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História Assassinato em Wood River - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Começo de tudo!


Clary Cooper finalmente havia chegado a um posto de gasolina naqulea cidade escura e sombria. Gravity Falls era uma cidade estranha, mas seria ali que Clary teria que passar a noite. Já com o carro abastecido, ela foi na conveniência do posto, para comprar algum mantimento para aquele momento. Sua fome era tão grande que nem via os preços dos produtos, saiu pegando aquilo que estava com "vontade" de comer.

- Clary: Boa noite. Disse a moça pro homem misterioso que estava na bancada. 

- Atendente: Boa noite senhora. Deu $20. Vai ser dinheiro ou cartão? 

- Clary: Toma - disse depois de retirar uma nota de $20 da carteira -, você sabe me dizer se há algum hotel que eu possa passar a noite?

- Atendente: Claro senhora. Há duas ruas mais pra cima tem um pequeno, porém, aconchegante hotel. Ele tem uma estrutura um pouco rústica, mas lá é muito aconchegante.  Pegue, suas coisas. Tenha uma boa noite senhora. 

- Clary: Obrigada, e o senhor também!


E lá se foi para seu carro. A noite estava esfriando cada minuto mais rápido. A chuva começou a cair proporcionalmente fraca. Já a caminho do hotel, seu parabrisa já estava repleto de água, tentava limpar, mas era em vão. A chuva em questão de segundos aumentou. Os olhos de Clary estavam pesados por conta do cansaço, ela tentava deixar aberto, mas era difícil. Faltava apenas uma rua pra chegar no hotel, quando dois faróis bateram no para-choque de seu jipp Renegade. Aquilo fez com que o sono de Clary fosse embora rapidamente e ela saiu de dentro do carro pra ver o estrago, porém, foi em vão. O outro carro saiu em disparada que quase passa por cima da jovem moça. E lá estava Clary, em meio a um temporal, toda encharcada e com um para-choque destruído. Entrou no carro e começou a chorar, aquela cidade não trazia boas lembranças pra ela. Seus pais tinham sido assassinados alí. 

Tentou uma, nada. Tentou duas, nada. Tentou a terceira vez e deus certo, seu carro em fim havia ligado novamente. Clary finalmente estava na rua do hotel. De longe já conseguia avistar a fachada do hotel: "Hotel Wood River". 

- Clary: Você tá chegando Clary, tá chegando! 

Foi só o tempo de sua boca fechar que o carro desligou, e dessa vez, não ligaria tão cedo. Clary estava em uma rua escura e completamente deserta. Um ótimo lugar de morrer. Ou ser assassinada. O hotel ainda estava longe, faltava cerca de 100 metros. Mas não havia outra escolha, Clary tinha que entrar naquele hotel, se não morreria de frio. E ela já estava começando a sentir fome, novamente. Não tinha outra escolha, ela pegou sua bolsa e outras coisas desceu do carro, trancou e saiu correndo no meio da rua escorregadia por conta da chuva. Ameaçou cair, mas não caiu. 

Dois minutos correndo e ela tinha chegado na entrada. Abriu a porta e entrou. Aquela decoração  com paredes com acabamentos de madeira, os sofás cor vermelho sangue e as luminárias em todos os cantos da recepção. 

- Recepcionista: Boa noite senhora! 

Esse boa noite acabou tirando Clary de seus pensamentos aleatórios, seguindo de um susto. 

- Há, boa noite! Quanti custa a diária de vocês?

- Recepcionista: Só um minuto. Allef venha até a recepção por favor. E não demore novamente! Pronto. Nós temos o serviço com café, almoço e jantar incluso no valor de $50 o dia. E sem ficaria $35 o dia. 

- Clary: Vou querer o de $50, por favor. E mais uma coisa - licença senhora preciso pegar suas coisas - há não precisa senhor. Só trouxe essa bolsa pequena com algumas roupas minhas. Eu mesmo levo, não se preocupe - se é assim que a senhora quer - sim é o que quero. Obrigada.

- Atendente: O pagamento será no dinheiro ou cartão? 

- Clary: Dinheiro mes...-me aproximava pra tentar ver seu nome no pequeno crachá que estava no seu peito (e que peito)- Allef,eu sei que está tarde, mas eu realmente preciso ir na cozinha. Tô faminta, e depois ir ao banheiro. 

- Allef: Claro, mas a cozinha vai fechar daqui a dez minutos. Tem que ser rápido. E o banheiro é no final do corredor lá em cima. Seu quarto é o 13, sobe a escada, terceira porta a esquerda. Tome duas chaves. 

- Clary: Obrigada. 

E lá se foi Clary em direção aí seu quarto. 

A noite estava chufosa, e a pista escorregadia. Carlos estava com muito medo da maneira que eu tava dirigindo. Estava indo rápido. Não liguei, tava bêbado. Só queria chegar em algum lugar pra mijar. Minha visão estava muito embaçada, não estava conseguindo ver muita coisa, apenas senti uma batida. Carlos gritava constantemente. Eu sem reação só sai dali. 

- Carlos: Porra Aleck o que passa na tua cabeça inferno?! Tu tem merda na cabeça? 

- Eu: Acalma amor. Agente já saiu de lá. Acho que ela não viu nossos rostos. Se acalma e me beija vai. 

Ele não quis mas roubei um beijo dele. Ele gama quando eu faço isso, toda "briga" nossa, eu faço isso pra me redimir. O beijo dele era intenso e gostoso. Não era qualquer beijo, era O BEIJO. Me soltei dele e voltei a dirigir. Finalmente chegamos a um hotel que minha mãe havia falado. Hoje Carlos vai sofrer na minha mão. 

Peguei sua mão e beijei, hoje tava fazendo dois anos de namoro. Beijei a Costa da mão e fui descendo ela até chegar no meu membro. Carlos desabutou minha calça e tirou meu membro pra fora, começou a me masturbar alí mesmo, no carro. Já estava difícil de emchergar, e depois que ele começou a chupar ficou mais difícil ainda. 

- Eu: A-amor para aí, tô vendo um hotel. Levanta rápido. Jajá agente continua.

- Carlos: E quem disse que eu ainda vou fazer isso de novo? 

- Eu: Mas você vai sim.  Amor, olha alí, aquele não é o carro que a gente bateu?

- Carlos: Agente não, você. Mas sim é ele mesmo, e tá sem ninguém lá dentro. Será que a mulher morreu?!

- Eu: Calma, amanhã agente vê esse carro aí. Eu vou te deixar ali na entrada e vou estacionar o carro. Você vai atrás do nosso quarto. 

- Carlos: Não. Só vou com você. 

Descemos e lá fomos nós pra recepção.

- Eu: Olá, boa noite. Um quarto por favor.

- Recepcionista: Vão só passar a noite ou o dia de amanhã também?

- Eu: Só pra essa noite mesmo. 

- Recepcionista: Ok, ficou $30.  Pegue sua chave. Seu quarto é o 14 , sobe as escadas, quarta porta a esquerda. Divirtam-se.

Aquele divirtam-se dele saiu meio que safado. E lá fomos nós pro quarto. Carlos vai me pagar. Tô com tesão até agora. Meu membro parece uma seta. 




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