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História Assassinato em Wood River - Capítulo 9


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Notas do Autor


Atenção: esse capítulo está muito "pesado", peço desculpas, mas foi nescessário.

Capítulo 9 - Clary Está Bem?


Depois do incidente com Aleck, sua cabeça sangrava pelo impacto contra a parede, não tinha condições de pensar. Tentava, mas a cabeça doía demais. 

- Clary, me perdoa. Saiba que eu tentei. E tentei muito, só que não dá mais! As palavras saíram fracas, quase sem som. Foi só o tempo de fechar a boca que o mesmo caiu novamente em cima da porta que estava no chão. 

                                 ☁

Clary estava em um tipo de "quarto" do hotel. Esse era diferente de onde Aleck ficou. O "quarto" era todo no cimento, sem nenhum tipo de reboco. Era até que aconchegante, se não fosse pelo fato de Clary está amarrada em uma cama com suas pernas erguidas e com um pano que estava tampando suas partes íntimas. Que doíam e ardiam. 

Uma televisão foi ligada, na tela Clary podia verbebouvir os últimos sussurros de Aleck. Clary começou a chorar e a se debater, ela "sentia" que sua hora estava perto de chegar. Seus olhos encheram de lágrimas dificultando sua visão. Essa foi a hora perfeita para o assassino aparecer no vídeo. 

- Olá Clary! Creio que você já tenha visto seu amigo ali, caído, morto. Wown que pena dele! Não queria que ele morresse assim - sua voz estava diferente, não usava o sistema de mudança de voz pra conversar com Clary -. Mas tenho que te dizer, que ver ele morrendo daquela forma, foi tão satisfatório, você não tem noção do quanto satisfatório pode ser. 

- Por favor - já soluçando de tanto chorar, Clary implorou - me solta! Solta Aleck Também...

- Poxa Clary - disse a interrompendo - é uma pena que você não consiga enxugar seus olhos pra ver meu rosto. Estava torcendo pra isso. 

- O quê você fez comigo seu monstro?! Clary já havia parado de chorar mas sua vista ainda continuava embaçada. 

- Eu não queria ter matar Clary, e nem quero. Então, eu pensei no que eu poderia fazer com você. Um castigo que eu poderia dar a você. Então, entre vários e vários pensamentos pensei que podia fazer vice carregar um filho meu dentro de você. Juro que não consegui resistir a você, quando eu te vi naquele banheiro sem roupas, minha vontade falou mais alto que o senso. 

- Você me estrupou?! Clary estava horrorizada, seus olhos voltarem a se encher de água.

- Não, estrupei não, eu fiz sexo com você. É diferente querida. 

- Eu não quero essa criança! 

- Mas você vai ter ela. Eu pesquisei muito sobre você, e olha só o que eu encontrei sobre você: "leis sobre o aborto deveria ser mais rígidas. Nenhuma mulher merece esperar 3 meses pra saber se pode ou não fazer o aborto, mesmo depois de ter seu corpo violentado. Eu não teria coragem e nem estômago de tirar a vida de meu filho, mesmo sendo "fruto" de um estrupo. Isso diz muito sobre você, Clary. Então, decidi que esse seria seu castigo por todas as coisas ruins que você já fez em sua vida. 

-Você é um monstro! Você vai se arrepender se ter feito isso comigo. 

- Não querida, não vou não! Olha só, eu vou desligar, vou sair e vamos nos ver, frente a frente. Eu ti gostando de você. A partir de agora, você será minha e somente minha. 

- Se vice chegar perto de mim, eu te juro, eu te mato! Mesmo que eu morra junto, mas eu te mato! 

- Prepare-se então querida. 

A televisão foi desligada, uma porta foi aberta e uma sombra foi vista por Clary. Uma sombra pequena, magra e mostrava os cabelos arrepiados. Talvez pelo cansaço de ficar alí torturando as pessoas. Ou pra parecer que estava exausto. 

Clary começou a se debater novamente. Mas nada adiantou. O homem, antes de soltar a jovem, decidiu fazer mais uma cena do estrupo. Pôs seu membro pra fora de sua calça jeans surrada, segurou o pescoço da jovem dizendo: "se você se mexer, se você gritar, eu te mato aqui mesmo, e ainda sou seu corpo para os porcos comerem." E lá foi o Homem Misterioso, segurou com força as pernas de Clary, pressionou seu membro sobre a vagina dela até entrar e começar a seção de sofrimento e desprezo. 

O homem se sentia satisfeito, enquanto Clary chorava. O homem 'gozou' dentro dela e saiu logo em seguida. "Só pra ter certeza mesmo", ele se referia ao ponto de seu esperma chegar em seu útero. Clary torcia pra isso não acontecer. 

Após o término da seção de estrupo, o homem soltou a jovem e deu água pra ela beber, água com boa noite cinderela. Clary, já solta viu que a porta por onde ele entrou, ainda estava aberta. Uma ideia surgiu em sua cabeça. Ela pegou o copo de água, e lançou no rosto do homem, o que deu tempo de Clary sair correndo daquele local. 

- Eu não disse que você ia se arrepender?! Clary k fitava com ódio em seu coração e rosto. 

- O quê você es... E a água tomou conta de seu rosto. Clary saiu correndo, mesmo sentindo dor em meio as duas pernas. O homem ainda estava lá, cheio de raiva. 

- Você pode correr, mas não se esconder. 


Notas Finais


Continua?!


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