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História Assassinato em Wood River - Capítulo 10


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Notas do Autor


Esse será o último capítulo do livro. Espero que gostem, foi feito com muito amor e carinho.

Capítulo 10 - Capítulo Final


Clary conseguiu se soltar e correu para fora daquele quarto pela única porta que tinha ali. Clary saiu, mas quando se deu conta, não estava no hotel. Na frente do hotel, havia uma casa abandonada. Ali que Clary estava, "más por quê que só tinha uma porta? E só a da sala?" Aquilo martelava na cabeça de Clary. 

Sem perder mais nenhum minuto, a jovem abriu a porta e se deparou com um corpo caído, e com sua cabeça sendo prensada por um pedaço de madeira. O cheiro que a massa cefálica que estava caindo no chão, exalou todo o ambiente que um dia já foi uma recepção "acolhedora". A entrada estava diferente escura, fedida, bagunçada e cheia de teias de aranha. Dandi a parecer uma zona terrorista. 

Entrou e fechou a porta, só que sem sucesso em seu ato. 

– Vamos Clary, para com isso. Você já me jogou água. Me deixa entrar, temos que conversar. O Homem empurrava a porta cada vez mais forte, mas Clary não facilitou sua entrada. 

– Você não vai entrar seu saco de bosta. Clary esticou sua perna direita e puxou a poltrona colocando na frente da escada. Mas nada adiantou, a porta quase foi aberta. 

– Clary! É você?! Alexk estava na parte do segundo andar. Na ponta da escada com sua mão na cabeça. Alexk tentou descer, mas no primeiro degrau suas pernas "falharam", o fazendo cair escadaria a baixo. 

– Meu Deus, Aleck, você está vivo! Clary olhou para o lado e viu uma tranca, passou na porta e correu pra ajudar seu amigo. A jovem pegou Aleck, sentou no chão e começou a bater no rosto dele, na tentativa de acordar Aleck de seu desmaio. Mas a ação foi negativa. 

A tranca começoua se soltar na primeira na primeira batida forte que o homem deu. Clary assutada, deu um fala com toda sua força no rosto de Aleck, que fez o mesmo abrir seis olhos com espanto.

– Vamos, levanta. Ou você levanta, ou iremos morrer. E agora será oficial nossos enterro. " Se nossos corpos ficarem inteiros" pensou, mas não falou. Não queria espantar Aleck. 

– Eu não consigo me mexer sem sentir dor. Imagina andar. 

– Porra Aleck, a gente vai morrer se ficarmos aqui. Vem - Clary se levantou do chão - se for preciso, vou te carregar. Não vou morrer e nem deixar você morrer. 

Clary estendeu a mão para Aleck. Que era mais pesado que imaginara. Com muita dificuldade Clary levou Aleck para o segundo andar, novamente. Aleck chorava de tanta dor que estava sentindo em seus braços e sua perna direita. 

– Clary, onde está você meu amor?

– Meu Deus, ele entrou. Ele entrou nesse merda. Anda, entra aí – Clary se virou para o quarto 16 – senta na cama e fica quieto. Daqui a pouco eu volto, ou não. Mas presta atenção - Clary fez ele a olhar em seus olhos - em hipótese alguma você vai se levantar daqui, não vai fazer nenhum barulho. Me entendeu? Aleck apenas assentiu. Ótimo, fica aí.

Aleck assentiu mais uma vez e viu Clary sair dali sem fazer nenhum barulho. Esperou Clary sair, se levantou e sentou no chão, com muita dificuldade e dor. 

– É, se ele passar por aqui, ele não vai me ver. 

                        

                                 ☁

Ao sair do quarto, Clary correu e foi em direção aquela entrada perto do banheiro. "Aqui servirá de uma boa distração". Ela abaixou a escada e o Edir de corpo em deterioração exalou seu nariz. Ela havia esquecido que o corpo de Carlos ainda estava lá. Clary subiu as escadas e deu de cara com o cômodo como antes, completamente escuro, breu por completo. Entrou e começou a tatear as coisas, atrás de alguma interruptor, mas foi em vão. Clary achou uma mesa, em cima dela um candelabro e um isqueiro. Acendeu e segurou com as duas mãos. 

– Vai dar certo. 

Clary se virou e deu de cara com o Homem. O mesmo fez Clary gritar e soltar o candelabro. 

– Eu te falei que ia te encontrar, Clary! Não adianta vc correr de mim, eu sempre vou estar onde você está. O Homem segurava Clary com as duas mãos em seus braços, fazendo forcaye machucando a jovem. Clary cuspiu não cara do Homem que como resposta, lhe deu uma cabeçada fazendo ela desmaiar. 


                                ☁


– Clary, acorda - o Homem jogou água morna no rosto de Clary na tentativa de acorda-la  -, você já está me estressando. 

– Por que você está fazendo isso comigo?

– Você quer realmente saber? Clary apenas assentiu com a cabeça baixa. Então, se prepara, a história é longa. Cadeira que estava ao lado de Clary foi colocada a sua frente. Sentou se e lhe contou a história.  "Tudo começou à 16 anos atrás. Seu pai e eu éramos melhores amigos, melhores amigos é pouco, éramos como irmãos. Nós dividiam nossas mesadas, usávamos as roupas um do outro e tomávamos banhos juntos. Mas seu pai, sempre se short e eu de cueca. Mas isso mudou da noite pro dia, literalmente - Clary levantou seu rosto e viu uma lágrima descer de seu olho. Eu comecei a gostar do seu pai, mas não só como amigo. Mas eu nunca disse nada a ele. Guardava aquilo pra mim, e só pra mim. Até que um dia seu pai decidiu sair escondido pra beber com outros amigos. Ele bebeu tanto, que era impossível ele volta pra cada naquela noite - seus avós sendo cristãos não aceitariam. E lá fui eu o "adolescente apaixonado pelo seu melhor amigo" ajudar ele. Meus pais não estavam em casa, isso até que ajudou eu não queria ter que explicar nada pra eles. Peguei o bêbedo e fedido do seu pai e levei pro meu quarto - da mesma forma que você fez com Aleck, afinal -, coloquei ele na minha cama e fui ligar o chuveiro na água mais gelada que ele proporcionara. Quando eu voltei o idiota do seu pai já estava babando em cima do meu travesseiro. Eu já com raiva, apenas tirei seus sapatos e sua camisa - com muita dificuldade - seu pai estava me dando muito trabalho. Ele não queria de jeito nenhum tirar a calça, coloquei ele sentando no vaso sanitário e pedi pra ele tirar. Ele ficou só de cueca e eu ensaboei o corpo dele, seu membro já estava duro. Fingi que não estava vendo nada, só tirei o sabão e mandei ele ir se enxugar. Mas ele foi dormir sem roupa na minha cama. Fiquei bastante constrangido ao ver ele pelado e seu membro apontando pra cima. Peguei minhas coisas e fui dormir no chão mas ele bufou "não bebe, dorme aqui comigo" eu sem perder tempo me deitei. Ele me pôs de costas e dormiu de conchinha comigo. Seu membro começou a roçar em mim. Eu logo tirei a roupa e fui pra cima dele, aquela foi a minha melhor mais dolorosa transa. Ele me machucou muito. 

– Você enrola de mais cara. Vamos logo resume isso. Clary de cabeça baixa, debochou dele. 

– Estão vou resumir. Depois daquilo seu pai falou que ele só tava pagando uma aposta. Ele tinha que comer o vidinho solitário. Eu apenas me virei e nunca mais falei com ele, e ele nunca mais quis falar comigo. Até me chamou pra ser seu padrinho. Mas não respondi.

– Mas você está fazendo isso só por vingança do meu pai? Você precisou matar as outras pessoas?

– Não, mas foi legal. Muito. 

Clary sempre de cabeça baixa e as mãos amarradas pra trás. Ele se levantou, se virou e começou a olhar fixamente pra parede, parecia que ele estava chorando. Clary conseguiu soltar suas mãos, pegou a faca que estava no chão e esfaqueou o Homem na altura de seu rim. Ele começou a sangrar e deu um tapa em sua cara, mas Clary revidou. 

– Você - um tapa - nunca mais - um soco - vai mexer com outras mulheres - um chute em seus testículos - e nem matar ninguém - a garganta foi cortada. 

Clary, assutada pelo o que acabou de fazer, pegou o Homem no comoie jogou dentro da caixa de água, junto com Carlos. E jovem saiu dali espantada pela ação e com medo. Foi até o quarto 16 com lágrimas nos olhos, mas já era tarde. Aleck estava sentado no chão já sem respirar e sem batimentos cardíacos. Sue choro veio com mais força. Ela estava alí de frente com seu mais novo colega, morto. Clary pegou um lençol e cobriu ele ali mesmo, no chão. Não tinha condições de Aleck ser levado por ela. E se ela fosse a polícia, ela responderia a assissanato, ela apenas pensou em seu filho, ela não queria que ele nascesse em um presídio. 

Clary foi pra fora do hotel e começou a andar em linha reta, até chegar na esquina depois disso, nunca mais ela foi vista.


*Luzes sendo ligadas*

– Professora: Lucky, de onde você tirou essa história?

– Completamente da minha cabeça. Tudo inventado. 

As palmas soaram na sala de aula onde Lucky apresentara seu trabalho. O jovem caminhou até sua cadeira ao lado de seu amigo, Brat. 

– Lucky, você tem certeza que aquele Homem morreu? 

– Claro Brat. Minha mãe me assegurou que ela matou ele.

– Por falar nisso, ela sabe que você contou essa história aqui? 

– Não, e não precisa saber. 




Notas Finais


Espero que tenham gostado de todo o livro. Sinto em ter que acabar aqui, mas foi nescessário. Aguardem a próxima história..


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