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História Assassinato em Wood River - Capítulo 6


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Capítulo 6 - Desafios Para Sobreviver - parte 1


Aquelas palavras animou Aleck, que deixou seu celular cair, e se separando da bateria. Clary logo procurou se escorar em Aleck, mas foi em vão. Clary havia tropeçado e caído em cima do corpo de Allef que estava caído ao lado da caixa de água. Seu corpo sangrava, mas Clary pode perceber que estava sendo pouco, já que ele foi morto e tem pelo o quê se pode ver com a luz da lanterna, dois buracos de fadas em seu peitoral. Que Clary não teve a oportunidade de apreciar sem aquele uniforme. 

- Clary: Aí que nojo! 

- Aleck: Clary, Cadê você? 

- Clary: Ai - ela se levantou coberta de sangue - eu estou aqui, perto da caixa de água. Onde está você? 

- Aleck: Nak sei! Só sei que o tempo está acabando, e se você souber a resposta, essa é a hora de responder! 

- Clary: Tudo bem, pense comigo. Ele disse que o segurança quis salvar somente a maleta de dinheiro, e ele se abaixou na saída de emergência pra amarrar os sapatos. E é aí que está o problema! A saída de emergência só pode ser aberta por dentro de tal lugar, e não por fora. Não tinha como ele abrir por fora. Então, a resposta correta é: por quê ele era o bandido! 

- Aleck:Você é boa nisso! 

- Clary: Aleck, que cheiro ruim é esse?

- Aleck: Não sei! 

Aleck deu um passo em direção a voz de Clary, pisando sem querer na bateria de seu celular. Abaixou se e pegou ela, colocando logo em seguida em seu celular. Demorou poucos segundos e o celular estava ligado novamente, mas com um porém, só com cinco porcento de bateria. A lanterna foi novamente ligada, dando clareza a visão de Aleck e Clary. Fazendo os dois enchergarem um tipo de fumaça sair de dentro das paredes de madeira. Aleck tentava tapar o nariz, mas era em vão. Sua crise asmática não deixou ele ficar muito tempo com a mão na boca tapando sua respiração, fazendo Aleck inalar aquele ar que podia ser fatal. Clary retirou sua camisa e colocou em seu nariz, pressionando pra não entrar a tal fumaça. Mas foi em vão, não demorou muito, ambos caíram no chão depois de ilanar uma grande quantidade de óxido nitroso.

– Duas horas depois –            

- Homem Misterioso: Acordem, vocês dois! 

O Homem Misterioso ligou uma forte luz no rosto de Clary e Aleck.

- Aleck: Clary! Clary! Cadê você?

- Homem Misterioso: acho bom você se acalmar. Senão as consequências serão maiores, para você e para ela.

- Aleck: Mas, onde nós estamos?! 

- Homem Misterioso: No meu segundo esconderijo que tenho nesse hotel! Afinal, o outro eu tive que destruir as provas e carbonizar seu amigo. E olha que o cheiro que ele exalava durante a carbonização, era extremamente delicioso. Poder sentir o cheiro de carne queimando me deixou em êxtase. 

- Aleck: Seu filho de uma puta! Primeiro Carlos, meu amor. Depois Allef, o próximo vai ser quem? Eu?! Clary?!

- Homem Misterioso: Sim, será ela! Se, você não conseguir se soltar. 

- Aleck: Mas por que Você tá fazendo isso?! Qual é a nescessidade de acabar com a vida das pessoas dessa maneira? 

- Homem Misterioso: Isso não importa. Agora, abra seus olhos! 

- Aleck: Não consigo abrir seu idiota! Não tá vendo que a lâmpada está muito forte?! 

- Homem Misterioso: Não seja por isso! Pronto, agora, abra seus olhos e tente se soltar. Lembre-se que a vida de Clary Está em suas mãos! 

Aleck conseguiu abrir os olhos e viu que ele estava sozinhonaquele tipo de sala, e que aquela voz, era transmitida por uma tv que estava no canto. 

A sala era um pouco grande, havia ganchos pendurados no teto. Ganchos sujos de sangue e pedaços de corpos humanos. Havia uma mesa, nela tinha um corpo sendo  estripado. Suas tropas pra fora do corpo, todo ensaguentado. Aleck estava indignado e aterrorizado ao mesmo tempo. Seus olhos enchendo de lágrimas, mas ele não podia chorar naquele momento. Ele deveria sair daquela sala e soltar Clary. Não tinha tempo pra chorar. 

"Atenção Aleck, você só tem cinco minutos pra sair dessa sala e pra salvar Clary! O tempo está passando" 

Na pequena televisão o aviso se passava. Aleck logo rodeou a mesa onde a pessoa estava sendo estrupada e viu que ali no canto, tinha um pequeno freezer já velho, a curiosidade foi na forte que a nescessidade de salvar sua vida e a vida de Clary. A porta foi puxada para cima, e a surpresa de Aleck foi inevitável. Pedaços de corpos humanos foram encontrados dentro do freezer. Pedaços de pernas, costelas, braços e espinhas dentro daquele freezer, e todos pareciam estarem ainda "frescos", o sangue ainda escorria. Um pedaço de papel estava em cima dos ossos: "Você realmente tem ações repugnantes, mas já que você fez exatamente o quê eu queria, você vai ter que encontrar três pequenos controles. E somente um irá abrir a porta. Eles estão nessa sala, só basta procurar no local correto, isso é tudo que você precisa saber. Boa sorte, o tempo está passando." 

- Aleck: Filho da puta. 

Ele se virou e começou a analisar a sala. Havia sangue para todos os lado, isso só piorava para Aleck. Ele não parava de imaginar o número de pessoas que já morreram ali. Uma janela se fechou, do nada. Fazendo ficar mais escuro e mais arrepiante para Aleck. 

- Aleck: Bom, tem cinco janelas e cinco minutos. Uma janela já foi fechada, isso quer dizer que já se passou um minuto?! É, talvez! 

Aleck observava bem a sala, até que viu algo que chamou sua atenção, uma lequam caixa em cima de algum tipo de criado mudo. Aleck vaminhoubste Ela e abriu, e encontrou um dos três pequenos controles, o que fez Aleck apertar os cinco botões como um louco, mas nada aconteceu. O que fez ficar com mais raiva ainda. Fechou a gaveta e caminhou até ao corpo. Onde tinha outro controle, só que dentro do corpo aberto. A única opção, era meter a mão ali dentro para retirar o controle. Aleck com cara de reprovação, fez a única coisa que deveria ser feita, pegou o controle e abriu a porta. O que deixou Aleck alegre. Mas sua alegria durou pouco, bem pouco. Enquanto isso, mas uma janela foi fechada, dando sinal que dois minutos se passaram e que só restava três. 




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