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História Assassinato em Wood River - Capítulo 3


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Capítulo 3 - De Quem Era Aquele Sangue?


Fanfic / Fanfiction Assassinato em Wood River - Capítulo 3 - De Quem Era Aquele Sangue?

Depois do estranho acontecimento, Clary teve uma boa noite de sono. Diferente do nosso casal, Aleck e Carlos. Depois de fazerem seu "check-in" na recepção, ambos foram os seus quartos, quarto 14. Foi só o tempo de Aleck trancar a porta, que já foi chupando o pescoço de seu companheiro, que ficou sem reação. Mas foi apenas por alguns segundos, depois a única coisa que Carlos fez foi começar a gemer baixinho dando mais tesão pra Aleck, que ja descia pra barriga de seu namorado. Carlos por sua vez, tomou autoridade sobre a situação. Jogou Aleck em cima da cama e começou a beijar aquela sua boca carnuda. Depois, foi mordiscando a barriga de Aleck, que Já tava no ápice do tesão. Seu membro mais uma vez parecia uma cera quando Carlos tirou de baixo daquela calça jeans. Carlos olhava admirando o membro de seu parceiro. Aleck por sua vez, agarrou a cabeça de Carlos pressionando sobre seu membro que já "babava" de tanto tesão. Carlos, sem saída começou a chupar o membro de seu namorado, que começou a urrar baixo pra não incomodar seus "vizinhos". Aleck se levanta e tira toda sua roupa, Carlos faz o mesmo. Aleck subiu em cima da cama pro seu namorado chupar melhor seu membro, dando mais prazer aos dois. Carlos já estava se instalando com as bombadas que seu namorado tava dando, então, Carlos se virou e ficou de quatro dando caminho para Aleck lhe penetrar do jeito que eles estavam. Aleck havia entendido bem a mensagem, cuspiu no ânus de seu companheiro e começou a pincelar com seu pênis o ânus de Carlos. Carlos já gemia como um louco, só que com a cabeça na almofada. Aleck começou a sarrar sua bunda, depois penetrou. Carlos urrou de tanto tesão. 

- Carlos: Isso vai, isso. Vai, vai. Mais rápido vai. 

- Aleck:Você quer mais forte é delícia?! Fala, quem é minha putinha quem é? Em? 

- Carlos: S-sou eu...isso vai. Fode vai caralho. 

Suas estocadas aumentaram constantemente, Carlos já estava demorando com o pênis de seu namorado dentro dele. Aleck já suava mais que o normal, pra ele, quanto mais suor, mais valor tem o sexo. E ali não era quaker sexo não, era o sexo. As estocadas ficaram rápidas e fortes, Carlos já estava sentindo dor.

- Carlos: Aleck Vai devagar! Tá machucando um pouco!

- Aleck: Você me pede pra socar mais forte, mas quando eu faço vice pede pra parar? Não vou parar não. Toma minha putinha. 

E as estocadas voltaram a ficar mais violentas. Aleck deitou Carlos na cama e tirou um pedaço de fio, amarrou as mãos de Carlos uma na outra e voltou a estocar mais rápido. Fazendo Carlos chorar. 

- Carlos: Para, tá ardendo caralho! 

- Aleck: Não, agora você vai me pagar pelas duas semanas sem me dar. E fica quieto aí, caladinho. 

Aleck começou a dar tapas no rosto e na bunda de Carlos, queko fez chorar de dor. Finalmente Aleck havia parado de maltratar Carlos. 

Carlos com raiva e dor, levantou e pegou suas coisas. Saiu entolado na toalha e foi pro banheiro, só que nem havia chegado em seu destino. Carlos recebeu uma lançada em sua cabeça que fez o mesmo cair desmaiado no chão. 

Quando Carlos acordou, ele estava frente a frente com um cara de capuz preto, apesar da iluminação estar uma porcaria, Carlos conseguiu ver a silhueta do tal homem misterioso. Era grande, tinha os braços fortes e era bem alto. Seria uma burrice tentar fugir, afinal ele estava amarrado na cadeira e o homem era mais alto que ele. 

- Carlos: O que você quer comigo? Por quê eu tô aqui?

- Homem Misterioso: Calma você não precisa saber de muita coisa. Só que hoje você vai morrer, e não vai ser de uma forma muito boa como você queria. 

- Carlos: Como assim" como eu queria"? Quem é você seu lunático desprezível?

- Homem Misterioso: Calma, eu sei de tudo sobre você, sua família e seu namorado. Primeiro, você é brasileiro, seus pais se separaram por conta de seu pai ser um alcoólatra que batia em você e não tua mãe. Segundo, você sofre de crise existencial, com isso, toda semana você pensa em se matar, e adivinha! Esse dia chegou. 

OHomem Misterioso estava amolando uma faca com um pedaço de pedra. A cada frase que saia daquela boca por traz do capuz, Carlos sentia um frio na espinha. 

- Carlos: Por favor me solta! 

- Homem Misterioso: Cala a boca moleque - deu umaum soco no rosto de Carlos fazendo ele cuspir sangue - antes de mais nada abrea boquinha vai! Precisamos por isso aqui olha!

Segurava uma mordaça com um tipo de bola na parte onde fica a bola. Rodeou k rapaz e colocou com um pouco de dificuldadepor conta de Carlos se debater. Porém, a mordaça foi posta com sucesso. 

OHomem pegou a faca que estava amolando, estendeu a mão de Carlos e retirou seu dedo fora. Carlos gritava e chorava depois do único goloenquebarrancou seu dedo. 

- Homem Misterioso: Olha só, eu vou tirar essa mordaça da sua boca e se eu ouvir algum grito teu, te mato o mais rápido possível. Okay?

Carlos já desesperado e com seu rosto todo molhado, apenas acentiu com a cabeça. O Homem Misterioso tirou a venda e Carlos ameaçou a gritar, mas Homem foi mais rápido, e pressionou a faca afiada contra sua garganta com um só movimento. 

- Carlos: Mas por que você tá fazendo isso? Quem é você?

- Homem Misterioso: Quem eu sou não importa, o que importa, é que eu vou matar você, sem excitação. E respondendo sua pergunta, como eu disse, eu sei de tudo sobre a tua vida. De tudo mesmo. Investiguei sua vida e fiz com que seu namorado e você viesse parar aqui nesse hotelzinho de bosta - O Homem sentou se na frente de Carlos que ainda estava amarrado nas mãos e pés -, eu consegui convencer a mãe dele deixar ele viajar com você pra comemorar o aniversário da namoro. E por falar nisso, ele já te deu os parabéns? Mal sabe ele que esse será o último que vocês passarão juntos. 

- Carlos: Por favor me solta, você já arrancou meu dedo, isso já é mais que o nescessário. 

- Homem Misterioso: Não! Isso não é suficiente - se levantou e pegou um galão cheio de água oxigenada - esse será seu fim, senhor Carlos. Daqui a dois minutos, você vai estar ali olha - apontou pra caixa de água - se afogando enquanto eu saio daqui e fingo que nada aconteceu. 

-Carlos: Não, água não por favor! Tenho fobia!

Carlos levou um soco no rosto que o fez ficar um pouco zonzo. O Homem Misterioso por sua vez, abriu o galão de água oxigenada e começou a jogar no chão pra não deixar o sangue de Carlos secar ali no chão. Terminado de secar o galão, desamarrou Carlos - que já estava voltando ao normal - pegou ele no colo e jogou ele dentro da caixa de água. Carlos começou a se debater. 

- Homem Misterioso: Você tá dando muito trabalho vem aqui - pegou o garoto e cortou sua garganta, deixando a água toda avermelhada -. Pronto, agora você não vai me dar mais trabalho. 

Homem tirou suas luvas e a roupa que usava e por em uma maleta que ele deixou no canto do local. Terminou de limpar todo o chão, pegou uma pequena caixa de presente, colocou o dedo de Carlos lá dentro e seguiu pra fora daquele local. Abriu uma porta secreta que dava de cara com o corredor do quarto onde Carlos ficava, retirou a caixa de dentro do bolso e escreveu em um bilhete: "Esse dedo é do seu namorado, receio que tenha conhecido a aliança. Você e o pessoal desse hotel tem 5 horas pra descobrir onde o deixei, nada mais que 5 horas. Se não for comprido no tempo certo, consequências acontecerão." Deixou alí no chão, bateu na porta de Aleck e foi embora. Sem demonstrar nenhum pingo de receio do que foi feito. 


Notas Finais


Quem será que matou Carlos e está fazendo esse jogo com eles?


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