1. Spirit Fanfics >
  2. Assassinato em Wood River >
  3. Há Um Assassino Entre Nós!!

História Assassinato em Wood River - Capítulo 2


Escrita por:


Capítulo 2 - Há Um Assassino Entre Nós!!


Clary já estava muito cansada, mas tinha de qualquer modo subir aquela pequena escada. Com muita luta, clary conseguiu subir e chegar ao segundo andar, quando deu de cara – literalmente – com um belo rapaz de olhos negros indecifráveis. Era um jovem do tamanho médio, cabelos escuros e pele branca. Pelo menos era o que aquela iluminação mostrava. O rapaz era alto e vestia roupas escuras. Sua beleza era extremamente fascinante.

-Rapaz: Moça, poderia me dar licença por favor?! Você está no caminho.

E realmente, Clary estava. Por se tratar de um pequeno hotel, os espaçamentos de um corrimão pro outro não era grande. Cabia do uma pessoa.

- Clary: Oh, mas é claro! Desculpa moço. Mas já que estamos nessa “conversa”, você poderia me dizer onde fica o quarto 13, por gentileza?

- Rapaz: Claro! Você está ao lado dele. Olha aqui oh, quarto número 13 – disse o rapaz apontando pra sua porta – então, quer dizer que seu quarto é esse – disse apontando para a porta ao lado.

- Clary: Muito obrigada moço. Agora, se me der licença, preciso ir ao meu quarto e depois a cozinha. Boa noite.

- Rapaz: Boa.

Clary ficou frente a frente a porta de seu quarto, houve uma pequena dificuldade no início, mas logo a chave entrou na fechadura destrancando a porta e dando visão a um pequeno quarto, porém bem organizado. Só havia uma cama e uma pequena cômoda no canto do querto.

A moça deixou seus pertences ale mesmo no chão do quarto, trancou a porta e foi pra cozinha. Nem se quer havia tirado a roupa molhada que estava vestindo. Ao descer as escadas, Clary viu Allef, o recepcionista com a cumprimentou com um balançar de sua cabeça. Seguindo a cozinha nas paredes ela via umas prateleiras repletas de livros, uma coisa que ela não havia visto quando entrou. Clary olhou no relógio da parede ao seu lado e viu que faltava somente três minutos pra cozinha fechar. Apressou o passo e chegou. Não era muito grande nem muito pequena.

Digamos que um tamanho convencional, e aconchegante. Não havia ninguém ali, então a única saída era ela mesma fazer seu lanche. Abriu a geladeira e nada lhe chamou atenção, quando ela fechou, o mesmo rapaz da escada estava encostado na geladeira, como se estivesse esperando ela fechar.

— Clary: AAAAAAAAA – gritou enquanto a jarra de vidro com sucocaia no chão – mas que coisa cara. Pra quê fazer isso com as pessoas?! Você não tem educação não?!

- Rapaz: Me deaculpe, minha intenção não era espantar você – o rapaz se aproximava a pequenos paços e Clary revidava na mesma velocidade. Até que o homem rapaz chegou bem perto dela e se abaixou rapidamente. Mas foi só pra ajudar a limpar os cacos que estava ali no chão – você está bem? Algum corte?

- Clary: Não – se abaixou pra “ajudar” – mas não faça mais isso.

- Rapaz: Tudo bem. Prometo não fazer. – Clary: Obrig... – aí merda, me cortei. E eu não posso ver sangue já desma... – há não cara, levanta aí vai. Aqui não é lugar nem hora pra desmaiar não. Acorda – dizia entanto já estava batendo no rosto do rapaz, e nada dele acordar. O único jeito de resolver, é levando ele pro quarto. Pelo menos lá ele vai tá mais quieto que aqui. L-legal, agor-ra não vou comer mais.

E a moça conseguiu levantar o jovem rapaz com muita dificuldade. Saíram da cozinha e não viram ninguém no corredor. Aquilo só dificultou pra nossa senhorita. Ela só precisava de outro homem pra levar esse aqui pro quarto, talvez, ter pego ele sozinha tenha sido um erro que ela cometeu. Quando chegou na recepção, Allef estava lá trabalhando ainda. Clary pediu socorro.

- Clary: Allef, me ajude aqui rápido!!

Antes do jovem ruivo chegar, Clary deixou o rapaz cair, havia uma mosca em seu rosto.

- Allef: Meu Deus senhorita! O que a senhora fez?!

- Clary: Eu não fiz nada, foi esse idiota que me fez quebrar um copo e na hora de me ajudar a catar os cacos ele se cortou.

- Allef: Ele desmaiou por que se cortou?

- Clary: Só me ajuda aqui – Clary já estava se alterando – depois eu te explico as coisas. Anda logo, vamos!

- Allef: No três. Um, dois e três.

E lá se foram levá-lo para seu quarto. Por sorte Allef sabia seu quarto, se fosse depender de Clary, ele ficava ali mesmo, no corredor. Ela não lembrava onde ficava o quarto dele.

- Allef: Pegue as chaves dele. Deve estar em um dos bolsos.

E Allef estava certo. Abriu a porta, mas com dificuldade. Seu quarto estava uma completa bagunça, roupas pra todo o lado. Clary tirou as roupas de cima da cama enquanto Allef se escorava na parede pra ter reforço de alguma maneira.

- Clary: Anda, ponha ele na cama.

- Allef: Já estava na hora senhorita.

- Clary: Meu nome é Clary, Allef. Clary.

Allef apenas deu uma risada de canto e saiu do quarto deixando o rapaz desmaiado e Clary. “Bom comer eu não vou mais. A única coisa que me resta é tomar um banho quente e ir me deitar. Você não deve ter tido nada grave. Afinal, você não tá sangrando.” Essas foram as únicas coisas que a jovem moça pensava, e fez.

Saiu e deixou o rapaz ali. Ela já estava se tremendo de frio. Só precisava de um banho quente, entrou em seu quarto e pegou uma roupa e sua toalha. O banheiro era no final daquele corredor. Corredor aquele que só tinha uma lâmpada no teto que não dava iluminação necessária. Aqui em cima é completamente diferente de lá de baixo. Aqui era frio e úmido. Devido a chuva, uma goteira se formou no meio do corredor. Clary estava se sentindo no cenário de um filme de terror. Mas ela estava precisando de um banho, e lá foi ela. Andando lentamente pelo corredor. Sua espinha esfriava, seus pelos em seus braços “levantavam”. O medo tomou conta. Os passos foram se apressando, e a porta parecia mais longe a cada passo que Clary dava. A luz começou a falhar, Clary ficava com mais medo ainda. Poucos segundos já estava “correndo” no corredor. “Ate que fim cheguei” falou enquanto abria a porta. O banheiro era pequeno, mas organizado. Deixou suas coisas em cima da bancada que estava ali, trancou a porta e entrou em baixo daquela água quente, o frio foi embora na hora. A chuva continuava a cair lá fora, só que muito mais forte que mais cedo. Um relâmpago fez com que a lâmpada do banheiro desligasse, Clary gritou de susto, mas logo a lâmpada ligou novamente. Desligou o chuveiro e passou o sabão que estava em sua bolsa. Clary tinha uma política de não usar sabonetes que os hotéis distribuem. A lâmpada começou a falhar novamente, fazendo Clary se ensaboar rapidamente e voltar a ligar o chuveiro. Ligou, só quê o que caia, não era mais água como antes, e sim sangue. Sangue puro. Aquilo fez com que Clary saísse de baixo do chuveiro pegou sua toalha e saiu correndo dali de dentro.

- Clary: É sangue! É sangue! Socorro! Gritava a moça enquanto corria pelo corredor que fez com que todos os sete hóspedes daquele andar saírem de seus quartos.

 - : O que está acontecendo Clary?! Por que você está gritando?

- Clary: Tem sangue Allef, sangue!!

 - Allef: Sangue aonde?

Clary apontou pro banheiro e Allef foi lá ver o que realmente estava acontecendo, e não estava saindo sangue nenhum. Allef voltou pedindo pra todos entrarem e voltarem a dormir.

- Allef: Mas que coisa Clary?! Por que você fez isso?

 - Clary: Por que eu vi saindo sangue de dentro do chuveiro.

- Allef: Você acabou de ver que não havia sangue algum. Agora, por favor volte pro seu quarto e durma, você está precisando.

- Clary; Mas...

- Allef: Mas nada, vá e deite. Amanhã você vai estar melhor.

- Clary: Okay.

Clary foi para seu quarto, daquele jeito mesmo. Não queria entrar naquele banheiro tão cedo. Entrou e deixou a toalha cair, ficando completamente nua. Tirou o sabão de seu corpo com a toalha e deitou se. Mas sua paz foi embora rapidamente. Batidas na porta começou a encontrá-la. Clary fingia que estava dormindo pra ver se a pessoa ia embora logo, mas foi em vão. Levantou se e foi até a porta. As batidas cessaram por um minuto, mas quando Clary se virou as batidas voltaram. Eram sincronizadas, o mesmo tempo e a mesma quantidade, sempre. Três batidas em menos de um minuto. Clary abriu a porta e não havia ninguém naquele corredor. Estava vazio, completamente. Fechou a porta e virou de costas, as batidas voltaram. Saiu e o resultado foi o mesmo. Clary teve a ideia de deixar a porta entre aberta pra ver se via quem estava fazendo aquela brincadeira de mal gosto. E assim foi feito, só que as batidas cessaram novamente. Clary já estava com muito sono. A única maneira de conseguir dormir seria fingindo que não havia ninguém a incomodando. E assim ela fez, só que na hora que fechou a porta, não houve mais batida alguma. Clary foi dormir “feliz”.



Notas Finais


Desculpem lá demora e pelo tamanho do capítulo. Tive alguns problemas, mas o outro será maior e será postado somente depois de amanhã!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...