou ir para Tóquio e nem teve a consideração de vir falar comigo!

— Jiraya me demitiu. Esse é meu último serviço. — falei, ignorando o assunto que ele puxava.

— Ele está estranho ultimamente. — Naruto falou depois de uns minutos em silêncio. — Algo deve ter acontecido, mas eu não perguntei nada. Mas como está sendo aí? Eles estão te alimentando direito?

— Naruto! — eu não pude segurar a risada. — Eles estão sendo muito simpáticos, eu realmente não me importo em mudar de equipe. — alfinetei.

— Mas você não vai mesmo! Você é do time Uzumaki e tem que admitir que somos melhores.

— Naruto e seu protagonismo...

— Eu realmente queria continuar falando com você, mas meu tio tá ligando. O dever me chama, se cuida tá? Me liga se tiver problemas e eu juro que vou voando te buscar.

— Se cuide. Tchau e diga a Jiraya que eu estou bem.

Los Angeles, Califórnia

Jiraya

— Tio, cheguei!

Naruto gritou do outro lado da porta do escritório, me levantei e girei a maçaneta,em um pedido mudo para ele entrar.

— O que era tão urgente? — perguntou, sentando na poltrona chesterfield e deixando o inseparável notebook sobre a mesa de mogno. — O senhor está com uma cara péssima.

— Naruto, eu preciso conversar com você e essa conversa não pode sair daqui, tá me entendendo?

— Sim, senhor. O que foi?

— Você tem a chave do apartamento de Sakura? — observei o garoto assentir e me olhar desconfiado. — Eu não durmo direito e eu preciso ter certeza de uma coisa. Preciso que me leve até a casa dela e não conte nada a ela.

— O que aconteceu? Soube que o senhor demitiu ela.

Massageei as têmporas e respirei fundo.

— Preciso que procure uma pessoa para mim, vai ser muito difícil encontrá-la, mas você é muito bom nisso. — me sentei na outra poltrona e apoiei os cotovelos nos joelhos antes de continuar. — Existe uma pequena probabilidade de Sakura ser minha filha.

— Puta que pariu! — o garoto loiro arregalou os grandes olhos azuis, não conseguindo esconder o espanto em sua expressão. — A Sakura? A nossa Sakura?

— Ela mesmo.

— E toda a história dos pais dela em Phoenix? Sakura chegou até nós por causa disso e agora ela é sua filha?

— Não é uma certeza, ainda. Por isso preciso que procure Tsunade Senju, ela sumiu sem deixar rastros e só ela pode me explicar essa história. Posso contar com você?

— Claro que sim, tio.

— Não conte nada para Sakura, não até eu ter certeza. Eu preciso encontrar Tsunade.

— Acho que se eu contasse, ela não ia acreditar e ainda ia atirar em mim. — falou tentando brincar e dissipar o clima da sala. — Posso te levar até o apartamento dela, já imagino o que queira fazer.

— Tenho um conhecido que irá fazer o exame de DNA, só preciso de uma amostra dela.

— Ótimo, então vamos. Eu dirijo aquele seu carro perfeito. — pegou as chaves de meu carro em cima da mesa e saiu rapidamente do escritório.

Deixei meu sobrinho dirigir meu carro, o automóvel era o sonho dele e existiam apenas sete delas no mundo inteiro; eu gostava dessas pequenas extravagâncias.

O prédio em que Sakura morava ficava em um bom bairro, um dos melhores no quesito segurança. Lembro de quando ela começou a ganhar dinheiro no meio e eu a instruí sobre como deveria usá-lo; seu apartamento foi a primeira coisa que comprou e ela aprendeu a investir bem.

— Sakura, do 512, precisou viajar e esqueceu uma janela aberta; me pediu para fechar e trancar tudo no apartamento. Vai ser muito rápido.

Naruto conversou com o porteiro, que permitiu nossa entrada e estacionou na vaga da garagem subterrânea.

Não havíamos trocado muitas palavras sobre esse assunto, nem sobre nenhum outro. A ansiedade não me fazia dormir direito, se aquela garota fosse realmente a minha filha, Tsunade teria muito a me explicar.

Eu entendo todos os motivos que a fizeram querer ir embora, mas esconder um filho de mim já era demais!

Entramos no apartamento de Sakura e me peguei observando a decoração, apesar do cabelo colorido e exótico, Sakura mantinha um estilo muito clássico em sua casa, com móveis e decoração simples.

— Onde fica o quarto? — perguntei a Naruto que apontou para o corredor.

— Segunda porta.

Entrei no cômodo e procurei alguma coisa que poderia ser usada no exame em cima da mesa home office, desistindo e entrando no banheiro.

Abrindo as gavetas do armário, peguei uma escova de cabelo procurando fios de cabelo, seria o suficiente.

Guardando a escova em um saquinho, saí da casa de Sakura e agora iria em busca da verdade e do meu passado.

Tóquio, Japão

Sakura Haruno

A mansão Uchiha estava no maior silêncio, eu havia conseguido dormir um pouco depois de falar com Naruto, mesmo com toda aquela barulheira.

Assim que acordei, peguei minhas coisas no quarto de Ino e ela estava em um sono tão profundo que sequer me viu entrar e sair. Tomei um longo banho e lavei o cabelo, me sentido renovada. Meu estômago roncou de fome e eu saí do quarto torcendo não ser a única pessoa acordada.

Alguns funcionários limpavam a casa, a sala estava impecável; sequer parecia ter tido uma grande festa na noite anterior. Encontrei a cozinha e estava vazia, mas a mesa de café estava posta. Me sentei e me servi, alguns funcionários me cumprimentavam, não entendia absolutamente nada. Além de todo plano do assassinato de Pain, eu teria breves aulas de japonês, para conseguir me virar.

— Bom dia.

Itachi entrou no cômodo e sorriu, se sentando na ponta da grande mesa, começando a se servir.

— Conseguiu descansar? — perguntou vagamente.

— Consegui. Mas ainda estou me sentido meio bagunçada.

— Logo você se acostuma. Acredite, todos aqui passaram por isso.

— Faz muito tempo que moram no Japão? — perguntei curiosa.

— Quase cinco anos. Eu vim primeiro, Sasuke depois. Aliás, vocês ainda não foram apresentados.

Levantei brevemente as sobrancelhas, ah Itachi... Fomos apresentados sim.

Fiquei em silêncio, voltando a comer e logo outras três figuras se sentaram à mesa; Shikamaru, Lee e Kakashi.

Ohayo.

Ambos falaram, começando a se servir. Kakashi montou seu prato e se retirou, enquanto Shikamaru bocejava preguiçosamente e despejava café em sua xícara e Lee comentava sobre a importância de um bom café da manhã balanceado.

— Misericórdia, eu tô morto de fome.

Choji chegou reclamando e eu não posso negar o quanto eles eram agradáveis.

Ino passou pela porta, com cara de ressaca e cabelo preso em um rabo de cavalo alto.

— Eu preciso de café. — se sentou ao meu lado e pegou o bule, derramando o líquido escuro na xícara branca.

— Você me paga. — sussurrei para ela, não esquecendo a cena que ela ajudou promover na madrugada.

— O que eu fiz? — me olhou em dúvida, espremendo os olhos azuis cristalinos.

— Conversamos depois.

O silêncio voltou a brotar na mesa, cada um imerso em seu mundo; Itachi lia um jornal, na maior pose de adulto responsável (o que ele era, e qualquer um podia notar), Shikamaru olhava algo no celular e Lee conversava sobre algo com Choji que rolava os olhos a cada palavra dita, acho que era algo sobre bolinhos. Após terminar, ele começou a conversar com Ino.

— Ino, aquele era o cara que você estava procurando?

— Que cara, Choji? — a loira resmungou, estava claramente fora de órbita ainda.

— O cara de ontem, da festa, não era a que você tava investigando pelo notebook do Shikamaru? — eu imagino que havia sido sem intenção, me lembrei na hora da discussão que estava havendo quando cheguei nessa casa e observei Ino se encolher na cadeira e xingar Choji.

Shikamaru se inclinou, olhando mortalmente para a loira do meu lado.

— Você vai pagar. — ameaçou.

— Choji, seu fofoqueiro! — esbravejou Ino. — Eu não lembro de muita coisa de ontem, ok? Então Shikamaru, me perdoe por mexer em seu notebook e Sakura me perdoe por seja lá o que eu fiz para você.

Pegando o último bolinho da cesta — que já estava na mira de Choji — Ino, saiu marchando cozinha afora.

Eu terminei de comer e tentei seguir a loira, então subi as escadas e bati na porta do quarto dela.

— Shikamaru, será que dá pra me mostrar quantos mil ienes eu vou gastar mais tarde? Eu realmente não quero ser pobre a essa hora da manhã. — a voz dela saiu abafado através da porta.

— É a Sakura, Ino.

— Você é uma assassina profissional e eu sinto muito mesmo, não me lembro no que eu fiz para você. Mas eu ainda quero viver.

— Não está nem um pouco curiosa para saber? — instiguei e escutei a chave destrancar a porta.

Ino se jogou na cama, se enrolando dos pés à cabeça e ligando o ar condicionado do quarto.

— Pode falar, rosada.

— Pra começar, meu quarto é na oitava porta à direita. — ela se desenrolou e me olhou com o cenho franzido, enquanto eu cruzava os braços. — Você me mandou entrar na sexta porta à esquerda.

— Mas lá é o quarto do Sasuke...

— Exatamente. Eu tive o desprazer de conhecer meu outro chefe... E ele estava pelado.

— Não! — a loira pulou da cama e correu até mim, me puxando para sentar em sua cama. — Você e o Sasuke?

— Não, não é nada disso. Ele estava saindo do banheiro e eu entrando no quarto, apenas. Você não estava brincando quando falou sobre ele gostar que a gente sinta ódio.

— Sasuke é uma cobra peçonhenta. — resmungou. — Mas por falar em cobra...

— Nem vem. — nós duas caímos na risada. — Nunca mais vou confiar em você quando estiver bêbada.

— Não precisa ser tão radical, rosada. Eu sou a pessoa que vai fazer a sua estadia aqui ser agradável. — jogou o longo cabelo preso que estava sobre seu ombro para trás.

— Agradeço. Porque eu não sei com que cara vou olhar para o Uchiha mais novo agora.

— É só fingir que nunca aconteceu, acredite, ele vai fazer o mesmo.

— Tudo bem, agora me diga. — fiquei de frente para ela e estendi as mãos. — Qual é a minha mão esquerda?


Notas Finais


Eu amo uma amizade! Sakura e Ino maiores e melhores.
Será que Jiraya é realmente o pai de Sakura e por onde anda Tsunade?
Naruto é o cristalzinho da fanfic? Sim ou com certeza?
Sasuke Uchiha merece uns bons tapas, obviamente e Itachi é perfeito em todos os momentos.
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As tatuagens de Sasuke que citei, eu te tentei descrever mas ficou horrível, então vou usar uma foto que é melhor; me inspirei nesse homem perfeito para definir essa "aparência" do Sasuke:
https://www.instagram.com/p/B8L5e46ArOi/?igshid=zmfr3kkh2cyy
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Até mais e obrigada por gostarem da fanfic ❤️


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